Levando-se em conta as duas principais hipóteses diagnóstic...

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Q4032705 Medicina
Leia o Caso Clínico 1 para responder à questão.


Caso Clínico 1

Mulher de 30 anos, auxiliar de escritório, obesa e com antecedentes de hipertensão arterial bem controlada, chega ao ambulatório queixando-se de cefaleia com aumento progressivo da frequência nos últimos meses, estando diária há muito tempo (não se lembra de datas), razão do uso diário e excessivo de analgésicos. A dor é difusa, descrita como “constante”, pulsátil quando intensa, contínua, moderada na maior parte do tempo, mas tornando-se intensa na madrugada, despertando a paciente neste período de forma regular, notando também piora da dor quando faz esforços físicos ou atividades que envolvam manobras de Valsalva. Nas dores mais intensas ela tem náuseas, sem vômitos. Refere que, antes da dor atual, que teve uma evolução progressiva, tinha dores bastante espaçadas e leves, bem diferentes da dor atual. O exame neurológico demonstra, como dados positivos, intensa piora da cefaleia à Manobra de Naffziger, fundo de olhos sem papiledema, com a musculatura pericraniana dolorosa à palpação, mas sem pontos gatilho miofasciais. Traz TC de crânio contrastada normal e laudo de Ressonância Craniana, também normal.  
Levando-se em conta as duas principais hipóteses diagnósticas do caso mencionado, qual das medicações sugeridas a seguir poderia auxiliar no tratamento das duas condições?
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