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Q4089686 Português
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COMO O BRASIL CONSEGUE TRAZER FÓSSEIS NO EXTERIOR DE VOLTA

    A paleontóloga brasileira Taissa Rodrigues, professora na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), dedicava-se à sua principal pesquisa dos últimos 20 anos quando se deparou com anúncios suspeitos na internet. Especialista em pterossauros que viveram onde hoje é o Brasil, ela percebeu que os fósseis que estavam à venda em determinado site internacional de leilões muito provavelmente eram fruto de contrabando.

    Entre os exemplares, um réptil alado da espécie Anhanguera santanae, que viveu há cerca de 110 milhões de anos e estava com lance inicial de quase R$ 1 milhão. Rodrigues apresentou uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF).

     A questão se arrastou, entre investigações, perícias e tratativas entre autoridades. Em dezembro de 2023, nove anos depois da descoberta da professora, 998 fósseis brasileiros que estavam na França foram repatriados. Oriundas da bacia que corta a Chapada do Araripe, no Ceará, as peças foram incorporadas ao acervo do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, da Universidade Regional do Cariri, na mesma região. São fósseis de pterossauros, peixes, plantas, insetos e outras espécies que viveram há mais de 90 milhões de anos.

    O Anhanguera e outros 45 fósseis, contudo, ainda não têm o veredito para retornarem ao Brasil. Em 2019, a Justiça francesa entendeu que cabe a repatriação. Contudo, a empresa que tentava comercializar esse conjunto de fósseis entrou com recurso e o caso ainda não foi concluído.

    “Muitos fósseis do Araripe estão em coleções particulares do mundo todo. Isso é um problema muito bem conhecido”, diz a cientista. O caso do Anhanguera não é isolado, mas não se sabe ao certo quantos fósseis foram retirados do país. Especialistas argumentam que isso é algo difícil de quantificar.

    Fósseis foram declarados patrimônio da União num decreto-lei de 1942. São, portanto, patrimônio público, do povo brasileiro e, por isso, segundo especialistas, não podem ser vendidos.

     “Assim, há mais de 80 anos, qualquer fóssil brasileiro só pode ser extraído, guardado, transportado e exportado com autorização expressa do governo federal”, esclarece o procurador da República Rafael Rayol, que atua desde 2009 no MPF pela repatriação de fósseis do Ceará e já conseguiu trazer de volta milhares deles, tanto da Europa quanto da América do Norte.

    Rayol diz que o caso dos 998 fósseis foi o mais emblemático no qual ele trabalhou. “Eles foram contrabandeados dentro de um carregamento de quartzo com destino à França e a carga, adquirida por uma empresa francesa especializada na comercialização de fósseis”, conta ele, lembrando que foram vários anos de discussão na Justiça francesa e reuniões com autoridades.

     Segundo a Agência Nacional de Mineração, autarquia federal que faz a gestão dos recursos minerais brasileiros, há 39 sítios paleontológicos no país. O levantamento é feito por uma comissão, fundamentado por artigos científicos elaborados por especialistas, e pode ser consultado.

    De acordo com Rodrigues, os fósseis do Ceará são os mais cobiçados no mercado internacional. “Existem muitas outras regiões no Brasil com fósseis. Essencialmente, o país quase todo é muito rico em fósseis. Mas existem alguns locais em que há uma convergência de fatores que contribuíram para a ilegalidade: abundância de fósseis, facilidade de coleta e transporte, e valor comercial nesse tráfico”, afirma. “Os do Araripe atingem preços maiores nesse mercado ilegal, porque são bem preservados. Alguns fósseis são de espécies mais raras... E eles são fáceis de transportar”, completa.

     Os cientistas argumentam que há várias razões para lutar pela repatriação dos fósseis brasileiros. Rodrigues atenta para o fato de que pesquisadores precisam ter acesso ao material para avançar nas pesquisas. “Se estão em coleções privadas, é praticamente impossível para qualquer cientista”, comenta. “Se estão em instituições estrangeiras, o acesso se torna muito caro para pesquisadores brasileiros.”

     Ghilardi ressalta que iniciativas assim estão dentro do que se chama de “decolonialismo científico” – ou seja, uma reparação histórica, sob o debate internacional acerca da manutenção, em coleções estrangeiras, de artefatos levados de outros países em circunstâncias morais ou eticamente questionáveis. Um marco dessa luta ocorreu no ano passado, quando um museu dinamarquês devolveu ao Brasil um manto tupinambá do século 17 que estava lá há 300 anos.

    Repatriar fósseis exige uma articulação entre cientistas e autoridades. Mas, em tempos de redes sociais, um empurrãozinho da opinião pública também parece ajudar. Foi o que aconteceu com um fóssil que até ganhou apelido: Bira.

