Questões de Concurso Para professor - educação infantil

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Q3824956 Português
Mulher Nova, Bonita E Carinhosa Faz O
Homem Gemer Sem Sentir Dor


Zé Ramalho


Numa luta de gregos e troianos
Por Helena, a mulher de Menelau
Conta a história que um cavalo de pau
Terminava uma guerra de dez anos
Menelau, o maior dos espartanos
Venceu Páris, o grande sedutor
Humilhando a família de Heitor
Em defesa da honra caprichosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Alexandre, figura desumana
Fundador da famosa Alexandria
Conquistava na Grécia e destruía
Quase toda a população Tebana
A beleza atrativa de Roxana
Dominava o maior conquistador
E depois de vencê-la, o vencedor
Entregou-se à pagã mais que formosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
A mulher tem na face dois brilhantes
Condutores fiéis do seu destino
Quem não ama o sorriso feminino
Desconhece a poesia de Cervantes
A bravura dos grandes navegantes
Enfrentando a procela em seu furor
Se não fosse a mulher, mimosa flor
A história seria mentirosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Virgulino Ferreira, o Lampião
Bandoleiro das selvas nordestinas
Sem temer a perigo nem ruínas
Foi o rei do cangaço no sertão
Mas um dia sentiu no coração
O feitiço atrativo do amor
A mulata da terra do condor
Dominava uma fera perigosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
 Sabendo que existe, na gramática da Língua Portuguesa, um conjunto de regras que orienta o uso dos acentos para indicar a sílaba tônica das palavras, assinale, a seguir, a alternativa que possui uma palavra com a acentuação gráfica incorreta. 
Alternativas
Q3824948 Português
Estudos indicam redução de massa cerebral
por uso excessivo de tela


          Consumo compulsivo de conteúdos de baixa qualidade está associado a redução no volume de massa cinzenta em regiões do cérebro responsáveis por tomada de decisões, apontam estudos.

     Embora possa parecer exagerado à primeira vista, o termo "cérebro podre" ou "podridão cerebral", da expressão em inglês "brain rot", pode ser mais literal do que pensamos. Eleita a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford por mais de 37 mil pessoas, o termo descreve, de acordo com a Oxford University Press, a deterioração mental causada pelo consumo excessivo de conteúdo superficial, especialmente na internet. As citações ao termo em inglês aumentaram 230% entre 2023 e 2024, refletindo uma preocupação social crescente com esse fenômeno.

        Assim, o que começou como uma expressão coloquial encontrou apoio na ciência. Pesquisas citadas pelo jornal britânico The Guardian indicam que o uso excessivo de mídias sociais e o consumo compulsivo de conteúdo de baixa qualidade – como notícias sensacionalistas, teorias da conspiração e entretenimento vazio – podem literalmente encolher a massa cinzenta, diminuir a capacidade de atenção e enfraquecer a memória. Uma combinação de efeitos que faz com que o termo "podridão" não pareça exagerado.

       Os primeiros sinais de alarme soaram no início do século com algo que hoje nos parece inofensivo: o e-mail. Como o jornal El País noticiou recentemente, citando um artigo do Guardian de 2005, uma equipe da Universidade de Londres, após 80 testes clínicos, descobriu que o uso diário de e-mail e telefone celular causava uma queda média de dez pontos no QI dos participantes, um impacto que eles descreveram como mais prejudicial do que o uso de maconha.
Imagine então o que acontece agora com a constante enxurrada de tweets, stories, reels, notificações, pushes e fluxos intermináveis de conteúdo.

      Os aplicativos modernos são projetados especificamente para nos manter viciados, aproveitando o que Michoel Moshel, pesquisador da Universidade Macquarie, descreveu ao El País como "a tendência natural do nosso cérebro de buscar novidades, especialmente quando se trata de informações potencialmente prejudiciais ou alarmantes, uma característica que já nos ajudou a sobreviver".

    Em geral, o quadro atual é preocupante. Uma meta-análise de 27 estudos de neuroimagem revelou que o uso excessivo de internet está associado a uma redução no volume de massa cinzenta em regiões críticas do cérebro responsáveis pelo processamento de recompensas, controle de impulsos e tomada de decisões. De acordo com Moshel, essas alterações são semelhantes às observadas em casos de dependência de substâncias como metanfetaminas e álcool.

