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Q858132 Português

Atente às duas charges abaixo e responda ao que se pede:


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas ideias propostas nas imagens acima, julgue cada uma das sentenças abaixo:


I- O sujeito sintático de “CURA ESSE GAY AGORA!”, conforme as exigências da norma padrão, está implícito e é “VOCÊ” referenciando, no contexto, “JESUS”.

II- É latente o caráter metafórico na expressão “Que gatinho!” (imagem I) e polissêmico nas expressões “dinheiro limpinho” e “laranja” (imagem II), legitimando, na imagem II, um importante fator de textualidade chamado intertextualidade.

III- As expressões “como” e “tão” (Imagem I) induzem a, respectivamente, circunstâncias causal e temporal.

IV- A função da linguagem predominante na imagem II é a metalinguística.

V- O sufixo “inho” na expressão “gatinho” (imagem I) propõe, no contexto, uma carga semântica onde o afeto é minimizado em relação à pequenez física do interlocutor.


É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q858131 Português

Um texto bem construído e, naturalmente, bem interpretado, vai apresentar aquilo que Beaugrande, Dressler (1996) e Costa Val (2002) chamam de textualidade, isto é, o conjunto de características que fazem com que um texto seja assim chamado e não uma sequência de frases quaisquer.


Atente para os dois textos a seguir e responda ao que se pede:



Texto IV

As Caravanas (Chico Buarque)


É um dia de real grandeza, tudo azul

Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos

Um sol de torrar os miolos

Quando pinta em Copacabana

A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba

A caravana do Irajá, o comboio da Penha

Não há barreira que retenha esses estranhos

Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho

A caminho do Jardim de Alá

É o bicho, é o buchicho, é a charanga


Diz que malocam seus facões e adagas

Em sungas estufadas e calções disformes

É, diz que eles têm picas enormes

E seus sacos são granadas

Lá das quebradas da Maré


Com negros torsos nus deixam em polvorosa

A gente ordeira e virtuosa que apela

Pra polícia despachar de volta

O populacho pra favela

Ou pra Benguela, ou pra Guiné


Sol, a culpa deve ser do sol

Que bate na moleira, o sol

Que estoura as veias, o suor

Que embaça os olhos e a razão


E essa zoeira dentro da prisão

Crioulos empilhados no porão

De caravelas no alto mar 

Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria

Filha do medo, a raiva é mãe da covardia

Ou doido sou eu que escuto vozes

Não há gente tão insana

Nem caravana

Nem caravana

Nem caravana do Arará

Segundo Marcuschi (2001), “Usamos a expressão tipo textual para designar uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas). Em geral, os tipos textuais abrangem cerca de meia dúzia de categorias conhecidas como: narração, argumentação, exposição, descrição, injunção. Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica.” Com base nesta compreensão, preencha os parênteses com a seguinte convenção: (TT) para Tipo textual e (GT) para Gênero textual.


( ) Carta-denúncia

( ) Argumentação

( ) Ofício

( ) Narração-descrição

( ) Propaganda

( ) Conferência

( ) Injunção


A sequência CORRETA é

Alternativas
Q858130 Português

Um texto bem construído e, naturalmente, bem interpretado, vai apresentar aquilo que Beaugrande, Dressler (1996) e Costa Val (2002) chamam de textualidade, isto é, o conjunto de características que fazem com que um texto seja assim chamado e não uma sequência de frases quaisquer.


