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Em pacientes com comprometimento cognitivo, que características nos ajudam a pensar em uma demência em evolução e não em um comprometimento cognitivo leve?
Paciente do sexo masculino, destro, idoso e com antecedentes de HAS, é levado ao pronto-socorro com descrição de “confusão mental” de rápida instalação. A Tomografia Computadorizada do Crânio mostrou a presença de hipodensidade na topografia dos lobos parietal e temporal esquerdos, com sinais de edema. A realização de Ressonância Craniana ratificou a presença de infarto parieto-temporal esquerdo.
Quais são os sinais neurológicos esperados na avaliação desse paciente?
Paciente portador de epilepsia, chega ao ambulatório de Neurologia com os familiares descrevendo crises tônico clônicas bilaterais. O paciente descreve que antes da perda da consciência e dos movimentos tônicos clônicos apresenta dificuldade para expressar seu pensamento pela fala, com fala não fluente ou ausência de fala, durando poucos segundos.
Diante dessa fenomenologia, onde se espera localizar o foco epiléptico?
Um homem de 28 anos apresenta quadro de lombalgia crônica e rigidez matinal, com sintomas iniciados há cerca de 6 meses. Além disso, tem apresentado episódios recorrentes de dor ocular, fotofobia e lacrimejamento, diagnosticados como uveíte anterior aguda. Após o início de dois anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) diferentes, por um período de três meses (45 dias cada um), não houve melhora significativa dos sintomas articulares ou oculares.
Qual o tratamento biológico apropriado para esse caso de espondilite anquilosante com uveíte anterior aguda?
Um homem de 45 anos, trabalhador de escritório, queixa-se de dor no ombro esquerdo, especialmente ao levantar o braço acima da linha do ombro, com dor irradiando para a região lateral do braço. Relata piora da dor ao realizar atividades como alcançar objetos no alto ou ao dormir sobre o ombro afetado. Ao exame físico, observa-se dor à palpação na região do ombro e limitação para elevação do braço.
Qual procedimento é indicado para avaliar a tendinite do supraespinhal?
Uma mulher de 26 anos, diagnosticada com lúpus eritematoso sistêmico (LES) há três anos, apresenta quadro de nefrite lúpica classe IV, confirmado por biópsia renal. Inicialmente foi tratada com pulsoterapia de ciclofosfamida, mas manteve proteinúria persistente e elevação da creatinina sérica. O tratamento foi então modificado para micofenolato mofetil associado a corticoterapia. Porém, após seis meses, a paciente continua com proteinúria significativa (2,8 g/24h), creatinina sérica de 1,6 mg/dl e atividade inflamatória em exames laboratoriais.
Qual a próxima etapa apropriada no manejo dessa paciente?
Um homem de 68 anos apresenta-se com dor óssea difusa, especialmente no fêmur direito e na região lombar, além de deformidade progressiva no crânio. Ele relata que os sintomas começaram há cerca de um ano e se intensificaram nos últimos meses. Ao exame físico, observa-se aumento do volume do crânio e curvatura tibial.
Os exames laboratoriais revelam:
• Cálcio sérico: 9,6 mg/dl (normal);
• Fósforo sérico: 3,5 mg/dl (normal);
• Fosfatase alcalina: 410 U/l (elevada, normal até 120 U/l);
• Proteínas totais e eletroforese: normais.
A radiografia do crânio mostra espessamento cortical e áreas mistas de osteoesclerose e osteólise. Radiografias dos ossos longos revelam alterações em mosaico e arqueamento tibial. Qual diagnóstico justifica os achados acima?