Questões de Concurso Para ufscar

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Q3951638 Matemática
Uma equipe composta por 9 servidores executa determinado serviço em 20 dias, mantendo produtividade individual constante e trabalhando nas mesmas condições durante todo o período. Mantidas as mesmas condições, para que o mesmo serviço seja concluído em 15 dias, o número necessário de servidores será:
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Q3951637 Português
Texto 4


Cerrado

Cerrado é onde ocorre a predominância do bioma das savanas no Brasil. Trata-se do segundo maior domínio em extensão territorial, ocupando uma área de mais de dois milhões de km². O termo “cerrado” pode ser utilizado em três sentidos. O primeiro diz respeito à “fisionomia do cerrado sensu stricto”. É uma das fisionomias do bioma savana, e parte da província florística cerrado sensu lato.
O segundo se refere à “província do cerrado sensu lato”. É uma província florística ou fitogeográfica – também chamada tipo vegetacional ou fitocório, que é um conceito florístico, que leva em conta a composição dos grupos taxonômicos das plantas de uma comunidade, (isto é, a flora) e biogeográfica (ao se incluir também a fauna).
O terceiro se aplica ao “domínio do cerrado”. É um domínio morfoclimático e fitogeográfico (área do espaço geográfico, com dimensões subcontinentais, em que predominam características morfoclimáticas – de clima e relevo – semelhantes, além de uma província florística (tipo vegetacional) predominante, podendo, entretanto, conter vários tipos de formações (como a floresta ripícola, o campo rupícola, o Cerradão, a floresta estacional decídua, o campo úmido, o campo rupestre a mata ciliar, a mata de galeria, a vereda etc.), algumas pertencentes a outras províncias florísticas (como a Mata Atlântica).


Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerrado. Acesso em: 18 fev. 2026. [Adaptado].
As expressões “stricto sensu” (ou “sensu stricto”), “lato sensu” (ou “sensu lato”), “et cetera” (ou a abreviatura “etc.”) são formas latinas de uso corrente e consagrado no português. Significam, segundo a ordem, 
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Q3951636 Português
Texto 4


Cerrado

Cerrado é onde ocorre a predominância do bioma das savanas no Brasil. Trata-se do segundo maior domínio em extensão territorial, ocupando uma área de mais de dois milhões de km². O termo “cerrado” pode ser utilizado em três sentidos. O primeiro diz respeito à “fisionomia do cerrado sensu stricto”. É uma das fisionomias do bioma savana, e parte da província florística cerrado sensu lato.
O segundo se refere à “província do cerrado sensu lato”. É uma província florística ou fitogeográfica – também chamada tipo vegetacional ou fitocório, que é um conceito florístico, que leva em conta a composição dos grupos taxonômicos das plantas de uma comunidade, (isto é, a flora) e biogeográfica (ao se incluir também a fauna).
O terceiro se aplica ao “domínio do cerrado”. É um domínio morfoclimático e fitogeográfico (área do espaço geográfico, com dimensões subcontinentais, em que predominam características morfoclimáticas – de clima e relevo – semelhantes, além de uma província florística (tipo vegetacional) predominante, podendo, entretanto, conter vários tipos de formações (como a floresta ripícola, o campo rupícola, o Cerradão, a floresta estacional decídua, o campo úmido, o campo rupestre a mata ciliar, a mata de galeria, a vereda etc.), algumas pertencentes a outras províncias florísticas (como a Mata Atlântica).


Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerrado. Acesso em: 18 fev. 2026. [Adaptado].
O Texto 4 é parte de um texto maior, de caráter expositivodescritivo, publicado na Wikipédia, no qual se apresentam informações conceituais, históricas, técnicas etc. a respeito do termo “Cerrado”. Considerando as características composicionais, o objetivo comunicativo e o espaço de circulação, o Texto 4 é classificado como 
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Q3951635 Português
Texto 3


