Questões de Concurso
Para câmara legislativa do distrito federal
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O tempo nos nossos tempos
O espaço e o tempo são categorias básicas da existência humana. E, no entanto, raramente discutimos o seu sentido; tendemos a tê-los por certos e lhes damos atribuições do senso comum ou autoevidentes. Registramos a passagem do tempo em segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, décadas, séculos e eras, como se tudo tivesse o seu lugar numa única escala temporal objetiva. Embora o tempo na física seja um conceito difícil e objeto de contendas, não costumamos deixar que isso interfira no nosso sentido comum do tempo, em torno do qual organizamos nossa rotina diária. Reconhecemos, é verdade, que os nossos processos e percepções mentais podem nos pregar peças, fazer segundos parecerem anos-luz ou horas agradáveis passarem com tanta rapidez que mal nos damos conta. Também podemos reconhecer o fato de diferentes sociedades (ou mesmo diferentes subgrupos) cultivarem sentidos de tempo bem distintos.
Na sociedade moderna, muitos sentidos distintos de tempo se entrecruzam. Os movimentos cíclicos e repetitivos (do café da manhã e da ida ao trabalho a rituais sazonais como festas populares e aberturas de temporadas esportivas) oferecem sensação de segurança num mundo em que o impulso geral do progresso parece ser sempre para frente e para o alto – na direção do firmamento do desconhecido.
Quando o sentido do tempo como progresso é ameaçado pela depressão ou pela recessão, pela guerra ou pelo caos social, podemos nos reassegurar (em parte) com a ideia do tempo cíclico como um fenômeno natural a que devemos forçosamente nos adaptar ou recorrer a uma imagem ainda mais forte de alguma propensão universal estável, como contraponto perpétuo do progresso. E, em momentos de desespero ou de exaltação, quem entre nós consegue impedir-se de invocar o tempo do destino, do mito, dos deuses?
(HARVEY, David. Condição pós-moderna. Trad. Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Loyola, 1993, p. 187-188)
O diagrama abaixo é utilizado para determinar o caminho crítico de um projeto com base no PMBOK 5ª edição.

Os valores que preenchem corretamente as lacunas I, II e III, no diagrama, e o caminho crítico são corretamente definidos
em
De um modo geral, não seria inteligente investir em um projeto com um retorno de 10% quando há outra alternativa que pode retornar 20%. Para isso é importante que seja definida uma taxa que corresponda à menor taxa interna de retorno que a instituição consideraria um bom investimento. Essa taxa será uma referência para indicar que o projeto pode alcançar pelo menos essa taxa de retorno e representa o custo de oportunidade da instituição para seus investimentos. Este valor indica a taxa mínima de retorno que um gerente de projeto deve considerar atraente antes de iniciar um projeto. Assim, deve ser mais provável que um gerente de projeto inicie um novo projeto se sua taxa exceder o nível atual de outros projetos.
De acordo com a descrição, o método escolhido pelos Analistas é denominado
a. durante a fase de codificação: R$ 1.000,00 cada um b. na fase de testes: R$ 5.000,00 cada um c. na fase de manutenção: R$ 10.000,00 cada um
Um Analista de Sistemas foi solicitado a fazer a avaliação dos custos de qualidade com base em 2 cenários:
Cenário 1: todos os 200 erros foram encontrados na fase de codificação.
Cenário 2: nenhum erro foi encontrado na fase de codificação, 50 erros foram encontrados na fase de testes e 150 foram encontrados na fase de manutenção.
Ao analisar os dois cenários, o Analista conclui, corretamente, que
(Fonte: PRESSMAN, Roger S; MAXIM, Bruce R. Engenharia de software − uma abordagem profissional. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. p. 489)
Ao analisar a figura, um Analista de Sistemas conclui corretamente que