Atente para os dois textos a seguir e responda ao que se pede:



Texto IV

As Caravanas (Chico Buarque)


É um dia de real grandeza, tudo azul

Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos

Um sol de torrar os miolos

Quando pinta em Copacabana

A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba

A caravana do Irajá, o comboio da Penha

Não há barreira que retenha esses estranhos

Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho

A caminho do Jardim de Alá

É o bicho, é o buchicho, é a charanga


Diz que malocam seus facões e adagas

Em sungas estufadas e calções disformes

É, diz que eles têm picas enormes

E seus sacos são granadas

Lá das quebradas da Maré


Com negros torsos nus deixam em polvorosa

A gente ordeira e virtuosa que apela

Pra polícia despachar de volta

O populacho pra favela

Ou pra Benguela, ou pra Guiné


Sol, a culpa deve ser do sol

Que bate na moleira, o sol

Que estoura as veias, o suor

Que embaça os olhos e a razão


E essa zoeira dentro da prisão

Crioulos empilhados no porão

De caravelas no alto mar 

Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria

Filha do medo, a raiva é mãe da covardia

Ou doido sou eu que escuto vozes

Não há gente tão insana

Nem caravana

Nem caravana

Nem caravana do Arará

Apartir dos textos III e IV, julgue cada uma das afirmações feitas a seguir à luz dos elementos de textualidade presentes em cada uma delas e em seguida responda ao que se pede.


I- No texto III o jogo semântico-discursivo, que envolve elementos sócio-históricos interrelacionados com os processos de colonização do Brasil podem ser inferidos, por exemplo, a partir do cruzamento do campo semântico das expressões RICO e AZEITE (referências a Portugal, local de grande produção de azeites no mundo e país colonizador do Brasil) com ESCURO e SEGURANÇA(alusão implícita ao processo de escravatura, comandado por este país, bem como ao fato de grande parte dos negros e afrodescendentes brasileiros, ainda hoje, estarem relegados a profissões que não transcendem a de segurança particular). Não obstante esse jogo semântico-discursivo marcado por pistas que denunciam tal relação, não se percebe, ainda, elementos textuais suficientes justificadores de coerência para afirmar que se trate efetivamente de um texto.

II- No texto IV, a polissemia da palavra “caravana” remete a um campo semântico vasto, complexo e marcado por um amálgama de elementos intertextuais, sócio-históricos, políticos e até geográficos que reatualizam o terror dos navios negreiros que transportavam escravos. A caravana contemporânea, agora, encabeçada pela elite carioca, é denunciada por via de um novo componente: o preconceito social, no caso em tela, da zona sul, contra os crioulos pobres e egressos das favelas, ‘escravos livres’ e cativos da opressão endêmica a que os pobres vêm sendo submetidos historicamente, fruto de um processo de ódio, raiva e covardia, segundo a denúncia veiculada, encabeçada por essa elite branca. Tais elementos são mais que justificadores para comprovar elevados graus de informatividade e coerência no poema, fatores de textualidade patentes e incontestáveis.

III- As caravanas e comboios denunciados no texto e advindos das mais longínquas periferias da cidade não são mais que ararás (espécie de cupim) devoradores, devastadores; de picas enormes e sacos explosivos comem tudo e de tudo. Por essa razão precisam ser expulsos da areia branca do Jardim de Alá e, de preferência, dizimados. Entretanto, expressões como “zoeira”, “quebradas”, “picas”, “É o bicho, é o buchicho”, “populacho” e “malocam” são construções que quebram coesivamente a harmonia do texto, tornando-o cada vez mais incoerente.

IV- Nos versos “Sol, a culpa deve ser do sol/ Que bate na moleira, o sol/ Que estoura as veias, o suor/ Que embaça os olhos e a razão” (texto IV), os itens em destaque, ao retomarem coesivamente a palavra “sol”, exemplificam, na superfície textual, através do jogo de referencialidades, um importante fator de textualidade denominada coesão textual, fundamental para dar a unidade formal ao texto.

V- Ainda no texto IV, pode-se afirmar que não há inferências a maiores riquezas polissêmicas, nem tampouco intencionalmente provocadoras e que minimamente conduzam a graus de informatividade mais expressivos. Nos versos “Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho/ A caminho do Jardim de Alá”, não há, do ponto de vista de coerência de mundo, sobretudo na contemporaneidade, qualquer relação semântica entre “suburbanos”, “muçulmanos” e “Jardim de Alá”.


É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q858129 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Texto II Imagem associada para resolução da questão Disponível em: >https://www.google.com.br/searchbiw=1366&bih=638&tbm=isch&sa=1&q=propagandas+do+corpo&oq= propagandas+do+corpo&gs<. Data da consulta: 10/09/2017. 

Entre os textos I e II existe uma proximidade semântica. Observe os versos abaixo extraídos do texto I, e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta os versos que melhor ilustram as pistas temáticas propostas quando comparadas às do texto II.
Alternativas
Q858128 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Atente aos vocábulos em destaque nos versos a seguir, extraídos do texto I, e responda ao que se pede:


“Meu nome novo é Coisa. / Eu sou a Coisa, coisamente.”


Com base nas pistas semântico-discursivas propostas no texto, e fazendo-se as devidas adaptações morfossintáticas, as palavras que, na sequência, melhor podem substituir as sublinhadas são:

Alternativas
Q858127 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Texto II

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: >https://www.google.com.br/searchbiw=1366&bih=638&tbm=isch&sa=1&q=propagandas+do+corpo&oq=

propagandas+do+corpo&gs<. Data da consulta: 10/09/2017. 

Apartir, ainda, da reflexão proposta nos textos I e II, pode-se deduzir que

Alternativas
Q858126 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Texto II

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: >https://www.google.com.br/searchbiw=1366&bih=638&tbm=isch&sa=1&q=propagandas+do+corpo&oq=

propagandas+do+corpo&gs<. Data da consulta: 10/09/2017. 

Julgue o que se afirma abaixo acerca dos textos I e II e, em seguida, responda ao que se pede.


I- Ambos os textos, a partir de diferentes estratégias de manipulação midiática, de uma forma ou de outra, tratam da mesma temática: o forte e agressivo apelo ao consumo exacerbado promovido pelos diversos suportes midiáticos, que coisificam o ser humano – inclusive o seu corpo – e o transformam em mercadoria e objeto de exposição do consumo.

II- Além de constituírem diferentes gêneros textuais – portanto, de estruturas distintas – os textos I e II também apresentam diferentes propostas temáticas: enquanto o primeiro reflete acerca do processo de coisificação a que o ser humano vem sendo historicamente submetido por vias da imposição midiática, que induz ao consumo exacerbado e predador, o segundo se limita a infantilizar o apelo publicitário, no momento em que, de forma ingênua e bem humorada, se utiliza do corpo dos bebês para expressão explícita do consumo.

III- O texto I traz como proposta um processo de escravização do ser humano, promovido pela mídia, que o induz a se transformar em objeto e coisa do consumo, este tido como senhor da contemporaneidade; já o texto II, trata do processo de encantamento e magia autônomos e livres a que a criança é submetida desde os primeiros dias de vida pelos encantos midiáticos impulsionadores do consumismo responsável e adequado a essa fase etária.

IV- Uma das grandes denúncias explicitadas no texto I se refere à perda da identidade humana a partir da força dos apelos consumistas: a perda da capacidade de escolha livre e independente é uma delas.

V- A “estamparia ambulante” na qual a criança se transforma (texto II), aliada ao fato de, na cena, estar sendo sustentada por mãos adultas, podem sugerir um processo de manipulação estrategicamente posto e comandado, não só pela indústria do consumo, mas também com o aval da própria família.


É VERDADEIRO o que se afirma apenas em: 

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858125 Atualidades

A violência tem atingido os mais diversos municípios, dos mais aos menos populosos. O texto abaixo sinaliza esse aspecto.


