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I. O processo de educação dentro das organizações era considerado função do departamento de recursos humanos. À medida que cresce a consciência de que a educação é um processo contínuo e não um evento isolado (treinamento), a educação corporativa ganha força no cotidiano das organizações.
II. O termo "treinamento" ainda é repetidamente empregado como sinônimo de educação corporativa.
III. O treinamento é focalizado e guiado para questões pautadas no desempenho em curto prazo.
IV. A educação corporativa é dirigida à ampliação das habilidades e competências do funcionário, oferecendo-lhe uma visão macro da empresa, com vistas ao aumento do capital intelectual da organização.
I. Propondo problemas, novos conhecimentos e situações sincronizadas com a vida real, os adultos vivem a realidade do dia-a-dia. Portanto, estão sempre predispostos a aprender algo que contribua para suas atividades profissionais ou para resolver problemas reais.
II. Quando o objetivo do pedagogo professor referese ao trabalho com habilidades, valores e atitudes, não há a necessidade de conectar estes assuntos com situações da vida real, pois o adulto tem capacidade de abstração e isto basta.
III. Os métodos de discussão em grupo e a aprendizagem baseada em problemas ou em casos reais terão utilidade e maior eficácia quando aplicados a partir de um levantamento de necessidades do grupo.
IV. Adultos se sentem determinados a aprender quando percebem as prerrogativas e os benefícios de um aprendizado, bem como as conseqüências negativas de seu desconhecimento.
I. Diante do atual cenário da sociedade da informação, o pedagogo deve atuar como "agente de transformação" através da educação continuada dentro das organizações.
II. Na empresa, um dos desempenhos do pedagogo é o de mediador entre a gama de informações originadas pelos avanços tecnológicos e a procura de melhores resultados por meio de desenvolvimento de competências profissionais.
III. É vital que o pedagogo tenha uma visão estratégica do negócio da empresa para que seu foco esteja em acordo mútuo com as metas de produção.
IV. A responsabilidade do pedagogo na empresa é penosa, pelo encargo educar o trabalhador dentro das perspectivas do mercado atual, ser mediador, tornar mínimos os conflitos, mobilizar o desejo de aprender e desenvolver-se.
I. A realidade do século XXI vem quebrando preconceitos e ideias de que o pedagogo está apto somente para exercer suas funções na sala de aula.
II. A função do pedagogo na empresa pode ser considerada a mesma função dos profissionais que trabalham com recursos humanos, no sentido de seleção para cargos e salários.
III. Onde houver uma prática educativa, existe aí uma ação pedagógica.
IV. Diante da atual realidade em que se encontra a sociedade, a educação tem se transformado na mola mestra para enfrentar os desafios que se articulam dentro dessa mesma sociedade e em todos os seus segmentos, desafios gerados pela globalização e pelo avanço tecnológico, marca da tão inovadora e desafiadora era da informação.
I. O moderno cenário da educação se destaca no século XXI com novas expectativas para o profissional pedagogo que se insere no mercado de trabalho, sob diversas abrangências, como nos mostra a própria sociedade, que vive um momento particular de discussões sobre globalização, neoliberalismo, terceiro setor, educação on-line etc. Enfim, uma nova estrutura se firma na sociedade.
II. A sociedade do conhecimento exige profissionais cada vez mais qualificados e preparados para a atuação neste cenário competitivo.
III. A educação em espaços não escolares não confirma a discussão sobre a expansão do mercado de trabalho. O pedagogo restringe sua atuação ao espaço escolar, tornando a escola o exclusivo ambiente de trabalho, fato este que não permite uma nova redefinição da atuação desse profissional.
IV. Empresas, hospitais, ONGs, associações, igrejas, eventos, emissoras de transmissão (rádio e Tv), e outros ambientes formam, hoje, o novo cenário de atuação do pedagogo, que transpõe os muros da escola para prestar seu serviço nesses locais, espaços até então restritos a outros profissionais.
Manual de Redação da Presidência da República,
Parte I, cap. I, 2002, e responda às questões 19 e 20.
"O QUE É REDAÇÃO OFICIAL
Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a
maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos
e comunicações. Interessa-nos tratá-la do ponto de vista
do Poder Executivo.
A redação oficial deve caracterizar-se pela
impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem,
clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
Fundamentalmente esses atributos decorrem da
Constituição, que dispõe, no artigo 37: "A administração
pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos
Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência
(...)". Sendo a publicidade e a impessoalidade princípios
fundamentais de toda administração pública, claro está
que devem igualmente nortear a elaboração dos atos e
comunicações oficiais.
Não se concebe que um ato normativo de qualquer
natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte ou
impossibilite sua compreensão. A transparência do
sentido dos atos normativos, bem como sua
inteligibilidade, são requisitos do próprio Estado de
Direito: é inaceitável que um texto legal não seja
entendido pelos cidadãos. A publicidade implica, pois,
necessariamente, clareza e concisão."
Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm. Acesso:
10/11/09.

Manual de Redação da Presidência da República,
Parte I, cap. I, 2002, e responda às questões 19 e 20.
"O QUE É REDAÇÃO OFICIAL
Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a
maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos
e comunicações. Interessa-nos tratá-la do ponto de vista
do Poder Executivo.
A redação oficial deve caracterizar-se pela
impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem,
clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
Fundamentalmente esses atributos decorrem da
Constituição, que dispõe, no artigo 37: "A administração
pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos
Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência
(...)". Sendo a publicidade e a impessoalidade princípios
fundamentais de toda administração pública, claro está
que devem igualmente nortear a elaboração dos atos e
comunicações oficiais.
Não se concebe que um ato normativo de qualquer
natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte ou
impossibilite sua compreensão. A transparência do
sentido dos atos normativos, bem como sua
inteligibilidade, são requisitos do próprio Estado de
Direito: é inaceitável que um texto legal não seja
entendido pelos cidadãos. A publicidade implica, pois,
necessariamente, clareza e concisão."
Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm. Acesso:
10/11/09.
Apesar das conquistas, o país enfrenta
obstáculos na infraestrutura, na educação e no papel do
Estado.
Paulo Moreira Leite
Para uma nação que, desde 1500, é descrita
como aquela "onde se plantando tudo dá", nas palavras
do escrivão Pero Vaz de Caminha, a visão de país do
futuro já é motivo de desconfiança, ironia e até irritação.
A verdade é que, entre observadores de prestígio e
analistas conceituados, cresce a convicção de que o
Brasil é um país que pode sair bem da crise atual do
capitalismo - e chegar mais à frente numa condição
melhor do que exibia no início, num processo semelhante
ao que viveu nos anos 30, após o colapso da Bolsa de
1929.
Arquiteto e engenheiro da prosperidade do
"milagre econômico", o ex-ministro Antonio Delfim Netto
está convencido de que "o Brasil tem pela frente uma
possibilidade de crescimento seguro, sem risco, por pelo
menos uma geração". Para o empresário e economista
Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das
Comunicações no governo de Fernando Henrique
Cardoso, insuspeito de simpatias pelo governo Lula, "não
há dúvida de que o mundo vai oferecer muitas
oportunidades estratégicas ao Brasil, nos próximos anos.
A única dúvida é saber se saberemos aproveitá-las".
Hoje, apenas 7,6% da humanidade pode ser
enquadrada numa categoria social vagamente definida
como "classe média". Para as próximas décadas, essa
condição pode atingir 16% da população mundial, ou 1,2
bilhão de pessoas. No século XVIII, quando a Europa
aquecia os fornos a carvão da Revolução Industrial, que
moldaria a civilização mundial de hoje, a China produzia
perto de 30% da riqueza do planeta, e a Índia 15%. Após
dois séculos de declínio, esses povos retomam seu lugar
- e é esse processo em curso, nos próximos anos, que
definirá oportunidades e necessidades de todo o planeta,
inclusive no Brasil.
"O Brasil tem tudo para ser protagonista do
século XXI", diz Delfim Netto, numa frase que tem lá seu
parentesco com o otimismo do escrivão Caminha. Mas
há algum sentido. A urbanização acelerada do planeta
elevará em até 50% a demanda por alimentos importados
- num mercado garantido para o crescimento das
exportações brasileiras. No terreno da energia, os
laboratórios de todo o mundo buscam uma alternativa ao
petróleo e aos demais combustíveis fósseis. Até agora,
nenhuma opção deixou a fase do experimentalismo e não
se sabe quando isso vai ocorrer. Mesmo o etanol, que
funciona tão bem no Brasil, não é uma saída definitiva no
plano mundial, pois exigiria canaviais para mover
indústrias, armamentos, computadores, foguetes, navios
- além de carros de passeio.
Como ninguém deixará de acender a luz nem de
andar de automóvel até que se chegue a uma nova
matriz energética, por várias décadas a humanidade
seguirá movendo-se a petróleo - abundante nas costas
brasileiras do pré-sal, a ponto de já colocar o país na
condição de exportador mundial.
Para realizar o futuro prometido, o Brasil terá de
reformar o Estado. "Vamos ter de modernizar o governo",
diz Delfim Netto. Esse trabalho inclui rever as diferenças
de renda, segurança e estabilidade entre funcionários
públicos e privados, além de uma reforma na
Previdência. Hoje, por causa de distorções como essas,
o Estado brasileiro custa caro, funciona mal e trabalha na
direção errada. Sem uma intervenção rápida e decisiva
por parte dos governantes, o país do futuro talvez
demore outros 509 anos a chegar.
Adaptado da revista Época, n° 575.
Apesar das conquistas, o país enfrenta
obstáculos na infraestrutura, na educação e no papel do
Estado.
Paulo Moreira Leite
Para uma nação que, desde 1500, é descrita
como aquela "onde se plantando tudo dá", nas palavras
do escrivão Pero Vaz de Caminha, a visão de país do
futuro já é motivo de desconfiança, ironia e até irritação.
A verdade é que, entre observadores de prestígio e
analistas conceituados, cresce a convicção de que o
Brasil é um país que pode sair bem da crise atual do
capitalismo - e chegar mais à frente numa condição
melhor do que exibia no início, num processo semelhante
ao que viveu nos anos 30, após o colapso da Bolsa de
1929.
Arquiteto e engenheiro da prosperidade do
"milagre econômico", o ex-ministro Antonio Delfim Netto
está convencido de que "o Brasil tem pela frente uma
possibilidade de crescimento seguro, sem risco, por pelo
menos uma geração". Para o empresário e economista
Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das
Comunicações no governo de Fernando Henrique
Cardoso, insuspeito de simpatias pelo governo Lula, "não
há dúvida de que o mundo vai oferecer muitas
oportunidades estratégicas ao Brasil, nos próximos anos.
A única dúvida é saber se saberemos aproveitá-las".
Hoje, apenas 7,6% da humanidade pode ser
enquadrada numa categoria social vagamente definida
como "classe média". Para as próximas décadas, essa
condição pode atingir 16% da população mundial, ou 1,2
bilhão de pessoas. No século XVIII, quando a Europa
aquecia os fornos a carvão da Revolução Industrial, que
moldaria a civilização mundial de hoje, a China produzia
perto de 30% da riqueza do planeta, e a Índia 15%. Após
dois séculos de declínio, esses povos retomam seu lugar
- e é esse processo em curso, nos próximos anos, que
definirá oportunidades e necessidades de todo o planeta,
inclusive no Brasil.
"O Brasil tem tudo para ser protagonista do
século XXI", diz Delfim Netto, numa frase que tem lá seu
parentesco com o otimismo do escrivão Caminha. Mas
há algum sentido. A urbanização acelerada do planeta
elevará em até 50% a demanda por alimentos importados
- num mercado garantido para o crescimento das
exportações brasileiras. No terreno da energia, os
laboratórios de todo o mundo buscam uma alternativa ao
petróleo e aos demais combustíveis fósseis. Até agora,
nenhuma opção deixou a fase do experimentalismo e não
se sabe quando isso vai ocorrer. Mesmo o etanol, que
funciona tão bem no Brasil, não é uma saída definitiva no
plano mundial, pois exigiria canaviais para mover
indústrias, armamentos, computadores, foguetes, navios
- além de carros de passeio.
Como ninguém deixará de acender a luz nem de
andar de automóvel até que se chegue a uma nova
matriz energética, por várias décadas a humanidade
seguirá movendo-se a petróleo - abundante nas costas
brasileiras do pré-sal, a ponto de já colocar o país na
condição de exportador mundial.
Para realizar o futuro prometido, o Brasil terá de
reformar o Estado. "Vamos ter de modernizar o governo",
diz Delfim Netto. Esse trabalho inclui rever as diferenças
de renda, segurança e estabilidade entre funcionários
públicos e privados, além de uma reforma na
Previdência. Hoje, por causa de distorções como essas,
o Estado brasileiro custa caro, funciona mal e trabalha na
direção errada. Sem uma intervenção rápida e decisiva
por parte dos governantes, o país do futuro talvez
demore outros 509 anos a chegar.
Adaptado da revista Época, n° 575.
Apesar das conquistas, o país enfrenta
obstáculos na infraestrutura, na educação e no papel do
Estado.
Paulo Moreira Leite
Para uma nação que, desde 1500, é descrita
como aquela "onde se plantando tudo dá", nas palavras
do escrivão Pero Vaz de Caminha, a visão de país do
futuro já é motivo de desconfiança, ironia e até irritação.
A verdade é que, entre observadores de prestígio e
analistas conceituados, cresce a convicção de que o
Brasil é um país que pode sair bem da crise atual do
capitalismo - e chegar mais à frente numa condição
melhor do que exibia no início, num processo semelhante
ao que viveu nos anos 30, após o colapso da Bolsa de
1929.
Arquiteto e engenheiro da prosperidade do
"milagre econômico", o ex-ministro Antonio Delfim Netto
está convencido de que "o Brasil tem pela frente uma
possibilidade de crescimento seguro, sem risco, por pelo
menos uma geração". Para o empresário e economista
Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das
Comunicações no governo de Fernando Henrique
Cardoso, insuspeito de simpatias pelo governo Lula, "não
há dúvida de que o mundo vai oferecer muitas
oportunidades estratégicas ao Brasil, nos próximos anos.
A única dúvida é saber se saberemos aproveitá-las".
Hoje, apenas 7,6% da humanidade pode ser
enquadrada numa categoria social vagamente definida
como "classe média". Para as próximas décadas, essa
condição pode atingir 16% da população mundial, ou 1,2
bilhão de pessoas. No século XVIII, quando a Europa
aquecia os fornos a carvão da Revolução Industrial, que
moldaria a civilização mundial de hoje, a China produzia
perto de 30% da riqueza do planeta, e a Índia 15%. Após
dois séculos de declínio, esses povos retomam seu lugar
- e é esse processo em curso, nos próximos anos, que
definirá oportunidades e necessidades de todo o planeta,
inclusive no Brasil.
"O Brasil tem tudo para ser protagonista do
século XXI", diz Delfim Netto, numa frase que tem lá seu
parentesco com o otimismo do escrivão Caminha. Mas
há algum sentido. A urbanização acelerada do planeta
elevará em até 50% a demanda por alimentos importados
- num mercado garantido para o crescimento das
exportações brasileiras. No terreno da energia, os
laboratórios de todo o mundo buscam uma alternativa ao
petróleo e aos demais combustíveis fósseis. Até agora,
nenhuma opção deixou a fase do experimentalismo e não
se sabe quando isso vai ocorrer. Mesmo o etanol, que
funciona tão bem no Brasil, não é uma saída definitiva no
plano mundial, pois exigiria canaviais para mover
indústrias, armamentos, computadores, foguetes, navios
- além de carros de passeio.
Como ninguém deixará de acender a luz nem de
andar de automóvel até que se chegue a uma nova
matriz energética, por várias décadas a humanidade
seguirá movendo-se a petróleo - abundante nas costas
brasileiras do pré-sal, a ponto de já colocar o país na
condição de exportador mundial.
Para realizar o futuro prometido, o Brasil terá de
reformar o Estado. "Vamos ter de modernizar o governo",
diz Delfim Netto. Esse trabalho inclui rever as diferenças
de renda, segurança e estabilidade entre funcionários
públicos e privados, além de uma reforma na
Previdência. Hoje, por causa de distorções como essas,
o Estado brasileiro custa caro, funciona mal e trabalha na
direção errada. Sem uma intervenção rápida e decisiva
por parte dos governantes, o país do futuro talvez
demore outros 509 anos a chegar.
Adaptado da revista Época, n° 575.
I. Segundo o texto, Brasil, China e Índia estão num mesmo patamar de desenvolvimento, sendo que o primeiro tende a ser o único país a despontar, nas próximas décadas, como nação desenvolvida.
II. De acordo com informações presentes no texto, menos de 10% da população mundial pode ser considerada como pertencente à "classe média", um conceito que, segundo o autor, não é definido de forma absoluta.
III. Segundo o autor, num futuro próximo o Brasil terá lugar garantido no campo das importações de alimentos.
IV. No campo energético, afirma Moreira Leite, o Brasil tende a enfrentar problemas, uma vez que o etanol não é a melhor solução para todas as demandas. Além disso, o petróleo do pré-sal será destinado à exportação, tão somente.
