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Q3119305 Português
Tendo em vista o contexto da tirinha, em qual dos quadrinhos a palavra "muito" tem sentido quantitativo, sendo, portanto, um pronome indefinido? 
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/11/20/niquel-nausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 20 nov. 2024.
Alternativas
Q3119304 Português
Qual das alternativas apresentadas justifica a concordância do verbo em destaque no trecho abaixo?

"Muito se discute sobre a relação da nossa galera com o trabalho, o comportamento nas redes sociais e a visão de futuro."

Disponível em: https://capricho.abril.com.br/identidade/alguem-ja-te-perguntou-como-e-ser-jovem-em-um-mundo-em-colapso/. Acesso em: 20 nov. 2024.
Alternativas
Q3119301 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.

IDEIAS DO CANÁRIO

   Um homem dado a estudos de ornitologia, por nome Macedo, referiu a alguns amigos um caso tão extraordinário que ninguém lhe deu crédito. Alguns chegam a supor que Macedo virou o juízo. Eis aqui o resumo da narração.

   No princípio do mês passado, — disse ele, — indo por uma rua, sucedeu que uma carroça, à disparada, quase me atirou ao chão. Escapei saltando para dentro de um brechó. Nem o ruído do cavalo e do veículo, nem a minha entrada fez levantar o dono do negócio, que cochilava ao fundo, sentado numa cadeira de abrir. Era um frangalho de homem, barba cor de palha suja, a cabeça enfiada em um gorro esfarrapado, que provavelmente não achara comprador. Não se adivinhava nele nenhuma história, como podiam ter alguns dos objetos que vendia, nem se lhe sentia a tristeza austera e desenganada das vidas que foram vidas.

   A loja era escura, atulhada das coisas velhas, tortas, rotas, enxovalhadas, enferrujadas que de ordinário se acham em tais casas, tudo naquela meia desordem própria do negócio. Essa mistura, posto que banal, era interessante. Panelas sem tampa, tampas sem panela, botões, sapatos, fechaduras, uma saia preta, chapéus de palha e de pelo, caixonetes, binóculos, meias casacas, uma espada, um cão empalhado, um par de chinelos, luvas, vasos sem nome, acessórios militares, uma bolsa de veludo, dois cabides, um estilingue, um termômetro, cadeiras, um retrato litografado pelo finado Sisson, um gamão, duas máscaras de arame para o carnaval que há de vir, tudo isso e o mais que não vi ou não me ficou de memória, enchia a loja nas imediações da porta, encostado, pendurado ou exposto em caixas de vidro, igualmente velhas. Lá para dentro, havia outras coisas mais e muitas, e do mesmo aspecto, dominando os objetos grandes, cômodas, cadeiras, camas, uns por cima dos outros, perdidos na escuridão.

   Ia a sair, quando vi uma gaiola pendurada da porta. Tão velha como o resto, para ter o mesmo aspecto da desolação geral, faltava-lhe estar vazia. Não estava vazia. Dentro pulava um canário.

    A cor, a animação e a graça do passarinho davam àquele amontoado de destroços uma nota de vida e de mocidade. Era o último passageiro de algum naufrágio, que ali foi parar íntegro e alegre como dantes. Logo que olhei para ele, entrou a saltar mais abaixo e acima, de poleiro em poleiro, como se quisesse dizer que no meio daquele cemitério brincava um raio de sol. Não atribuo essa imagem ao canário, senão porque falo a gente retórica; em verdade, ele não pensou em cemitério nem sol, segundo me disse depois. Eu, de envolta com o prazer que me trouxe aquela vista, senti-me indignado do destino do pássaro, e murmurei baixinho palavras de azedume.

    — Quem seria o dono execrável deste bichinho, que teve ânimo de se desfazer dele por alguns pares de moedas? Ou que mão indiferente, não querendo guardar esse companheiro de dono defunto, o deu de graça a algum pequeno, que o vendeu para ir ao jogo do bicho?

    E o canário, de cima do poleiro, trilou isto:

    — Quem quer que sejas tu, certamente não estás em teu juízo. Não tive dono horrível, nem fui dado a nenhum menino que me vendesse. São imaginações de pessoa doente; vai-te curar, amigo…

    — Como? — interrompi eu, sem ter tempo de ficar espantado. Então o teu dono não te vendeu a esta casa? Não foi a miséria ou a ociosidade que te trouxe a este cemitério, como um raio de sol?

    — Não sei que seja sol nem cemitério. Se os canários que tens visto usam do primeiro desses nomes, tanto melhor, porque é bonito, mas estou crendo que confundes. 

