Questões de Concurso
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I Presença de condroblastos e de condrócitos localizados em lacunas na matriz.
II Rede frouxa de fibras elásticas e de finas fibras colágenas dispostas em todas as direções, com grandes espaços preenchidos com matriz amorfa e fibroblastos.
III Presença de matriz extracelular com grande quantidade de fibras organizadas, conferindo resistência e densidade.
IV Ausência de matriz extracelular, com células justapostas de transição.
Considerando a ordem dos locais na lâmina, marque a opção que indica, corretamente, seus respectivos tecidos.
I Vírus: é composto por um núcleo de material genético (DNA ou RNA) envolto por uma cápsula proteica. Apesar de não possuírem estrutura celular, a comparação de suas sequências genéticas com as de organismos vivos, como plantas e animais, têm revelado semelhanças intrigantes em algumas regiões do genoma viral.
II Protistas: apresentam uma grande diversidade em termos de morfologia e comportamento, como as amebas e algas. Algumas linhagens de algas, por exemplo, apresentam clorofilas similares às encontradas nas plantas, sugerindo um ancestral comum.
III Plantas: apresentam órgãos reprodutivos distintos, mas suas semelhanças embrionárias, durante os estágios iniciais de desenvolvimento, como as gimnospermas e as angiospermas, indicando uma ancestralidade compartilhada.
A partir dos exemplos apresentados, marque a opção que indica, corretamente, a qual evidência evolutiva cada uma delas corresponde.
O futuro incerto dos musgos
A bióloga Helena Hespanhol, por meio do projeto BryoMicroClim, estuda os impactos das mudanças climáticas sobre musgos, especialmente a espécie Hedwigia striata. Essas briófitas desempenham um papel fundamental na retenção de umidade e na regulação dos microclimas, sendo sensíveis a variações ambientais. Com o aumento das temperaturas e a redução da umidade atmosférica, a distribuição e a sobrevivência dessas plantas podem ser comprometidas, tornando-as bons indicadores das transformações climáticas em curso.
O estudo busca compreender como esses organismos reagem a diferentes condições ambientais, analisando adaptações morfológicas, fisiológicas e genéticas que possam favorecer sua resiliência. A pesquisa destaca que, apesar da vulnerabilidade de muitas espécies, algumas populações podem desenvolver características que lhes permitem tolerar ambientes mais secos. Esse conhecimento pode contribuir para estratégias de conservação, uma vez que musgos são essenciais para a manutenção da biodiversidade e do equilíbrio ecológico em diversos ecossistemas.
FONTE: Adaptado de: Vaz, A. (2025). O futuro incerto dos musgos. National Geographic Portugal. Disponível em: https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/futuro-incerto-musgos-helena-hespanhol-alteracoes-climaticasciencia_5799.
Assinale a opção correta quanto aos impactos das mudanças climáticas sobre H. striata descritos no texto.
Com base na hipótese heterotrófica e na análise do gráfico, é correto afirmar que
FONTE: SANTOS, C. M. Os dinossauros de Hennig: sobre a importância do monofiletismo para a sistemática biológica. Scientiae Studia, v. 6, p. 179-200, 2008.
Com base na análise da figura e nos conceitos de sistemática filogenética, marque a opção correta.
Com base nesses princípios, marque a opção correta.
Considerando a situação apresentada e a sintomatologia observada nos cães, a medida profilática adequada para evitar a disseminação dessa possível zoonose é
Uma nova publicação científica de pesquisadores do IFRN e da UFRN chama a atenção para tentativas mal sucedidas de predação por sapos-cururus (Rhinella diptycha), que resultaram na morte dos próprios anfíbios. O estudo relata dois eventos distintos ocorridos no Rio Grande do Norte. No primeiro, registrado na cidade de Pau dos Ferros, uma fêmea adulta de R. diptycha morreu engasgada ao tentar engolir um filhote de gato. No segundo, na cidade de Santa Maria, um macho adulto da espécie morreu ao tentar ingerir um osso de galinha doméstica.
A publicação levanta discussões sobre o comportamento oportunista do sapo-cururu e sua posição como predador de topo nos ecossistemas. Embora esses anuros sejam conhecidos por se alimentarem de presas menores, o estudo destaca a escassez de informações sobre sua interação com presas maiores, como vertebrados. Os pesquisadores sugerem a necessidade de mais investigações sobre o impacto ecológico desses sapos e seu comportamento alimentar.
Adaptado de: SOUSA, P. A. G; JORGE, J. S. When the eyes are bigger than the big mouth: Failed predation attempt followed by death on a kitten (Felis catus) and a chicken bone by Cururu Toad (Rhinella diptycha) in northeastern Brazil. Herpetology Notes, v. 16, p. 757-759, 2023. Disponível em: https://www.biotaxa.org/hn/article/view/82494. Acesso em: 26 abr. 2025.
Considerando o contexto da cadeia alimentar, marque a opção correta sobre a posição e a relação trófica entre os organismos envolvidos.