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Q3402784 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Analisar o seguinte trecho de uma notícia: “Com aparência rechonchuda e surreal, os tardígrados intrigam pesquisadores há anos. Esse animal de oito patas cuja extensão não ultrapassa um milímetro pode ser encontrado em quase todos os habitats do mundo, e tem uma capacidade insuperável de sobreviver nas situações mais extremas.”
(Fonte: G1 — adaptado.)

Se passarmos a palavra “animal” para o plural, quantas outras palavras deverão ser alteradas para que se mantenha a concordância da frase? 
Alternativas
Q3402783 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a pontuação está corretamente empregada: 
Alternativas
Q3402782 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada NÃO está sendo usada no sentido literal: 
Alternativas
Q3402780 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Considerando a regência de alguns nomes, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Quando alguma novela faz apologia de assuntos sensíveis, todos a criticam.
( ) Nem todas vacinas podem ser benéficas das pessoas.
( ) Atualmente, sou morador de Fortaleza.
( ) Desde sempre, a escola pública é ávida por melhorias. 
Alternativas
Q3402777 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
“[...] Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. [...]” (3º parágrafo) Nesse trecho, observe que a expressão “ao invés de” está empregada de maneira CORRETA no contexto. Assim, assinalar a alternativa em que a expressão sublinhada está sendo usada CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3402776 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
No último parágrafo, no trecho: “[...] mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.”, ocorre um caso de crase. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que houve crase pelo mesmo motivo: 
Alternativas
Q3402775 Português
Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil

        A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
        A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
        Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
        Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
        Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.

(Fonte: Recreio — adaptado.)
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3402559 História e Geografia de Estados e Municípios
O povoamento do território piauiense possui uma relação direta com a expansão e a conquista de terras empreendidas pela Casa Torre, instituição fundada e administrada pela família Ávila, da Bahia, cujo principal objetivo era financiar aventureiros, um misto de apresadores de índios e conquistadores de terras destinadas à pecuária, para que eles desbravassem os Sertões. [...] Na impossibilidade de ocupar todas elas, com o plantel de gado possuído pela família, repassavam-nas para aqueles rendeiros que se aventurassem a ocupá-las. Um dos rendeiros da família Ávila, que liderou uma das frentes de penetração nos Sertões do Piauí, tornando-se um dos primeiros colonizadores daquelas terras, era:
Alternativas
Q3402558 História
A Coroa Portuguesa permitiu o trabalho na evangelização dos ameríndios. Nesse período de privilégio, percorreram diversas regiões da Terra de Vera Cruz e iniciaram a evangelização dos nativos, identificaram vários problemas práticos que diziam respeito também à conjuntura colonizadora. Naquele ano, o padre mandou missionários para as capitanias de São Vicente, Ilhéus, Espírito Santo e Porto Seguro para iniciarem as atividades evangelizadoras com as tribos indígenas. A única ordem religiosa autorizada a realizar esse trabalho foi:
Alternativas
Q3402557 Pedagogia
É importante ao professor, conhecer as contribuições teóricas e metodológicas dos autores sobre o behaviorismo (comportamentalismo), bases psicológicas da aprendizagem e do desenvolvimento e suas repercussões na escola. Um de seus defensores, definiu dois tipos de reforços: positivo e negativo. Considere que um professor de ciências deseja que os seus alunos se interessem e aprendam em suas aulas. Contudo, ele percebe que, cada vez que utiliza o material didático preparado para as aulas, os alunos o consideram enfadonho e de difícil compreensão, tornando-se desinteressados e apresentando baixo rendimento. O professor retira então o material didático e constata que cada vez que isto acontece, os alunos prestam mais atenção e se interessam pela aula, consequentemente melhoram o rendimento escolar. No caso acima relatado, o comportamento a ser condicionado pelo professor é:
Alternativas
Q3402556 Pedagogia

Um currículo inclusivo tem como base a visão de que a aprendizagem ocorre quando os estudantes se envolvem ativamente e lideram a compreensão de suas experiências. Nessa visão, o papel do docente torna-se o de:



I- Guia e facilitador do compromisso e da aprendizagem possibilitando que um grupo diverso de estudantes seja educado em conjunto, pois não precisam estar no mesmo ponto em sua aprendizagem ou receber a mesma instrução de seu professor.


II- Mediador de que a aprendizagem ocorra no próprio ritmo e na maneira de cada aluno, com um quadro em comum de objetivos e atividades, promovendo o senso de pertencimento à comunidade e entendimento compartilhado de valores-chave e cidadania global.


III- Desenvolvedor de sistemas de avaliação que cumpram com as normas de direitos humanos, a fim de que a educação atinja os objetivos que as convenções de direitos humanos estabeleceram.



