Questões de Concurso Para hemoba

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Q3774599 Legislação Estadual
A Lei nº 13.182/2014 institui o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia, destinado a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, defesa de direitos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e demais formas de intolerância racial e religiosa. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo:

I. É dever do Estado e da sociedade garantir a igualdade de oportunidades, reconhecendo a todo cidadão brasileiro, independentemente da etnia ou cor da pele, o direito à participação na comunidade, especialmente nas atividades políticas, econômicas, empresariais, educacionais, culturais e esportivas, defendendo sua dignidade e valores religiosos e culturais.
II. Os programas de ação afirmativa constituem-se em políticas privadas destinadas a reparar as desigualdades sociais, étnico-raciais e demais consequências de práticas discriminatórias historicamente adotadas, na esfera privada, durante o processo de formação social do Estado.
III. É assegurado aos alunos adeptos de religiões afro-brasileiras o direito de realizar atividades compensatórias, previamente definidas em ato normativo, sob orientação e supervisão pelos respectivos professores, na hipótese de necessidade de faltar às aulas em função de atividade religiosa devidamente comprovada, tendo em vista o cumprimento dos deveres escolares e o aproveitamento dos conteúdos programáticos.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões). 
Alternativas
Q3774598 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
A comunicação em saúde vai muito além de transmitir informações técnicas; ela envolve a capacidade de se conectar com pacientes e familiares, especialmente em momentos críticos. A comunicação eficaz garante que a mensagem do profissional seja interpretada de maneira precisa pelo receptor, reduzindo insegurança e confusão. Além disso, permite que o paciente e a família expressem emoções e recebam apoio adequado.

Com base no contexto apresentado, registre V, para verdadeiro, e F, para falso as afirmativas abaixo:

(__) A comunicação eficaz em saúde busca que a mensagem do profissional seja interpretada corretamente pelo paciente ou familiar.
(__) A empatia e a escuta ativa são secundárias; o foco deve ser exclusivamente na precisão científica da informação.
(__) Expressar clareza, acolhimento e apoio emocional ao paciente ou familiar não influencia a confiança ou adesão ao tratamento.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3774597 Direito Sanitário
A Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde tem como objetivo garantir que todo cidadão brasileiro tenha acesso universal e igualitário aos serviços de saúde, tanto públicos quanto privados. A Carta fornece informações essenciais para orientar o cidadão no momento de buscar atendimento de saúde, promovendo compreensão e exercício da cidadania. Ela se fundamenta em seis princípios básicos, que garantem o ingresso digno de todos nos sistemas de saúde e a proteção integral dos direitos do usuário.

Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que NÃO corresponde a um dos princípios básicos.
Alternativas
Q3774596 Enfermagem
O bem-estar do paciente é um conceito central na atenção à saúde, englobando equilíbrio físico, mental e emocional. Ele não se limita à ausência de doenças, mas também inclui satisfação e qualidade de vida durante o tratamento. Investir no bem-estar emocional contribui para melhores resultados clínicos, maior adesão às orientações médicas e recuperação mais rápida.

No que se refere à promoção do bem-estar emocional dos pacientes, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3774595 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores e mais complexos sistemas públicos de saúde do mundo, abrangendo desde atendimentos simples, como aferição da pressão arterial na Atenção Primária, até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos. Seu objetivo é garantir acesso universal, integral e gratuito para toda a população, promovendo cuidados que vão além do tratamento de doenças, incluindo prevenção e promoção da saúde. A criação do SUS consolidou o direito à atenção integral à saúde, desde a gestação até a vida adulta.

Com base na Organização, Direção e Gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), registre V, para verdadeiro, e F, para falso as afirmativas abaixo:

(__) Os municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam.
(__) A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes órgãos: no âmbito da União, pelo Ministério da Saúde; no âmbito dos Estados e do Distrito Federal, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente; e no âmbito dos Municípios, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.
(__) As ações e serviços de saúde, executados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade crescente.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3774594 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/1990 é um marco fundamental na regulamentação do direito à saúde no Brasil, pois organiza e estrutura o Sistema Único de Saúde (SUS). Ela define a saúde como um direito universal e dever do Estado, garantindo o acesso integral, igualitário e gratuito às ações e serviços de saúde. A legislação estabelece diretrizes como a descentralização da gestão, a participação social e a integralidade da atenção. Além disso, reforça a corresponsabilidade da sociedade e das instituições privadas na promoção, proteção e recuperação da saúde, consolidando os princípios do SUS.

Com base na Lei nº 8.080/1990, assinale a alternativa INCORRETA em relação à regulamentação do direito à saúde no Brasil.
Alternativas
Q3774592 Direito Sanitário
A organização do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil baseia-se na universalidade do acesso e na hierarquização das ações e serviços. O Decreto nº 7.508/2011 regulamenta a Lei nº 8.080/1990 e estabelece normas sobre planejamento, assistência à saúde e articulação interfederativa. Um dos aspectos centrais desse Decreto é a definição das portas de entrada do SUS, que funcionam como primeiro contato do cidadão com o sistema e orientam o fluxo dentro da rede de atenção.

Diante desse contexto, São Portas de Entrada às ações e aos serviços de saúde nas Redes de Atenção à Saúde os serviços:

I. De atenção primária.
II. De atenção de urgência e emergência.
III. De atenção psicossocial.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3774591 Saúde Pública
A Reforma Sanitária brasileira, marcada pela atuação do movimento sanitário, buscou superar o modelo médico-assistencial vigente e ampliar a participação da sociedade civil nas decisões sobre políticas de saúde. A 8ª Conferência Nacional de Saúde (8ª CNS), representou um marco histórico, reunindo milhares de participantes de diferentes setores da sociedade. O evento consolidou a ideia de que a saúde é determinada pela organização social e deve ser assumida como prioridade de governo, e não apenas de determinados Ministérios.

Com base no contexto da 8ª Conferência Nacional de Saúde e do movimento sanitário brasileiro, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3774590 Saúde Pública
A saúde no Brasil é organizada de forma estruturada para garantir o acesso adequado a todos os cidadãos. Essa organização ocorre por níveis de atenção, que permitem classificar os serviços conforme sua complexidade e abrangência. Nesse contexto, observe a pirâmide de atenção à saúde e identifique o nível de atenção correspondente a cada camada.

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Fonte: Adaptado: https://www.philips.com.br/healthcare/resources/lan ding/tasy-atencao-primaria

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3774589 Direito Sanitário
O Sistema Único de Saúde (SUS) foi estruturado a partir de princípios que garantem a participação social como elemento essencial para a formulação e acompanhamento das políticas públicas de saúde. Essa participação pode ocorrer por meio das Conferências de Saúde, realizadas periodicamente, e dos Conselhos de Saúde, que atuam de forma permanente e deliberativa. Tais instâncias colegiadas possibilitam a inclusão da sociedade civil, gestores e profissionais na gestão do sistema, fortalecendo o caráter democrático e descentralizado do SUS. De acordo com a Lei nº 8.142/1990 que regulamenta o funcionamento dessas instâncias, analise as afirmativas abaixo:

I. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) não integram o Conselho Nacional de Saúde, sendo apenas órgãos de apoio técnico-administrativo.
II. A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes
III. O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3774588 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Na prática clínica, é essencial que os profissionais respeitem os limites e a intimidade dos pacientes, garantindo que suas informações pessoais e escolhas sejam preservadas. Manter a confiança estabelecida durante o atendimento é fundamental para a adesão ao tratamento e o sucesso terapêutico. A exposição inadequada de dados ou detalhes íntimos pode gerar insegurança e prejudicar a relação com o profissional. Além disso, o cuidado ético fortalece a comunicação e promove um ambiente seguro e acolhedor. Assim, a proteção das informações e do espaço pessoal do paciente é indispensável para resultados clínicos eficazes.

Com base no respeito à privacidade e à confidencialidade do paciente, registre V, para verdadeiro, e F, para falso as afirmativas abaixo:

(__) A violação da confidencialidade não afeta a confiança do paciente, apenas a sua privacidade.
(__) Apenas a família do paciente é responsável por manter a confidencialidade das informações, não os profissionais de saúde.
(__) Privacidade e confidencialidade são conceitos irrelevantes na prática clínica moderna.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3774587 Direito Constitucional
A Constituição Federal de 1988 estabeleceu o direito à saúde como um direito fundamental de todos os cidadãos e um dever do Estado, definindo as bases para a organização do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, dispõe sobre a relevância pública das ações e serviços de saúde, a participação complementar da iniciativa privada e as diretrizes de descentralização, integralidade e participação da comunidade. O texto constitucional também regula a utilização de recursos públicos, proíbe a exploração econômica de órgãos e define competências do SUS em diversas áreas estratégicas.

Com base nas disposições da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa que apresenta incorretamente os direitos relacionados à saúde. 
Alternativas
Q3774586 Saúde Pública
A Política de Educação Permanente em Saúde (EPS), instituída pela Portaria nº 278/2014, define a Educação Permanente em Saúde (EPS) como um processo de aprendizagem no ambiente de trabalho, em que o ato de aprender e ensinar integra-se ao cotidiano das organizações e às práticas profissionais. Fundamentada na aprendizagem significativa, essa política busca transformar as práticas dos trabalhadores da saúde, promovendo uma mudança no modelo de educação em saúde ao valorizar o aprendizado no contexto laboral e o protagonismo dos profissionais.