I. Organizar festas e encontros com os principais atores envolvidos no processo de comunicação, tais como jornalistas e formadores de opinião.
II. Assessorar o corpo dirigente na implementação de políticas internas e externas, voltadas para a construção da identidade e da imagem da organização.
III. Coordenar equipes de editoração e jornalistas, na concepção de house-organs e na divulgação da organização junto à imprensa.
IV. Elaborar pesquisas de mercado, mapeando o interesse dos públicos-alvo da empresa e desenvolvendo inovações que atendam às prováveis demandas.
V. Promover eventos internos e externos, com o objetivo de congregar os funcionários com o meio social, fortalecendo a imagem da organização.
Essas perguntas expõem os problemas de que se ocupa a abordagem do newsmaking. Em função disso, podem-se considerar funções da imprensa:
I. Na seleção de acontecimentos a serem transformados em notícia, os critérios de relevância independem das combinações que se estabelecem entre diferentes valores/notícias, que indicam a seleção de um fato.
II. A notícia é produto de um processo organizado que representa a divulgação de acontecimentos. A escolha dos fatos noticiáveis envolve relações estreitas e privilegiadas nos órgãos de informação.
III. Organizar temporal e espacialmente o trabalho, de modo que os acontecimentos noticiáveis possam fluir, atendendo a um critério lógico e ordenado.
IV. Exige-se do jornalista rotinizar a tarefa de informar, de forma que a relação valor/notícia permita que a seleção do material seja executada com rapidez, de modo quase automático - e que essa seleção se caracterize por certo grau de flexibilidade e de comparação.
V. Um dos critérios de importância e noticiabilidade é ser possível o reconhecimento de um fato desconhecido como acontecimento comum.
I. Uma política de comunicação interna tem por objetivo promover o equilíbrio do clima interno por meio de análise e monitoração do ambiente.
II. O planejamento de comunicação interna prevê a utilização de técnicas combinadas, dirigidas e estruturadas a partir do planejamento estratégico da empresa e das atividades que se voltam à disseminação de informações da organização (livre fluxo) e à valorização dos indivíduos.
III. O mascote - instrumento bastante utilizado em campanhas internas, pode ser entendido como personagem (objeto ou ser) escolhido para representar visual e positivamente um conceito ou uma idéia e deve fixar positivamente a imagem da empresa, de seus produtos ou serviços, junto aos públicos, visando à formação de uma opinião favorável.
IV. Como técnica, as homenagens são prova de reconhecimento, gratidão, importância, admiração ou outro sentimento intenso e positivo produzidas para determinada pessoa por meio de variadas formas de celebração, eventos ou registros. Têm como objetivo fortalecer o relacionamento da empresa com os públicos por meio de reconhecimento público a determinada pessoa, à qual se confere destaque por razões valorizadas.
V. A técnica de datas comemorativas visa ao registro e à comemoração de datas de grande importância para determinado público da organização, tendo como objetivo utilizar datas comemorativas e de grande significado para o público, objetivando retorno de imagem para a empresa.
eleições no Brasil, em todos os níveis, acontecem mediante o uso bastante intenso de técnicas de marketing político, desenvolvido por agências publicitárias, relações públicas, assessorias de imprensa e profissionais liberais de todas as áreas. Com base nessa força, a máquina eleitoral é capaz de construir ou destruir um candidato, influenciando o público eleitor, criando mitos e influenciando o resultado de uma eleição. Considerando esta afirmativa:
I. Pode-se dizer que marketing político e propaganda eleitoral têm as mesmas funções no que se refere à defesa das idéias de um candidato.
II. Dentre os recursos disponíveis para investimento na campanha de um candidato - revertendo em sua ascensão - é possível receber doações, correspondentes a até 30% do faturamento de empresas públicas ou privadas.
III. No processo de reeleição, a legislação permite que o candidato utilize recursos do horário de propaganda eleitoral gratuito, ampliando seu espaço no programa.
IV. A imagem que o diferencia dos demais candidatos é fator irrelevante para a determinação do grau de memorização do eleitorado no decorrer da campanha.
V. Marketing político pode ser definido como um conjunto de técnicas e procedimentos que tem por objetivo adequar um candidato ao seu eleitorado potencial, diferenciandoo de seus adversários por características melhores e marcantes e construindo imagem favorável a determinado modelo social.