   Além do ambiente clínico, o "uso desordenado de tela" tem sido estudado em ambientes educacionais. Uma meta-análise citada em um artigo do The Conversation, do qual Moshel é um dos autores, lista 34 estudos que vinculam o uso compulsivo a um desempenho cognitivo significativamente inferior, especialmente no que diz respeito a atenção sustentada e controle de impulsos. O problema, de acordo com o relatório, não se limita aos mais jovens; ele também afeta adultos que passam muitas horas na frente de celulares e computadores.

       Na Austrália, por exemplo, uma pesquisa realizada em 2020 pelo Instituto Gonski da UNSW revelou que 84% dos educadores consideram tecnologias digitais uma distração na sala de aula. De acordo com uma pesquisa da organização australiana especializada em saúde mental Beyond Blue, citada pela emissora americana ABC, o tempo excessivo de tela está entre os principais desafios para os jovens, perdendo apenas para problemas de saúde mental.

     Eduardo Fernández Jiménez, psicólogo clínico do Hospital La Paz, em Madri, explicou ao El País que o cérebro ativa diferentes redes neurais para gerenciar diferentes tipos de atenção. O bombardeio constante de estímulos variáveis afeta particularmente nossa capacidade de atenção sustentada, que é fundamental para o aprendizado acadêmico.

         O problema é agravado por um círculo vicioso difícil de romper: de acordo com um estudo publicado na revista Nature, pessoas com saúde mental debilitada têm maior probabilidade de consumir conteúdo de baixa qualidade, o que, por sua vez, piora seus sintomas. E quanto mais tempo se passa em frente à tela, mais difícil é reconhecer e limitar o problema.



Fonte: https://g1.globo.com/saude/ 2025/01/25/estudos-indicamreducao-de-massa-cerebral-por-uso-excessivo-de-tela.ghtml [adaptado]

No excerto “[...] lista 34 estudos que vinculam o uso compulsivo a um desempenho cognitivo significativamente inferior [...]”, retirado do texto apresentado, a palavra em destaque: 
Alternativas
Q3824946 Português
Na frase “Precisa estar com alguém mais velho!”, presente no segundo quadrinho da tirinha do Armandinho, há: 
Alternativas
Q3824943 Português
Ainda no que tange à ortografia da Língua Portuguesa, analise as sentenças a seguir e assinale a que possui uma palavra, no contexto em que foi usada, grafada incorretamente.
Alternativas
Q3824940 Português
Chegou a hora de pensar no pós-redes sociais


Diogo Salles


          A recente decisão do STF, que determinou que as plataformas devem ser responsáveis pelos conteúdos dos usuários, desfigurou o Marco Civil da Internet e colocou a opinião pública em alerta máximo. Muitos têm mostrado a insegurança jurídica do novo modelo, que se baseia em critérios subjetivos e abre alas para a censura.

          Produtores de conteúdo já começaram a sentir os efeitos dessa medida. Agora, as big techs serão ainda mais restritivas em relação a permissões para postagens e não terão nenhum pudor em remover preventivamente conteúdos ou até perfis de forma unilateral.

         Sei que o momento é delicado para bancar o advogado do diabo, mas é preciso lançar esta incômoda pergunta: até que ponto não estamos trocando uma arbitrariedade por outra?

       Em algum momento, todo mundo já viveu a experiência de se submeter aos interesses do Facebook/Meta, mesmo sem perceber. Cerca de dez anos atrás, comecei a colaborar com um site que prometia escalar o número de acessos e interações para poder remunerar os colaboradores através de anúncios. Levou quase dois anos para estruturar o modelo de negócio, mas funcionou. A empresa passou a remunerar de acordo com o desempenho de cada colaborador – e o Facebook era uma ferramenta essencial nessa estratégia.

