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Q3257279 Auditoria
A estrutura de gerenciamento de riscos em instituições financeiras deve ser proporcional ao porte, à complexidade e ao perfil de risco da instituição. Em relação a esse tema, julgue o item a seguir. 

A governança do gerenciamento de riscos deve ser separada das funções de negócios e diretamente subordinada à alta administração. 
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Alternativa correta: C (Certo)

Tema central: A questão aborda governança no gerenciamento de riscos em instituições financeiras. Esse tema é fundamental para concursos na área de auditoria, pois envolve controles internos e estruturas de governança defendidas por órgãos reguladores, como o Banco Central.

Resumo teórico: O gerenciamento de riscos consiste em identificar, avaliar e controlar possíveis ameaças à organização. Para garantir a eficácia deste processo, recomenda-se que a função de gerenciamento de riscos seja independente das áreas de negócio. Isso evita conflitos de interesse e assegura que decisões referentes ao risco sejam tomadas sem influência direta de setores interessados nos lucros das operações.

Fontes normativas: O Banco Central do Brasil, por meio da Resolução CMN nº 4.557/2017, determina que “a estrutura de gerenciamento de riscos deve ser segregada das atividades de negócios e se reportar diretamente à alta administração”. Isso garante independência, objetividade e efetividade na gestão dos riscos.

Justificativa da alternativa correta: A frase está correta porque a governança do gerenciamento de riscos deve ser separada das funções de negócio (como comercial, vendas, operações) e deve se reportar diretamente à alta administração (diretoria, conselho, etc.). Isso fortalece os controles internos e a governança corporativa, princípios essenciais para a saúde financeira e a credibilidade da instituição.

Estrategicamente, ao interpretar questões desse tipo:

  • Procure palavras-chave como “independência”, “subordinação direta” e “segregação de funções”.
  • Lembre-se de que estruturas de controle interno sempre buscam evitar conflitos de interesse e garantir imparcialidade nos processos decisórios.
  • Cuidado com pegadinhas que sugerem relação direta entre áreas de negócio e gestão de riscos – isso fere o princípio da separação de funções.

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Certo.



A governança do gerenciamento de riscos em instituições financeiras deve ser independente das funções de negócios e estar diretamente subordinada à alta administração. Esse princípio segue as diretrizes do Banco Central do Brasil (Resolução CMN nº 4.557/2017), que exige que a estrutura de gerenciamento de riscos tenha autonomia operacional para garantir a efetividade na identificação, mensuração, monitoramento e mitigação dos riscos.

A separação evita conflitos de interesse e assegura que as decisões sobre riscos não sejam influenciadas por interesses comerciais da instituição.

Fonte: Chat GPT

A afirmação está correta. Em instituições financeiras, a governança do gerenciamento de riscos deve ser estruturada de forma a assegurar independência em relação às funções de negócios. Isso significa que a função de gestão de riscos não deve estar subordinada às áreas que assumem riscos, como as áreas comerciais ou operacionais.

Além disso, para garantir efetividade e autoridade, a função de gerenciamento de riscos deve ser diretamente subordinada à alta administração e, idealmente, ter acesso direto ao conselho de administração ou ao comitê de riscos. Essa prática está alinhada com princípios de boa governança e com normas regulatórias, como as do Banco Central do Brasil (Bacen) e do Comitê de Supervisão Bancária da Basileia.

Portanto, a resposta correta é:

C – Certo.

  • Independência e objetividade: A separação evita conflitos de interesse, garantindo que a função de riscos não seja influenciada por pressões operacionais ou comerciais.
  • Subordinação à alta administração: O reporte direto ao Conselho ou à Diretoria Executiva assegura que os riscos estratégicos sejam tratados no nível adequado de decisão.
  • Boas práticas internacionais: O COSO ERM destaca que a governança de riscos deve estar alinhada à estratégia organizacional e supervisionada pela alta administração, reforçando a necessidade de independência.

“O gerenciamento de riscos corporativos deve ser supervisionado pelo Conselho de Administração e pela alta administração, de forma independente das funções operacionais, para assegurar objetividade e alinhamento estratégico.”

Bons estudos

Pv 21:31

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