Questões de Concurso Para professor - educação física

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Q3626968 Pedagogia
Leia o fragmento de texto abaixo.

Durante o conselho de classe, a equipe pedagógica discute a situação de Marcos, estudante de 12 anos, que apresenta dificuldades de aprendizagem e comportamento agitado. Alguns professores defendem que a escola concentre esforços apenas em garantir a aprovação, já que o desenvolvimento emocional e social seria responsabilidade da família.

Nesse contexto, e considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente, o encaminhamento CORRETO é:
Alternativas
Q3626967 Pedagogia

Observe o gráfico a seguir, que apresenta dados fictícios sobre a distribuição de matrículas na Educação Básica em 2022:


Imagem associada para resolução da questão


Com base na LDB nº 9.394/1996 e nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais (Res. CNE/CEB nº 4/2010), é CORRETO afirmar que a (o): 

Alternativas
Q3626966 Português
Assinale a alternativa em que todas as regências estão de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3626965 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está adequada à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626964 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme o Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q3626963 Português
Assinale a alternativa em que todas as concordâncias atendem à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626962 Português
Leia:
“Havia ocorrido diversos protestos em frente à universidade, os quais resultaram em sanções que visaram punir aos estudantes envolvidos” e “É necessário medidas urgentes para conter os conflitos”.
Assinale a alternativa que apresenta a correção das falhas de concordância e regência, mantendo o sentido original.
Alternativas
Q3626961 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente: 
Alternativas
Q3626960 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
No segmento “A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos […] Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas…”, o pronome demonstrativo “Isso” retoma com mais precisão:
Alternativas
Q3626959 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Estrutura da comunicação e função. Considerando elementos do processo comunicativo e marcas linguísticas do texto, identifique a alternativa mais adequada.
Alternativas
Q3626958 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Marque a alternativa que aponta, de forma clara, o núcleo da crítica e a proposta correspondente apresentada no texto. 
Alternativas
Q3626957 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese e a organização do texto.
Alternativas
Q3626451 Educação Física
A perspectiva crítico-cultural da Educação Física compreende as práticas corporais como elementos que transcendem a dimensão puramente biológica ou motora. Nessa abordagem, o corpo e seus movimentos são vistos como produções históricas e sociais, carregadas de valores e representações. Sob essa ótica, as manifestações da cultura corporal de movimento são analisadas como textos passíveis de leitura e interpretação. Assinale a alternativa que define corretamente a natureza de uma prática corporal enquanto texto cultural.
Alternativas
Q3626450 Pedagogia
Durante uma aula de Educação Física em uma escola de periferia com alta diversidade cultural, um professor propõe um jogo de queimada. Ele observa que um grupo de alunos, recém-chegados de uma comunidade ribeirinha, joga de maneira colaborativa, com passes elaborados para salvar os companheiros e comemorando coletivamente os pontos, enquanto outro grupo, mais influenciado pela cultura urbana e midiática, joga com um foco intenso na eliminação individual, valorizando a força do arremesso e a competição entre os jogadores. O professor, que fundamenta sua prática no paradigma do movimento como linguagem, busca interpretar a cena não como uma questão de habilidade superior ou inferior, mas como uma expressão de diferentes lógicas e valores. Sob essa perspectiva teórica, a análise mais precisa da situação é que os diferentes modos de jogar representam:
Alternativas
Q3626449 Educação Física
A relação entre atividade física e saúde transcende a perspectiva puramente biomédica, que historicamente focou na prevenção de doenças e na melhoria de indicadores fisiológicos. A discussão contemporânea, influenciada por um conceito ampliado de saúde, entende que os benefícios da prática corporal se estendem às dimensões psicossociais e que a promoção da saúde envolve a criação de ambientes e condições de vida favoráveis. Nesse contexto, a abordagem da atividade física deve considerar não apenas os aspectos quantitativos do movimento, mas também os qualitativos, como o prazer, a socialização e o significado cultural. Assinale a alternativa que define corretamente a relação entre atividade física e saúde sob a ótica da promoção da saúde.
Alternativas
Q3626448 Pedagogia
A Educação Física, enquanto componente curricular, tem sua organização e seus objetivos diretamente influenciados pelas políticas educacionais vigentes no país, que definem suas finalidades e seu lugar na estrutura da educação básica. Documentos como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelecem as diretrizes que norteiam a prática pedagógica. Sobre as determinações legais e curriculares para a Educação Física, analise as afirmativas a seguir:

