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Q4107844 Português

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

Considerando os processos fonético-fonológicos da língua portuguesa evidenciados no seguinte excerto: “É ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião.”, assinale a alternativa que apresenta a análise correta sobre os fenômenos sonoros presentes nele. 
Alternativas
Q4107843 Português

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

Considerando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o trabalho com a língua portuguesa deve ser pautado nos eixos de leitura, produção de textos, oralidade e análise linguística/semiótica. Em uma situação prática de atividade de leitura em sala de aula, cujo objeto de conhecimento é a produção de sentidos, ao trabalhar com o texto indicado, o professor deve priorizar
Alternativas
Q4107842 Português

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

Considere o excerto a seguir:
“Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre ‘amigos’, navegando por instrutivas ‘páginas’, acessando ‘nuvens’ bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?”
No último parágrafo, uso de aspas nos termos destacados tem por função demarcar a utilização das metáforas e pode-se compreender que o efeito de sentido produzido é 
Alternativas
Q4107841 Português

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

O texto sustenta todo o percurso argumentativo do autor por meio da metáfora, que é uma figura de linguagem que tem por função semântica 
Alternativas
Q4106630 Administração Geral
A administração é uma área do conhecimento fundamental para o funcionamento das organizações públicas e privadas. Seu desenvolvimento histórico é marcado por diversas escolas do pensamento administrativo. Sobre os fundamentos da administração, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4106629 Administração Geral
Durante a reunião de início do ano letivo, o gestor de uma escola pública propôs que fossem definidas metas de longo prazo para melhorar os índices educacionais da instituição, tais como elevar o IDEB em cinco anos, aumentar a permanência dos alunos até o ensino médio e promover ações intersetoriais de combate à evasão escolar. Para isso, iniciou a construção de um plano alinhado com a missão institucional, prevendo diretrizes amplas e ações futuras. Com base na situação apresentada, é correto afirmar que o tipo de planejamento adotado é o 
Alternativas
Q4106628 Contabilidade de Custos
Uma microempresa do setor alimentício localizada em uma cidade do interior decidiu ampliar sua produção de refeições congeladas. Para isso, contratou uma consultoria em gestão que sugeriu um estudo sobre a análise do ponto de equilíbrio. Nesse contexto, a consultoria concluiu corretamente que 
Alternativas
Q4106627 Administração Pública
Durante uma reunião de planejamento estratégico em uma empresa, a equipe gestora avaliou os resultados operacionais do último semestre. Apesar do aumento na produtividade dos setores e da redução dos custos operacionais, a organização recebeu críticas da população usuária pela demora no atendimento e pelas falhas no cumprimento de prazos. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente os conceitos de eficiência, eficácia e efetividade
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Q4106626 Pedagogia
No exercício da docência na escola pública, o professor assume funções que vão além do ensino em sala de aula, envolvendo a mediação de conflitos, a promoção da equidade e a ética no trato com os diferentes sujeitos educacionais. Considerando esses aspectos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4106625 Pedagogia
A Lei nº 9.394/1996, conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), auxilia na regulamentação da educação brasileira, estabelecendo princípios; por meio desta, diversas inovações foram instituídas. Com base na LDB, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A educação básica compreende a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, sendo organizada de forma progressiva e integrada.
II. A gestão democrática do ensino público é um princípio estabelecido pela LDB, prevendo a participação da comunidade escolar na construção do projeto pedagógico.
III. A LDB estabelece que a educação infantil é a etapa complementar, de oferta facultativa pelos sistemas públicos, e não é considerada parte obrigatória da educação básica.
IV. De acordo com a LDB, a organização da educação nacional deve ocorrer em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. 
Alternativas
Q4106624 Administração Pública
O estudo da administração pública no Brasil permite identificar diferentes modelos teóricos e históricos que influenciaram a forma como o Estado organiza seus serviços e exerce o poder. Essas abordagens se manifestam em diferentes momentos da história, assim como em seu exercício de autoridade e prestação de serviços. Com base nessas concepções, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A administração patrimonialista ocorreu na época da república, caracterizou-se pela confusão entre o público e o privado, permitindo o uso do aparelho estatal como extensão dos interesses pessoais da monarquia.
