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Q3679844 Pedagogia
A compra de materiais e brinquedos para instituições de educação infantil requer planejamento, critérios bem definidos e cuidados para garantir a qualidade e adequação dos itens às necessidades das crianças. Sobre os critérios de compra de brinquedos e materiais para instituições de educação infantil, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q3679843 Pedagogia
Qual das seguintes recomendações é incorreta no que tange à prevenção de acidentes nos Centros de Educação infantil? 
Alternativas
Q3679842 Pedagogia
As crianças que frequentam centros de educação infantil (CEIs) apresentam um maior potencial de contrair infecções. Esse risco está diretamente relacionado às condições do ambiente e à suscetibilidade das crianças, devido a comportamentos que podem favorecer a disseminação de doenças, como colocar as mãos e objetos na boca, proximidade social intensa, uso de fraldas, imaturidade do sistema imunológico e falta de vacinação completa. No que concerne às boas práticas de higiene nos centros de educação infantil, assinale a alternativa que apresenta recomendação de procedimento higiênico incorreto
Alternativas
Q3679841 Nutrição
No que tange à alimentação na creche, julgue as práticas a seguir:

I - O mel não deve ser oferecido para crianças menores de um ano pelo risco de contaminação.
II - Entre os seis e os 12 meses de vida, a criança não necessita se adaptar aos novos alimentos, cujos sabores, texturas e consistências são muito diferentes do leite materno pois seu sistema imunológico está pronto a adaptar-se ao novo.
III - Entre os seis e os 12 meses de vida, deve-se introduzir alimentos industrializados, incluindo os nas várias refeições diárias.
IV - Não deve ser oferecido alimentos que possuem excesso conservantes ou de gordura, açúcar, corantes, pois podem comprometer o crescimento e desenvolvimento, promover a carências de vitaminas e minerais, além de aumentarem o risco de doenças como alergias e obesidade.

A alternativa correta é:
Alternativas
Q3679840 Nutrição
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam que o aleitamento materno seja a única fonte de alimentação nos primeiros seis meses de vida, e que seja complementado com outros alimentos até os 2 anos de idade ou mais. A promoção e o apoio à amamentação são incentivados por profissionais da educação e da saúde, reconhecendo os benefícios dessa prática.
Qual é a recomendação em relação ao leite de vaca não modificado no primeiro ano de vida? 
Alternativas
Q3679839 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil, o conceito abaixo refere-se à:
É o plano orientador das ações da instituição e define as metas que se pretende para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças que nela são educados e cuidados. É elaborado num processo coletivo, com a participação da direção, dos professores e da comunidade escolar. 
Alternativas
Q3679838 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil, o conceito abaixo refere-se à:
Conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade. 
Alternativas
Q3679837 Pedagogia
Acerca da Resolução CNE/CEB n.º 5 de 17 de dezembro de 2009 – Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
Analise as afirmativas a seguir:

I - É considerada Educação Infantil em tempo parcial, a jornada de, no mínimo, cinco horas diárias.
II - É considerada Educação Infantil em tempo integral, a jornada com duração igual ou superior a seis horas diárias, compreendendo o tempo total que a criança permanece na instituição. 
Alternativas
Q3679836 Pedagogia
De acordo com Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma sobre as Práticas Pedagógicas da Educação Infantil. As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira e garantir experiências que:

( ) Promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências intelectuais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da coletividade e respeito pelos ritmos e desejos da criança;
( ) Favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical;
( ) Possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita, e convívio com diferentes suportes e gêneros textuais orais e escritos;

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q3679835 Pedagogia
De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009. Complete a Lacuna:
Art. 7º. Na observância destas Diretrizes, a proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve garantir que elas cumpram plenamente sua função  _________________________________. 
Alternativas
Q3679834 Pedagogia
Acerca dos Critérios para um atendimento em creches que respeite os direitos fundamentais das crianças. Brasília: MEC/SEB, 2009. Analise as afirmativas a seguir:

I - Incentivamos a participação das crianças na arrumação das mesas e dos utensílios, antes e após as refeições, Planejamos alimentos apropriados para as crianças de diferentes idades.
II - Incentivamos as crianças maiorzinhas a se alimentarem sozinhas, e a água filtrada está sempre na creche, mas não deve ser acessível às crianças. 
Alternativas
Q3679833 Pedagogia
Assinale a alternativa incorreta, de acordo com a Resolução CNE/CEB n.º 5 de 17 de dezembro de 2009 – Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. 
Alternativas
Q3679832 Pedagogia
De acordo com Parâmetros nacionais de qualidade para a educação infantil. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
No Brasil, um estudo promovido pelo Banco Mundial e pelo Ipea (2001) utilizou dados do IBGE para calcular os efeitos da freqüência à pré-escola. A pesquisa baseou-se em dados sobre a situação escolar passada de uma amostra da população entre 25 e 64 anos de idade para avaliar retrospectivamente os efeitos dessa variável sobre a escolaridade, o emprego e o estado nutricional dos sujeitos.
No que diz respeito às características dos centros de educação pré-escolar investigados, o estudo encontrou evidências adicionais de que a qualidade pode ser encontrada em todos os tipos de pré-escola, entretanto as de melhor qualidade são aquelas mais formais, que contam com pessoal qualificado e currículo mais sistematizado, combinando educação e cuidado, com um ___________________ por adulto e geralmente _______________ por classe. 
Alternativas
Q3679831 Pedagogia
No que tange às brincadeiras e materiais adequados para bebês de 0 a 1 ano e meio, quais tipos de brinquedos são recomendados para auxiliar no desenvolvimento motor do andar e equilíbrio dos primeiros passos?
Alternativas
Q3679830 Pedagogia
A expressão “educação prè-escolar”, utilizada no Brasil até a década de 1980, expressava o entendimento de que a Educação Infantil era uma etapa anterior, independente e preparatória para a escolarização, que só teria seu começo no Ensino Fundamental. Situava-se, portanto, fora da educação formal. Com a Constituição Federal de 1988, o atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a 6 anos de idade torna-se dever do Estado. Posteriormente, com a promulgação da LDB, em 1996, a Educação Infantil passa a ser parte integrante da Educação Básica, situando-se no mesmo patamar que o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
BNCC - Disponível  em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#infantil em:

Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, assinale a alternativa que melhor define a Educação Infantil. 
Alternativas
Q3679816 Português
Conforme a norma-padrão da língua portuguesa, a sentença que está correta em relação à regência verbal e nominal é: 
Alternativas
Q3679814 Português
Texto para responder a questão.


Rimas em língua de sinais: como rappers surdos estão mudando a música


Em abril de 2023, o DJ americano Supalee organizou o evento Supafest Reunion 2023 para celebrar os artistas e promotores da comunidade surda dos Estados Unidos. (...) Muitos desses artistas, ativistas e empresários contribuíram para uma cena de hip hop cada vez maior dentro da comunidade surda, que inclui um subgênero do rap conhecido como dip hop. À medida que o hip hop celebra seu 50º aniversário, cinco décadas de seu impacto cultural reverberam nos ambientes mainstream e underground. O que teve origem no Bronx, em Nova York, pode agora ser encontrado um pouco por todo o mundo, assumindo novas formas à medida que evoluiu numa diversidade de espaços e lugares (...). Dip hop é um dos muitos estilos de rap que se desenvolveram ao longo dos anos. Mas se destaca de outros subgêneros do hip hop porque os rappers criam rimas em línguas de sinais e músicas baseadas em suas experiências culturais na comunidade surda.


O nascimento de um movimento musical

Em 2005, o rapper Warren “Wawa” Snipe criou o termo “DIP HOP” em ASL e em inglês para classificar um estilo de rap em desenvolvimento na comunidade surda. Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda. (...) De muitas maneiras, o dip hop seguiu uma trajetória não muito diferente do hip hop. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, DJs surdos e empresários do entretenimento organizaram festas (...), eventos noturnos e reuniões sociais. Esses locais ofereceram oportunidades para rappers, DJs, dançarinos e outros artistas começarem a desenvolver e explorar seu próprio estilo de hip hop e se conectar com outros rappers e DJs. Cidades com escolas para surdos serviram como centros culturais para networking musical. (...) Além disso, maior acesso à tecnologia de gravação, sites de streaming de vídeo e mídias sociais deram aos artistas surdos ferramentas para criar música e se conectar com outros artistas e fãs. Embora a incorporação da linguagem de sinais seja um elemento fundamental do dip hop — e permaneça na vanguarda da definição desse estilo — o dip hop se estende muito além da criação de canções de rap originais em linguagem de sinais. Ele envolve expressão musical que é moldada através do prisma cultural surdo — canções que reorientam as noções dominantes do que pode ser considerado música. Ao mesmo tempo, cada artista tem seu próprio estilo de rap, com performances de dip hop assumindo uma variedade de formas e estruturas diferentes. Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré-gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais. (...) Dip hop, como muitos estilos de música, ganha vida por meio de apresentações ao vivo. Os artistas se movem pelo palco com as mãos voando no ar enquanto o público pulsa ao ritmo da batida do baixo. Alguns artistas mergulham ainda mais seu público na experiência musical usando instrumentos e equipamentos especializados, como subwoofers, objetos que podem conduzir vibrações como balões, ou novas formas de tecnologia háptica (tecnologias que um usuário experimenta por meio do sentido do tato). (...)


Entrando no 'mainstream'

Os artistas do dip hop têm lutado para serem reconhecidos como músicos — para que sua arte seja o foco das atenções, em vez do fato de serem surdos ou deficientes auditivos. (...) Em 2009, o rapper finlandês Marko “Signmark” Vuoriheimo assinou um contrato com a gravadora Warner Music Finland (...). Foi a primeira vez na história que um artista surdo assinou contrato com uma grande gravadora. (...) À medida que o dip hop evolui, ele continua a ultrapassar os limites da convenção. (...)

BBC News. Adaptado. Disponível em: 
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cernnp4xrwzo 
Considere as palavras I. artistas, II. rappers e III. idiomas, que ocorrem no texto. As palavras dadas apresentam marcas que indicam diferentes processos de formação. A marca que indica um processo comum a todas é:
Alternativas
Q3679813 Português
Texto para responder a questão.


Rimas em língua de sinais: como rappers surdos estão mudando a música


Em abril de 2023, o DJ americano Supalee organizou o evento Supafest Reunion 2023 para celebrar os artistas e promotores da comunidade surda dos Estados Unidos. (...) Muitos desses artistas, ativistas e empresários contribuíram para uma cena de hip hop cada vez maior dentro da comunidade surda, que inclui um subgênero do rap conhecido como dip hop. À medida que o hip hop celebra seu 50º aniversário, cinco décadas de seu impacto cultural reverberam nos ambientes mainstream e underground. O que teve origem no Bronx, em Nova York, pode agora ser encontrado um pouco por todo o mundo, assumindo novas formas à medida que evoluiu numa diversidade de espaços e lugares (...). Dip hop é um dos muitos estilos de rap que se desenvolveram ao longo dos anos. Mas se destaca de outros subgêneros do hip hop porque os rappers criam rimas em línguas de sinais e músicas baseadas em suas experiências culturais na comunidade surda.


O nascimento de um movimento musical

Em 2005, o rapper Warren “Wawa” Snipe criou o termo “DIP HOP” em ASL e em inglês para classificar um estilo de rap em desenvolvimento na comunidade surda. Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda. (...) De muitas maneiras, o dip hop seguiu uma trajetória não muito diferente do hip hop. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, DJs surdos e empresários do entretenimento organizaram festas (...), eventos noturnos e reuniões sociais. Esses locais ofereceram oportunidades para rappers, DJs, dançarinos e outros artistas começarem a desenvolver e explorar seu próprio estilo de hip hop e se conectar com outros rappers e DJs. Cidades com escolas para surdos serviram como centros culturais para networking musical. (...) Além disso, maior acesso à tecnologia de gravação, sites de streaming de vídeo e mídias sociais deram aos artistas surdos ferramentas para criar música e se conectar com outros artistas e fãs. Embora a incorporação da linguagem de sinais seja um elemento fundamental do dip hop — e permaneça na vanguarda da definição desse estilo — o dip hop se estende muito além da criação de canções de rap originais em linguagem de sinais. Ele envolve expressão musical que é moldada através do prisma cultural surdo — canções que reorientam as noções dominantes do que pode ser considerado música. Ao mesmo tempo, cada artista tem seu próprio estilo de rap, com performances de dip hop assumindo uma variedade de formas e estruturas diferentes. Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré-gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais. (...) Dip hop, como muitos estilos de música, ganha vida por meio de apresentações ao vivo. Os artistas se movem pelo palco com as mãos voando no ar enquanto o público pulsa ao ritmo da batida do baixo. Alguns artistas mergulham ainda mais seu público na experiência musical usando instrumentos e equipamentos especializados, como subwoofers, objetos que podem conduzir vibrações como balões, ou novas formas de tecnologia háptica (tecnologias que um usuário experimenta por meio do sentido do tato). (...)


Entrando no 'mainstream'

Os artistas do dip hop têm lutado para serem reconhecidos como músicos — para que sua arte seja o foco das atenções, em vez do fato de serem surdos ou deficientes auditivos. (...) Em 2009, o rapper finlandês Marko “Signmark” Vuoriheimo assinou um contrato com a gravadora Warner Music Finland (...). Foi a primeira vez na história que um artista surdo assinou contrato com uma grande gravadora. (...) À medida que o dip hop evolui, ele continua a ultrapassar os limites da convenção. (...)

BBC News. Adaptado. Disponível em: 
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cernnp4xrwzo 
Considere o excerto: “Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais.” Nesse contexto, as palavras “aqueles” e “outros” são recursos coesivos empregados com a função textual de:  
Alternativas
Q3679812 Português
Texto para responder a questão.


Rimas em língua de sinais: como rappers surdos estão mudando a música


Em abril de 2023, o DJ americano Supalee organizou o evento Supafest Reunion 2023 para celebrar os artistas e promotores da comunidade surda dos Estados Unidos. (...) Muitos desses artistas, ativistas e empresários contribuíram para uma cena de hip hop cada vez maior dentro da comunidade surda, que inclui um subgênero do rap conhecido como dip hop. À medida que o hip hop celebra seu 50º aniversário, cinco décadas de seu impacto cultural reverberam nos ambientes mainstream e underground. O que teve origem no Bronx, em Nova York, pode agora ser encontrado um pouco por todo o mundo, assumindo novas formas à medida que evoluiu numa diversidade de espaços e lugares (...). Dip hop é um dos muitos estilos de rap que se desenvolveram ao longo dos anos. Mas se destaca de outros subgêneros do hip hop porque os rappers criam rimas em línguas de sinais e músicas baseadas em suas experiências culturais na comunidade surda.


O nascimento de um movimento musical

Em 2005, o rapper Warren “Wawa” Snipe criou o termo “DIP HOP” em ASL e em inglês para classificar um estilo de rap em desenvolvimento na comunidade surda. Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda. (...) De muitas maneiras, o dip hop seguiu uma trajetória não muito diferente do hip hop. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, DJs surdos e empresários do entretenimento organizaram festas (...), eventos noturnos e reuniões sociais. Esses locais ofereceram oportunidades para rappers, DJs, dançarinos e outros artistas começarem a desenvolver e explorar seu próprio estilo de hip hop e se conectar com outros rappers e DJs. Cidades com escolas para surdos serviram como centros culturais para networking musical. (...) Além disso, maior acesso à tecnologia de gravação, sites de streaming de vídeo e mídias sociais deram aos artistas surdos ferramentas para criar música e se conectar com outros artistas e fãs. Embora a incorporação da linguagem de sinais seja um elemento fundamental do dip hop — e permaneça na vanguarda da definição desse estilo — o dip hop se estende muito além da criação de canções de rap originais em linguagem de sinais. Ele envolve expressão musical que é moldada através do prisma cultural surdo — canções que reorientam as noções dominantes do que pode ser considerado música. Ao mesmo tempo, cada artista tem seu próprio estilo de rap, com performances de dip hop assumindo uma variedade de formas e estruturas diferentes. Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré-gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais. (...) Dip hop, como muitos estilos de música, ganha vida por meio de apresentações ao vivo. Os artistas se movem pelo palco com as mãos voando no ar enquanto o público pulsa ao ritmo da batida do baixo. Alguns artistas mergulham ainda mais seu público na experiência musical usando instrumentos e equipamentos especializados, como subwoofers, objetos que podem conduzir vibrações como balões, ou novas formas de tecnologia háptica (tecnologias que um usuário experimenta por meio do sentido do tato). (...)


Entrando no 'mainstream'

Os artistas do dip hop têm lutado para serem reconhecidos como músicos — para que sua arte seja o foco das atenções, em vez do fato de serem surdos ou deficientes auditivos. (...) Em 2009, o rapper finlandês Marko “Signmark” Vuoriheimo assinou um contrato com a gravadora Warner Music Finland (...). Foi a primeira vez na história que um artista surdo assinou contrato com uma grande gravadora. (...) À medida que o dip hop evolui, ele continua a ultrapassar os limites da convenção. (...)

BBC News. Adaptado. Disponível em: 
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cernnp4xrwzo 
Assinale a alternativa em que, na sentença apresentada, ocorre uma oração subordinada adverbial proporcional. 
Alternativas
Q3679734 História
During the period of British colonization, the English language spread to various regions around the world. Which continent has the largest number of English-speaking countries as a legacy of British colonial influence? 
Alternativas
Respostas
1221: E
1222: B
1223: E
1224: A
1225: B
1226: E
1227: C
1228: D
1229: B
1230: A
1231: A
1232: D
1233: C
1234: D
1235: C
1236: C
1237: B
1238: A
1239: A
1240: C