O ranking dos municípios mais violentos do Brasil de 2015, divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) em 2017, aponta o município de Santa Rita como o mais violento da Paraíba e o 22º do país. Com uma população de 134.940 habitantes o município registrou 100 homicídios no ano de 2015, o que dá uma taxa de 74,1 homicídios por 100 mil habitantes. Na outra ponta do estudo, o município de Botucatu foi o segundo menos violento de São Paulo e o 6º do país. Com uma população de 139.483 habitantes, o município registrou 6 homicídios no ano de 2015, o que dá uma taxa de 4,3 homicídios por 100 mil habitantes.


Como dois municípios com tamanhos populacionais semelhantes podem ter taxas de homicídios tão diferentes? Marque a alternativa que apresenta fatores CORRETOSpara essa diferença.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858124 Sociologia

Trabalho escravo: “Há fazendas com hospitais para o gado, mas o trabalhador não tem nem água tratada”


Há dez dias, a chamada “lista suja” do trabalho escravo, que revela o nome de empregadores envolvidos em contratações análogas à escravidão, voltou a ser publicada. Em entrevista concedida ao jornal El País, o Procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, falou sobre a atualidade do tema no Brasil. Abaixo, alguns trechos da entrevista.

“Faltava a exposição pública dessas empresas para que a própria sociedade possa ter a consciência de que aquele produto foi produzido com mão de obra escrava. Por exemplo: eu vou comprar um vestido para a minha mulher ou um terno para mim, se eu sei que aquela loja já foi condenada por trabalho escravo eu não vou comprar naquela loja.” “O que se pretende no projeto que tramita no Senado Federal é restringir o trabalho escravo a apenas o trabalho com restrição de liberdade. Esse conceito é o que a gente tinha quando a Lei Áurea foi editada. Se isso passar, vamos ter um atraso de uns 130 anos na história. Eles querem tirar o conceito de jornada exaustiva e de trabalho degradante da norma. Claro que jornada exaustiva não é a de 10, 12 horas. É a de 18, 20 horas por dia. Condição degradante é o trabalhador ser obrigado a se alimentar com comida podre, a beber água de rio, fazer as necessidades no meio do mato. É ele se machucar e ser jogado no meio do mato. Já peguei um caso no Tocantins que o trabalhador estava operando uma serra elétrica, que pegou um nó na madeira, pulou e quase arrancou a perna dele. E o empregador falou: 'isso não é problema meu, se vira'. Achamos esse trabalhador se arrastando na estrada. Isso não é o que se faz nem com um animal. Há fazendas de criação de gado que têm até instalações hospitalares para o gado, mas o trabalhador não tem, sequer, uma cama para dormir ou água tratada.”

(https://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/29/politica/1490822084_983546.html acesso em 16/10/2017)


Sobre o trabalho em condições análogas à escravidão, avalie as proposições como verdadeiras (V) ou falsas (F).


( ) Devido à alta carga de impostos e à ausência de linhas de crédito a juros baixos, o empregador se vê obrigado a “economizar” com o trabalhador, que representa o maior custo de uma empresa, justificando, assim, o trabalho escravo.

( ) O governo pode ser conivente com o trabalho análogo à escravidão à medida que propõe ao congresso reformas que permitem o empregador cortar direitos e benefícios do trabalhador ao mesmo tempo que aumenta sua jornada de trabalho e reduz seu horário de almoço.

( ) Segundo o Procurador-Geral do Trabalho, a divulgação da lista suja do trabalho escravo é necessária pois é pedagógica. Apopulação passa a conhecer as empresas que exploram seus trabalhadores e violam seus direitos.

( ) Uma forma de a população colaborar para a diminuição do trabalho em condições de escravidão no Brasil consumindo os produtos de empresas que usam mão-de-obra em regime semelhante à escravidão.

( ) O financiamento privado de campanhas políticas também contribui para existência do trabalho análogo à escravidão, pois os políticos eleitos com dinheiro das empresas não tomam as medidas necessárias contra essas mesmas empresas que violam os direitos trabalhistas.