    Trata-se de um exemplar de Ubirajara jubatus, fóssil descoberto no Brasil e que foi levado, em condições desconhecidas, para a Alemanha no início dos anos 1990. Estava no Museu de História Natural de Karlsruhe. Em 2020, a paleontóloga Aline Ghilardi, professora na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), encabeçou uma campanha para trazê-lo de volta. “Além de professora e pesquisadora, eu trabalho há 15 anos com divulgação científica nas redes, por meio de um blog, um canal no YouTube, minhas redes pessoais, etc.”, conta ela.

    A mobilização transcendeu o meio acadêmico e acabou pressionando o Ministério da Ciência, Pesquisa e Artes do estado de Baden-Württemberg. Depois de uma longa queda de braço, em 2023, o fóssil retornou ao Brasil. Ghilardi explica que fósseis como esse são importantes porque, além de raro, é um holótipo — ou seja, o exemplar definido como o primeiro para a descrição de uma nova espécie.

     “Tenho me envolvido em ações para o levantamento de fósseis holótipos brasileiros que estão fora do Brasil e trabalhado para sua repatriação de diferentes maneiras”, conta Ghilardi. Ela integra um grupo, chamado de Observatório de Repatriações, que une pesquisadores de diversas instituições. “A repatriação do Ubirajara foi um marco importante sob diferentes pontos de vista. A campanha teve forte contribuição para o seu retorno, mas principalmente para a popularização do tema e sensibilização da população e de autoridades com poder para tomadas de decisão”, avalia a cientista. [...]


VEIGA, Edison. Como o Brasil está conseguindo trazer fósseis no exterior de volta. Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Disponível em: <https://www.dw.com/ptbr/como-o-brasil-está-conseguindo-trazer-fósseis-no-exteriorde-volta/a-73540395. Acesso em: 18 de agosto de 2025. (Texto adaptado) 
No trecho “Fósseis foram declarados patrimônio da União num decreto-lei de 1942”, o termo destacado expressa:
Alternativas
Q4089685 Português
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COMO O BRASIL CONSEGUE TRAZER FÓSSEIS NO EXTERIOR DE VOLTA

    A paleontóloga brasileira Taissa Rodrigues, professora na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), dedicava-se à sua principal pesquisa dos últimos 20 anos quando se deparou com anúncios suspeitos na internet. Especialista em pterossauros que viveram onde hoje é o Brasil, ela percebeu que os fósseis que estavam à venda em determinado site internacional de leilões muito provavelmente eram fruto de contrabando.

    Entre os exemplares, um réptil alado da espécie Anhanguera santanae, que viveu há cerca de 110 milhões de anos e estava com lance inicial de quase R$ 1 milhão. Rodrigues apresentou uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF).

     A questão se arrastou, entre investigações, perícias e tratativas entre autoridades. Em dezembro de 2023, nove anos depois da descoberta da professora, 998 fósseis brasileiros que estavam na França foram repatriados. Oriundas da bacia que corta a Chapada do Araripe, no Ceará, as peças foram incorporadas ao acervo do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, da Universidade Regional do Cariri, na mesma região. São fósseis de pterossauros, peixes, plantas, insetos e outras espécies que viveram há mais de 90 milhões de anos.

    O Anhanguera e outros 45 fósseis, contudo, ainda não têm o veredito para retornarem ao Brasil. Em 2019, a Justiça francesa entendeu que cabe a repatriação. Contudo, a empresa que tentava comercializar esse conjunto de fósseis entrou com recurso e o caso ainda não foi concluído.

    “Muitos fósseis do Araripe estão em coleções particulares do mundo todo. Isso é um problema muito bem conhecido”, diz a cientista. O caso do Anhanguera não é isolado, mas não se sabe ao certo quantos fósseis foram retirados do país. Especialistas argumentam que isso é algo difícil de quantificar.

    Fósseis foram declarados patrimônio da União num decreto-lei de 1942. São, portanto, patrimônio público, do povo brasileiro e, por isso, segundo especialistas, não podem ser vendidos.

     “Assim, há mais de 80 anos, qualquer fóssil brasileiro só pode ser extraído, guardado, transportado e exportado com autorização expressa do governo federal”, esclarece o procurador da República Rafael Rayol, que atua desde 2009 no MPF pela repatriação de fósseis do Ceará e já conseguiu trazer de volta milhares deles, tanto da Europa quanto da América do Norte.

    Rayol diz que o caso dos 998 fósseis foi o mais emblemático no qual ele trabalhou. “Eles foram contrabandeados dentro de um carregamento de quartzo com destino à França e a carga, adquirida por uma empresa francesa especializada na comercialização de fósseis”, conta ele, lembrando que foram vários anos de discussão na Justiça francesa e reuniões com autoridades.

