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I – A introdução da criança às práticas sociais da língua escrita, ou, mais amplamente, à cultura do escrito. II – Às regras gramaticais relativas às funções morfológicas e morfossintáticas que desempenham as palavras escritas. III – Às normas gramaticais e seus usos.
Dos itens acima:
“O foco dos anos iniciais do Ensino Fundamental é alfabetizar. No entanto, o aspecto lúdico, os jogos e as brincadeiras não podem ser vistos só como um aspecto da educação infantil, porque a criança para aprender ela precisa associar, conviver, trocar ideias e interagir com o próximo, precisa aprender a esperar, para falar, precisa começar a entender as regras do convívio social.”
Baseado no excerto, podemos concluir que a presença de jogos e brincadeiras no ensino pode auxiliar no sentido:
( ) Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de maneira que se exercite o respeito à diferença, em uma sociedade plural, além de promover os direitos humanos. ( ) Conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, a partir de pressupostos científicos, filosóficos, estéticos e éticos. ( ) Construir argumentos, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, para negociar e defender ideias e opiniões que respeitem e promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental. ( ) Reconhecer e cuidar de si, do outro, da coletividade e da natureza, enquanto expressão de valor da vida.
Considerando-se (V) como verdadeiro e (F) como falso, a sequência correta das proposições acima é:
I – É na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista. II – As crianças conhecem e reconhecem as sensações e funções de seu corpo e, com seus gestos e movimentos, identificam suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo, ao mesmo tempo, a consciência sobre o que é seguro e o que pode ser um risco à sua integridade física. III – Conforme vivem suas primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, na coletividade), [as crianças] constroem percepções e questionamentos sobre si e sobre os outros, diferenciando-se e, simultaneamente, identificando-se como seres individuais e sociais.
Dos itens acima:
I. É um espaço para comunicar ideias, fazer colocações, investigar relações, adquirir confiança em suas capacidades de aprendizagem. II. É um momento para desenvolver noções, procedimentos e atitudes frente ao conhecimento matemático.
I. As rotinas possuem um papel importante no momento de definir o contexto no qual as crianças se movimentam e agem. II. As rotinas atuam como as organizadoras estruturais das experiências cotidianas, pois esclarecem a estrutura e possibilitam o domínio do processo a ser seguido.
I. As formas de utilizá-los são duas variáveis que, apesar de serem as mais destacadas, não têm influência crucial na determinação das diferentes formas de intervenção pedagógica. II. As características físicas da escola, das aulas, a distribuição dos alunos na classe e o uso flexível ou rígido dos horários são fatores que apenas configuram e condicionam o ensino, mas não transmitem e nem veiculam sensações de segurança e ordem.
Avaliar implica detectar mudanças em competências das crianças que possam ser atribuídas ao trabalho realizado na creche e pré-escola, mas não a articulação dessas instituições com o cotidiano familiar (1ª parte). Avaliar envolve conhecer os diversos contextos de desenvolvimento de cada criança, sendo um retrato aberto que pontua uma história coletivamente vivida, aponta possibilidades de ação educativa, avalia as práticas existentes (2ª parte).
A sentença está: