Foram encontradas 515 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Empresas pequenas ou com poucos anos de existência, quando comparadas a empresas de grande porte e já consolidadas, têm maior possibilidade de obter crédito junto a instituições financeiras, haja vista seu potencial de crescimento e baixo risco.
Considerar a situação financeira de outras empresas de um mesmo grupo econômico faz parte do conjunto de atributos analisados para avaliação do risco de crédito conhecidos como os “Cs” do crédito.
Uma instituição financeira pode reclassificar uma operação de crédito para uma categoria de menor risco em razão de uma amortização significativa do saldo devedor ou de fatos novos que justifiquem a mudança.
A partir da análise de indicadores financeiros e informações de caráter qualitativo, as agências de classificação de risco de crédito (rating) decidem o risco de crédito de credores, em conjunto com os bancos contratantes.
A avaliação do risco de crédito de uma empresa considera tanto os fatores conjunturais, que impactam a economia de forma geral, quanto os aspectos idiossincráticos, específicos da empresa ou do setor em que ela opera.
A elevação da proporção do crédito em relação ao produto interno bruto (PIB) é prejudicial para a economia de um país, uma vez que aumenta a alavancagem financeira de empresas e o endividamento da população.
A classificação inapropriada de risco de crédito realizada por agências de rating que mascaravam o verdadeiro risco de créditos hipotecários securitizados foi uma das razões da crise financeira de 2008, conhecida como crise do subprime.
Operações de crédito com recursos direcionados são aquelas cuja fonte de recursos parte das captações de depósitos a vista e de caderneta de poupança, além de fundos e programas públicos.
O índice de liquidez de curto prazo (LCR) foi introduzido pelo acordo de Basileia III para garantir que os bancos mantenham um nível mínimo de ativos líquidos de alta qualidade para cobrir saídas líquidas de caixa em um período de 30 dias.
O índice de liquidez de longo prazo (NSFR) impõe restrições sobre a dependência de financiamento de curto prazo e incentiva uma estrutura de funding mais estável.
A abordagem padronizada para risco operacional, conforme Basileia III, baseia-se na receita bruta da instituição para calcular o capital regulatório.
O Banco Central do Brasil exige que instituições financeiras incorporem avaliações sobre riscos climáticos e ambientais em seus processos de concessão de crédito.
A mensuração do risco de mercado deve considerar apenas as posições ativas da instituição financeira.
O Comitê de Basileia, em suas recomendações, sugere que o cálculo do risco de mercado considere apenas as posições mantidas na carteira de negociação (trading book).
O risco de variação das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária (IRRBB) refere-se ao impacto das variações das taxas de juros nos instrumentos da carteira de negociação.
A terceira linha de defesa nas instituições financeiras é responsável pela implementação de controles internos e pela mitigação de riscos operacionais.
No Brasil, as instituições financeiras são obrigadas a reportar ao Banco Central do Brasil qualquer evento de risco operacional que resulte em perda financeira superior a um limite predefinido.
A governança do gerenciamento de riscos deve ser separada das funções de negócios e diretamente subordinada à alta administração.
O teste de estresse reverso é uma ferramenta de identificação de cenários que possam levar a instituição a ultrapassar seus limites de risco de mercado.
As instituições não podem usar derivativos no gerenciamento do risco de variação das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária (IRRBB), devido ao seu potencial de aumentar a volatilidade dos resultados.