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Q3594125 Biblioteconomia
A NBR 6032:1989 trata sobre as condições exigíveis para uniformizar as abreviaturas de títulos de periódicos e publicações seriadas com o fim de simplificar as referências constantes de bibliografias, citações e legendas bibliográficas. De acordo com esta norma, como fica a abreviação do título da publicação Memórias do Instituto Oswaldo Cruz?
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Q3594124 Biblioteconomia
A definição "Representação da realidade sob uma forma literária (escrito, texto), ou gráfica, ou plástica (ícone, imagem)" do Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia de Cunha e Cavalcanti (2008, p. 132) se refere a qual suporte informacional?
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Q3594123 Biblioteconomia
De acordo com a AACR2, qual a entrada correta para o Tribunal Superior Eleitoral do Brasil?
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Q3594122 Biblioteconomia
Que tipo de indexação trabalha com cada tema específico contido no texto de um documento, pois ela contrapõe-se a uma indexação que usa descritores com caráter mais genérico?
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Q3594121 Biblioteconomia
Sobre a apresentação de índices apresentados na NBR 6034:1989, um índice deve:
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Q3594120 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que preenche de forma correta as lacunas no trecho seguinte: "De acordo com o autor Carlos Alberto Ávila em seu artigo 'O que é Ciência da Informação?" (2014), a Ciência da Informação possui três principais características. São elas: ciência pós-moderna; ciência humana e social; e ____________." 
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Q3594119 Biblioteconomia
De acordo com a NBR 6027:2012, em publicações periódicas, o sumário: 
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Q3594118 Biblioteconomia
O autor Prado (2021, p. 14), em seu artigo "Planejamento e tendências de marketing para bibliotecas", relata que existem algumas etapas do planejamento de marketing da biblioteca. Qual a quantidade de etapas apresentadas pelo autor?
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Q3594099 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Em: "Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.", não há presença de:
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Q3594098 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Sobre a crônica, não se pode afirmar que:
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Q3594087 Serviço Social
Os pressupostos norteadores do processo de formação profissional do assistente social, a partir das Diretrizes Curriculares de 1996 da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS), conferem significativa importância a relação entre o Serviço Social e a questão social, tendo em vista que:
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Q3594086 Serviço Social
Nos termos da Lei n.º 8.742 de dezembro de 1993 (Lei Orgânica de Assistência Social) e respectivas alterações, marque a alternativa correta acerca dos princípios LOAS.
I-Descentralização político-administrativa para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, e comando único das ações em cada esfera de governo.
II-Participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis.
III- Primazia da responsabilidade do União na condução da política de assistência social.
Alternativas
Q3594085 Serviço Social
Sobre os fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social na contemporaneidade, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3594084 Serviço Social
Acerca da emissão de pareceres, laudos e opiniões técnicas conjuntas entre o assistente social e outros profissionais, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3594083 Serviço Social
A base teórica inicial da intenção de ruptura com o conservadorismo, no movimento de renovação do Serviço Social brasileiro, se assenta na influência do pensamento:
Alternativas
Q3594082 Serviço Social
Nos termos da Resolução n.º 109, de 11 de novembro de 2009, que dispõe sobre a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, é correto afirmar que são considerados Serviços de Proteção Social Especial de Alta Complexidade, exceto. 
Alternativas
Q3594081 Serviço Social
Sobre os Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar.
I- Integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
II- Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.
III- Utilização de parâmetros de mercado para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação social.
IV- Centralização político-administrativa, com direção única em cada esfera de governo.
Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3594080 Serviço Social
Nos termos da Lei n.º 8.662/1993 (Regulamentação da Profissão de Assistente Social) e respectivas alterações, análise as afirmativas seguintes e marque a correta.
I- Compete ao Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), na qualidade de órgão executivo e de primeira instância, organizar e manter o registro profissional dos Assistentes Sociais.
II- Em cada capital de Estado, de Território e no Distrito Federal, haverá um Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) denominado segundo a sua jurisdição, a qual alcançará, respectivamente, a do Estado, a do Território e a do Distrito Federal. 
III- Compete ao Conselho Regional de Serviço Social (CRESS), na qualidade de órgão normativo de grau superior, fiscalizar e disciplinar o exercício da profissão de Assistente Social na respectiva região.
Alternativas
Q3594079 Serviço Social
Considerando as competências específicas dos assistentes sociais, no âmbito da Política de Assistência Social, é incorreto afirmar.
Alternativas
Q3594078 Serviço Social
Nos termos da Resolução CFESS n.º 845/2018 - que dispõe sobre atuação profissional do/a assistente social em relação ao processo transexualizador, é correto afirmar.
Alternativas
Respostas
61: B
62: D
63: C
64: B
65: A
66: D
67: C
68: B
69: A
70: A
71: C
72: A
73: B
74: B
75: D
76: D
77: A
78: D
79: B
80: D