Questões de Concurso Para professor - artes

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Q3917026 Português
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O Barqueiro do Paraíba é uma daquelas lendas que parecem nascer do próprio ritmo do rio. Em Jacareí, onde o Paraíba do Sul atravessa a cidade e organiza paisagens, pontes e memórias, a narrativa circula há gerações como aviso e assombro. Diz-se que, em tempos em que a travessia era mais incerta e dependia de embarcações, um homem passou a surgir nas margens em noites silenciosas. A presença dele não vinha acompanhada de pressa nem de conversa: vinha como um chamado, como se o rio, de repente, tivesse voz. E, quando a neblina baixa, a água parece engolir ruídos, deixando o cenário pronto para que qualquer sombra ganhe sentido.

A figura é descrita como enigmática, quase sempre sem rosto: há versões em que ele permanece de costas, evitando que o passageiro o reconheça. O convite é simples, direto, econômico — “suba”, “entre”, “passagem” — como se a travessia fosse apenas mais uma rotina. A diferença é o destino: quem aceita, segundo o relato popular, não é visto novamente. A canoa segue, mas não retorna; o barqueiro oferece caminho, mas não garante volta. O terror da lenda está menos no grito e mais na normalidade do gesto, como se o extraordinário se escondesse dentro de um serviço comum. Com o tempo, o Barqueiro vira símbolo de um medo antigo: o de atravessar limites sem saber o preço. O rio, que sustenta transporte e trabalho, também pode ser lido como fronteira — entre bairros, entre tempos, entre vida cotidiana e aquilo que não se explica. Não é por acaso que muitas versões situam a aparição em noites de neblina ou sem luar, quando o contorno do mundo perde nitidez e a água parece maior do que as margens. A história, então, opera como regra social e imaginação coletiva: ela regula o risco e, ao mesmo tempo, dá forma ao mistério.

Hoje, mesmo com pontes e cidade iluminada, a lenda persiste porque não depende apenas da geografia: depende da sensação de que certos lugares guardam um resto de passado. O Paraíba do Sul segue atravessando Jacareí, carregando histórias, enchentes, pescarias e rotas, e a memória do barqueiro se encaixa nessa corrente como um eco. Ao ser recontada, a narrativa reforça uma ideia simples e poderosa: há travessias que mudam a gente — e há convites que, por mais calmos que pareçam, exigem desconfiança quando vêm de dentro da neblina.
No período: "A canoa segue, mas não retorna; o barqueiro oferece caminho, mas não garante volta", as orações introduzidas pelo termo destacado classificam-se como:
Alternativas
Q3917025 Português
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O Barqueiro do Paraíba é uma daquelas lendas que parecem nascer do próprio ritmo do rio. Em Jacareí, onde o Paraíba do Sul atravessa a cidade e organiza paisagens, pontes e memórias, a narrativa circula há gerações como aviso e assombro. Diz-se que, em tempos em que a travessia era mais incerta e dependia de embarcações, um homem passou a surgir nas margens em noites silenciosas. A presença dele não vinha acompanhada de pressa nem de conversa: vinha como um chamado, como se o rio, de repente, tivesse voz. E, quando a neblina baixa, a água parece engolir ruídos, deixando o cenário pronto para que qualquer sombra ganhe sentido.

A figura é descrita como enigmática, quase sempre sem rosto: há versões em que ele permanece de costas, evitando que o passageiro o reconheça. O convite é simples, direto, econômico — “suba”, “entre”, “passagem” — como se a travessia fosse apenas mais uma rotina. A diferença é o destino: quem aceita, segundo o relato popular, não é visto novamente. A canoa segue, mas não retorna; o barqueiro oferece caminho, mas não garante volta. O terror da lenda está menos no grito e mais na normalidade do gesto, como se o extraordinário se escondesse dentro de um serviço comum. Com o tempo, o Barqueiro vira símbolo de um medo antigo: o de atravessar limites sem saber o preço. O rio, que sustenta transporte e trabalho, também pode ser lido como fronteira — entre bairros, entre tempos, entre vida cotidiana e aquilo que não se explica. Não é por acaso que muitas versões situam a aparição em noites de neblina ou sem luar, quando o contorno do mundo perde nitidez e a água parece maior do que as margens. A história, então, opera como regra social e imaginação coletiva: ela regula o risco e, ao mesmo tempo, dá forma ao mistério.