Estão corretas as características contidas em:

Alternativas
Q3402555 Pedagogia
Numa reunião de planejamento anual, alguns professores discutiam sobre a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e o estabelecimento de que a educação escolar é composta por dois níveis. Sobre isso, os professores manifestaram-se da seguinte maneira:

Professora Marisa: os dois níveis da educação escolar são educação básica e educação superior.
Professora Nádia: por dois níveis da educação básica, entende-se: educação infantil e ensino fundamental.
Professor André: ensino fundamental e ensino médio são os dois níveis da educação escolar.
Professor Sílvio: por educação escolar entende-se: educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio e, educação superior”

Estão corretas(os): 
Alternativas
Q3402554 Pedagogia
Os Conselhos Escolares contribuem decisivamente para a criação de um novo cotidiano escolar, no qual a escola e a comunidade se identificam no enfrentamento dos desafios escolares e dos problemas sociais vividos na realidade brasileira. Esse órgão deve deliberar, também, sobre a gestão administrativo-financeira das unidades escolares, visando construir, efetivamente, uma educação de qualidade social. Para o exercício dessas atividades, os Conselhos têm as funções deliberativa, consultiva, fiscal e mobilizadora. Sobre as funções, é correto afirmar:
Alternativas
Q3402553 Pedagogia

O Currículo do Piauí para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental aborda, no segmento da Educação Infantil, que o Estado deve desenvolver programas de políticas públicas que garantam o desenvolvimento integral das crianças articulando a participação da família e da sociedade nos espaços e instituições escolares. Observe a imagem, abaixo:



Imagem associada para resolução da questão


https://www.seduc.pi.gov.br/arquivos/diretrizes/7-Curriculo_do_Piaui_vf.pdf



Segundo o documento, quem primeiro deve cuidar para garantir esses direitos à criança é a família e, no sentido de garantir as políticas públicas que as crianças precisam para se desenvolver integralmente, o Estado é:

Alternativas
Q3402552 Matemática

Observe a planta da escola na imagem a seguir: 



Imagem associada para resolução da questão


https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/eaja/matematica-formas-geometricasplanta-simples/



As medidas dos prédios e da quadra são: Pavilhões 1 e 2 de sala de aula: 15m x 35m cada, Quadra 36,57m x 18,29m e Administração: 16m x 16m.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3402551 Saúde Pública

Observe a manchete, abaixo:



Imagem associada para resolução da questão


https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/2024/02/19/casos-dedengue-disparam-na-baixada-santista-com-alta-de-4543percent-no-numero-deinfectados-entenda.ghtml



Com a realização de programas como Casa a Casa e Mutirão, a cidade de Santos conseguiu uma redução entre os anos de 2023 e 2024 de:

Alternativas
Q3402550 Matemática

Uma rede estadual de ensino publicou a resolução estabelecendo as diretrizes para organização curricular e horária dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Nesse documento, as matrizes curriculares dos anos iniciais são organizadas na seguinte conformidade:


Anos Iniciais do Ensino Fundamental, que corresponde ao ensino do 1º ao 5º ano – turno único de 09 (nove) horas, com carga horária de 38 aulas semanais, totalizando 1.520 aulas anuais, que corresponde a 1.140 horas anuais.


Segundo as diretrizes, levando em conta a duração de 40 semanas do ano letivo, cada aula dos anos iniciais corresponde a:

Alternativas
Q3402549 Pedagogia
Um dos autores adeptos à organização da escolaridade por ciclos, considera uma das mais avançadas concepções de educação escolar e uma grande alternativa para a organização do ensino. Entre os vários aspectos importantes e sugestões apresentadas pelo autor, destacam-se: a participação do professor nas propostas, a importância da avaliação da aprendizagem, os investimentos no professor (formação, atualização e condições de trabalho), atendimento ao aluno com dificuldades (monitoria, espaços de revisão, aulas no contraturno, laboratórios de aprendizagem, atendimento individualizado), participação da comunidade e possibilidade de implantação gradativa. Porém, não adianta simplesmente acabar com a reprovação se não houver comprometimento com o objetivo principal:
Alternativas
Q3402548 Pedagogia
Sobre o Plano de Desenvolvimento da Educação, é correto afirmar:
Alternativas
Q3402547 Pedagogia
Para uma transição com sucesso da educação infantil ao ensino fundamental, é indispensável um equilíbrio entre as mudanças introduzidas, a continuidade das aprendizagens e o acolhimento afetivo, de modo que a nova etapa se construa com base no que os educandos sabem e são capazes de fazer, evitando a fragmentação e a descontinuidade do trabalho pedagógico. Desse modo, é importante que um elemento balizador e indicativo de objetivos seja explorado em todo o segmento da Educação Infantil e aprofundado no Ensino Fundamental. A esse elemento balizador, a Base Nacional Comum Curricular dá o nome de:
Alternativas
Respostas
6301: B
6302: A
6303: A
6304: C
6305: D
6306: D
6307: A
6308: D
6309: D
6310: B
6311: D
6312: C
6313: B
6314: A
6315: D
6316: B
6317: C
6318: B
6319: D
6320: C