Entre as diretrizes da Política de Educação Permanente em Saúde (EPS), estabelecidas pela Portaria nº 278/2014, está(ão):

I. Fomentar práticas educacionais em espaços coletivos de trabalho, fortalecendo o trabalho em equipes multiprofissionais.
II. Favorecer a autonomia dos sujeitos e a corresponsabilização nos processos de trabalho do Ministério da Saúde.
III. Incentivar a centralização das decisões, desconsiderando o trabalho em equipe e a gestão compartilhada entre os profissionais

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3774584 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase. 
Alternativas
Q3774583 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia.

O recurso estilístico presente no trecho acima exemplifica:
Alternativas
Q3774579 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O texto apresenta reflexões sobre a adolescência, abordando questões sociais, familiares e psicológicas, com o objetivo de discutir problemas e propor caminhos de enfrentamento.

Com base no texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.
Alternativas
Q3774578 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
A adolescência, segundo o texto, é descrita como fase de vulnerabilidade, em que transformações internas e pressões externas se entrelaçam, exigindo atenção cuidadosa.

De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3774576 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental [...].

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que há: 
Alternativas
Q3774570 Farmácia
A seleção de medicamentos é uma atividade multidisciplinar e dinâmica, considerada a etapa primordial do ciclo da Assistência Farmacêutica, que visa assegurar a disponibilidade de medicamentos eficazes, seguros e de qualidade a um custo acessível. A sua operacionalização ocorre por meio da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) e resulta na elaboração de uma lista de medicamentos padronizados. Acerca do processo de seleção e padronização de medicamentos, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A seleção de medicamentos deve ser baseada em critérios estritamente econômicos, priorizando sempre o produto de menor preço de aquisição, independentemente de evidências comparativas de eficácia e segurança, a fim de otimizar o orçamento da instituição.
(__)A utilização da Denominação Comum Brasileira (DCB) é um princípio fundamental no processo de seleção, pois desvincula a escolha do produto de interesses comerciais, foca no fármaco e permite a intercambialidade entre genéricos, similares e o medicamento de referência.
(__)Uma vez estabelecida, a relação de medicamentos padronizados (ou formulário terapêutico) deve ser imutável, para garantir a consistência das prescrições e evitar a introdução de novas terapias que possam desestabilizar o controle de estoque e os protocolos clínicos.
(__)A inclusão de um medicamento na padronização hospitalar deve ser solicitada por um profissional habilitado, mediante o preenchimento de um formulário específico contendo a justificativa técnica, análise comparativa com as alternativas já disponíveis e evidências científicas robustas que comprovem a vantagem do novo fármaco.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3774569 Farmácia
O Código de Ética Farmacêutica estabelece os direitos, deveres e proibições do profissional, visando à promoção da saúde e à valorização da profissão. Um farmacêutico, sócio-proprietário de uma drogaria, decide implementar uma campanha promocional agressiva para aumentar as vendas de medicamentos isentos de prescrição (MIPs). A campanha oferece brindes na compra de determinados produtos e divulga, em seus materiais publicitários, a promessa de "cura garantida" para sintomas comuns. Além disso, para otimizar os custos, ele orienta seus funcionários a não realizarem o descarte de medicamentos vencidos conforme a legislação, mas sim a reembalá-los com nova data de validade. Acerca da conduta deste profissional à luz do Código de Ética, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A prática de oferecer brindes e utilizar a expressão "cura garantida" na publicidade de medicamentos, mesmo que isentos de prescrição, constitui infração ética, pois caracteriza concorrência desleal e propaganda enganosa, ferindo o direito do paciente à informação clara e sem exageros.
(__)O farmacêutico tem o direito de exercer a profissão sem ser discriminado, mas também o dever de zelar pelo perfeito desempenho ético da Farmácia, o que inclui a correta supervisão de seus subordinados e a garantia de que as práticas comerciais não se sobreponham aos princípios técnicos e sanitários.
(__)A adulteração do prazo de validade de medicamentos é uma falta administrativa e sanitária grave, mas não constitui uma infração ao Código de Ética Farmacêutica, uma vez que este se atém apenas às relações interpessoais do farmacêutico com pacientes e colegas de profissão.
(__)Ao assumir a responsabilidade técnica e ser proprietário do estabelecimento, o farmacêutico está isento de cumprir algumas normas éticas, pois a autonomia de gestão lhe confere o direito de definir suas próprias estratégias comerciais, mesmo que estas divirjam das recomendações do Conselho de Farmácia.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
161: D
162: B
163: D
164: B
165: A
166: C
167: A
168: B
169: B
170: C
171: E
172: C
173: E
174: D
175: X
176: E
177: E
178: C
179: D
180: A