         Tudo ia bem, até que o Facebook resolveu alterar seu algoritmo e, de um dia para o outro, os acessos, comentários e compartilhamentos, que giravam em torno das dezenas de milhares, caíram para cerca de uma dúzia. O modelo todo ruiu de imediato. Foi aí que entendi: eu, meus colegas e a própria empresa trabalhávamos todos para o Mark Zuckerberg.

      Dessa experiência, tirei duas lições valiosas. A primeira é a de que, para ter “relevância” e conquistar seguidores nas redes sociais, devemos nos submeter ao tacão do algoritmo, muitas vezes navegando numa direção determinada por gente que nem sabemos quem é e, não raro, abrindo mão de nossos objetivos e até valores.

         E a segunda é que os oligarcas digitais nunca se importaram com a pluralidade de ideias, com a nossa saúde mental ou até mesmo com a democracia. Eles só querem continuar lucrando em cima da guerra de todos contra todos. E quando confrontados com essa verdade inconveniente, se escondem atrás do cobertor da liberdade de expressão.

      Passamos as últimas duas décadas acreditando que as redes sociais supostamente nos dão liberdade absoluta para sermos seres digitais plenos. Mas será mesmo? Zygmunt Bauman dizia que, na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte.

       As métricas que regem as redes sociais levaram isso a cabo, quando estabeleceram que seu objetivo era manter os usuários pelo maior tempo possível na plataforma – e todos os estudos já comprovaram que a forma mais eficaz de atingir esse objetivo é impulsionando conteúdos escandalosos, sensacionalistas e violentos. Só que o lucro das big techs gera um custo social: ao manter os níveis de engajamento e indignação sempre altos, a sociedade padece, com pessoas viciadas, raivosas e depressivas.

     Para quem ousava postar algo que ferisse essa lógica do engajamento, a penalização não era muito sutil: esses conteúdos eram imediatamente rebaixados para, logo em seguida, caírem no esquecimento. Quase como se não tivessem existido. Ou seja, se você ousasse postar algo mais informativo, profundo e reflexivo, você simplesmente “flopava”, como se diz na gíria das redes. E de flopada em flopada, você vai desaparecendo no feed das pessoas, até que a sua morte virtual se torne um ato voluntário.

      É por esse caminho que o historiador Fara Dabhoiwala articula sua argumentação. O autor, que está lançando o livro What is Free Speech? (“O que é Liberdade de Expressão?”, em tradução livre), tem acompanhado de perto todos os acontecimentos aqui no Brasil e condenou a punição dada ao comediante Leo Lins, mas questionou o fato de as plataformas que impulsionaram suas piadas seguirem impunes.

       E por que as piadas de Leo Lins foram amplificadas? Justamente porque eram preconceituosas e escandalizaram a opinião pública, ou seja, tudo o que o algoritmo mais quer, para segurar as pessoas nas telas, se indignando, comentando, xingando e compartilhando.

        É espantoso como, após todo esse tempo de debate sobre a regulação das redes sociais, ainda não conseguimos entender que o problema nunca foi as plataformas e nem os conteúdos postados pelos usuários: é o algoritmo. Sempre foi o algoritmo. Todo o debate deveria ter sido pautado em torno dele, questionando esse poder de amplificação/moderação dos conteúdos e obrigando as big techs a serem transparentes em relação aos critérios que usam.

         Remover conteúdos com fake news e perfis apócrifos é atacar a consequência, e não a causa. Por isso que, tantos anos depois, ainda estamos aqui, paralisados, debatendo a PL das Fake News e outras excrescências.

       Independente disso, a forma como os algoritmos operam já constitui a prova de que as big techs são, sim, editores de mídia, pois escolhem quais conteúdos irão trabalhar em suas plataformas, da mesma forma que escolhem quais descartar. Assim sendo, elas devem explicações ao público sobre suas práticas tanto quanto jornais, TVs e outros veículos de mídia.

       Outro conceito que exige um debate sério: a liberdade de expressão que ― seja por ingenuidade, seja por má fé ― muitos ainda acreditam ser um fim em si mesma. A jornalista Lúcia Guimarães lembrou que, na esteira da primeira emenda da Constituição dos EUA, surgiu uma legião de “absolutistas da liberdade de expressão”, que acreditam que ofensas, difamações e ameaças não deveriam receber qualquer punição.

