Questões de Concurso Para trt - 15ª região (sp)

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Q3406088 Arquivologia
Para o controle pleno dos documentos, desde a produção até a sua destinação final, 
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Q3406087 Arquivologia
Como a elaboração de um plano de classificação é um processo, a primeira etapa a ser realizada é 
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Q3406086 Arquivologia
Um dos objetivos da função Classificação é 
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Q3406085 Arquivologia
A relação entre as etapas da gestão de documentos é melhor definida em: 
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Q3406084 Arquivologia
O estudo que leva em consideração a frequência de uso dos documentos por suas entidades produtoras e a identificação de Seus valores primário e secundário é denominado 
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Q3406083 Arquivologia
Sobre o uso da indexação na Arquivologia, e os conceitos a ela associados,  
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Q3406082 Arquivologia
Sobre análise tipológica de documentos arquivísticos, a
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Q3406081 Arquivologia
Considerando os fundamentos da diplomática contemporânea a prática essencial para identificar corretamente a tipologia documental em arquivos é
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Q3406080 Arquivologia
O princípio pelo qual é assegurado ao Estado o direito sobre os arquivos públicos, sem limitação de tempo, por serem estes considerados bens de domínio público, é conhecido como princípio da 
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Q3406079 Arquivologia
O conceito de “fundo” no contexto arquivístico é: 
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Q3406078 Arquivologia
Considerando os princípios arquivísticos, o da
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Q3406077 Arquivologia
Considerando a relação existente entre as funções arquivísticas, a análise da organização dos documentos de arquivo na administração pública brasileira refere-se, especificamente,
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Q3406076 Legislação Federal
A Lei n° 12.52712011, conhecida como Lei de Acesso à Informação (LAI), estabelece procedimentos para garantir o acesso à informação pública. De acordo com esta lei, um dos princípios ou diretrizes que norteiam a política de transparência pública é:  
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Q3406075 Arquivologia
De acordo com o Conselho Nacional de Arquivos (Conarq), considera-se atribuição de redes de arquivos públicos o incentivo ao estabelecimento de parcerias e intercâmbios entre seus membros. o Arquivo Nacional e outros integrantes do Sistema Nacional de Arquivos (SINAR), dirigidos ao compartilhamento de experiências, boas praticas e
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Q3406074 Direito Digital
Sobre os princípios gerais da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD),
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Q3406073 Arquivologia
O código de referência é um dos elementos de descrição obrigatórios da Norma Brasileira de Descrição Arquivística (Nobrade). Para sua formação é necessário registrar, obrigatoriamente, os códigos do pais da 
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Q3406072 Arquivologia
"Os arquivos - na sua missão de preserv81 e conservar o patrimônio cultural documental - são fontes de informação e conhecimento que proporcionam a gestão adequada do patrimônio documental e iconográfico relativo á memória de uma nação ".
(Toutain, 2012, p. 18)

Para que os arquivos cumpram tal missão, é necessário
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Q3406053 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade 


    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as Ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.

    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios). 

    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como. ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.  

    Os antigos representavam o espirita de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.


(Adaptado de CALVINO, ltalo. Assunto encerrado Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim
No primeiro parágrafo, o autor expande sua afirmação inicial de que Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos recomendando que, para de fato reconhecermos o que seja uma cidade, devemos
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Q3406052 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade 


    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as Ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.

    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios). 

    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como. ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.  

    Os antigos representavam o espirita de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.


(Adaptado de CALVINO, ltalo. Assunto encerrado Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:  
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Q3303263 Direito Processual do Trabalho
Martin trabalhou como operador logístico na Transportadora Rapidez Ltda., sendo previsto em seu contrato de trabalho o recebimento de gratificação de produção em caso de cumprimento de metas e resultados preestabelecidos. Após sua dispensa, ajuizou reclamação trabalhista pleiteando o pagamento de diferenças de gratificação de produção, alegando que os critérios de apuração das metas e resultados adotados pela empresa foram equivocados, o que lhe causou redução dos valores recebidos a esse titulo. A empresa negou as alegações, afirmando que todos os valores referentes à gratificação de produção foram pagos e afirmando ser do reclamante o ônus da prova de eventuais diferenças. O advogado de Martin requereu a distribuição dinâmica do ônus da prova, alegando que a empresa é quem possui a apuração das metas e resultados, tendo melhores condições de realizar a prova. O juiz acolheu o pedido e, fundamentando a decisão, determinou que a reclamada apresentasse documentos que comprovassem a correção da apuração das metas e resultados e do pagamento das gratificações. A decisão do juiz foi
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Respostas
161: E
162: E
163: A
164: D
165: C
166: D
167: C
168: B
169: E
170: A
171: D
172: B
173: B
174: C
175: E
176: A
177: D
178: C
179: A
180: C