Doenças da Idade Média

Por Arthur Almeida, da Agência Einstein


A confirmação de um caso de peste bubônica (“peste negra”) no final de agosto de 2025 nos Estados Unidos reverberou em diversos países. Muitos imaginam que essa doença tenha ficado no passado, especificamente na Idade Média, quando se estima que tenha causado a morte de 75 milhões a 200 milhões de pessoas em todo o mundo. Mas, na verdade, ela ainda está entre nós – assim como outras enfermidades que entraram para a história, como por exemplo a cólera e a hanseníase.
Todos os microrganismos patogênicos têm como objetivo biológico primordial se perpetuar e, para tanto, buscam formas de se reproduzir. Na prática, isso significa que, por mais que o ser humano consiga criar barreiras para tentar desacelerar esse processo, a seleção natural caminha em direção a tentar selecionar características evolutivas que permitam a esses agentes infecciosos driblar nossos mecanismos de proteção.
Por isso é tão difícil pensar na erradicação de doenças. “Em toda a história, a única infecção que conseguimos de fato impedir que ocorra na natureza é a varíola. Tanto é que, desde 1980, quando a OMS a declarou erradicada, acabou a exigência de medidas de controle, como a vacinação. Mas essa não é a regra”, explica o epidemiologista Expedito José de Albuquerque Luna, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
A desigualdade social e as falhas na vigilância epidemiológica favorecem os surtos. Por isso, a chave para superar esses problemas está em garantir o saneamento básico e o acesso à água potável, ao mesmo tempo em que se oferece antimicrobianos e vacinação à população.


Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/11/doencasda-idade-media-continuam-circulando-e-fazendo-vitimas.ghtml. Acesso em: 18 nov. 2025. [Adaptado].
No segmento oracional “por mais que o ser humano consiga criar barreiras para tentar desacelerar esse processo”, a locução conectiva “por mais que” expressa um sentido
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Q3951634 Português
Texto 3


Doenças da Idade Média

Por Arthur Almeida, da Agência Einstein


A confirmação de um caso de peste bubônica (“peste negra”) no final de agosto de 2025 nos Estados Unidos reverberou em diversos países. Muitos imaginam que essa doença tenha ficado no passado, especificamente na Idade Média, quando se estima que tenha causado a morte de 75 milhões a 200 milhões de pessoas em todo o mundo. Mas, na verdade, ela ainda está entre nós – assim como outras enfermidades que entraram para a história, como por exemplo a cólera e a hanseníase.
Todos os microrganismos patogênicos têm como objetivo biológico primordial se perpetuar e, para tanto, buscam formas de se reproduzir. Na prática, isso significa que, por mais que o ser humano consiga criar barreiras para tentar desacelerar esse processo, a seleção natural caminha em direção a tentar selecionar características evolutivas que permitam a esses agentes infecciosos driblar nossos mecanismos de proteção.
Por isso é tão difícil pensar na erradicação de doenças. “Em toda a história, a única infecção que conseguimos de fato impedir que ocorra na natureza é a varíola. Tanto é que, desde 1980, quando a OMS a declarou erradicada, acabou a exigência de medidas de controle, como a vacinação. Mas essa não é a regra”, explica o epidemiologista Expedito José de Albuquerque Luna, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
A desigualdade social e as falhas na vigilância epidemiológica favorecem os surtos. Por isso, a chave para superar esses problemas está em garantir o saneamento básico e o acesso à água potável, ao mesmo tempo em que se oferece antimicrobianos e vacinação à população.


Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/11/doencasda-idade-media-continuam-circulando-e-fazendo-vitimas.ghtml. Acesso em: 18 nov. 2025. [Adaptado].
De acordo com as informações apresentadas no Texto 3, enfermidades como a peste bubônica, a hanseníase e a cólera
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Q3951633 Português
Texto 2


Neologismo

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
Considerando que o neologismo proposto pelo eu lírico “teadoro” seja uma única palavra, os dois vocábulos do verso “Teadoro, Teodora” constituem, segundo a ordem em que aparecem,
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Q3951632 Português
Texto 2


Neologismo

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
O neologismo proposto pelo eu lírico “teadorar” é formado pela junção de duas palavras que, originalmente, têm respectivamente as seguintes propriedades morfossintáticas: 
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Q3951631 Português
Texto 2


Neologismo

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
Em Neologismo, o eu lírico toma o ato de inventar palavras como objeto de referência. Nesse sentido, o poema é construído a partir de um procedimento 
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Q3951630 Português

Texto 1






SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.



Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.


Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.


Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

No trecho “o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só”, o termo “pletora” pode ser substituído, sem prejudicar a coesão e o sentido, por
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Q3951629 Português

Texto 1






SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.



Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.


Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.


Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

Considere o seguinte trecho citado no Texto 1: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”. Nesse trecho, o uso do sinal gráfico barra oblíqua ou inclinada (/) serve para
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Q3951628 Português

Texto 1






SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.



Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.


Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.


Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

O Texto 1, considerando-se a forma composicional e o conteúdo temático, pertence ao gênero 
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Q2343901 Áudio e Vídeo
No software Adobe After Effects, há uma série de efeitos de movimento bastante adequados para demonstrações animadas, criação de vinhetas, movimentos de tipografia e formas geométricas, dentre outras aplicações similares. A esse estilo de animação, dá-se o nome de: 
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Q2343900 Pedagogia
A utilização de diferentes estratégias presentes e bem desenvolvidas em outras mídias tem se mostrado uma forma bastante promissora de inovação pedagógica em sala de aula, seja ela presencial, seja ela on-line. A apropriação, por exemplo, de recursos comuns em jogos digitais, como mecânicas de interação e cooperação, construção colaborativa de narrativas e de soluções criativas, bem como a busca por caminhos personalizados e a bonificação por escolhas e ações bem-sucedidas são tipicamente características da: 
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Q2343899 Áudio e Vídeo
Com a impossibilidade de gravação em diferentes cenários ao redor do mundo, ou mesmo para maior controle de gravação em estúdio no que se refere à captação do som e iluminação, utiliza-se como técnica de efeito visual uma tela de cor única e uniforme que, durante o processo de pós-produção, é substituída por uma imagem estática ou em movimento daquilo que se pretende mostrar, emulando um cenário de forma digital. Para este recurso, dá-se o nome de: 
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Q2343898 Áudio e Vídeo
A composição de vários elementos, tais como figuras, gráficos, esquemas, fotografias, etc., para a compreensão de conceitos é uma das maiores virtudes da utilização do meio audiovisual na educação. Para se utilizar imagens ilustrativas em conteúdos audiovisuais educacionais, como vídeos, slides, animações, infográficos e outros, professores e autores devem: 
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Q2343897 Áudio e Vídeo
O efeito de fluidez audiovisual é responsável por criar uma sensação de movimento a partir de uma sequência de imagens estáticas encadeadas em um ritmo que nós, seres humanos, percebemos com certa naturalidade. Ainda que se tenha um entendimento comum de que quanto mais quadros, ou frames, contidos em um segundo de vídeo, maior a sensação de suavidade no movimento (algo atualmente muito valorizado em outras mídias, como jogos eletrônicos), há uma convenção de que a projeção de filmes em salas de cinema é de:  
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Q2343896 Áudio e Vídeo
A decupagem de um roteiro audiovisual é o momento em que se faz um detalhamento técnico da cena a ser captada, incluindo movimentos de câmera, posicionamento dos objetos de interesse, sugestões de transição entre planos, dentre outras marcações de linguagem. A nomenclatura específica de enquadramentos é fundamental para que equipes de gravação e direção encontrem a melhor forma de registrar a tomada de acordo com a intencionalidade da obra. Na imagem em destaque, pode-se dizer que a apresentadora está em: 
Imagem associada para resolução da questão
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Q2343895 Áudio e Vídeo
A produção de conteúdos animados é uma forma que cada vez mais ganha notoriedade dentro de instituições de ensino, principalmente pela capacidade da linguagem demonstrar conceitos abstratos ou que, de outra forma, seriam muito mais difíceis de serem visualizados ou mesmo materializados, tais como experimentos microscópicos ou macroscópicos, fenômenos naturais, infográficos, dentre outros. Para a criação de animações bidimensionais e tridimensionais, são ferramentas comuns: 
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Q2343894 Áudio e Vídeo
A gravação de vídeo para utilização em meios digitais é uma potente ferramenta para uso educacional, dentre outras aplicações. Para uma captação com iluminação adequada, por vezes é necessário o uso de fontes complementares de luz, como refletores, luminárias e outros aparatos. Contudo, o posicionamento dessas fontes pode ser prejudicial para uma gravação, causando efeitos indesejados. O reflexo na lente pode ser um desses erros quando:
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Q2343893 Áudio e Vídeo
A reprodução de arquivos de vídeos em diferentes dispositivos depende de uma série de fatores denominados pela codificação destas imagens, modelos de compressão, dentre outros fatores. A incapacidade de um computador ou qualquer outro dispositivo digital em reproduzir um material finalizado em formato audiovisual pode, dentre outros motivos, ser por formatos incompatíveis com codecs instalados. Dentre as opções listadas, são formatos comuns para vídeo: 
Alternativas
Respostas
641: C
642: C
643: A
644: C
645: D
646: B
647: C
648: A
649: B
650: B
651: D
652: B
653: E
654: E
655: C
656: D
657: A
658: A
659: D
660: A