Questões de Concurso
Para professor - artes
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(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/ – texto adaptado
especialmente para esta prova).
I. A autora justifica por que escreve elencando uma série de inaptidões suas.
II. Assim como para quem fabrica guarda-chuvas, atende em consultórios ou limpa vidraças, a morte não será benéfica para a autora.
III. A escrita ajudou a autora, ao longo dos anos, a livrar-se de coisas que a oprimiam.
Quais estão corretas?
I. Utilizar tons médios uniformes em todo o desenho para simplificar a representação.
II. Aplicar tons mais escuros perto da fonte de luz e gradualmente clarear à medida que se afasta dela.
III. Usar tons mais claros perto da fonte de luz e gradativamente escurecer as áreas mais distantes.
Está(ão) CORRETA(S):
As figuras acima representam, respectivamente, quais tipos de linhas?
I. A manipulação de luz e sombra é crucial para criar a ilusão de profundidade e volume.
II. Luz e sombra ajudam a definir a forma dos objetos, estabelecem a atmosfera e o humor de uma cena e podem ser usadas para direcionar a atenção para áreas específicas de um desenho.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
O excerto acima se refere a qual elemento formal do desenho?
I. As experiências de aprendizagem fora da escola devem ser reconhecidas e integradas ao processo educativo, enriquecendo o currículo escolar. II. As experiências extraescolares devem ser consideradas apenas como complementares, sem impacto significativo no currículo formal. III. O ensino deve equilibrar conteúdos acadêmicos com experiências vividas pelos alunos fora do ambiente escolar, mas sem alterar o currículo central.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
O excerto acima se refere ao conceito de:
MEC discute política de valorização de educadoras infantis
O Ministério da Educação (MEC) participou, na última sexta-feira, 8 de dezembro, na Câmara dos Deputados, do Seminário Gênero, Raça, Cuidado e Educação: valorização das educadoras infantis. A Pasta foi representada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), por meio da coordenadora-geral de Formação Continuada para Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, Valquíria Santos Silva. Na ocasião, ela destacou a pauta de direitos das mulheres negras.
“Nós temos um cenário na educação com educadoras majoritariamente mulheres e pretas. Isso reforça muito o diálogo interseccional e que precisa ser considerado um aspecto importante na política pública educacional”, apontou Valquíria. Para a coordenadora-geral, uma educação mais comprometida e democrática ocorre quando se consegue analisar e identificar o contexto no qual uma escola é constituída por todos os trabalhadores que integram uma comunidade escolar.
Ao longo do evento, os participantes defenderam a aprovação do Projeto de Lei n. 2387/23, que está em análise na Câmara e prevê a inclusão dos professores de educação infantil na carreira do magistério público da educação básica. O objetivo é beneficiá-los com o piso salarial nacional estabelecido na Lei n. 11.738/08. Esse Projeto foi aprovado na Comissão de Educação da Câmara, mas ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça.
No debate, os especialistas alertaram para o processo de empobrecimento de mulheres que trabalham no ensino infantil. Atualmente, esse ofício, com crianças de 0 a 3 anos, é exercido quase exclusivamente por mulheres e tem o pagamento do piso salarial vinculado à decisão administrativa local.
Participantes – Também participaram do
Seminário Fernanda Pereira Barbosa, procuradora do
Ministério Público do Trabalho (MPT); Rosane da
Silva, secretária de Autonomia Econômica e Políticas de
Cuidados do Ministério das Mulheres; Carlos Giannazi,
deputado estadual de São Paulo e professor; Alípio dos
Santos Neto, coordenador de Ações de Controle da Unidade
de Auditoria Especializada em Educação, Cultura, Esporte e
Direitos Humanos do Tribunal de Contas da União; Berta
Lima, representante do Movimento Somos Todas
Professoras; Lucas Carneiro, promotor de Justiça e
coordenador do Núcleo de Defesa da Educação do
Ministério Público do Estado de Alagoas; e Tânia Dornellas,
assessora de Advocacy da Campanha Nacional pelo Direito à
Educação.
O Seminário foi promovido pelas Comissões de Educação; de Administração e Serviço Público; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Trabalho.
Fonte:https://www.gov.br/mec/pt-
br/assuntos/noticias/2023/dezembro/mec-discute-politica-
de-valorizacao-de-educadoras-infantis(adaptado).
( ) A Escolinha de Arte do Brasil foi oficializada em 1952, mediante estatuto que destaca, entre outras finalidades da Instituição, a de ser um espaço de ofertas de aulas e cursos para professores, para orientação e formação de quadros.
( ) As ações desenvolvidas na Escolinha de Arte do Brasil tomaram grande vulto no Brasil e no exterior, que fez surgir o Movimento Escolinhas de Artes e Técnicas (MEAT), que congregou, até o final dos anos de 1980, cento e cinquenta e quatro Escolinhas de Arte.
( ) A Escolinha de Arte do Brasil pode ser considerada como uma experiência-piloto de um processo educativo que se apoia na arte para desenvolver a capacidade criadora da criança.
As afirmativas são, respectivamente,
As autoras estão se referindo ao ensino da arte na
( ) O Barroco se desenvolveu, em Pernambuco, a partir de 1759. Dentre suas construções podemos destacar a Igreja de São Pedro dos Clérigos, concluída aproximadamente em 1782.
( ) A escultura barroca no Rio de Janeiro contou com artistas portugueses e com um brasileiro: Mestre Valentim.
( ) Na pintura do barroco mineiro destaca-se o artista Manuel da Costa Ataíde. Ele foi responsável pelas pinturas das Igrejas de Nossa Senhora do Rosário (Mariana), Igreja de São Francisco (Ouro Preto). O artista em questão revelou um excepcional domínio da perspectiva.
( ) A cidade de Congonhas do Campo (Minas Gerais) abriga um dos mais importantes conjuntos escultóricos criados por Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho): O Santuário de Bom Jesus de Matosinhos.
( ) O Passeio Público, inaugurado em 1783, no Rio de Janeiro, foi projetado por Mestre Valentim, que esculpiu muitas das obras ali expostas. Um dos destaques é o portão trabalhado em ferro fundido: linhas curvas e retas que lembram flores e figuras geométricas. No alto do portão há uma espécie de medalhão com as figuras dos Reis de Portugal.
As afirmativas são, respectivamente,