Mulher de 30 anos, auxiliar de escritório, obesa e com
antecedentes de hipertensão arterial bem controlada, chega ao
ambulatório queixando-se de cefaleia com aumento
progressivo da frequência nos últimos meses, estando diária há
muito tempo (não se lembra de datas), razão do uso diário e
excessivo de analgésicos. A dor é difusa, descrita como
“constante”, pulsátil quando intensa, contínua, moderada na
maior parte do tempo, mas tornando-se intensa na madrugada,
despertando a paciente neste período de forma regular,
notando também piora da dor quando faz esforços físicos ou
atividades que envolvam manobras de Valsalva. Nas dores
mais intensas ela tem náuseas, sem vômitos. Refere que, antes
da dor atual, que teve uma evolução progressiva, tinha dores
bastante espaçadas e leves, bem diferentes da dor atual. O
exame neurológico demonstra, como dados positivos, intensa
piora da cefaleia à Manobra de Naffziger, fundo de olhos sem
papiledema, com a musculatura pericraniana dolorosa à
palpação, mas sem pontos gatilho miofasciais. Traz TC de
crânio contrastada normal e laudo de Ressonância Craniana,
também normal.
Diante das principais hipóteses diagnósticas deste caso,
qual deve ser o próximo exame complementar necessário
para o estabelecimento dos diagnósticos diferenciais?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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teste
Parabéns! Você acertou!
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