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Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858123 Sociologia

Relações étnico-raciais: O papel da UNESCO para a superação da discriminação racial no Brasil


A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) é uma entidade que procura destacar a contribuição dos diversos povos no mundo para a construção da civilização. O desafio, no entanto, é tentar trazer à luz “a compreensão sobre a origem dos conflitos, do preconceito, da discriminação e da segregação racial que assolam o mundo”.

A UNESCO, entre outros fatores, assegura que a diversidade étnico-racial e cultural de um povo constitui a principal riqueza da sociedade que a compõe, especialmente quando promove a igualdade de direitos. Nessa perspectiva, ela afirma que a sociedade brasileira é constituída por diferentes grupos étnico-raciais que a caracterizam, em termos culturais, como uma das mais ricas do mundo. No entanto, sua história é marcada por desigualdades e discriminações, especificamente contra negros e indígenas, impedindo, desta forma, seu pleno desenvolvimento econômico, político e social.

(http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/social-and-human-sciences/ethnic-and-racial-relations/ acesso em 16 de outubro de 2017)


Em relação à superação dos conflitos étnico-raciais no Brasil, podemos afirmar que

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858122 Sociologia

A narrativa abaixo tem como personagem central Totonha, que revela um pouco a sua visão de mundo


Totonha

Capim sabe ler? Escrever? Já viu cachorro letrado, científico? Já viu juízo de valor? Em quê? Não quero aprender, dispenso.

Deixa pra gente que é moço. Gente que tem ainda vontade de doutorar. De falar bonito. De salvar vida de pobre. O pobre só precisa ser pobre. E mais nada precisa. Deixa eu, aqui no meu canto. Na boca do fogão é que fico. Tô bem. Já viu fogo ir atrás de sílaba?

O governo me dê o dinheiro da feira. O dente o presidente. E o vale-doce e o vale-lingüiça. Quero ser bem ignorante. Aprender com o vento, ta me entendendo? Demente como um mosquito. Na bosta ali, da cabrita. Que ninguém respeita mais a bosta do que eu. A química.

Tem coisa mais bonita? A geografia do rio mesmo seco, mesmo esculhambado? O risco da poeira? O pó da água? Hein? O que eu vou fazer com essa cartilha? Número?

Só para o prefeito dizer que valeu a pena o esforço? Tem esforço mais esforço que o meu esforço? Todo dia, há tanto tempo, nesse esquecimento. Acordando com o sol. Tem melhor bê-á-bá? Assoletrar se a chuva vem? Se não vem?

Morrer, já sei. Comer, também. De vez em quando, ir atrás de preá, caruá. Roer osso de tatu. Adivinhar quando a coceira é só uma coceira, não uma doença. Tenha santa paciência!

Será que eu preciso mesmo garranchear meu nome? Desenhar só pra mocinha aí ficar contente? Dona professora, que valia tem o meu nome numa folha de papel, me diga honestamente. Coisa mais sem vida é um nome assim, sem gente. Quem está atrás do nome não conta?

No papel, sou menos ninguém do que aqui, no Vale do Jequitinhonha. Pelo menos aqui todo mundo me conhece. Grita, apelida. Vem me chamar de Totonha. Quase não mudo de roupa, quase não mudo de lugar. Sou sempre a mesma pessoa. Que voa.

Para mim, a melhor sabedoria é olhar na cara da pessoa. No focinho de quem for. Não tenho medo de linguagem superior. Deus que me ensinou. Só quero que me deixem sozinha. Eu e minha língua, sim, que só passarinho entende, entende?

Não preciso ler, moça. A mocinha que aprenda. O doutor. O presidente é que precisa saber o que assinou. Eu é que não vou baixar minha cabeça para escrever.

Ah, não vou.

(FREIRE, Marcelino. “Totonha” in. Contos Negreiros, pp. 79-81. Record, 2005)


Após leitura atenta do texto, conclui-se que a personagem Totonha vive em situação precária de vulnerabilidade e risco social, PORQUE ela

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Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858121 Geografia

O texto abaixo aborda os impactos da longa seca na economia.


