Questões de Concurso Para prefeitura de são miguel do oeste - sc

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Q3644023 Pedagogia
A Matemática, além de sua importância para a resolução de problemas numéricos, exerce influência significativa no desenvolvimento cognitivo, estimulando diferentes formas de pensamento e raciocínio. Considerando esse papel formativo, analise as afirmativas a seguir:

I.A Matemática contribui para o pensamento lógico dedutivo e a resolução de problemas complexos.
II.O ensino matemático, quando restrito à memorização, pode limitar a construção de habilidades analíticas.
III.A aprendizagem matemática favorece processos de abstração necessários em contextos científicos e tecnológicos.
IV.O ensino baseado apenas em algoritmos prontos estimula a autonomia intelectual e a criatividade.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3644022 Matemática
Uma cooperativa rural está construindo um reservatório de concreto em forma de paralelepípedo, com capacidade para 146.328 litros de água e medidas externas de 7,5 metros de comprimento, 6 metros de largura e 5 metros de altura. Considerando esses dados, qual será o volume (V) de concreto utilizado para fazer o reservatório? 
Alternativas
Q3644021 Matemática
Uma artesã quer maximizar seus lucros a partir da quantidade de peças vendidas mensalmente, então modelou essa relação por meio da função L(x) = - 2x² + 40x + 1000, onde L(x) representa o lucro mensal em reais e x a quantidade de peças vendidas. Considerando essa função, qual é o lucro máximo que a artesã pode obter em um mês?
Alternativas
Q3644020 Matemática
Um agricultor colhe maçãs diariamente aumentando a quantidade em uma progressão aritmética. Se no 1º dia, colheu 120 kg; no 5º dia, 180 kg, quantos quilos ele colherá no 10º dia?
Alternativas
Q3644019 Pedagogia
No contexto da educação matemática, um desafio recorrente para os professores é tornar os conceitos formais significativos para os alunos, relacionando-os com experiências concretas e situações do cotidiano. Essa prática é essencial porque:
Alternativas
Q3644018 Pedagogia
A História da Matemática é um recurso pedagógico que possibilita compreender a construção dos conceitos ao longo do tempo, favorecendo um ensino mais contextualizado e crítico. Com base nessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir e assinale V (verdadeiro) ou F (falso):

(__)Compreender a evolução histórica da Matemática permite ao professor contextualizar conceitos, favorecendo um ensino mais crítico e reflexivo, baseado nas experiências passadas.
(__)A História da Matemática contribui de forma irrelevante para a prática docente, pois não evidencia as necessidades contemporâneas.
(__)A perspectiva histórica contribui para desconstruir a ideia da Matemática como ciência pronta e acabada.
(__)O estudo da origem dos conceitos matemáticos estabelece relações superficiais com a formação de competências didáticas do professor.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3644017 Matemática
Um estacionamento tem 6 vagas enfileiradas e 6 carros diferentes para estacionar. De quantas maneiras distintas os carros podem ser organizados nessas vagas?
Alternativas
Q3643995 Português
O influenciador digital Felca denunciou recentemente a prática de adultização infantil nas redes sociais, que têm impactos negativos no desenvolvimento de crianças e adolescentes. Nesse contexto, qual é o significado do termo "adultização"?
Alternativas
Q3643990 Pedagogia
Segundo o Artigo 4º da Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, assinale a alternativa que não corresponde a uma das garantias do dever do Estado com a educação escolar pública.
Alternativas
Q3643989 Português
No ensino de língua portuguesa é importante trabalhar com a diversidade dos gêneros textuais, indo além dos tradicionais, incluindo formatos próprios da cultura digital e juvenil, como memes, e charges digitais, levando em consideração os diferentes processos e ações que esses gêneros envolvem — como curar, seguir, compartilhar e remixar.

Além disso, é fundamental entender as estratégias de persuasão presentes no discurso publicitário, o incentivo ao consumo e as diferenças entre comercializar um produto e "vender" uma ideia, bem como entre anúncio publicitário e propaganda.

Com base nisso, o professor deve propor atividades que possibilitem aos alunos:

(__)Identificar e analisar os efeitos de sentido que reforçam a persuasão em textos publicitários, relacionando as estratégias de apelo ao consumo aos recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempos verbais, jogos de palavras, figuras de linguagem, entre outros, com o objetivo de fomentar práticas de consumo conscientes.
(__)Inferir e justificar, em textos multissemióticos − tirinhas, charges, memes, gifs etc. −, os efeitos de humor, ironia e/ou crítica produzidos pelo uso ambíguo de palavras, imagens.
(__)Trabalhar com os alunos a diferenciação entre liberdade de expressão e discursos de ódio, promovendo debates, reflexões e ações que incentivem o posicionamento crítico e ético diante de discursos discriminatórios, bem como orientações sobre formas de denúncia quando necessário.