Hoje, mesmo com pontes e cidade iluminada, a lenda persiste porque não depende apenas da geografia: depende da sensação de que certos lugares guardam um resto de passado. O Paraíba do Sul segue atravessando Jacareí, carregando histórias, enchentes, pescarias e rotas, e a memória do barqueiro se encaixa nessa corrente como um eco. Ao ser recontada, a narrativa reforça uma ideia simples e poderosa: há travessias que mudam a gente — e há convites que, por mais calmos que pareçam, exigem desconfiança quando vêm de dentro da neblina.
No trecho "O terror da lenda está menos no grito e mais na normalidade do gesto", o efeito de sentido pretendido pelo autor é enfatizar que:
Alternativas
Q3917024 Português
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O Barqueiro do Paraíba é uma daquelas lendas que parecem nascer do próprio ritmo do rio. Em Jacareí, onde o Paraíba do Sul atravessa a cidade e organiza paisagens, pontes e memórias, a narrativa circula há gerações como aviso e assombro. Diz-se que, em tempos em que a travessia era mais incerta e dependia de embarcações, um homem passou a surgir nas margens em noites silenciosas. A presença dele não vinha acompanhada de pressa nem de conversa: vinha como um chamado, como se o rio, de repente, tivesse voz. E, quando a neblina baixa, a água parece engolir ruídos, deixando o cenário pronto para que qualquer sombra ganhe sentido.

A figura é descrita como enigmática, quase sempre sem rosto: há versões em que ele permanece de costas, evitando que o passageiro o reconheça. O convite é simples, direto, econômico — “suba”, “entre”, “passagem” — como se a travessia fosse apenas mais uma rotina. A diferença é o destino: quem aceita, segundo o relato popular, não é visto novamente. A canoa segue, mas não retorna; o barqueiro oferece caminho, mas não garante volta. O terror da lenda está menos no grito e mais na normalidade do gesto, como se o extraordinário se escondesse dentro de um serviço comum. Com o tempo, o Barqueiro vira símbolo de um medo antigo: o de atravessar limites sem saber o preço. O rio, que sustenta transporte e trabalho, também pode ser lido como fronteira — entre bairros, entre tempos, entre vida cotidiana e aquilo que não se explica. Não é por acaso que muitas versões situam a aparição em noites de neblina ou sem luar, quando o contorno do mundo perde nitidez e a água parece maior do que as margens. A história, então, opera como regra social e imaginação coletiva: ela regula o risco e, ao mesmo tempo, dá forma ao mistério.

Hoje, mesmo com pontes e cidade iluminada, a lenda persiste porque não depende apenas da geografia: depende da sensação de que certos lugares guardam um resto de passado. O Paraíba do Sul segue atravessando Jacareí, carregando histórias, enchentes, pescarias e rotas, e a memória do barqueiro se encaixa nessa corrente como um eco. Ao ser recontada, a narrativa reforça uma ideia simples e poderosa: há travessias que mudam a gente — e há convites que, por mais calmos que pareçam, exigem desconfiança quando vêm de dentro da neblina.
Considerando a situação comunicativa do texto — um ensaio que analisa a persistência de narrativas folclóricas no contexto urbano contemporâneo — o autor posicionase como: 
Alternativas
Q3917023 Sociologia
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O Barqueiro do Paraíba é uma daquelas lendas que parecem nascer do próprio ritmo do rio. Em Jacareí, onde o Paraíba do Sul atravessa a cidade e organiza paisagens, pontes e memórias, a narrativa circula há gerações como aviso e assombro. Diz-se que, em tempos em que a travessia era mais incerta e dependia de embarcações, um homem passou a surgir nas margens em noites silenciosas. A presença dele não vinha acompanhada de pressa nem de conversa: vinha como um chamado, como se o rio, de repente, tivesse voz. E, quando a neblina baixa, a água parece engolir ruídos, deixando o cenário pronto para que qualquer sombra ganhe sentido.