   — Perdão, mas tu não vieste para aqui à toa, sem ninguém, salvo se o teu dono foi sempre aquele homem que ali está sentado.

    — Que dono? Esse homem que aí está é meu criado, dá-me água e comida todos os dias, com tal regularidade que eu, se devesse pagar-lhe os serviços, não seria com pouco; mas os canários não pagam criados. Em verdade, se o mundo é propriedade dos canários, seria extravagante que eles pagassem o que está no mundo (…).


ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, 2ª edição, volume II. pp. 427-432. Com adaptações.


É possível identificar uma clara metáfora no seguinte trecho do texto: 
Alternativas
Q3119297 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.

IDEIAS DO CANÁRIO

   Um homem dado a estudos de ornitologia, por nome Macedo, referiu a alguns amigos um caso tão extraordinário que ninguém lhe deu crédito. Alguns chegam a supor que Macedo virou o juízo. Eis aqui o resumo da narração.

   No princípio do mês passado, — disse ele, — indo por uma rua, sucedeu que uma carroça, à disparada, quase me atirou ao chão. Escapei saltando para dentro de um brechó. Nem o ruído do cavalo e do veículo, nem a minha entrada fez levantar o dono do negócio, que cochilava ao fundo, sentado numa cadeira de abrir. Era um frangalho de homem, barba cor de palha suja, a cabeça enfiada em um gorro esfarrapado, que provavelmente não achara comprador. Não se adivinhava nele nenhuma história, como podiam ter alguns dos objetos que vendia, nem se lhe sentia a tristeza austera e desenganada das vidas que foram vidas.

   A loja era escura, atulhada das coisas velhas, tortas, rotas, enxovalhadas, enferrujadas que de ordinário se acham em tais casas, tudo naquela meia desordem própria do negócio. Essa mistura, posto que banal, era interessante. Panelas sem tampa, tampas sem panela, botões, sapatos, fechaduras, uma saia preta, chapéus de palha e de pelo, caixonetes, binóculos, meias casacas, uma espada, um cão empalhado, um par de chinelos, luvas, vasos sem nome, acessórios militares, uma bolsa de veludo, dois cabides, um estilingue, um termômetro, cadeiras, um retrato litografado pelo finado Sisson, um gamão, duas máscaras de arame para o carnaval que há de vir, tudo isso e o mais que não vi ou não me ficou de memória, enchia a loja nas imediações da porta, encostado, pendurado ou exposto em caixas de vidro, igualmente velhas. Lá para dentro, havia outras coisas mais e muitas, e do mesmo aspecto, dominando os objetos grandes, cômodas, cadeiras, camas, uns por cima dos outros, perdidos na escuridão.

   Ia a sair, quando vi uma gaiola pendurada da porta. Tão velha como o resto, para ter o mesmo aspecto da desolação geral, faltava-lhe estar vazia. Não estava vazia. Dentro pulava um canário.

    A cor, a animação e a graça do passarinho davam àquele amontoado de destroços uma nota de vida e de mocidade. Era o último passageiro de algum naufrágio, que ali foi parar íntegro e alegre como dantes. Logo que olhei para ele, entrou a saltar mais abaixo e acima, de poleiro em poleiro, como se quisesse dizer que no meio daquele cemitério brincava um raio de sol. Não atribuo essa imagem ao canário, senão porque falo a gente retórica; em verdade, ele não pensou em cemitério nem sol, segundo me disse depois. Eu, de envolta com o prazer que me trouxe aquela vista, senti-me indignado do destino do pássaro, e murmurei baixinho palavras de azedume.

    — Quem seria o dono execrável deste bichinho, que teve ânimo de se desfazer dele por alguns pares de moedas? Ou que mão indiferente, não querendo guardar esse companheiro de dono defunto, o deu de graça a algum pequeno, que o vendeu para ir ao jogo do bicho?

    E o canário, de cima do poleiro, trilou isto:

    — Quem quer que sejas tu, certamente não estás em teu juízo. Não tive dono horrível, nem fui dado a nenhum menino que me vendesse. São imaginações de pessoa doente; vai-te curar, amigo…

    — Como? — interrompi eu, sem ter tempo de ficar espantado. Então o teu dono não te vendeu a esta casa? Não foi a miséria ou a ociosidade que te trouxe a este cemitério, como um raio de sol?

    — Não sei que seja sol nem cemitério. Se os canários que tens visto usam do primeiro desses nomes, tanto melhor, porque é bonito, mas estou crendo que confundes. 

