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Com base no Tratado de Audiologia, de Maria Cecília Bevilacqua (2011), no que diz respeito ao mascaramento clínico, identifique se as afirmativas seguintes são (V) VERDADEIRAS ou (F) FALSAS.
( ) Na pesquisa dos limiares por via óssea, deve-se sempre usar o mascaramento na orelha não testada, pois a atenuação interaural por via óssea é praticamente nula.
( ) Não se faz necessário o uso do mascaramento na pesquisa do limiar de via óssea, quando os limiares testados sem mascaramento forem iguais aos obtidos por via aérea, isto é, quando os limiares de VO estiverem acoplados aos de VA.
( ) O fenômeno do supermascaramento ocorre quando o ruído mascarador é apresentado na orelha testada numa intensidade suficientemente forte para interferir na resposta da orelha não testada.
( ) Não se faz necessário o uso do mascaramento na pesquisa do limiar de via óssea, quando os limiares ósseos da orelha contralateral não testada forem bem piores que os da orelha testada.
( ) A diferença de 0 a 25 dB entre os limiares aéreos e ósseos, bilateralmente, demonstra que não existe componente condutivo associado à alteração auditiva encontrada, não justificando a necessidade de uso do ruído mascarador — um achado comum nas perdas auditivas sensorioneurais simétricas.
A sequência correta é:
Relacione a descrição das curvas timpanométricas (coluna 1) com a respectiva descrição do tipo de curva (coluna 2).

A sequência correta é
I. As EOA avaliam somente a função das células ciliadas externas e, em casos específicos, as vias neurais
II. relacionadas a elas.
III. Por serem sinais acústicos de pequena intensidade que percorrem as orelhas média e externa, qualquer alteração nesse percurso pode interferir na validade dos resultados (incluindo condições especiais de conduto ou meato acústico externo).
IV. Deve-se garantir que os ruídos ambientais e fisiológicos estejam dentro dos níveis mínimos aceitos para obtenção de resultados satisfatórios.
Estão corretas
Sobre o caso descrito acima, calcule a complacência estática (CEst), driving pressure (DP), relação PAO2/FIO2 (P/F) e assinale a alternativa correta.
Assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso, acerca das estratégias adotadas na ventilação mecânica do paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), segundo as Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica de 2013:
( ) O tempo inspiratório deve ser curto, para evitar o aprisionamento de ar dentro dos pulmões.
( ) A presença de auto-PEEP não altera o processo de desmame desses pacientes.
( ) A frequência respiratória inicial deve ser entre 8 e 12 por minuto e o volume minuto deve ser ajustado para normalizar o pH arterial, e não a PaCO2.
( ) Uma gasometria com hipercapnia e hipoxemia nunca pode ser permitida.
( ) A VNI, de forma facilitadora, pode ser utilizada no processo de retirada da ventilação mecânica invasiva.
A sequência correta é
Em relação à monitorização da mecânica respiratória, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) Na auto-PEEP, ocorre um aprisionamento aéreo ao final da expiração, podendo ser notada na onda de fluxo x tempo.
( ) A pausa inspiratória deve ser utilizada para obtenção da Pressão de Platô.
( ) A Pressão de Platô é a pressão máxima na via aérea, ao final da inspiração.
( ) A pressão de pico é utilizada na medida de complacência dinâmica do sistema respiratório.
( ) A interação do paciente com o ventilador mecânico influencia diretamente nos parâmetros para o cálculo da complacência estática.
A sequência correta é
A assincronia paciente-ventilador é um problema frequentemente encontrado em pacientes submetidos à ventilação mecânica. É conceituada pela incompatibilidade entre as necessidades de ventilação do paciente e o que é ofertado pelo ventilador, sendo um desafio, tanto na ventilação mecânica não invasiva (VNI) quanto na ventilação mecânica invasiva (VMI). Cerca de 25% dos pacientes intubados exibem grandes assincronias durante a ventilação mecânica, podendo este ser um marcador da gravidade do estado respiratório e, também, pode estar relacionada a ajustes inadequados do ventilador, prolongando a duração da ventilação mecânica, aumentando os custos hospitalares e a taxa de mortalidade. Os tipos de assincronias que estão ocorrendo nas situações A e B, respectivamente, são
