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Q644956 Matemática
Juliana consome diariamente duas barras de cereal de 20 g cada. Num período de 30 dias a quantidade de sódio ingerido por Juliana proveniente das barras de cereal que consome corresponde a 1,5 g. Sendo assim no rótulo da barra a quantidade de sódio indicada para cada grama do produto é igual a:
Alternativas
Q644955 Matemática
O hábito de fumar pode acarretar uma série de doenças crônicas, como as cardiovasculares, o câncer de pulmão, traqueia e brônquios e problemas respiratórios. Observe o gráfico a seguir referente ao ano de 2008. 


De acordo com o gráfico é INCORRETO afirmar que no ano de 2008:
Alternativas
Q644954 Matemática

A razão entre o ângulo agudo e o ângulo obtuso representado na figura a seguir é 0,44.                

                                         

A diferença entre as medidas desses dois ângulos é igual a:
Alternativas
Q644953 Português
Considerando alguns princípios ou critérios da textualidade tais como: situacionalidade, intencionalidade, intertextualidade e informatividade; estabeleça adequadamente a relação com os aspectos por eles apresentados.
1. Aspecto psicológico. 2. Aspecto computacional. 3. Aspecto sociodiscursivo.
( ) Situacionalidade. ( ) Intencionalidade. ( ) Intertextualidade. ( ) Informatividade.
A sequência está correta em
Alternativas
Q644952 Português

Leia a tirinha a seguir.

                                                         

De acordo com o texto apresentado, é possível afirmar que:

I. Compõe-se predominantemente da linguagem verbal, cuja unidade básica é a palavra.

II. As interações de comunicação são estabelecidas por meio do emprego da linguagem mista.

III.A linguagem é demonstrada através de um processo comunicativo pelo qual as pessoas interagem entre si.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q644951 Português

    Escrevendo como passarinho canta

Em vez de uma entrevista formal, Ana Maria Machado resolveu escrever para responder às questões de “Na Ponta do Lápis”. Nada estranho para alguém que escreve tão naturalmente como um passarinho canta, como ela mesma afirma. Por e-mail, as respostas vieram em forma de depoimento. São quarenta anos de carreira, mais de cem livros publicados em vinte países e inúmeros prêmios recebidos no Brasil e no exterior. Ela é a primeira representante da literatura infanto-juvenil na Academia Brasileira de Letras.

   Entrevista com Ana Maria Machado

    As primeiras leituras
Aprendi a ler antes dos cinco anos. Minha família me contava histórias e me mostrava livros. Desde pequena, contos de fadas, Monteiro Lobato etc. Minha avó Ritinha era uma biblioteca viva de sabedoria popular. Foi nesse período que encontrei o livro que marcaria a minha vida para sempre: Reinações de Narizinho. Depois fui descobrindo outros, como os de Mark Twain. Na escola e em casa, estava sempre rodeada de amigos que também gostavam de curtir a vida tendo bons livros ao seu lado.

   O gosto pela escrita
Meu pai era jornalista. Sempre brinquei em máquina de escrever. Faço diário. Sobre tudo e sobre nada. Vou escrevendo como passarinho canta. Mas sempre gostei de escrever. Escrevia muitas cartas, fazia parte da equipe do jornalzinho da escola, essas coisas. [Hoje] escrevo o tempo todo, não só quando estou diante do papel ou do computador – esse é só o momento final, em que as palavras saem de mim e tomam forma exterior.

   É possível formar bons leitores em sala de aula?
Eu tendo a inverter a pergunta: como é que alguém que conheça bem uma língua tão linda como a nossa, goste de jovens e adore ler consegue dar aula sem transmitir essa paixão? Isso é que para mim é um mistério. Seria como um torcedor de um time ir ao estádio ver a final do campeonato, com a sua equipe na decisão, e conseguir não torcer. Não dá nem para imaginar! Só se ele não for um torcedor, não conhecer futebol, não entender o que está acontecendo no campo, nunca tiver assistido a uma partida etc. E, por causa de tudo isso, conseguir passar o jogo todo reparando em outras coisas: a marquise do estádio, a gola da camisa do vizinho à sua frente, coisas assim. Para mim, é inconcebível.    
Eu costumo dizer que o maior prêmio de um escritor é um bom leitor. É para o leitor que um autor escreve. Um leitor que entende, qualquer que seja a sua idade, é um presente. Para mim, o importante é que meu leitor se aproxime do que eu escrevo. Só com um leitor é que o livro se completa. Sei muito bem que hoje em dia, com as novas tecnologias, o livro não é mais o eixo central em torno do qual gira toda a cultura. Mas acho justo que todas as pessoas possam ter acesso a tudo o que a leitura pode nos trazer. Então, sugiro que esse professor leia muito, descubra os livros de que goste e fale neles para seus alunos. Com verdade e entusiasmo.
(Luiz Henrique Gurgel, Na Ponta do Lápis, Ano VI, Número 14, Julho de 2010.)
Considerando o conteúdo apresentado para a pergunta “É possível formar bons leitores em sala de aula?” estaria coerente a resposta apresentada de forma sintetizada a seguir:
Alternativas
Q644950 Português

    Escrevendo como passarinho canta

Em vez de uma entrevista formal, Ana Maria Machado resolveu escrever para responder às questões de “Na Ponta do Lápis”. Nada estranho para alguém que escreve tão naturalmente como um passarinho canta, como ela mesma afirma. Por e-mail, as respostas vieram em forma de depoimento. São quarenta anos de carreira, mais de cem livros publicados em vinte países e inúmeros prêmios recebidos no Brasil e no exterior. Ela é a primeira representante da literatura infanto-juvenil na Academia Brasileira de Letras.

   Entrevista com Ana Maria Machado

    As primeiras leituras
Aprendi a ler antes dos cinco anos. Minha família me contava histórias e me mostrava livros. Desde pequena, contos de fadas, Monteiro Lobato etc. Minha avó Ritinha era uma biblioteca viva de sabedoria popular. Foi nesse período que encontrei o livro que marcaria a minha vida para sempre: Reinações de Narizinho. Depois fui descobrindo outros, como os de Mark Twain. Na escola e em casa, estava sempre rodeada de amigos que também gostavam de curtir a vida tendo bons livros ao seu lado.

   O gosto pela escrita
Meu pai era jornalista. Sempre brinquei em máquina de escrever. Faço diário. Sobre tudo e sobre nada. Vou escrevendo como passarinho canta. Mas sempre gostei de escrever. Escrevia muitas cartas, fazia parte da equipe do jornalzinho da escola, essas coisas. [Hoje] escrevo o tempo todo, não só quando estou diante do papel ou do computador – esse é só o momento final, em que as palavras saem de mim e tomam forma exterior.

   É possível formar bons leitores em sala de aula?
Eu tendo a inverter a pergunta: como é que alguém que conheça bem uma língua tão linda como a nossa, goste de jovens e adore ler consegue dar aula sem transmitir essa paixão? Isso é que para mim é um mistério. Seria como um torcedor de um time ir ao estádio ver a final do campeonato, com a sua equipe na decisão, e conseguir não torcer. Não dá nem para imaginar! Só se ele não for um torcedor, não conhecer futebol, não entender o que está acontecendo no campo, nunca tiver assistido a uma partida etc. E, por causa de tudo isso, conseguir passar o jogo todo reparando em outras coisas: a marquise do estádio, a gola da camisa do vizinho à sua frente, coisas assim. Para mim, é inconcebível.    
Eu costumo dizer que o maior prêmio de um escritor é um bom leitor. É para o leitor que um autor escreve. Um leitor que entende, qualquer que seja a sua idade, é um presente. Para mim, o importante é que meu leitor se aproxime do que eu escrevo. Só com um leitor é que o livro se completa. Sei muito bem que hoje em dia, com as novas tecnologias, o livro não é mais o eixo central em torno do qual gira toda a cultura. Mas acho justo que todas as pessoas possam ter acesso a tudo o que a leitura pode nos trazer. Então, sugiro que esse professor leia muito, descubra os livros de que goste e fale neles para seus alunos. Com verdade e entusiasmo.
(Luiz Henrique Gurgel, Na Ponta do Lápis, Ano VI, Número 14, Julho de 2010.)
Leia o trecho a seguir extraído dos Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa:
“A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo que sabe sobre a linguagem etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimento, validar no texto suposições feitas.”
(In: Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos de ensino fundamental: língua portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998, pp. 69-70.)
Considerando a entrevista da escritora Ana Maria Machado, pode-se afirmar que suas ideias estão em consonância com tal trecho especialmente no que se refere ao conteúdo de:
Alternativas
Q644949 Português

    Escrevendo como passarinho canta

Em vez de uma entrevista formal, Ana Maria Machado resolveu escrever para responder às questões de “Na Ponta do Lápis”. Nada estranho para alguém que escreve tão naturalmente como um passarinho canta, como ela mesma afirma. Por e-mail, as respostas vieram em forma de depoimento. São quarenta anos de carreira, mais de cem livros publicados em vinte países e inúmeros prêmios recebidos no Brasil e no exterior. Ela é a primeira representante da literatura infanto-juvenil na Academia Brasileira de Letras.

   Entrevista com Ana Maria Machado

    As primeiras leituras
Aprendi a ler antes dos cinco anos. Minha família me contava histórias e me mostrava livros. Desde pequena, contos de fadas, Monteiro Lobato etc. Minha avó Ritinha era uma biblioteca viva de sabedoria popular. Foi nesse período que encontrei o livro que marcaria a minha vida para sempre: Reinações de Narizinho. Depois fui descobrindo outros, como os de Mark Twain. Na escola e em casa, estava sempre rodeada de amigos que também gostavam de curtir a vida tendo bons livros ao seu lado.

   O gosto pela escrita
Meu pai era jornalista. Sempre brinquei em máquina de escrever. Faço diário. Sobre tudo e sobre nada. Vou escrevendo como passarinho canta. Mas sempre gostei de escrever. Escrevia muitas cartas, fazia parte da equipe do jornalzinho da escola, essas coisas. [Hoje] escrevo o tempo todo, não só quando estou diante do papel ou do computador – esse é só o momento final, em que as palavras saem de mim e tomam forma exterior.

   É possível formar bons leitores em sala de aula?
Eu tendo a inverter a pergunta: como é que alguém que conheça bem uma língua tão linda como a nossa, goste de jovens e adore ler consegue dar aula sem transmitir essa paixão? Isso é que para mim é um mistério. Seria como um torcedor de um time ir ao estádio ver a final do campeonato, com a sua equipe na decisão, e conseguir não torcer. Não dá nem para imaginar! Só se ele não for um torcedor, não conhecer futebol, não entender o que está acontecendo no campo, nunca tiver assistido a uma partida etc. E, por causa de tudo isso, conseguir passar o jogo todo reparando em outras coisas: a marquise do estádio, a gola da camisa do vizinho à sua frente, coisas assim. Para mim, é inconcebível.    
Eu costumo dizer que o maior prêmio de um escritor é um bom leitor. É para o leitor que um autor escreve. Um leitor que entende, qualquer que seja a sua idade, é um presente. Para mim, o importante é que meu leitor se aproxime do que eu escrevo. Só com um leitor é que o livro se completa. Sei muito bem que hoje em dia, com as novas tecnologias, o livro não é mais o eixo central em torno do qual gira toda a cultura. Mas acho justo que todas as pessoas possam ter acesso a tudo o que a leitura pode nos trazer. Então, sugiro que esse professor leia muito, descubra os livros de que goste e fale neles para seus alunos. Com verdade e entusiasmo.
(Luiz Henrique Gurgel, Na Ponta do Lápis, Ano VI, Número 14, Julho de 2010.)
A regência verbal pode variar ainda que se trate de um mesmo verbo. Tal fato ocorre vinculado a uma diversidade de significados que o mesmo pode conter e apresentar de acordo com o contexto em que está sendo empregado. Em “Aprendi a ler antes dos cinco anos.”, a regência do verbo em destaque tem por justificativa
Alternativas
Q617889 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Consta no artigo 11, da Lei Municipal nº 7.508/2007, que a educação, de que trata essa Lei, compreende os seguintes níveis e modalidades:
Alternativas
Q617888 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

Analise o texto abaixo:

De acordo com o artigo 2º , da Lei Municipal nº 7.508/2007, a educação é um processo _____________, envolvendo a produção e apropriação de conhecimentos, abrangendo a formação que se desenvolve na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais, nas organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais, políticas e religiosas.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q617887 Pedagogia

Analise o texto abaixo:

A concepção da Educação Básica se estabelece como um direito que para ser efetivado para todos precisa contemplar duas dimensões indissociáveis: uma educação____________ , que necessariamente precisa ser acessível a todos, e .______________

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto

Alternativas
Q617886 Pedagogia

Consta nos documentos oficiais que o processo de definição das Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação Básica faz parte de um movimento de consolidação das políticas educacionais municipais, que se articulam às políticas nacionais, com o intento de assegurar o direito a todos os cidadãos e cidadãs a uma educação:

1. Pública.

2. Meritocrática.

3. Gratuita.

4. De qualidade social.

5. Moral.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q617885 Pedagogia
O Programa Mais Educação, instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007, integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, na perspectiva da Educação:
Alternativas
Q617884 Pedagogia
Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a integrar a proposta pedagógica da escola regular, promovendo o atendimento aos estudantes:
Alternativas
Q617883 Pedagogia

Analise o texto abaixo:

A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga ....(1).... como valores ....(2).... , e que avança em relação à ideia de equidade formal ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.

Alternativas
Q617882 Pedagogia

Analise o texto abaixo:

O movimento mundial pela educação______ é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os estudantes de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q617881 Pedagogia
Analise o texto abaixo:
As Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação Básica da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis têm por finalidade definir os princípios e as concepções basilares para a Educação Básica, assegurando_____________   necessárias entre as diferentes etapas e modalidades que a compõem e que são de responsabilidade do município.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.


Alternativas
Q617880 Pedagogia

O planejamento, no espaço educacional, tem, dentre outras, as seguintes funções:

1. Explicar os princípios, as diretrizes e os procedimentos do trabalho docente que assegurem a articulação entre as tarefas da escola e as demandas do contexto social e do processo de participação democrática.

2. Expressar os vínculos entre o posicionamento filosófico, político-pedagógico e profissional e as ações efetivas que o professor irá realizar na sala de aula, por meio de objetivos, conteúdos, métodos e formas organizativas de ensino.

3. Garantir uma organização que possibilite ao professor a improvisação, a rotina e a cristalização de práticas segmentadas e lineares.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q617879 Pedagogia

Para que os planos sejam efetivamente instrumentos para a ação docente, devem ser como guia de orientação e devem apresentar:

1. Rigidez.

2. Coerência.

3. Objetividade.

4. Uma estrutura mecânica.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q617878 Pedagogia

Analise o texto abaixo:

Os estudos epistemológicos de________ demonstravam que tanto as ações externas, quanto os processos de pensamento implicam uma organização lógica. Ele buscava conjugar duas variáveis - o lógico e o biológico – numa única teoria e, com isso, apresentar uma solução ao problema do conhecimento humano.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Respostas
16861: C
16862: C
16863: C
16864: D
16865: E
16866: C
16867: D
16868: B
16869: D
16870: C
16871: A
16872: B
16873: B
16874: C
16875: D
16876: A
16877: E
16878: B
16879: A
16880: E