Questões de Concurso
Para seduc-ro
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Quando o trabalho do professor na sala de aula estiver comprometido por dificulda des de relacionamento, é possível que seja porque:
Uma comunidade escolar é composta por direção, equipe técnica, professores, alunos, funcionários e famílias, que tem, entre suas finalidades, construir um espaço ético e solidário. Nesse ambiente, é tarefa do Orientador Educacional:
Como a escola é um polo cultural, entre suas finalidades está a elevação do nível cultural de seus membros, sendo que cabe, especificamente , ao Orientador Educacional:
As rápidas mudanças no mercado de trabalho, extinguindo e criando profissões, determinam que a ação de aconselhamento profissional do estudante seja necessária na:
A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
De acordo com a Lei nº 9.394/1996 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional há aspectos comuns em relação à educação básica e alguns específicos de cada etapa de ensino. Assim, é correto afirmar que:
Na organização e gestão do currículo, as abordagens disciplinar, pluridisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar requerem a atenção criteriosa da instituição escolar, porque revelam a visão de mundo que orienta as práticas pedagógicas dos educadores e organizam o trabalho do estudante.
Na coluna I, estão relacionadas abordagens; na II, os procedimentos realizados em cada uma delas.
Coluna I
1. Multidisciplinaridade
2. Pluridisciplinaridade
3. Interdisciplinaridade
4. Transversalidade
Coluna II
( ) Abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento .
( ) Forma de organizar o trabalho didático pedagógico em eixos temáticos.
( ) Expressa frações do conhecimento e o hierarquiza .
( ) Estuda um objeto de uma disciplina pelo ângulo de várias outras ao mesmo tempo.
A sequência correta é:
Atualmente, a orientação educacional deve estar comprometida com o(a):
Segundo o Decreto nº 72.486/ 1973, compete ao Orientador Educacional:
São atribuições privativas do Orientador Educacional, segundo o Decreto no 72.846 , de 2 de setembro de 1973 que regulamenta a Lei nº 5.564 , de 21 de dezembro de 1968,que provê sobre o exercício da profissão de orientador educacional:
Segundo a Lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968, que provê sobre o exercício da profissão de orientador educacional , a orientação educacional se destina a:
Em uma apresentação feita no MS PowerPoint 2013 , deseja-se que a transição de um slide seja feita através modo de transição denominado Apagar. Para isso o usuário precisa acessar o ícone de transição:
Texto para responder às questões de 01 a 10.
O apagão poderá nos trazer alguma luz
Não tivemos guerra, não tivemos revolução, mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada nanossa autoestima, mas terá suas vantagens.
Com o apagão, ficaremos mais humildes, como os humildes. À onda narcisista da democracia liberal ficará mais “cabreira”, as gargalhadas das colunas sociais serão menos luminosas, nossos flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão mais tímidas, os peitos de silicone, menos arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na escuridão de nossas vidas de classe média. [...] Haverá algo de becos escuros, sem saída. À euforia de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.
O Brasil se lembrará do passado agropastoril que teve e ainda tem; teremos saudades do matão, do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts” da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos, apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.
O apagão nos lembrará de velhos carnavais: *Tomara que chova três dias sem parar”. Ou: “Rio, cidade que nos seduz, de dia faita água, de noite falta luz"”. Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou atapa.
[...]
O apagão nos mostrará que somos subdesenvolvidos, que essa superestrutura modernizante está sobre pés de barro. O apagão é um “upgrade” nas periferias e nos “bondes do Tigrão”, nos lembrando da escuridão física e mental em que vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O apagão nos fará mais pensativos e conscientes de nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda, se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: “A hidra- universo torce seu corpo cravejado de estrelas...”.
[...] O apagão nos dará medo, o que poderá nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará entender os flagelados do Nordeste, que sempre olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois aprendemos que a natureza é quando não respeitada.
O apagão nos fará mais parcimoniosos, respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos arroubos de autossuficiência.
O apagão vai divídiras vidas, de novo, em dias e noites, que serão nítidos sem as luzes que a modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer esquecer que as cidades, de perto, são feias e injustas. Vai diminuir a “feerier do capitalismo enganador.
Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e playboys, que terão medo dos “manos” em cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se revalorize como prazer calmo e doce e fique menos rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a diminuição das diversões eletrônicas notumas. O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez, mais amigos nos lares e bares.
Finalmente, nos fará mais perplexos, pois descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo, pois nunca entenderemos como, com três agências cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz sobre quem somos.
JABOR, Arnaldo. O apagão poderá nos trazer alguma luz. Folha de S. Paulo, São Paulo, 15 de maio 2001. Extraído do site. ““<www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso em 14 out.2016. (Fragmento)
Em "Acabará a ilusão de clubbers e playboys, QUE TERÃO MEDO DOS 'MANOS' EM CRUZAMENTOS NEGROS, e talvez o amor fique mais recolhido", a oração em destaque possui valor :
As unidades mínimas da Libras são descritas, por Felipe (2006), por cinco parâmetros que configuram um sinal: configuração de mãos (o formato feito pela mão), ponto de articulação, (localização em relação ao corpo do sinalizador/falante), movimento (feito pela mão), direcionalidade (ou orientação da palma da mão) e expressões não manuais (ou expressões faciais e corporais). Esses cinco parâmetros são colocados como os fonemas nas línguas de sinais, são as cinco partes menores, que, juntas, formam um(a):
Na construção da Libras, nos classificadores, mãos e corpo são usados como articuladores para indicar o nome do referente ou o agente da ação. Supalla (1986) afirma que os classificadores são utilizados em verbos de:
Assinale a palavra ou expressão da língua portuguesa correspondente ao sinal da língua brasileira de sinais cuja execução é descrita da seguinte forma: “mão direita em 'V', palma para a esquerda, à frente, dobrando o pulso, para cima, para baixo e para frente”.
A Libras tem sua estrutura gramatical organizada a partir de alguns parâmetros que a formam nos diferentes níveis linguísticos. O movimento é um dos parâmetros que consiste na deslocação da mão no espaço durante a execução do sinal apresentando alguns sinais que têm movimento e outros não. Os sinais que têm movimento são:
Observe e assinale a alternativa correta para os sinais a seguir em suas devidas categorias:
Segundo Bernardino (1999;2000), o espaço de sinalização, ou o espaço neutro nas línguas de sinais é utilizado para marcação e identificação dos referentes, sendo esses identificados em pontos específicos no espaço de referenciação. Além desse uso, o espaço neutro ou a localização física à frente do sinalizador é utilizado para a realização das construções gramaticais com verbos espaciais e de concordância, e também para a realização de construções usando:
Diferentemente das crianças ouvintes, grande parte das crianças surdas chega com pouco ou nenhum conhecimento da língua portuguesa, cabendo à escola a tarefa de ensiná-la. Na educação de surdos, a adoção da concepção de segunda língua como código somente escrito, realizado através do ensino de estruturas frasais da língua portuguesa, resultou em um ensino: