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Q3589502 Medicina
São condições clínicas que identificam o maior risco da gestação, exceto: 
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Q3589501 Medicina
O câncer de colo uterino é o quarto tipo de câncer mais comum observado entre mulheres no mundo todo, sendo que 90% de novos casos e óbitos em 2020 por esta neoplasia ocorreram em pacientes de países de média e baixa renda. Acerca do rastreamento do câncer do colo de útero, segundo diretrizes do Ministério da Saúde, é correto afirmar, exceto:
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Q3589500 Medicina
A infertilidade atinge quase 20% da população mundial, apresentando causa multifatorial. É correto afirmar a esse respeito:
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Q3589499 Medicina
Dentre as infecções sexualmente transmissíveis (IST) que se manifestam com úlceras genitais em dado momento da doença e seus agentes etiológicos mais comuns pode-se citar, exceto:
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Q3589498 Medicina
 O câncer de mama representa a neoplasia mais incidente na população feminina em todo o mundo, inclusive a brasileira (excetuando o câncer de pele não melanoma), sendo uma das principais causas de morte associada ao câncer. Em relação às recomendações fortes do Ministério da Saúde (MS) quanto ao rastreamento do câncer de mama na população brasileira é correto afirmar, exceto:
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Q3589486 Noções de Informática
Um arquivo do Word 2010 chamado "concurso.docx" está sendo editado pelo usuário em um ambiente de Windows 10 quando este resolve compactá-lo usando uma ferramenta de compressão para o formato ZIP. Supondo que este usuário faça todos os procedimentos corretos para esta compressão e resolve que o nome escolhido do arquivo compactado (que terá unicamente este arquivo) foi concur.zip e que teclou como padrão em qualquer linha ou tela questionada pelo compactador. No ato este usuário não fechou a edição do referido arquivo docx. Sobre o arquivo concur.docx é correto afirmar que:
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Q3589479 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
Em: "Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.", a agenda nacional metaforiza: 
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Q3589473 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
Não há relação sinonímica em:
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Q3589471 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
Sobre a crônica, não se pode afirmar que:
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Q3589367 Engenharia Ambiental e Sanitária

Um Sistema de Esgotamento Sanitário é composto por diversas unidades, dentre elas:


I. Ligação domiciliar: estruturas responsáveis por retirar os esgotos das residências e transportá-los até a rede coletora.


II. Estação elevatória: é o conjunto de bombas e acessórios instalados com o objetivo de transportar o esgoto, de um nível baixo para um mais elevado.


III. Estação de Tratamento de Esgoto - ETE: unidade responsável por realizar o tratamento dos esgotos e devolve-los ao meio ambiente em boas condições, sejam lançando-os em rios, lagos, mares ou reutilizando-os para fins não potáveis.


IV. Emissário: tubulação que transporta os esgotos da Estação de Tratamento de Esgoto - ETE até o corpo receptor (rios, lagos ou córregos), sem receber nenhuma contribuição ao longo de sua extensão.


Após a análise dos itens, marque a alternativa correta:

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Q3589366 Engenharia Ambiental e Sanitária

A degradação do solo é apontada como sendo a "alteração adversa das características do solo em relação aos seus diversos usos possíveis, tanto os estabelecidos em planejamento, como os potenciais". Analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa correta.


I - A legislação federal brasileira menciona que o objetivo da recuperação é o "retorno do sítio degradado a uma forma de utilização, de acordo com um plano pré-estabelecido para o uso do solo, visando à obtenção de uma estabilidade do meio ambiente".


II - Reabilitação é o retorno da área degradada a um estado biológico apropriado. Esse retorno pode não significar o uso produtivo da área a longo prazo, como a implantação de uma atividade que renderá lucro, ou atividades menos tangíveis em termos monetários, visando, por exemplo, a recreação ou a valorização estético-ecológica.


III - O termo restauração refere-se à obrigatoriedade do retorno ao estado original da área, antes da degradação.

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Q3589365 Direito Ambiental

A Convenção da Diversidade Biológica (CDB) visa promover a harmonia entre as sociedades e a natureza. São objetivos da CDB:


I - Conservar a biodiversidade.

II - Promover o uso sustentável dos componentes da biodiversidade.

III - Repartir justa e equitativamente os benefícios oriundos do uso dos recursos genéticos e dos conhecimentos tradicionais associados.

IV - Incentivar à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania.

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Q3589364 Engenharia Ambiental e Sanitária
 O Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA foi constituído pelos órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental. Os órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas, projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação ambiental compõem a estrutura do SISNAMA na qualidade de:
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Q3589363 Engenharia Ambiental e Sanitária

 A Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental - TCFA, devida trimestralmente por estabelecimentos enquadrados no "padrão médio" de Potencial de poluição, Grau de utilização de Recursos Naturais é obrigatória para:


I - Microempresas.

II - Empresas de Pequeno Porte.

III - Empresa de Médio Porte.

  IV - Empresa de Grande Porte.

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Q3589362 Engenharia Ambiental e Sanitária
Entender a representação dos diferentes caminhos que a água percorre na natureza é importante para que se possa fazer uma gestão sustentável dos recursos naturais. Fenômeno global de circulação fechada da água entre a superfície terrestre e a atmosfera, impulsionado, fundamentalmente, pela energia solar, associada à gravidade e à rotação terrestre.
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Q3589361 Engenharia Ambiental e Sanitária
A Política Nacional da Biodiversidade tem como objetivo geral:
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Q3589360 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os processos de tratamento dos esgotos são formados por uma série de etapas para a remoção de poluentes, com a intenção de garantir o adequado lançamento do esgoto tratado em um corpo hídrico (lagos, rios, córregos), com a qualidade desejada e no padrão estabelecido pela legislação vigente. Etapa em que ocorre a remoção da matéria orgânica, por meio de reações bioquímicas, ou seja, microorganismos realizam a decomposição dos poluentes, melhorando a qua do esgoto que será encaminhado para o tratamento seguinte ou para o corpo receptor (rios, lagos, córregos etc), dependendo dos percentuais de remoção dos poluentes nesta etapa.
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Q3589359 Direito Ambiental

São princípios da Política Nacional da Biodiversidade:


I. As nações têm o direito soberano de explorar seus próprios recursos biológicos, segundo suas políticas de meio ambiente e desenvolvimento.


II. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se, ao Poder Público e à coletividade, o dever de defendê-lo e de preservá-lo para as presentes e as futuras gerações.


III. A internalização dos custos ambientais e a utilização de instrumentos econômicos será promovida tendo em conta o princípio de que o poluidor deverá, em princípio, suportar o custo da poluição, com o devido respeito pelo interesse público e sem distorcer o comércio e os investimentos internacionais.


IV. A instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente deverá ser precedida de estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade. 

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Q3589358 Engenharia Ambiental e Sanitária

A conservação de nascentes exige, além da regeneração das características ambientais, a  recuperação e o manejo dos cursos de água degradados, de forma a controlar os processos erosivos. Depois de preencher as lacunas, assinale a alternativa correta.


I. (_______) Afloramento natural do lençol freático que apresenta perenidade e dá início a um curso d'água.


II. (_______) Afloramento natural do lençol freático, mesmo que intermitente.


III. (_______) uma camada saturada de água no subsolo, cujo limite inferior é outra camada impermeável, geralmente se tratando de um substrato rochoso.


IV. Uma (_______) é originada quando o afloramento tenderá a ser difuso formando um grande número de pequenas nascentes por todo o terreno.

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Q3589357 Geografia

 A maioria dos solos amazônicos tem sua origem na desagregação das rochas-matrizes superficiais da litosfera, as quais sofrem dissolução, hidrólise, carbonatação, oxidação e redução, seguida dos processos de formação de solo, como: calcificação, podzolização, laterização, salinização e alcalinização. Entre as rochas ígneas que sofrem o intemperismo da região de diabásio, estão o basalto e o granito, e nas rochas metamórficas, o arenito. Depois de preencher às lacunas, assinale a alternativa correta.


I - É uma rocha magmática intrusiva (massa eruptiva que se introduz em rochas preexistentes), básica (teor relativamente baixo de sílica: 44% a 52%), microscopicamente ofítica (bastões retangulares de feldspato preenchidos por minerais de ferro e manganês), constituída, essencialmente, por plagioclásios básicos - aluminossilicato natural de sódio e cálcio, piroxênios (metassilicatos ferromagnesianos e cálcicos, mais raramente de aluminosos), magnetita (óxido de ferro fortemente magnético) e ilmenita (óxido de ferro e titânio). Essa rocha dá origem a solos de textura argilosa ou muito argilosa como são os Latossolos.(________).


II - É uma rocha ígnea vulcânica, ger. porfirítica (cristais agrupados) ou vítrea, composta, essencialmente, de plagioclásio básico (aluminossilicato natural de sódio e de cálcio) e augita - aluminossilicato de cálcio, sódio, magnésio e ferro -, com ou sem olivina - silicato de magnésio e ferro. Essa rochandá origem a solos argilosos.(________)


 III - É uma rocha eruptiva composta, essencialmente, de quartzo, feldspato alcalino - silicatos de sódio, potássio e cálcio - e micas (silicatos cristalinos) de textura granular. Essa rocha dá origem a solos arenoargilosos.(________).


IV - É uma rocha sedimentária de origem detrítica, formada de fragmentos de outras rochas cimentados, naturalmente, por um material silicoso, calcário ou ferruginoso, geralmente dando ao conjunto qualidades de dureza e de compactação. Essa rocha dá origem a solos de textura arenosa, como o Neossolo Quartzarênico. (________).

Alternativas
Respostas
821: D
822: D
823: C
824: A
825: A
826: X
827: A
828: C
829: X
830: D
831: C
832: C
833: A
834: B
835: D
836: C
837: C
838: B
839: C
840: B