Foram encontradas 4.918 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1057823 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A LBI – Lei Brasileira de Inclusão (Lei no 13.146/2015) é o atual marco legal sobre políticas nacionais voltadas às pessoas com deficiências. No capítulo “Do Direito à Educação”, a LBI faz constar que ao poder público incumbe assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar
Alternativas
Q1057816 Pedagogia
Viviane, diretora de uma escola da rede municipal de Campinas, recebeu a senhora Luiza, mãe de uma aluna do Ensino Fundamental, que questionava a aprovação da filha para o 4o ano, alegando que a aluna sabia muito menos do que ela quando estava com a mesma idade na escola. Disse que a escola não tem projeto pedagógico e que os professores fazem o querem em sala de aula, aprovando sem o aluno saber.
Com base no Regimento Escolar Comum da Rede Municipal de Ensino de Campinas – Portaria SME no 69/2018, assinale a alternativa correta sobre o questionamento da mãe, a senhora Luiza.
Alternativas
Q1057811 Matemática
Em uma caixa, há vários lápis de cor, que serão distribuídos entre os alunos de uma sala, de modo que cada aluno receberá o mesmo número de lápis. Se forem distribuídos 5 lápis para cada aluno, restarão 14 lápis na caixa, porém não será possível distribuir 7 lápis para cada aluno, pois nesse caso ficariam faltando 18 lápis. O número de lápis que há na caixa é
Alternativas
Q1057809 Matemática
Foi feito um levantamento com determinado número de alunos para saber qual o vegetal que eles mais gostam de comer no almoço. O gráfico a seguir apresenta alguns dos resultados obtidos.
Imagem associada para resolução da questão

Sabendo-se que cada aluno escolheu apenas um vegetal de sua preferência e que 18 alunos disseram preferir cenoura, então o número de alunos que preferem batata supera o número de alunos que preferem brócolis em
Alternativas
Q1057808 Matemática
Em uma escola, há um total de 800 alunos, dos quais, 3/8 estão na educação infantil. Entre os demais alunos, 350 estão no ensino fundamental, e os alunos restantes, no ensino médio. Em relação ao número total de alunos dessa escola, aqueles que estão no ensino médio representam
Alternativas
Q1057804 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
    Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
    Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
    A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidade de retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
    A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje, o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
    Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
    O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.
(Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado) 
Considere a seguinte passagem do texto:
“A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta.” (5o parágrafo)
Nesse trecho, o vocábulo que expressa sentido de meio é:
Alternativas
Q1057802 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
    Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
    Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
    A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidade de retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
    A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje, o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
    Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
    O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.
(Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado) 
Assinale a alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua quanto à pontuação.
Alternativas
Q1057801 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
    Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
    Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
    A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidade de retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
    A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje, o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
    Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
    O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.
(Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado) 
Em destaque, encontra-se vocábulo empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q1057798 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
    Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
    Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
    A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidade de retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
    A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje, o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
    Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
    O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.
(Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado) 
Segundo o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1057797 Pedagogia
Os esforços conjuntos e articulados de avaliação dos sistemas de educação, Federal, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, propiciarão condições para o aperfeiçoamento e o êxito da Educação Fundamental. Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, isso acontecerá na medida em que as propostas pedagógicas das escolas
Alternativas
Q1057796 Pedagogia
Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, o não dito, aquilo que tanto alunos quanto professores trazem, carregado de sentidos próprios, criando as formas de relacionamento, poder e convivência nas salas de aula, refere-se ao currículo
Alternativas
Q1057795 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, as escolas deverão estabelecer, como norteadores de suas ações pedagógicas, alguns princípios. Entre eles, os Princípios Éticos da
Alternativas
Q1057794 Pedagogia
Grande parte do mau desempenho dos alunos, agravado pelos problemas da reprovação e da preparação insatisfatória, prévia e em serviço, dos professores, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, deve-se à insuficiência de
Alternativas
Q1057793 Pedagogia
Entre outros domínios da atividade infantil, Vygotsky também trabalha com o brinquedo e suas relações com o desenvolvimento. Ele faz referência a vários tipos de brinquedo, mas privilegia a brincadeira “faz de conta” em sua discussão sobre o papel do brinquedo no desenvolvimento. Conforme Vygotsky, o brinquedo
Alternativas
Q1057792 Pedagogia
No ensino de Ciências, diferentes modalidades de pesquisa podem ser desenvolvidas, a fim de que as crianças possam analisar, inferir e interpretar as relações da sociedade com a natureza, tornando possível valorizar a memória histórica e o conhecimento de seu espaço imediato. Conforme as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental – Anos Iniciais: Campinas, entre as modalidades de pesquisa, está a pesquisa experimental, que
Alternativas
Q1057791 Pedagogia
No trabalho a partir da pedagogia de projetos, o ensino-aprendizagem se realiza mediante um percurso que nunca é fixo, ordenado, pois o ato de projetar requer abertura para o desconhecido, para o não determinado, e flexibilidade para reformular as metas e os percursos à medida que as ações projetadas evidenciam novos problemas e dúvidas. O trabalho por projetos pode ser dividido em etapas, sendo que o momento em que se estimula a circulação das ideias e a atuação do educando como sujeito ativo e transformador do seu espaço de vivência e convivência ligada à escola é denominado
Alternativas
Q1057790 Pedagogia
Numa abordagem da História Integrada, conforme as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental – Anos Iniciais: Campinas, o trabalho na construção de um processo de aprendizagem em que o aluno se perceba como sujeito da História deve ser norteado
Alternativas
Q1057789 Pedagogia
No projeto político-pedagógico, deve-se conceber a organização do espaço físico da instituição escolar de tal modo que este
Alternativas
Q1057788 Pedagogia
O ensino da Geografia remete à importância de se explorar diferentes ambientes, tanto o natural quanto o transformado pela ação humana, com ênfase no trinômio Homem, Espaço e Tempo. Por meio de uma concepção crítica e humanista, conforme as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental – Anos Iniciais: Campinas, o estudo desse componente deve estar centrado
Alternativas
Q1057787 Pedagogia
Ao final do primeiro ano do Ciclo I, conforme as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental – Anos Iniciais: Campinas, os alunos devem ser capazes de progredir nos sete processos mentais básicos para a aprendizagem da Matemática.
A seguir, apresentam-se quatro desses processos mentais básicos para aprendizagem em matemática, que podem estar referidos a objetos, situações ou ideias.
1. Inclusão 2. Conservação 3. Seriação 4. “Sequenciação”

A. É o ato de perceber que a quantidade não depende da arrumação, forma ou posição. B. É o ato de fazer suceder a cada elemento um outro, sem considerar a ordem entre eles. C. É o ato de fazer abranger um conjunto por outro. D. É o ato de ordenar uma sequência segundo um critério qualquer.
A correta associação entre as duas colunas é definida por:
Alternativas
Respostas
3221: B
3222: C
3223: E
3224: B
3225: D
3226: C
3227: A
3228: B
3229: C
3230: C
3231: E
3232: D
3233: B
3234: A
3235: C
3236: B
3237: D
3238: E
3239: C
3240: C