A figura é descrita como enigmática, quase sempre sem rosto: há versões em que ele permanece de costas, evitando que o passageiro o reconheça. O convite é simples, direto, econômico — “suba”, “entre”, “passagem” — como se a travessia fosse apenas mais uma rotina. A diferença é o destino: quem aceita, segundo o relato popular, não é visto novamente. A canoa segue, mas não retorna; o barqueiro oferece caminho, mas não garante volta. O terror da lenda está menos no grito e mais na normalidade do gesto, como se o extraordinário se escondesse dentro de um serviço comum. Com o tempo, o Barqueiro vira símbolo de um medo antigo: o de atravessar limites sem saber o preço. O rio, que sustenta transporte e trabalho, também pode ser lido como fronteira — entre bairros, entre tempos, entre vida cotidiana e aquilo que não se explica. Não é por acaso que muitas versões situam a aparição em noites de neblina ou sem luar, quando o contorno do mundo perde nitidez e a água parece maior do que as margens. A história, então, opera como regra social e imaginação coletiva: ela regula o risco e, ao mesmo tempo, dá forma ao mistério.

Hoje, mesmo com pontes e cidade iluminada, a lenda persiste porque não depende apenas da geografia: depende da sensação de que certos lugares guardam um resto de passado. O Paraíba do Sul segue atravessando Jacareí, carregando histórias, enchentes, pescarias e rotas, e a memória do barqueiro se encaixa nessa corrente como um eco. Ao ser recontada, a narrativa reforça uma ideia simples e poderosa: há travessias que mudam a gente — e há convites que, por mais calmos que pareçam, exigem desconfiança quando vêm de dentro da neblina.
A lenda do Barqueiro do Paraíba, conforme apresentada no texto, carrega uma ideologia subjacente que utiliza o elemento fantástico para exercer uma função reguladora na sociedade. Essa ideologia manifesta-se por meio da:
Alternativas
Q3912261 Literatura
Segundo a síntese de Anatol Rosenfeld (2010), quais são os quatro traços fundamentais associados ao gênero lírico? 
Alternativas
Q3912260 Artes Cênicas
A BNCC estrutura o ensino de Teatro no Ensino Fundamental por meio de unidades temáticas, as quais organizam objetos de conhecimento que devem ser trabalhados ao longo dos anos. Quanto à unidade temática Teatro, dentro do componente curricular Arte, assinale a alternativa que apresenta os três objetos de conhecimento previstos para serem desenvolvidos com os alunos, tanto nos Anos Iniciais quanto nos Anos Finais.
Alternativas
Q3912259 Artes Cênicas
O teatro, em sua origem grega (θέατρον – théatron), significa: 
Alternativas
Q3912258 Artes Cênicas
Augusto Boal propõe que a prática teatral se desenvolva dentro de um “Espaço Estético”, conceito que delimita cinco dimensões essenciais à construção do jogo cênico. Identifique essas cinco dimensões.
Alternativas
Q3912257 Artes Cênicas
Relacione os termos teatrais da Coluna A com suas respectivas definições na Coluna B.

Coluna A:
1 - ÊXODO
2 - ADEREÇOS
3 - CENÓGRAFO
4 - CLÍMAX
5 - HAPPENING

Coluna B:
( ) Objetos de cena; acessórios de figurino ou decoração cenográfica.
( ) Aquele que idealiza, projeta e acompanha a montagem do espaço cênico.
( ) Espetáculo que prevê ou provoca participação espontânea do público.
( ) Momento de maior tensão dramática, ápice da evolução do conflito.
( ) Canto coral de saída presente nas tragédias gregas.

Assinale a alternativa que enumera correta e respectivamente as associações:
Alternativas
Q3912256 Artes Cênicas
Na teoria teatral contemporânea, o cenógrafo é considerado um coautor do espetáculo, cujo trabalho transcende a mera decoração do palco.
Isso ocorre porque o espaço cênico:
Alternativas
Q3912255 Artes Cênicas
Na terminologia teatral, o profissional responsável pela criação e execução dos efeitos sonoros e musicais de um espetáculo assume grande relevância na construção da linguagem cênica. Esse profissional integra a equipa criativa, colaborando diretamente com o encenador na busca por um conceito de banda sonora consistente e coesa com as demais áreas de criação. Seu trabalho envolve explorar as possibilidades expressivas do som para fornecer uma realidade física, real ou imaginária, e construir um mundo lógico, coerente e dramatúrgico. O profissional descrito é denominado:
Alternativas
Q3912254 Artes Cênicas
“O teatro é uma forma sofisticada de resistência à barbárie. A arte sempre será esse campo de despertar contra os retrocessos, afinal “[...] contra tudo isso, existe gente que escreve, protesta, pinta, pensa e brada. Existe gente inteligente e criativa nas universidades, no mundo do trabalho, na cidade e no campo, nas artes e nas ciências, na política [...]” (BOAL, 2003, p. 128). Fomentar o lugar garantido da experiência artística nas escolas é uma urgência, por propiciar a ampliação de horizontes de formação estética e humanizada na vida em sociedade.
O teatro na escola é visto como uma forma de resistência.”