   — Perdão, mas tu não vieste para aqui à toa, sem ninguém, salvo se o teu dono foi sempre aquele homem que ali está sentado.

    — Que dono? Esse homem que aí está é meu criado, dá-me água e comida todos os dias, com tal regularidade que eu, se devesse pagar-lhe os serviços, não seria com pouco; mas os canários não pagam criados. Em verdade, se o mundo é propriedade dos canários, seria extravagante que eles pagassem o que está no mundo (…).


ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, 2ª edição, volume II. pp. 427-432. Com adaptações.


Considerada a estrutura e o conteúdo do trecho de texto apresentado, podemos compreendê-lo como: 
Alternativas
Q3118238 Conhecimentos Gerais
A educação desempenha papel central no desenvolvimento social, sendo a base para reduzir desigualdades. Qual medida educacional é mais efetiva para promover o desenvolvimento sustentável em regiões vulneráveis?
Alternativas
Q3118234 Conhecimentos Gerais
As mudanças climáticas têm impacto significativo em ecossistemas e economias globais. Qual das alternativas apresenta uma estratégia eficaz para mitigar as emissões de gases de efeito estufa em países em desenvolvimento?
Alternativas
Q3118227 Matemática
Um condomínio contratou uma empresa para instalar um projeto de paisagismo numa área no formato de um triângulo retângulo. As medidas dos dois catetos do triângulo são, respectivamente, 12 metros e 16 metros. O responsável pelo projeto pretende instalar uma cerca ao redor desta área, percorrendo todos os três lados do triângulo. Quantos metros de cerca serão necessários para cercar toda a área?
Alternativas
Q3118218 Português
A forma de linguagem e a apresentação da informação são algumas das principais diferenças entre o texto literário e o não literário. O texto literário utiliza uma linguagem pessoal, carregada de emoção, lirismo e reflete os valores do autor ou do ser (ou objeto) retratado. Por outro lado, o texto não literário se caracteriza pela linguagem referencial.
As alternativas a seguir apresentam características marcantes relacionadas ao texto literário, EXCETO na:
Alternativas
Q3118215 Português
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo

Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.

Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?".

Automaticamente, o outro responde "vamos indo" ou "caminhando, dentro do possível". E cada um segue o seu caminho.

O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.

Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.

De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alívio emocional.

Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física − tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.

Fenômeno cotidiano

Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.

Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.

Mas por que reclamamos tanto?

Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.

Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.

Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.

O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.

Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.

Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.

Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.

Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderno.

Manter o foco no negativo de maneira contínua pode alterar a forma como as pessoas vêem o mundo e interagem com outras.

Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.

Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento − o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.

Também se observou que a reclamação cotidiana está correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.

Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
"Longe de uma visão cataclísmica , reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana."
O vocábulo que pode substituir o destacado no trecho com valor semelhante está na alternativa:
Alternativas
Q3118210 Educação Física
A importância da psicomotricidade no desenvolvimento infantil está diretamente relacionada à capacidade de integrar aspectos motores, cognitivos e emocionais no processo educacional. Sobre esse processo, analise as afirmativas a seguir.

I.Atividades psicomotoras podem prevenir dificuldades de aprendizagem e favorecer a coordenação motora, equilíbrio e orientação espacial.

II.Atividades psicomotoras podem prevenir dificuldades de aprendizagem e favorecer a coordenação motora, equilíbrio e orientação espacial.

III.A educação psicomotora é basicamente aplicada em crianças com dificuldades motoras severas e não abrange crianças sem comprometimentos, que desenvolvem naturalmente essas habilidades.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3118209 Educação Física
A aprendizagem motora é o processo pelo qual uma pessoa melhora gradualmente sua habilidade em realizar um movimento específico, sendo essa evolução avaliada por meio da prática contínua. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3118208 Educação Física
Os eventos esportivos possuem diferentes tipos de competições, cada uma com características específicas. Sobre a característica de cada evento, analise as afirmativas a seguir:

I.Os torneios são organizados em formato eliminatório, recomendados para eventos com tempo reduzido e muitos competidores inscritos.

II.Os campeonatos são indicados para competições com grande número de participantes e tempo limitado, devido ao seu caráter eliminatório.

III.As olimpíadas são eventos multiesportivos que incluem diferentes modalidades organizadas em vários tipos de competições, como torneios e campeonatos, em um período de tempo limitado.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3118207 Educação Física
As abordagens pedagógicas da Educação Física, assim como quaisquer outras matérias escolares, apresentam distintas bases teóricas e objetivos específicos. Sobre esse assunto, analise as afirmativas a seguir.

