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Q3528777 Braille
Na Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), nas representações de datas sob a forma inteiramente numérica, os elementos constitutivos devem ser colocados pela ordem dia-mês-ano, utilizando-se dois algarismos para o dia, dois para o mês e dois ou quatro para o ano. Dentre as regras estabelecidas, está definido que
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Q3528776 Braille
De acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa, (Brasil, 2018), a escrita do número 20 é representada pela seguinte sequência de pontos:
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Q3528775 Braille
De acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), para a escrita em braille da palavra INCLUSÃO, toda grafada em maiúscula, é necessário representar
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Q3528774 Braille
Os sinais da esquerda e da direita correspondem respectivamente:
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Q3528773 Pedagogia
Assinale a alternativa que descreve corretamente as séries a que pertencem os sinais do Sistema Braille.
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Q3528772 Braille
Grabriela é uma criança de 6 anos com cegueira e que está com algumas dificuldades em relacionar corretamente os pontos em braille com as respectivas letras. A professora pediu para que Gabriela escrevesse com a reglete a letra “j” em minúsculo. Abaixo está a resposta de Gabriela:

Imagem associada para resolução da questão


Pela resposta de Gabriela, é correto afirmar, de acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), que a criança se confundiu porque escreveu o sinal
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Q3528771 Pedagogia
Assinale a alternativa correta quanto ao Soroban, com base em Sampaio et al (2010).
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Q3528770 Braille
A máquina braille é um recurso importantíssimo de trabalho para o aluno com cegueira durante seu período de escolarização e oferece vantagens em relação ao uso da reglete, pois a máquina braille evita a duplicidade de códigos (um de leitura e outro de escrita). Neste contexto, assinale a alternativa que representa outra vantagem da máquina braille em relação à reglete, segundo Sampaio et al (2010).
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Q3528769 Pedagogia
Para aprender o braille, “a criança cega tem que analisar com seus dedos (geralmente o indicador) cada uma das letras (ou pontos), separando uma das outras” (Sampaio et al, 2010, p. 396). Portanto, na leitura braille,
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Q3528768 Pedagogia
De acordo com Domingues et al (2010), durante o desenvolvimento da criança com cegueira congênita, é necessária a mediação adequada do adulto para estimular e criar outras formas de comportamentos exploratórios por meio do contato físico e da fala pautados em referencial perceptivo não visual para preencher as lacunas ocasionadas pela falta da visão. Podem aparecer comportamentos como o verbalismo, caracterizado
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Q3528767 Pedagogia
As definições de baixa visão e cegueira podem ser feitas por dois critérios: legal e educacional. Do ponto de vista educacional, é importante observar como o estudante utiliza a visão e quais são os potenciais visuais a serem explorados, bem como quais os recursos adequados para cada caso (Lima, 2018). Nesse contexto, o fator de definição para classificação educacional de cegueira é: 
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Q3528766 Pedagogia
A baixa visão pode ser causada por dificuldades de campo visual. Domingues (2010) menciona que um aluno com alterações de campo visual periférico poderá ter dificuldades
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Q3528765 Pedagogia
Para os alunos com baixa visão, o uso de contrastes é benéfico e pode ser utilizado de várias maneiras, dependendo das necessidades visuais específicas de cada um, atendendo suas preferências e o conforto. Um exemplo do uso funcional de contrastes, de acordo com Domingues (2010), é:
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Q3528764 Braille
Existe um recurso tecnológico, segundo Lima (2018), que possibilita ao aluno com deficiência visual usar o computador com a função de edição de textos, leitura de documentos e recursos para impressão de textos em braille, assim como jogos didáticos, calculadora vocal, relógio, ampliador de telas e leitor simplificado na tela.
Este recurso é o
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Q3528763 Pedagogia
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n° 13.146/2015, em seu artigo 3° , considera: “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.” Essa concepção refere-se
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Q3528762 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n° 13.146/2015 considera em seu artigo 3⁠º: “pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas.” Esta definição refere-se ao
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Q3528761 Pedagogia
Masini (2013, p. 37) afirma ser necessário que o docente seja “capaz de organizar e transmitir com clareza seus pensamentos e de transformar as condições insatisfatórias, contribuindo para que o aluno desenvolva confiança em si mesmo.” Para a autora, especificamente para a pessoa com deficiência visual, é necessário que o educador esteja atento
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Q3528760 Pedagogia
Borges (2020, p. 73), ao se referir ao atendimento educacional especializado, comenta que “o conhecimento complementar depende da demanda de cada educando do público-alvo da educação especial, pois alguns alunos demandam o conhecimento de inserção na cultura e outros demandam que se explorem conceitos específicos trabalhados em sala de aula”. Para essa autora, tanto uma demanda quanto a outra
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Q3528759 Pedagogia
Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que a colaboração entre profissionais da educação regular e especial é possível com o trabalho em coensino em diferentes estágios de interação e colaboração. Para essas autoras, quando o profissional da educação especial gradualmente passa a assumir um papel mais ativo em sala de aula e a comunicação entre os profissionais de educação especial e ensino regular passa a ser mais frequente, aberta e interativa, trata-se do estágio
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Q3528758 Pedagogia
A autora Ormelezi (2006) escreveu sobre a dimensão psicossocial da cegueira, identificando o modo como o cego é visto por aquelas pessoas que enxergam e qual o lugar que o cego ocupa no discurso instaurado, quer no âmbito pessoal, quer no social. O cego é visto como coitado, pecador ou como sábio, como o que tem que ser o melhor, ou aquele sobre quem paira sempre uma dúvida em relação à sua capacidade. Para esta autora, a dimensão psicossocial da cegueira implica
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Respostas
1841: A
1842: B
1843: D
1844: C
1845: E
1846: A
1847: E
1848: B
1849: C
1850: D
1851: A
1852: B
1853: E
1854: D
1855: E
1856: A
1857: C
1858: D
1859: B
1860: E