Com base no entendimento de que a experiência teatral constitui um espaço de resistência simbólica e crítica diante de processos de desumanização, retrocessos sociais e silenciamentos culturais, contra quais manifestações o teatro escolar se opõe?
Alternativas
Q3912253 Artes Cênicas
No sistema de Viola Spolin, a estrutura operacional dos jogos teatrais é organizada a partir de três questões essenciais. Assinale a alternativa que as apresenta corretamente:
Alternativas
Q3912252 Pedagogia
Ao longo dos últimos anos, o debate sobre inclusão avançou significativamente, especialmente após a ratificação, pelo Brasil, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, em 2008, com valor de emenda constitucional. Esse marco reforçou a importância de se adotar uma terminologia que reconheça, antes de tudo, a centralidade da pessoa, evitando expressões que a reduzam à deficiência ou que produzam imprecisões conceituais. Nesse sentido, termos como “pessoa portadora de deficiência” foram considerados inadequados, pois ninguém porta uma deficiência; e expressões como “necessidades educacionais especiais” mostraram-se excessivamente amplas, podendo ocultar necessidades específicas e comprometer políticas públicas. À luz desse contexto, qual é o termo atualmente reconhecido como o mais adequado para se referir a esse público?
Alternativas
Q3912001 Artes Cênicas
Rudolf Laban (2015) codificou quatro fatores do movimento como Fluência, Espaço, Peso e Tempo. Estes fatores compõem qualquer movimento, gesto ou ação em maior ou menor grau. Cada fator apresenta duas qualidades. Associe os fatores às qualidades do movimento, conforme a teoria supracitada:

FATORES:
1 - Fluência
2 - Espaço
3 - Peso
4 - Tempo

QUALIDADES:
( ) leve ou firme
( ) livre ou controlada
( ) focado ou multifocado
( ) súbito ou sustentado

A sequência correta de associação, respectivamente:
Alternativas
Q3912000 Artes Cênicas
Assinale a alternativa que corretamente completa o parágrafo:

“No início da década de 1960, ao fundo de uma igreja abandonada no antigo bairro do East Village, alguns artistas passam a se reunir frequentemente a fim de experimentar propostas de dança em que se abolia códigos prédeterminados e sistemas convencionais de treinamento corporal. Experimentos artísticos misturavam-se com assuntos de todos os tipos, incorporando descobertas da física quântica, da música experimental, do minimalismo, do teatro e da arquitetura, enquanto movimentos ordinários do dia-a-dia entravam em cena. Nascia assim o movimento da __________, que contestava os princípios da dança moderna e também a relação entre arte e vida, quebrando barreiras até então existentes entre ambas.”
Alternativas
Q3911999 Educação Física
A seguir estão apresentados elementos fundamentais da dança, à exceção de um. Assinale-o.
Alternativas
Q3911998 Artes Cênicas
Quem foi o responsável por criar as cinco posições básicas de pés para balé, posições de braços e de cabeça que as acompanham, conhecidas até hoje?
Alternativas
Q3911997 Artes Cênicas
Três pesquisadores da arte do corpo elaboraram teorias que deram base à dança moderna no século XX. Quem são eles?Luís XIV, Noverre e Blasis
Alternativas
Q3911996 Artes Cênicas
A bailarina Pina Bausch, que se tornou diretora do Balé da Ópera de Wuppertal em 1973, é considerada expoente de qual movimento na dança contemporânea?
Alternativas
Respostas
881: B
882: D
883: B
884: C
885: E
886: D
887: C
888: D
889: E
890: D
891: C
892: E
893: A
894: C
895: C
896: C
897: E
898: B
899: E
900: D