       Sei que tem muita gente apreensiva com esse novo cenário de incertezas, mas quero fazer um contraponto a todas essas previsões sinistras que estão ecoando: será saudável para todo mundo que o debate público saia das redes sociais. Se existe um caminho para enfraquecer a polarização e voltarmos a dialogar como seres humanos civilizados, esse caminho é longe dos algoritmos.

        E quanto aos produtos e serviços que têm seus modelos de negócio ancorados nas redes sociais, bem, estes passarão por um processo de adaptação e terão de descobrir novas formas de se conectar com seu público. Chegou a hora de pensar no pós-redes sociais. Não é o fim do mundo, mas o início de um novo. Quem se propuser a pensar em novas estratégias, já estará um passo à frente da concorrência.

         O maior desafio será desatar o nó mostrado pelo advogado e pesquisador Ronaldo Lemos: regular as redes sociais é diferente de regular toda a internet. Cada um exige um tipo de regulamentação diferente e isso precisa ser compreendido desde já. “O STF mirou nas big techs e acertou na internet inteira. Do Google ao Reclame Aqui, passando por fóruns e caixas de comentários dos jornais, todos estão abrangidos[...] O antigo regime era ‘na dúvida, próliberdade de expressão’. Agora é ‘na dúvida, próremoção’”, avisou.

         Claro, não sejamos ingênuos: agora, com a chegada da Inteligência Artificial, viveremos uma nova era de falsificações, golpes e até crimes. A quem quiser se autoalienar ainda mais no metaverso, só posso desejar sorte. Yuval Noah Harari tem emitido todos os alertas sobre estes perigos, mas parece certo que muita gente vai entregar voluntariamente sua capacidade de pensar para as máquinas e se sentirá plenamente satisfeito com conteúdos e interações fakes.

         Se esse é o futuro que nos aguarda, quem quiser manter um mínimo de sanidade mental, será forçado a selecionar melhor o que consome. Assim, abre-se a possibilidade para a construção de um caminho por fora da barbárie. Nessas últimas décadas, as redes sociais foram aperfeiçoando seus algoritmos de tal forma, que conquistaram o monopólio do mercado da atenção, criando uma cultura que não deixou qualquer espaço para a contracultura.

         Agora, com essa crise institucional e as big techs praticando censura à larga, abre-se o flanco para que pensemos numa nova contracultura, onde ainda existirão pessoas reais produzindo conteúdos reais e propagando ideias que não morrerão asfixiadas pelo algoritmo. Um lugar onde a IA terá seu papel apenas como ferramenta, não como cérebro. Aliás, cabe uma provocação: será que, no futuro, conteúdos 100% reais não serão considerados “premium”?

       Pode levar anos, até décadas, mas é preciso reconstruir o debate público dentro de um ecossistema novo, que funcione com regras claras e longe das manipulações algorítmicas. Utópico? Talvez, mas é imprescindível dizer: temos em mãos uma grande oportunidade de libertar o debate público do cativeiro das big techs e devolvê-lo à sociedade civil.