I.A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/96) estabelece a Educação Física como um componente curricular facultativo em todas as etapas da educação básica, cabendo a cada sistema de ensino a decisão sobre sua oferta obrigatória.
II.A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) determina que o principal objetivo da Educação Física é o desenvolvimento do rendimento esportivo, priorizando a dimensão procedimental ("saber fazer") para a identificação e a promoção de novos talentos atléticos nas escolas.
III.A BNCC posiciona a Educação Física como um componente curricular que possui competências específicas e um conjunto de práticas corporais tematizadas (brincadeiras e jogos, esportes, ginásticas, danças, lutas e práticas de aventura), visando garantir aos alunos o direito de se apropriar desse patrimônio cultural de forma crítica e autônoma.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3626447 Pedagogia
A inserção da capoeira no ambiente escolar, ou sua "escolarização", é um processo complexo que busca traduzir uma prática cultural de tradição oral para a lógica da instituição de ensino. Este processo exige cuidados pedagógicos para evitar a descaracterização e o esvaziamento de seus saberes. Acerca dos desafios e princípios da escolarização da capoeira, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Um dos objetivos centrais da escolarização da capoeira é tratá-la como um objeto de conhecimento, explorando de forma integrada suas dimensões históricas (luta e resistência), sociais (identidade afro-brasileira), filosóficas (malícia, mandinga) e artísticas (musicalidade).
(__)A musicalidade é um elemento fundamental que organiza a roda, e o ensino dos diferentes toques de berimbau (como Angola, São Bento Grande, Iúna) é essencial, pois eles determinam o ritmo, o estilo e a energia do jogo que deve ser realizado.
(__)Para garantir a segurança e a inclusão de todos os alunos, o processo de escolarização da capoeira deve necessariamente eliminar a dimensão de imprevisibilidade, o jogo de perguntas e respostas e a malícia, substituindo-os por sequências coreográficas fixas e pré-determinadas.
(__)Um dos principais desafios do professor na escolarização da capoeira é estabelecer um diálogo respeitoso entre o conhecimento acadêmico e o conhecimento comunitário, valorizando a sabedoria dos mestres e a tradição oral como fontes legítimas de saber.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3626446 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe um tratamento pedagógico da cultura corporal de movimento que articula a vivência das práticas com a reflexão crítica sobre seus significados. Acerca da aplicação dessa perspectiva no componente de Educação Física, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A abordagem pedagógica deve se concentrar exclusivamente na dimensão procedimental, ou seja, no ensino e aperfeiçoamento dos gestos técnicos das modalidades esportivas, considerando a reflexão crítica um objetivo secundário e aplicável apenas no Ensino Médio.
(__)O tratamento didático deve articular as dimensões da experiência corporal (fruição, experimentação) com a reflexão sobre a ação, permitindo que o estudante compreenda a prática corporal como um fenômeno cultural sobre o qual pode analisar valores e significados.
(__)A valorização e inclusão de práticas corporais de matrizes indígena e africana são fundamentais para ampliar o repertório dos estudantes e para descolonizar o currículo, reconhecendo a legitimidade de diferentes textos culturais.
(__)É objetivo da abordagem que os estudantes desenvolvam autonomia para recriar práticas corporais, posicionando-se criticamente diante dos sentidos hegemônicos (mercadológicos, estéticos, de gênero) que lhes são atribuídos na sociedade.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3626445 Educação Física
A institucionalização da Educação Física no Brasil, no final do século XIX e início do século XX, foi profundamente influenciada por discursos científicos e médicos da época, que viam o corpo como um objeto de intervenção para a construção da nação. Um dos mais influentes foi o Movimento Higienista, liderado por médicos e intelectuais, que atribuiu à ginástica e aos exercícios físicos um papel central em seu projeto social. Assinale a alternativa que descreve corretamente os pressupostos e objetivos da Educação Física sob a ótica do Movimento Higienista.
Alternativas
Q3626444 Pedagogia
As abordagens pedagógicas da Educação Física escolar orientam as ações do professor e dão sentido ao processo de ensino-aprendizagem. A abordagem Crítico-Superadora, sistematizada no "Coletivo de Autores", representa um marco na tentativa de superar as tendências tradicionais e tecnicistas, propondo uma prática pedagógica que articula os conteúdos da cultura corporal com a leitura crítica da realidade social. Assinale a alternativa que define corretamente os princípios do processo de ensino-aprendizagem segundo a abordagem Crítico-Superadora. 
Alternativas
Respostas
6841: C
6842: B
6843: A
6844: A
6845: D
6846: B
6847: C
6848: D
6849: B
6850: C
6851: B
6852: D
6853: E
6854: A
6855: D
6856: E
6857: B
6858: B
6859: B
6860: C