II. A administração burocrática, inspirada em conceitos de Weber, buscou instituir a profissionalização do serviço público, a impessoalidade e a rigidez normativa como forma de combater o clientelismo e a corrupção.
III. A administração gerencial, implementada a partir da década de 1990, enfatiza o controle de processos, a estabilidade do servidor e o fortalecimento da burocracia como pilares da eficiência pública.
IV. A reforma gerencial propôs a introdução de metas, indicadores de desempenho, contratos de gestão e maior autonomia administrativa com responsabilidade pelos resultados.
Alternativas
Q4106623 Direito Administrativo
A administração pública no Brasil deve obedecer a princípios constitucionais que orientam sua atuação e condicionam a legitimidade dos atos administrativos. Nesse sentido, assinale a alternativa que define corretamente um princípio legal da administração pública. 
Alternativas
Q4106622 Engenharia de Produção
A logística é uma área fundamental da administração da produção e, com o avanço das tecnologias e a complexidade das operações modernas, os conceitos logísticos tornaram-se mais estratégicos. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um conceito relacionado à logística empresarial. 
Alternativas
Q4106621 Logística
A gestão da cadeia de suprimentos e da logística representa uma das áreas mais estratégicas da administração da produção, sendo que sua atuação eficiente impacta diretamente os objetivos organizacionais. Nesse contexto, a respeito da cadeia de suprimentos e da logística, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4106620 Engenharia de Produção
As técnicas de planejamento e controle da produção (PCP) são essenciais para a eficiência dos processos produtivos. Entre as técnicas mais difundidas, estão o MRP (Material Requirements Planning) e o Just in Time (JIT), que possuem finalidades, lógicas e aplicações distintas. Sobre essas técnicas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4106619 Marketing
O marketing digital transformou as estratégias de relacionamento com os consumidores ao incorporar diferentes ferramentas, canais interativos e análise de dados em tempo real. Com isso, novas tendências surgiram, exigindo das organizações uma atuação mais ágil, personalizada e ética. Sobre as práticas do marketing digital e suas tendências contemporâneas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4106618 Marketing
Uma empresa do setor de cosméticos deseja lançar uma nova linha de produtos sustentáveis voltada para o público jovem adulto. Durante a fase de planejamento de marketing, a equipe definiu o seguinte: o produto será vegano e com embalagem reciclável; o preço deverá ser competitivo em relação aos líderes de mercado; os canais de venda incluirão e-commerce próprio, marketplaces e lojas físicas especializadas; a comunicação utilizará campanhas nas redes sociais, influenciadores e ações promocionais em eventos de sustentabilidade. Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o uso dos 4 Ps do marketing no cenário apresentado. 
Alternativas
Q4106617 Marketing
Compreender os fundamentos do marketing é essencial para que profissionais da administração atuem de forma estratégica na gestão de produtos, serviços e relacionamentos com os consumidores. Os conceitos clássicos, como o composto de marketing e suas evoluções, ajudam a diferenciar o marketing de atividades correlatas como vendas e propaganda. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4106616 Gestão de Pessoas
O ambiente organizacional é composto por múltiplas dimensões que influenciam as práticas de gestão de pessoas. Reconhecer essas dimensões é fundamental para que o profissional compreenda as relações presentes na organização, bem como para diagnosticar necessidades de intervenção estratégica. Nesse sentido, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A cultura organizacional refere-se ao conjunto de valores, crenças e normas compartilhadas por membros da organização, sendo relativamente estável no tempo e influenciando fortemente comportamentos e decisões.
II. O clima organizacional diz respeito à percepção coletiva dos trabalhadores sobre o ambiente de trabalho em determinado momento, podendo variar conforme a liderança, a comunicação e as práticas internas.
III. O ambiente interno da organização engloba apenas aspectos físicos e estruturais, como layout, equipamentos e organogramas, desconsiderando as dimensões simbólicas ou subjetivas da cultura.
IV. O ambiente externo impacta de forma direta a gestão, especialmente em fatores como o próprio mercado financeiro e as expectativas sociais, exigindo uma atuação estratégica e adaptativa. 
Alternativas
Q4106615 Pedagogia
Em uma instituição pública de ensino, uma equipe multidisciplinar formada foi organizada para elaborar o novo plano de desenvolvimento institucional. Ao longo do processo, surgiram conflitos entre os membros sobre prioridades, estilos de comunicação e responsabilidades. A liderança do grupo precisou adotar uma abordagem mais colaborativa e integradora para manter o engajamento da equipe e a qualidade do trabalho. Com base nessa situação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
541: A
542: C
543: A
544: E
545: B
546: A
547: E
548: B
549: C
550: B
551: C
552: D
553: D
554: E
555: C
556: D
557: C
558: B
559: B
560: D