Fonte:
https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=481
0&titulo=Chegou_a_hora_de_pensar_no_pos-redes_sociais
No período “Talvez, mas é imprescindível dizer: temos em mãos uma grande oportunidade de libertar o debate público do cativeiro das big techs e devolvê-lo à sociedade civil”, o uso da crase em destaque justifica-se: 
Alternativas
Q3824403 Pedagogia
Os Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil e os Parâmetros Básicos de Infraestrutura orientam a organização dos ambientes, dos materiais e das condições de acolhimento. Considerando essas diretrizes, assinale a afirmação coerente sobre ambientação.
Alternativas
Q3824402 Pedagogia
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei nº 8.069/1990), a escola deve agir com proteção integral e responsabilidade diante de indícios ou confirmação de violação de direitos. Considerando essa diretriz, assinale a afirmação que apresenta os procedimentos adequados.
Alternativas
Q3824401 Pedagogia
A relação da criança com o número na Educação Infantil envolve situações reais de uso, investigação e construção de significados para quantificar. Considerando essa orientação, assinale a afirmação didática adequada.
Alternativas
Q3824400 Pedagogia
A consciência moral e o espírito cívico, segundo Jean Piaget, desenvolvem-se nas relações entre regras, cooperação e respeito mútuo, mediando a passagem da heteronomia para a autonomia. Considerando essa concepção, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q3824399 Pedagogia
Educar, cuidar e acolher são dimensões indissociáveis da função social da Educação Infantil, orientando práticas que fortalecem vínculos, segurança e aprendizagens. Considerando essa integração no cotidiano, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q3824398 Pedagogia
A documentação pedagógica integra planejamento, registro e avaliação, permitindo acompanhar processos e dar visibilidade às aprendizagens. Considerando os princípios da avaliação formativa na Educação Infantil, assinale a afirmativa coerente com essa prática.
Alternativas
Q3824397 Pedagogia
A organização do tempo e do espaço na Educação Infantil deve favorecer autonomia, circulação, interação e experiências diversificadas. Considerando essas diretrizes, assinale a afirmativa alinhada às melhores práticas.
Alternativas
Q3824396 Pedagogia
Ciências na Educação Infantil demandam uma abordagem que valorize perguntas, exploração ativa e revisitação das hipóteses das crianças. Considerando essa orientação didática, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q3824395 Pedagogia
A relação entre criança e meio social envolve experiências que articulam território, cultura, vínculos e participação ativa da comunidade. Considerando essa concepção, assinale a afirmativa que a representa.
Alternativas
Q3824394 Pedagogia
O desenvolvimento das percepções e o processo de formação de conceitos na Educação Infantil envolvem mediações e linguagem. Analise as afirmativas.

I. Complexos iniciais configuram categorias estáveis, independentes de contextos e usos.
II. Pseudoconceitos emergem de generalizações cotidianas e aproximam-se do conceito científico por mediação.
III. Conceitos científicos articulam-se ao ensino intencional e à linguagem, com sistematização progressiva.
IV. Atribuições verbais desvinculadas de experiência direta geram conceitos sólidos na primeira infância.
V. Percepções táteis, visuais e sonoras sustentam diferenciações finas quando integradas a investigações e projetos.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3824393 Pedagogia
Situações que mobilizam o pensamento operacional concreto envolvem ação, comparação, diálogo sobre estratégias e revisões sucessivas das hipóteses das crianças. Considerando esse princípio, assinale a afirmação que o representa.
Alternativas
Q3824392 Pedagogia
Os materiais de sucata na Educação Infantil ampliam possibilidades de criação, investigação e solução de problemas, exigindo critérios de seleção e uso seguro dos materiais. Considerando boas diretrizes de planejamento para esses materiais, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas
Q3824391 Educação Artística
A educação artística na Educação Infantil envolve mediação qualificada e avaliação processual. Sobre esse tema, analise as afirmativas.

I. Processos criativos ganham sentido quando orientados por experiências estéticas diversas e materiais variados.
II. A avaliação prioriza registro do percurso, considerando escolhas, tentativas e repertórios, em vez de focar produto final.
III. Intervenções docentes favorecem autoria quando propõem desafios abertos, afastando modelos únicos.
IV. Restrições de segurança indicam proibir sucata por apresentar variabilidade de origem e composição.
V. Planejamentos dialogam com temas da infância e com contextos culturais da comunidade.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3824390 Pedagogia
As práticas de leitura na Educação Infantil devem articular intencionalidade, prazer estético e encontro real com a literatura. Considerando princípios atuais de mediação leitora, assinale a afirmativa que indica uma boa prática. 
Alternativas
Q3824389 Pedagogia
A ampliação do repertório cultural na Educação Infantil envolve considerar interesses do grupo, acesso a bens culturais e diversidade de experiências. Pensando em práticas que garantam equidade e circulação de diferentes linguagens, assinale a afirmação sobre a ação pedagógica CORRETA.
Alternativas
Respostas
3041: C
3042: B
3043: A
3044: A
3045: D
3046: E
3047: B
3048: A
3049: D
3050: C
3051: E
3052: A
3053: B
3054: D
3055: C
3056: E
3057: A
3058: D
3059: A
3060: B