I.A abordagem crítico-emancipatória, idealizada por Elenor Kunz, enxerga o movimento humano como uma linguagem e uma forma de diálogo com o mundo.

II.A abordagem tecnicista, defendida por Mauro Betti, é baseada na integração de diversas áreas do conhecimento, incluindo as ciências humanas e sociais.

III.A abordagem sistêmica privilegia o jogo como estratégia pedagógica, considerando-o essencial para o desenvolvimento das habilidades motoras e cognitivas.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3118206 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais destacam a importância de respeitar a diversidade cultural nas práticas de Educação Física. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3118205 Educação Física
Algumas abordagens podem ser utilizadas em Educação Física, tais como as propositivas e as não propositivas. Os modelos pedagógicos em Educação Física possuem diferentes objetivos e métodos. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)A abordagem de aptidão física e saúde é voltada para a formação crítica sobre os aspectos socioculturais e biológicos da prática esportiva.

(__)A abordagem desenvolvimentista tem como foco principal a integração entre o desenvolvimento motor e os problemas sociais.

(__)A abordagem crítico-superadora enfatiza valores como cooperação, solidariedade e liberdade de expressão, o que promove uma visão crítica e transformadora da realidade social.

(__)A abordagem construtivista valoriza o conhecimento prévio da criança e o utiliza como base para o aprendizado.


A sequência está correta em:
Alternativas
Q3118204 Educação Física
Henri Wallon propôs uma teoria do desenvolvimento infantil estruturada em estágios que refletem a alternância entre afetividade e cognição. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)O Estágio do Personalismo, segundo Wallon, ocorre dos 6 aos 11 anos e é caracterizado pelo desenvolvimento da categorização mental.

(__)No Estágio Impulsivo-Emocional, que vai do nascimento até aproximadamente o primeiro ano de vida, a criança está imersa no mundo e não consegue se distinguir dele.

(__)O Estágio Sensório-Motor e Projetivo, que se estende dos três meses até aproximadamente os três anos de idade, é uma fase onde a inteligência predomina e o mundo externo prevalece nos fenômenos cognitivos.

(__)Wallon acreditava que o desenvolvimento infantil é um processo dialético e interacionista, sem idades limites rígidas para cada estágio.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3118203 Pedagogia
O Currículo Base da Educação Infantil e do Ensino Fundamental do Território Catarinense define a Educação Física como um componente curricular essencial para a formação integral. Assinale a alternativa correta sobre os objetivos desse componente na perspectiva da BNCC.
Alternativas
Q3118202 Educação Física
Um dos esportes mais visados na prática de Educação Física é o futsal, composto por regras e procedimentos próprios. Os procedimentos de substituição no futsal são fundamentais para o controle do jogo e a aplicação das regras. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3118201 Educação Física
Os jogos cooperativos são apresentados como uma alternativa pedagógica para a prática de esportes de maneira mais saudável nas aulas de Educação Física. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)A prática de jogos cooperativos elimina totalmente a competitividade, que é intrínseca a algumas práticas de esportes, nas aulas de Educação Física.

(__)Os jogos cooperativos buscam integrar valores como solidariedade e respeito, promovendo objetivos comuns ao grupo.

(__)A prática de jogos cooperativos contribui para a inclusão e a reflexão crítica, e, por si só, são capazes de superar as desigualdades sociais presentes na prática esportiva.

(__)A abordagem histórico-crítica sustenta que jogos cooperativos podem promover a reflexão sobre as injustiças sociais.


A sequência está correta em:
Alternativas
Q3117786 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Considerando os apontamentos do Decreto nº 10.357/14 do Município de Itajaí, julgue as frases abaixo:
I.O professor, enquanto mediador da aprendizagem dos alunos, deve apresentar-lhes as dimensões que uma aprendizagem de qualidade terá em suas vidas, bem como desenvolver ações de colaboração e engajamento, por meio do qual todos possam aprender a aprender.
II.Entende-se por competência o plano imediato do saber fazer, aliado ao conhecimento, ou seja, a operacionalização da aprendizagem em situações práticas.
III.O aluno precisa sentir-se um aprendiz capaz de construir, seu próprio conhecimento, tornar-se um pesquisador criativo e manifestar sua curiosidade por meio de suas expectativas de aprender algo novo a cada dia e pela vontade de querer aprender sempre.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Alternativas
Respostas
12241: B
12242: B
12243: A
12244: A
12245: B
12246: B
12247: D
12248: D
12249: C
12250: A
12251: B
12252: C
12253: C
12254: B
12255: D
12256: C
12257: C
12258: C
12259: C
12260: A