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(Hilário Franco Júnior, A Idade Média: nascimento do ocidente. Adaptado)
Franco Júnior apresenta, como um desses indícios,
Isso não quer dizer, é claro, que os historiadores do século XX tenham resgatado a “verdadeira” Idade Média.
(Hilário Franco Júnior, A Idade Média: nascimento do ocidente. Adaptado)
Para Franco Júnior, não houve o resgate da “verdadeira” Idade Média porque
I.
A sua obra Quarto de despejo alcançou sucesso inesperado e impressionante. Sua primeira edição, de 10 mil exemplares, esgotou em menos de uma semana. O poder desta obra de caráter social mede-se por seu impacto na capital paulista: o fim da favela do Canindé, na ocasião a maior e a mais problemática de São Paulo.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
II.
Em 1847 foi alfabetizado e, no ano seguinte, fugiu da fazenda e foi para São Paulo. Lá se casou, por volta de 1850, e frequentou o curso de Direito como ouvinte.
Em 1873 foi um dos fundadores do Partido Republicano Paulista. Nos anos seguintes, teve intensa participação em sociedades emancipadoras, na organização de sociedades secretas para fugas e ajuda financeira a negros, além do auxílio na libertação nos tribunais de mais de 500 escravos foragidos.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Os excertos I e II referem-se, respectivamente, a
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
O excerto trata da
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Para Munanga e Gomes,
(Circe Bittencourt, “Identidade nacional e ensino de história do Brasil”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Bittencourt mostra essa ambiguidade quando identifica que os indígenas
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O “novo conceito” refere-se à
(José Rivair Macedo, “Repensando a Idade Média no ensino de História”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
A partir desse diagnóstico, Macedo aponta que, para os brasileiros,
(Pedro Paulo Funari, “A renovação da História Antiga”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Assinale a alternativa na qual Funari responde à própria indagação.
(Holien Gonçalves Bezerra, “Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Para o professor Bezerra, em uma proposta curricular “que supõe o aluno como receptáculo de ensinamentos”
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, “Por uma História prazerosa e consequente”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No artigo citado, considera-se “presentismo vulgar”
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Currículo Paulista. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma dessas duas novas competências.
Com base nesse caso e nos pressupostos do texto de Davis e Oliveira (1994), é possível concluir que esse processo dos alunos revela que