Seca, a velha inimiga


“No Agreste de Pernambuco, Toritama ganhou espaço nas últimas duas décadas ao se consolidar como um dos principais polos de produção de jeans no Brasil, atrás apenas de São Paulo. Aseca mudou a paisagem: no lugar de ônibus com turistas em busca de peças, hoje se veem caminhões-pipa a abastecer a população e as confecções, que precisam do insumo para a lavagem desse tecido. Mais de 20 lavanderias fecharam as portas nos últimos dois anos, a produção caiu 60% e os custos aumentaram. Mas a indústria da seca prosperou. Alguns empresários investiram na compra de caminhões-pipa e na logística de distribuição de água. A esperança é de que uma barragem, construída em caráter emergencial pelo governo, possa melhorar a situação. “Se tivermos água a cada 15 dias, que era o normal, poderemos nos organizar”, afirma Edilson Tavares, prefeito da cidade. Um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios aponta que, entre 2013 e 2015, a estiagem causou um prejuízo de 103,5 bilhões de reais na região, cifra que tende a crescer, pois a seca continua. Nos próximos meses, principalmente a partir de novembro, quando se inicia o período das chuvas, a atenção estará em São Pedro. Chuvas acima da média serão fundamentais para a região começar a regularizar seus reservatórios. No curto prazo, campanhas de racionalização estão em vigor em várias capitais, enquanto no interior dos estados o drama é mais intenso. O sinal amarelo está aceso. Para João Suassuna, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, a crise é resultado da falta de chuvas combinada à de planejamento, gestão e a influências políticas.”

(https://www.cartacapital.com.br/especiais/nordeste/seca-a-velha-inimiga/ acesso em 15 de outubro de 2017).


De acordo com o texto, pode-se observar o drama da crise hídrica. Analise as afirmações a seguir e marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858120 Geografia

O texto abaixo aborda o fenômeno da desertificação no Nordeste brasileiro.


“Adesertificação é um processo cumulativo de degradação ambiental, que afeta as condições econômicas e sociais de uma região ou país, que ao mesmo tempo em que reduz continuamente a superfície das terras agricultáveis, faz com que a população desses locais ocupe novos territórios, em busca da sobrevivência”, explica o professor da Universidade Federal de Alagoas(UFAL) e coordenador do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), Humberto Barbosa. (...) “A Paraíba é o estado brasileiro mais afetado, proporcionalmente, pela desertificação - processo de degradação ambiental que torna as terras inférteis e improdutivas - segundo dados do Instituto Nacional do Semiárido (INSA). Ela é uma consequência das ações humanas e não pode ser revertida - nem com chuva -, apenas desacelerada”.

(http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2017/04/desertificacao-ameaca-94-das-terras-na-paraiba-e-e-irreversivel-diz-insa.html acesso em 15/10/2017).


Dada a crescente desertificação no Nordeste brasileiro, várias medidas são propostas para desacelerar seu avanço. Considerando as características do fenômeno, assinale apenas a alternativa que apresenta as medidas adequadas atenuar o problema.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858119 Atualidades

Leia o texto abaixo com atenção para o tipo de violência nele retratado.


               Bali, Tunes, Nice, Barcelona e mais: quando os ataques visam o turismo


Todos os anos são 78 milhões os visitantes - entre estrangeiros e espanhóis e segundo dados do Gabinete de Turismo da cidade - que passeiam ao longo dos 1,2 quilômetros das Ramblas de Barcelona. Uma média de 200 mil por dia. Ao escolherem um local que para muitos é sinónimo de férias e diversão, o Estado Islâmico está mais do que nunca a atacar um modo de vida ocidental e o turismo. Um pouco como a Al-Qaeda fez em 2002 na ilha indonésia de Bali ou como o próprio ISIS ao ter como alvo o Museu do Bardo, em Tunes, em 2015, ou o Passeio dos Ingleses, em Nice, no ano passado.

(...) A capital francesa foi palco de uma série de ataques coordenados em novembro de 2015 que tiveram como alvos o Stade de France, várias esplanadas e a sala de espetáculos do Bataclan, fazendo 130 mortos. (...)

A Europa está longe de ser a única a ver o terrorismo afastar os turistas. O Norte de África, que já perdera visitantes devido à instabilidade causada pela Primavera Árabe, também tem sido alvo de atentados, sobretudo a Tunísia. (...) Em março de 2015, três militantes do ISIS atacaram o Museu do Bardo em Tunes, fazendo 21 mortos, muitos deles turistas ocidentais. Tal como eram turistas a maioria das vítimas do ataque a tiro, em junho do mesmo ano, numa praia de Sousse. Das 38 vítimas, 30 eram britânicos. Passados dois anos sobre os atentados, a Tunísia ainda está a tentar recuperar a confiança dos turistas. Em 2015, o número de visitantes baixou 25%, para os 5,4 milhões, e os lucros caíram 35%, para 935 milhões de Euros. O desemprego alastrou no setor, levando muitos resorts à falência. Hoje, há algum otimismo no setor, apoiado pelas estatísticas. Até 31 de julho, a Tunísia recebera já 3,1 milhões de visitantes neste ano, mais 27% do que no mesmo período de 2016. E até o Reino Unido já retirou a recomendação aos seus cidadãos para não viajarem para aquele país. (...)

(https://www.dn.pt/mundo/interior/bali-tunes-nice-barcelona-e-mais-quando-os-ataques-visam-o-turismo-8716305.html acesso em 17 de outubro de 2017)


De acordo com o texto, a violência praticada nesses ataques é popularmente classificada como:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858118 Meio Ambiente

Após a leitura da matéria abaixo, que concilia linguagem verbal e não-verbal, responda a questão.


   


No período de 25 a 27 de setembro de 2015, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York, decidiram assinar uma Declaração intitulada Agenda 2030 com novos objetivos globais de desenvolvimento sustentável.

A Agenda 2030, como ficou conhecida, é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. São, portanto, 15 anos para o cumprimento dessa agenda que busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, que reconhece a dificuldade de erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, assumindo esse desafio como requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.

Todos os países e todas as pessoas interessadas precisam atuar em parceria colaborativa, com o grandioso propósito de libertar a raça humana da tirania da pobreza e da penúria, curando-a e protegendo nosso planeta. Com determinação, é preciso ousar transformar a sociedade para que, direcionando-a para um caminho sustentável e resiliente, ninguém seja deixado para trás.

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que foram traçados como desafio de superação demonstram a escala e a ambição desta nova Agenda Universal. Eles buscam concretizar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas. Eles são, portanto, integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.

Assim, os 17 Objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento global sustentável estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta. 

Aceitando o fato de que o tema da “sustentabilidade global” está intrinsecamente relacionado com a redução das desigualdades sociais, assinale a alternativa cuja imagem simboliza ideia contrária aos propósitos da matéria?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858117 Meio Ambiente

Após a leitura da matéria abaixo, que concilia linguagem verbal e não-verbal, responda a questão.


   


No período de 25 a 27 de setembro de 2015, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York, decidiram assinar uma Declaração intitulada Agenda 2030 com novos objetivos globais de desenvolvimento sustentável.

A Agenda 2030, como ficou conhecida, é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. São, portanto, 15 anos para o cumprimento dessa agenda que busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, que reconhece a dificuldade de erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, assumindo esse desafio como requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.

Todos os países e todas as pessoas interessadas precisam atuar em parceria colaborativa, com o grandioso propósito de libertar a raça humana da tirania da pobreza e da penúria, curando-a e protegendo nosso planeta. Com determinação, é preciso ousar transformar a sociedade para que, direcionando-a para um caminho sustentável e resiliente, ninguém seja deixado para trás.