A sequência que preenche adequadamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3643988 Pedagogia
A Lei nº 7.148/2015 dispõe sobre a aprovação do Plano Municipal de Educação (PME) do Município de São Miguel do Oeste, no Estado de Santa Catarina.

Fica aprovado o Plano Municipal de Educação − PME, com vigência de 10 (dez) anos a partir da publicação desta Lei, conforme disposto nos Anexos I e II, com o objetivo de cumprir o que estabelece o art. 8º da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 (Lei do Plano Nacional de Educação).

São diretrizes do PME:

I.Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação;
II.Melhoria da qualidade da educação.
III.Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade.
IV.Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública.

As alternativas que apresentam corretamente as diretrizes da PME são:
Alternativas
Q3643987 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 13 de julho de 1990, constitui o principal marco legal no Brasil que garante os direitos das crianças e dos adolescentes.

Com base na Lei nº 8.069/90, referente ao direito à vida e à saúde, julgue a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3643986 Pedagogia
Com base na Lei nº 7.148/2015, que institui o Plano Municipal de Educação (PME) de São Miguel do Oeste/SC, e em consonância com a Lei nº 13.005/2014 (PNE), assinale a alternativa INCORRETA sobre os artigos apresentados.
Alternativas
Q3643985 Português
A expressão oral não é um complemento nem um acréscimo nas aulas de Língua Portuguesa, que devem tratar com a mesma importância as competências de falar, ler e escrever. Desenvolver os usos da linguagem oral próprios das situações formais e públicas, em que deverão ser usadas as normas urbanas de prestígio, é tarefa que contribui enormemente para a formação de cidadãos conscientes e críticos, capazes de expressar-se para reivindicar, emocionar, apelar, julgar, interpelar. Da mesma forma, as atividades de expressão oral desenvolvem habilidades sociais de cordialidade, respeito, tolerância e ensinam ao aluno formas de gestualidade e expressão corporal que contribuem para sua inserção social e a compreensão histórica do momento que vive.
(https://www.scielo.br/j/bak/a/r3rdR4q6XXwpbnCYCsXd8NM/?format=h tml&lang=pt)

Com base no trecho e no conhecimento sobre o ensino da oralidade, analise as afirmativas:

I.A oralidade deve ser compreendida como um objeto efetivo de ensino na escola, ultrapassando o caráter de atividades improvisadas ou meramente complementares.
II.A oralidade possui suas próprias regras e os gêneros orais devem ser trabalhados de forma sistemática, desde os mais espontâneos aos mais formais.
III.A entonação, a expressão corporal e a escuta devem ser vistos como elementos fundamentais na prática da oralidade.
IV.A oralidade deve ser ensinada apenas como apoio ao ensino da escrita, já que a fala espontânea é desorganizada e não possui regras claras de uso.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3643984 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo


Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?


Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?


O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?


Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.


Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.


"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.


"É puramente uma questão de números. É probabilidade."


A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.


Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.


O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.


Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.


"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."


Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.


No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).


Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.


Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.


Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.


"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.


E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.


Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.


Visitantes esperados?


Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.


É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?


"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.


Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.


"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."


Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.


"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.


Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.


E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.


Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.


Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.


Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.


Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
Observe a colocação pronominal nos trechos apresentados a seguir e julgue as proposições que tratam do assunto:

I."A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes."
A colocação pronominal está adequada, pois quando há justificativa para a próclise o pronome pode ser colocado antes do verbo auxiliar.
II."... orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa."
A colocação em próclise está adequada, pois o pronome relativo atrai o pronome.
III."Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien."
A próclise está adequada , pois o pronome 'nos' já é aceito pela norma exemplar proclítico ao verbo, quando o sujeito está oculto e o pronome representa a forma átona desse sujeito.
IV."...mas não vão nos visitar tão cedo...".
A forma como o pronome foi colocado no trecho acima reflete um uso informal da norma culta, comum na linguagem coloquial.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3643983 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo


Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?


Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?


O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?


Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.


Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.


"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.


"É puramente uma questão de números. É probabilidade."


A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.


Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.


O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.


Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.


