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Complete o excerto abaixo com o termo correspondente.
“O termo ______________ visa comunicar a ideia de que, ao mesmo tempo em que se pressupõem e se respeitam as diversidades regionais, culturais, políticas, existentes no país, e constroem referências nacionais que possam dizer quais os pontos comuns que caracterizam o fenômeno educativo em todas as regiões brasileiras” (Brasil, 1998).
Leia as alternativas abaixo, marque V (verdadeiro) e F (falso) e, posteriormente, a resposta correta.
I – O trabalho de orientação vocacional é um dos campos clássicos de atuação do orientador, porém com o avanço da inteligência artificial sua importância tem sido reduzida.
II – Um ponto comum no trabalho de orientação vocacional é o fato de que todos os educadores, ainda que por meio de metodologias diferentes, apontam para a direção da empregabilidade.
III – Um aspecto que precisa ser analisado de forma crítica são as visões assumidas pelos orientadores educacionais que acabam quase que por introjetar a culpa pelo fracasso na própria vítima ou criar uma expectativa alienada, na medida em que o modelo social não é posto em questão.
IV - O orientador deve provocar o supervisor/coordenador, e ambos problematizarem a prática pedagógica da escola e dos professores.
V - Um aspecto importante do trabalho da orientação é a necessidade de ratificar o status científico em relação à ocorrência de quaisquer problemas relacionados com os alunos.
O final dos anos 1970 e ao longo dos anos 1980, observa-se o afloramento de discussões que visam transferir as teorias do campo da administração das empresas para as escolas, sinalizando pensamentos contrários às práticas autoritárias em âmbito escolar. Em 1990, há o surgimento de uma nova variável nesse cenário, a defesa da gestão democrática embasada pelos princípios do pensamento neoliberal.
Todo esse contexto marca a implantação das reformas educacionais que embasaria o modelo atual de orientação educacional. Dentro dessa sistemática, qual é a dimensão que passa a orientar a tomada de decisão marcada por propósitos decididos coletivamente e definidos por meio do Projeto Político-Pedagógico?
Leia o texto a seguir para responder à questão
Seu Afredo
Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Alfredo estava sozinho.
Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:
– Onde vais assim tão elegante?
Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide caseira, queixou-se do fatigante ramerrão do trabalho doméstico. Seu Alfredo virou-se para ela e disse:
– Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.
De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Alfredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:
– Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:
– É, canto às vezes, de brincadeira…
Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador: –
Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática. Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:
– Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!
E, a seguir, ponderou:
– Agora, piano é diferente. Pianista ela é!
E acrescentou:
– Eximinista pianista!
MORAES, V. Seu Afredo. In: Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 65-66.
Leia o texto a seguir para responder à questão
Seu Afredo
Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Alfredo estava sozinho.
Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:
– Onde vais assim tão elegante?
Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide caseira, queixou-se do fatigante ramerrão do trabalho doméstico. Seu Alfredo virou-se para ela e disse:
– Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.
De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Alfredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:
– Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:
– É, canto às vezes, de brincadeira…
Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador: –
Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática. Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:
– Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!
E, a seguir, ponderou:
– Agora, piano é diferente. Pianista ela é!
E acrescentou:
– Eximinista pianista!
MORAES, V. Seu Afredo. In: Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 65-66.
Available at: http://www.gocomics.com/nonsequitur/2022/11/22
What is the irony presented in the comic about the "Memory Improvement Seminar"?
Consider the following statements about the phonological system of the English language and answer the question:
I. The distinction between the sounds /ʃ/ (as in "she") and /tʃ/ (as in "chair") is a contrast between a fricative and an affricate.
II. The English phoneme /ɪ/ (as in "sit") and /i:/ (as in "seat") differ in both length and quality, with the latter being a tense, long vowel.
III. In English, stress can affect both meaning and grammatical category, as seen in words like "record" (noun) and "record" (verb), where the noun is stressed on the second syllable, and the verb on the first.
Which of the following is correct?
Consider the following set of words:
unhappiness;
disagreement;
reclassification;
remotivation;
disloyalty.
Which of the following best describes the common morphological process observed in the formation of these words?