     Segundo a Agência Nacional de Mineração, autarquia federal que faz a gestão dos recursos minerais brasileiros, há 39 sítios paleontológicos no país. O levantamento é feito por uma comissão, fundamentado por artigos científicos elaborados por especialistas, e pode ser consultado.

    De acordo com Rodrigues, os fósseis do Ceará são os mais cobiçados no mercado internacional. “Existem muitas outras regiões no Brasil com fósseis. Essencialmente, o país quase todo é muito rico em fósseis. Mas existem alguns locais em que há uma convergência de fatores que contribuíram para a ilegalidade: abundância de fósseis, facilidade de coleta e transporte, e valor comercial nesse tráfico”, afirma. “Os do Araripe atingem preços maiores nesse mercado ilegal, porque são bem preservados. Alguns fósseis são de espécies mais raras... E eles são fáceis de transportar”, completa.

     Os cientistas argumentam que há várias razões para lutar pela repatriação dos fósseis brasileiros. Rodrigues atenta para o fato de que pesquisadores precisam ter acesso ao material para avançar nas pesquisas. “Se estão em coleções privadas, é praticamente impossível para qualquer cientista”, comenta. “Se estão em instituições estrangeiras, o acesso se torna muito caro para pesquisadores brasileiros.”

     Ghilardi ressalta que iniciativas assim estão dentro do que se chama de “decolonialismo científico” – ou seja, uma reparação histórica, sob o debate internacional acerca da manutenção, em coleções estrangeiras, de artefatos levados de outros países em circunstâncias morais ou eticamente questionáveis. Um marco dessa luta ocorreu no ano passado, quando um museu dinamarquês devolveu ao Brasil um manto tupinambá do século 17 que estava lá há 300 anos.

    Repatriar fósseis exige uma articulação entre cientistas e autoridades. Mas, em tempos de redes sociais, um empurrãozinho da opinião pública também parece ajudar. Foi o que aconteceu com um fóssil que até ganhou apelido: Bira.

    Trata-se de um exemplar de Ubirajara jubatus, fóssil descoberto no Brasil e que foi levado, em condições desconhecidas, para a Alemanha no início dos anos 1990. Estava no Museu de História Natural de Karlsruhe. Em 2020, a paleontóloga Aline Ghilardi, professora na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), encabeçou uma campanha para trazê-lo de volta. “Além de professora e pesquisadora, eu trabalho há 15 anos com divulgação científica nas redes, por meio de um blog, um canal no YouTube, minhas redes pessoais, etc.”, conta ela.

    A mobilização transcendeu o meio acadêmico e acabou pressionando o Ministério da Ciência, Pesquisa e Artes do estado de Baden-Württemberg. Depois de uma longa queda de braço, em 2023, o fóssil retornou ao Brasil. Ghilardi explica que fósseis como esse são importantes porque, além de raro, é um holótipo — ou seja, o exemplar definido como o primeiro para a descrição de uma nova espécie.

     “Tenho me envolvido em ações para o levantamento de fósseis holótipos brasileiros que estão fora do Brasil e trabalhado para sua repatriação de diferentes maneiras”, conta Ghilardi. Ela integra um grupo, chamado de Observatório de Repatriações, que une pesquisadores de diversas instituições. “A repatriação do Ubirajara foi um marco importante sob diferentes pontos de vista. A campanha teve forte contribuição para o seu retorno, mas principalmente para a popularização do tema e sensibilização da população e de autoridades com poder para tomadas de decisão”, avalia a cientista. [...]


VEIGA, Edison. Como o Brasil está conseguindo trazer fósseis no exterior de volta. Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Disponível em: <https://www.dw.com/ptbr/como-o-brasil-está-conseguindo-trazer-fósseis-no-exteriorde-volta/a-73540395. Acesso em: 18 de agosto de 2025. (Texto adaptado) 
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com o texto.
Alternativas
Q4089564 Saúde Pública
As Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue do MS estabelecem estratégias para reduzir a incidência e a mortalidade da doença no Brasil. Acerca das ações prioritárias previstas nessas diretrizes, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4089563 Saúde Pública
A PNH propõe estratégias e dispositivos que visam qualificar a atenção e a gestão no SUS, fortalecendo seus princípios e diretrizes. Sobre as diretrizes da PNH, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089562 Saúde Pública
A Política Nacional de Humanização (PNH), instituída pelo MS, visa qualificar o atendimento em saúde no SUS, promovendo mudanças nos processos de trabalho para garantir atenção integral, acolhimento e corresponsabilidade. A PNH:
Alternativas
Q4089561 Enfermagem
A Raiva é uma zoonose viral grave, letal em quase 100% dos casos após o início dos sintomas, mas prevenível com medidas adequadas. Sobre essa doença, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4089560 Enfermagem
A Febre Maculosa Brasileira é uma doença infecciosa grave, de notificação compulsória, com alta letalidade quando não diagnosticada precocemente. Considerando seu mecanismo de transmissão, quadro clínico e medidas de prevenção, é CORRETO afirmar que essa doença: 
Alternativas
Q4089559 Saúde Pública
A Febre Tifoide é uma doença infecciosa sistêmica grave, endêmica em muitas regiões tropicais e associada a condições precárias de saneamento. A Febre Tifoide:
Alternativas
Q4089558 Saúde Pública
A Leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda, de origem bacteriana, que representa um problema de saúde pública em áreas urbanas, especialmente em períodos chuvosos. Sobre essa doença, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089557 Saúde Pública
Analise as definições a seguir.

I- Doença que ocorre com frequência constante em determinada população ou região.
II- Ocorrência de casos de uma doença em número acima do esperado, em determinada área e tempo.
III- Ocorrência de uma enfermidade em ampla escala, ultrapassando fronteiras nacionais e atingindo diversos continentes.
IV- Organismo vivo que abriga o agente etiológico, podendo adoecer ou não.
V- Ser vivo que transmite o agente etiológico de um hospedeiro a outro.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos conceitos correspondentes a cada definição.
Alternativas
Q4089556 Saúde Pública
O conjunto de ações e serviços que possibilitam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que afetam a saúde humana, com o objetivo de recomendar e adotar medidas de promoção da saúde, prevenção e monitoramento de riscos relacionados a doenças ou agravos, corresponde ao conceito de: 
Alternativas
Q4089555 Biologia
A Esquistossomose é uma parasitose endêmica em algumas regiões do Brasil e constitui um importante problema de saúde pública. Essa doença: 
Alternativas
Q4089554 Saúde Pública
O Tracoma é uma doença ocular que pode levar à cegueira e faz parte da lista de doenças de notificação compulsória no Brasil. Sobre esse agravo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089553 Patologia
Trata-se de uma antropozoonose de alta prevalência e significativa morbimortalidade, também denominada tripanossomíase americana. Apresenta evolução clínica em duas fases: uma fase aguda, que pode ser assintomática ou sintomática, e uma fase crônica, que pode se apresentar nas formas indeterminada, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva. A transmissão ocorre principalmente por meio do vetor (triatomíneo), que, ao se alimentar de mamíferos com elevada parasitemia, torna-se infectado e, posteriormente, ao picar outro hospedeiro, incluindo o ser humano, pode transmitir o agente etiológico. Essa definição refere-se à: 
Alternativas
Q4089552 Direito Sanitário
No Brasil, a notificação compulsória de doenças e agravos é regulamentada pelo MS por meio da Lista Nacional de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública de Notificação Compulsória (Portaria de Consolidação n.º 4/2017 e atualizações). Considerando a lista vigente no ano de 2025 e seu papel na vigilância epidemiológica, são doenças e agravos de notificação compulsória imediata: 
Alternativas
Q4089551 Direito Sanitário
De acordo com a Portaria n.º 2.436, de 21 de setembro de 2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), existem diferentes tipos de equipes que podem compor a Atenção Básica, com composição e atribuições específicas. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE apenas equipes reconhecidas pela PNAB.
Alternativas
Q4089550 Direito Sanitário
Ainda conforme a Portaria de Consolidação n.º 6, o componente Piso da Atenção Básica Variável (PAB Variável) compreende recursos financeiros destinados ao custeio de estratégias específicas desenvolvidas no âmbito da Atenção Básica em Saúde. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma das estratégias financiadas pelo PAB Variável. 
Alternativas
Q4089549 Saúde Pública
A Portaria de Consolidação Gabinete do Ministro/Ministério da Saúde (GM/MS) n.º 6, de 28 de setembro de 2017, consolida normas relativas ao financiamento e à transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde do SUS. Essa normativa:
Alternativas
Q4089548 Enfermagem
A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose de importância em saúde pública. Em relação a essa doença, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4089547 Saúde Pública
Segundo a Constituição Federal de 1988 (CF/88), assinale a alternativa CORRETA acerca da organização e do funcionamento do SUS.
Alternativas
Respostas
1361: B
1362: B
1363: B
1364: A
1365: C
1366: D
1367: A
1368: B
1369: C
1370: D
1371: D
1372: D
1373: B
1374: D
1375: C
1376: D
1377: A
1378: B
1379: D
1380: B