"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."


Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.


No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).


Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.


Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.


Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.


"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.


E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.


Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.


Visitantes esperados?


Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.


É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?


"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.


Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.


"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."


Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.


"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.


Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.


E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.


Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.


Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.


Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.


Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
"O que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa."

As alternativas a seguir apresentam palavras compostas com emprego do hífen adequadamente, assim como o vocábulo 'anos-luz', EXCETO:
Alternativas
Q3643982 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo


Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?


Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?


O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?


Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.


Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.


"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.


"É puramente uma questão de números. É probabilidade."


A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.


Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.


O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.


Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.


"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."


Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.


No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).


Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.


Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.


Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.


"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.


E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.


Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.


Visitantes esperados?


Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.


É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?


"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.


Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.


"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."


Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.


"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.


Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.


E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.


Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.


Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.


Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.


Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
Com base nos elementos fonéticos e fonológicos presentes nos trechos retirados do texto, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, e com (F), as falsas.

(__)No trecho 'Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas...', os vocábulos 'olhe' e 'para' apresentam quantidades diferentes de fonemas, embora possuam o mesmo número de letras. Já o vocábulo 'pontilhado' contém um dígrafo vocálico e um dígrafo consonantal.
(__)No trecho 'O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?', o vocábulo 'sabemos' apresenta um dígrafo vocálico, enquanto 'ambiente' apresenta dois.
(__)No trecho 'Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta', os vocábulos 'quais' e 'que' apresentam dígrafo consonantal, em que uma consoante e uma vogal representam o som de apenas uma consoante.
(__)No trecho 'É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida', os vocábulos 'quase' e 'certo' apresentam o mesmo número de letras e fonemas.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3643981 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo


Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?


Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?


O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?


Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.


Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.


"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.


"É puramente uma questão de números. É probabilidade."


A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.


Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.


O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.


Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.


"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."


Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.


No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).


Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.


Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.


Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.


"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.


E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.


Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.


Visitantes esperados?


Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.


É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?


"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.


Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.


"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."


Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.


"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.


Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.


E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.


Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.


Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.


Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.


Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
"Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida."

As formas nominais 'encontradas' e 'descobertos' estão corretamente flexionadas, de acordo com os substantivos que acompanham, assim como ocorre nos enunciados a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q3643980 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo


Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?


Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?


O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?


Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.


Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.


"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.


"É puramente uma questão de números. É probabilidade."


A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.


Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.


O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.


Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.


"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."


Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.


No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).


Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.


Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.


Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.


"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.


E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.


Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.


Visitantes esperados?


Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.


É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?


"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.


Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.


"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."


Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.


"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.


Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.


E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.


Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.


Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.


Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.


Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
Considerando a acentuação dos vocábulos extraídos do texto, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, ou com (F), as falsas.

(__)Os vocábulos 'evidências', 'sólidas' e 'minúsculo' são acentuados graficamente de acordo com a regra de acentuação das palavras proparoxítonas.
(__)O vocábulo 'céu' é exemplo de palavra que permanece acentuada, diferentemente dos vocábulos 'apoia', 'debiloide' e 'joia', que perderam o acento por serem paroxítonas formadas por ditongos abertos tônicos 'ói'.
(__)O vocábulo 'poderíamos' é acentuado pela regra das palavras que apresentam o 'i' tónico formando hiato, assim como 'faísca' e 'cafeína'.
(__)O vocábulo 'técnicas' é acentuado por se uma palavra proparoxítona, razão pela qual também devem ser acentuados os vocábulos 'egide', 'prototipo' e 'batega'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3643979 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo


Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?


Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?


O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?


Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.


Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.


"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.


"É puramente uma questão de números. É probabilidade."


A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.


Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.


O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.


Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.


"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."


Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.


No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).


Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.


Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.


Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.


"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.


E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.


Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.


Visitantes esperados?


Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.


É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?


"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.


Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.


"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."


Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.


"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.


Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.


E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.


Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.


Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.


Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.


Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock."

Analise sintaticamente o termo destacado no enunciado acima e em seguida observe os destacados nos enunciados a seguir:

I.Nunca me disseram isso.
II.Não se precisa de maus conselhos.
III.Havia um silêncio de morte na taba.
IV.Despediram-se muito cedo os amigos.
V.Da escuridão surgiu um vulto.

Após análise, pode-se afirmar que o termo destacado no enunciado do trecho do texto exerce a mesma função sintática do termo destacado em:
Alternativas
Respostas
881: C
882: A
883: A
884: A
885: D
886: B
887: B
888: C
889: B
890: B
891: B
892: C
893: A
894: B
895: C
896: D
897: D
898: B
899: D
900: C