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Q3391921 Serviço Social
A vulnerabilidade social está associada às informações do meio e às relações sociais individuais e coletivas, bem como ao acesso aos serviços de proteção social, tais como educação, trabalho, saúde, moradia, entre outros. Na escola, podem ser considerados vulneráveis alunos e alunas
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Q3391920 Serviço Social
A exclusão social, uma expressão da ‘questão social’, pode ser motivada e reforçada por diversos fatores, sejam econômicos, étnicos, raciais, religiosos ou sociais. Na prática educacional, ela pode resultar
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Q3391919 Serviço Social
A pobreza e a extrema pobreza são desafios para vários setores do Estado e da sociedade civil, não ficando a escola isenta de pensar e de articular com a rede formas de enfrentamento da pobreza dos alunos e seus familiares. Considerando o exposto, o combate à pobreza e à extrema pobreza pode colaborar para
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Q3391918 Serviço Social
O trabalho interprofissional se constitui de uma prática colaborativa e coletiva entre profissionais de diferentes áreas, visando atingir um objetivo comum, o qual pode ser, no âmbito escolar, de acordo com o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS, 2001), ter “a escola como um espaço de inclusão social”. Nesse sentido, o serviço social poderá trabalhar
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Q3391917 Serviço Social
Em uma escola de ensino médio em tempo integral, o número de meninas adolescentes grávidas tem aumentado significativamente do ano anterior para o ano corrente. Considerando as atribuições/ações da equipe Estratégia Saúde da Família (ESF), o que pode ser feito? 
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Q3391915 Legislação Municipal
Tânia é professora de Educação Infantil e se desentendeu com um colega, Thiago, sobre os procedimentos utilizados na escola para a resolução de conflitos entre os alunos. A conversa ocorreu durante o intervalo das aulas, na sala dos professores, e em determinado momento os colegas tiveram que intervir para que não ocorressem agressões físicas entre eles. Com base na situação hipotética e o disposto no Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Campinas (Lei no 1.399/55), é correto afirmar que
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Q3391913 Noções de Informática
Um analista deseja padronizar o formato e o estilo de uma apresentação que fará à sua chefia e, para isso, deverá utilizar o seguinte recurso presente no MS PowerPoint 365, em sua configuração padrão: 
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Q3391910 Noções de Informática

No Windows 11, em sua configuração padrão, é possível capturar a tela do usuário a partir da funcionalidade da tecla PRINT SCREEN.


Maria, servidora pública, pressionou a tecla PRINT SCREEN e, em seguida, a combinação tecla Windows + PRINT SCREEN.


Cada uma das capturas de tela destas duas ações foram salvas, respectivamente, na

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Q3391902 Português

Leia o Texto II para responder à questão.

    Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.

    Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”

    “Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”


(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)

A frase que está em conformidade com a norma-padrão de pontuação, concordância e colocação pronominal é: 
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Q3391898 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


    Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.

    Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.

    Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!

    Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.

    A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.



(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)

Considerando o contexto em que se encontram, a palavra destacada no trecho “Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais...” pertence à mesma classe de palavras que a destacada no trecho:
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Q3391895 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


    Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.

    Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.

    Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!

    Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.

    A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.



(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada está empregada em sentido próprio.
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Q3391892 Pedagogia

Leia o Texto I para responder à questão.


    Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.

    Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.

    Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!

    Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.

    A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.



(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)

O autor considera que toda criança aprende, a partir da concepção de que
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Q3391567 Terapia Ocupacional

Observe a figura a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

(Ropoli et.al. (2010). BRASIL. MEC. A Educação especial na perspectiva da inclusão escolar: escola comum inclusiva)


A figura refere-se a um recurso da tecnologia assistiva que é produzido com um arame revestido, no qual os dedos e a caneta são encaixados. O objetivo desse recurso é estabilizar ou auxiliar nos movimentos de pessoas com deficiência física nas atividades em que utilizam lápis, caneta ou pincel.


Assinale a alternativa que apresenta a denominação correta do recurso.

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Q3391566 Pedagogia
A figura a seguir refere-se a um mouse com o acionador de pressão conectado.
Imagem associada para resolução da questão
(Ropoli et.al. (2010). BRASIL. MEC. A Educação especial na perspectiva da inclusão escolar: escola comum inclusiva)
Assinale a alternativa que apresenta sua utilização correta.
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Q3391565 Pedagogia
Observe a figura a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
(Ropoli et.al. (2010). BRASIL. MEC. A Educação especial na perspectiva da inclusão escolar: escola comum inclusiva)
A figura refere-se a um recurso da tecnologia assistiva feita em acrílico transparente com furos coincidentes às teclas do teclado comum que facilita a digitação.
Assinale a alternativa que apresenta seu nome correto e sua indicação.
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Q3391564 Pedagogia
De acordo com Brasil. MEC (2010), as metodologias ativas de aprendizagem colocam o aprendiz como protagonista do processo de ensino e aprendizagem e agrega valor educativo aos conteúdos da formação. Entre as diversas metodologias, a Aprendizagem Colaborativa em Redes – ACR, construída a partir da metodologia de Aprendizagem Baseada em Problemas, foi desenvolvida para um programa de formação continuada a distância de professores de AEE.
Uma das propostas da ACR é:
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Q3391563 Pedagogia
Hernandez, in Brasil. MEC (2010), defende uma perspectiva de organização curricular globalizadora. O conceito de conhecimento global e relacional permite superar o sentido da mera acumulação de saberes em torno de um tema.
De acordo com o documento, a proposta é
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Q3391562 Pedagogia
De acordo com Brasil. MEC (2010), para atuar no AEE, os professores devem ter formação específica para este exercício, que atenda aos objetivos da educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Por outro lado, a formação das pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, nas unidades de ensino, é feita por ações implementadas.
Tais implementações são de competência
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Q3391561 Pedagogia
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ___________ a formação do aluno, visando a sua  ___________ na escola e fora dela, constituindo oferta ___________ pelos sistemas de ensino. É realizado, _________, nas escolas ___________, em um espaço físico denominado Sala de Recursos Multifuncionais.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.
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Q3391560 Pedagogia
De acordo com Ropoli et al. (2010), ao contrário do que se pensa e se faz, as práticas escolares inclusivas não implicam um ensino adaptado para alguns alunos, mas um ensino diferente para todos, em que os alunos tenham condições de aprender, segundo suas próprias capacidades, sem discriminações e adaptações.
Segundo o documento, a ideia do currículo adaptado
Alternativas
Respostas
641: E
642: B
643: D
644: A
645: C
646: B
647: A
648: C
649: E
650: A
651: E
652: B
653: D
654: B
655: C
656: A
657: E
658: D
659: B
660: E