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que foram traçados como desafio de superação demonstram a escala e a ambição desta nova Agenda Universal. Eles buscam concretizar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas. Eles são, portanto, integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.

Assim, os 17 Objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento global sustentável estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta. 

Sabendo que o Objetivo 5 da Agenda 2030 para o desenvolvimento global sustentável é: “Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”, logo se apreende que uma de suas metas é
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858116 Meio Ambiente

Após a leitura da matéria abaixo, que concilia linguagem verbal e não-verbal, responda a questão.


   


No período de 25 a 27 de setembro de 2015, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York, decidiram assinar uma Declaração intitulada Agenda 2030 com novos objetivos globais de desenvolvimento sustentável.

A Agenda 2030, como ficou conhecida, é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. São, portanto, 15 anos para o cumprimento dessa agenda que busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, que reconhece a dificuldade de erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, assumindo esse desafio como requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.

Todos os países e todas as pessoas interessadas precisam atuar em parceria colaborativa, com o grandioso propósito de libertar a raça humana da tirania da pobreza e da penúria, curando-a e protegendo nosso planeta. Com determinação, é preciso ousar transformar a sociedade para que, direcionando-a para um caminho sustentável e resiliente, ninguém seja deixado para trás.

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que foram traçados como desafio de superação demonstram a escala e a ambição desta nova Agenda Universal. Eles buscam concretizar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas. Eles são, portanto, integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.

Assim, os 17 Objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento global sustentável estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta. 

Relacionando a imagem ao texto que lhe completa o sentido contextualizando-o, assinale a alternativa que expõe o objetivo que NÃO corresponde absolutamente ao estabelecido pela Agenda 2030.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858115 Direito Constitucional

Considere a seguinte situação hipotética:


Determinado grupo de pessoas, com o intuito de protestar contra o governo, reuniu-se em determinado local público da cidade. Minutos depois, foi designado um coletivo policial para dispersar o grupo, em razão de este não ter pedido autorização ao Poder Público para fazer essa manifestação. Ao chegar no referido local, um dos representantes dos manifestantes alegou que não existiam motivos para sair do local, pois não havia ninguém portando arma de fogo naquele instante, e não havia notícia de que haveria outra manifestação previamente designada para o local naquele momento.


Supondo que as alegações do representante dos manifestantes são verídicas, e com base nos preceitos constitucionais de liberdade de reunião, pode-se afirmar, apenas, que a autoridade policial

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Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858114 Direitos Humanos

“É imensa a parte das normas internacionais contemporâneas que dizem respeito à proteção e promoção dos direitos da pessoa humana, sendo inúmeros os tratados de proteção dos direitos humanos conhecidos atualmente. A primeira premissa da qual se tem que partir ao estudar os direitos das pessoas é a de que tais direitos têm dupla proteção atualmente: uma proteção interna (afeta ao Direito Constitucional) e uma proteção internacional (objeto de estudo do Direito Internacional Público). À base normativa que disciplina e rege tal proteção internacional de direitos dá-se o nome de Direito Internacional dos Direitos Humanos.”

(MAZZUOLI, Valério de Oliveira. Curso de Direito Internacional Público. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015)


Com base nos elementos de tutela aos direitos humanos, consagrados pela doutrina especializada e nos fundamentos trazidos em nossa Carta Constitucional de 1988, é CORRETO afirmar unicamente que

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2017 - UEPB - Auxiliar Administrativo |
Q858113 Direito Constitucional
Nos moldes apresentados pela Constituição Federal de 1988, constitui crime inafiançável e imprescritível
Alternativas
Respostas
1681: D
1682: C
1683: D
1684: B
1685: D
1686: C
1687: D
1688: B
1689: E
1690: A
1691: A
1692: E
1693: D
1694: D
1695: C
1696: B
1697: E
1698: B
1699: D
1700: A