Questões de Concurso
Para prefeitura de campinas - sp
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Viviane, diretora de uma escola da rede municipal de Campinas, recebeu a senhora Luiza, mãe de uma aluna do Ensino Fundamental, que questionava a aprovação da filha para o 4° ano, alegando que a aluna sabia muito menos do que ela quando estava com a mesma idade na escola. Disse que a escola não tem projeto pedagógico e que os professores fazem o querem em sala de aula, aprovando sem o aluno saber.
Com base no Regimento Escolar Comum da Rede Municipal de Ensino de Campinas – Portaria SME n° 69/2018, assinale a alternativa correta sobre o questionamento da mãe, a senhora Luiza.
A Portaria SME n° 69/2018 – Regimento Escolar Comum da Rede Municipal de Ensino de Campinas – afirma em seu artigo 15 que “A gestão escolar democrática envolve, dentre outras:
I. a gestão do tempo;
II. a gestão do espaço;
III. a gestão das interações sociais internas, comunitárias e intersetoriais;
IV. a gestão dos saberes escolares, das informações e do conhecimento; e
V. a gestão de recursos materiais e financeiros.”
Com base nessa Portaria, assinale a alternativa correta sobre a gestão democrática.
A praça de uma cidade foi construída a partir de dois terrenos, cada um deles com a forma de um triângulo retângulo, conforme a figura a seguir, com as respectivas medidas.

A área total dessa praça é igual a
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir, segundo a norma-padrão da língua portuguesa e as ideias presentes no texto.
No último quadro, ___________ a garota _________do que Calvin propunha, ela ________, irritada.
Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidade de retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje, o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.
(Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado)
Leia o excerto a seguir:
“Durante o curto passeio pelo largo do Carmo, rua 14 de dezembro, Barão de Jaguara e Cesar Bierrembach, pudemos nos dar conta de quanta história escondida e, também, de quanta história sugerida, pois, apesar da implacabilidade destruidora do tempo, quantos indícios ainda restam e que, no nosso andar apressado do dia a dia, não nos damos conta. Por isso, é preciso estudar, mais do que ver, perquirir, perguntar, estar atento. Em Souzas e Joaquim Egídio, tomamos contato com um passado exuberante em termos econômicos e culturais. Um grande número de fazendas que ainda restam, mas que nem de longe repercutem o que foram quando a distância do centro de Campinas levava os moradores a construírem uma vida social quase que autóctone”.
(Caminhos percorridos: discussões realizadas no Grupo de formação de História da Rede Municipal de ensino de Campinas: 2011 e 2012; 2013, p. 45)
O “curto passeio” descrito no excerto é um exemplo de saída pedagógica, prática que, segundo o documento em pauta,
Leia o excerto a seguir:
“Segundo Amos Oz, romancista e professor israelense, o desinteresse de nossa juventude pelo passado deve ser entendido dentro de um processo mais amplo que ele chama de ‘infantilização da humanidade’ que tende a transformar cidadãos em consumidores. [...] Se ‘prazerosa’ significar a adesão à lei do mínimo esforço ou tentar uma concorrência com o prazer alienante proporcionado pelos atuais programas da TV comercial ou pelos equipamentos eletrônicos da forma como usam, a escola nunca poderá ser ‘prazerosa’ para os nossos alunos”.
(Caminhos percorridos: discussões realizadas no Grupo de formação de História da Rede Municipal de ensino de Campinas: 2011 e 2012; 2013, p. 45)
Com base no excerto e no documento do qual ele foi extraído, compreende-se que o uso de recursos lúdicos
Leia o excerto a seguir, extraído da Resolução SME n° 14/2014 do Município de Campinas, a qual estabelece as diretrizes para a implementação da Avaliação Institucional da Educação Infantil e para a constituição da Comissão Própria de Avaliação (CPA) na Rede Municipal de Ensino, e assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente as lacunas.
A Avaliação Institucional Participativa das unidades de Educação Infantil ocorrerá:
I. no âmbito interno da unidade educacional e denominar-se-á Avaliação Interna (_________);
II. no âmbito externo à unidade educacional e denominar-se-á ___________, ficando sob a responsabilidade do _________ .
O conceito de qualidade negociada é um princípio orientador da perspectiva avaliativa presente em documentos educacionais da Prefeitura de Campinas, tais como as Diretrizes Curriculares para a educação infantil (2013) e para os anos iniciais do ensino fundamental (2012).
Assinale a alternativa que contém uma asserção coerente com a definição de tal conceito.
