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Q3485981 Educação Artística
No âmbito da técnica vocal, verificamos um conjunto de recursos destinados à articulação expressiva da voz. Quais dos seguintes recursos NÃO são considerados fundamentais para o uso do aparelho vocal?
Alternativas
Q3485980 Educação Artística
O tropicalismo, movimento cultural brasileiro dos anos 60, fundiu influências da música tradicional brasileira com elementos pop estrangeiros, gerando uma estética inovadora. Suas letras provocativas e postura contestadora desafiaram as normas sociais e políticas da época, marcando a história da música e da contracultura no Brasil. Diversos artistas contribuíram para essa corrente, assinale a alternativa em que TODOS os músicos fizeram parte deste movimento 
Alternativas
Q3485979 Música

Observe a imagem.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que descreve, respectivamente, as claves musicais.

Alternativas
Q3485978 Educação Artística
Na regência de corais amadores, é comum que o processo de arranjo musical se distinga da abordagem adotada em corais profissionais, priorizando a vivência musical em detrimento da especialização técnica. Nesse contexto, são empregados diversos recursos para enriquecer a prática coral. Qual das alternativas a seguir descreve de maneira apropriada alguns desses recursos?
Alternativas
Q3485977 Música

O Maracatu é uma manifestação cultural afrobrasileira que surgiu no estado de Pernambuco no século XVIII. É uma dança e música que mistura elementos africanos, portugueses e indígenas.

Quais são os instrumentos musicais mais característicos dessa manifestação?

Alternativas
Q3485976 Música

Observe a imagem a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

A escala musical é uma sequência ordenada de notas, geralmente sete, que formam a base para a criação de melodias e harmonias em composições musicais. Cada nota tem uma posição específica na escala, determinando assim a estrutura tonal da música. Quantos tons e semitons, respectivamente, são apresentados na imagem?

Alternativas
Q3485975 Educação Artística

"Na luta contra a censura e a ditadura, concorreram muitos grupos e indivíduos. Nos anos 70, por exemplo, artistas populares – sobretudo aqueles ligados à música, como Chico Buarque de Holanda, Ivan Lins, Vitor Martins, Gonzaguinha, João Bosco, Aldir Blanc, Milton Nascimento, Elis Regina, entre outros – aproveitando-se do próprio crescimento da indústria cultural no Brasil, tornaram-se porta-vozes dos valores democráticos e emancipatórios, que se contrapunham à realidade política vigente. Mesmo sob censura, a música popular foi fundamental para disseminar na sociedade, sob forma poética e metafórica, o imaginário da liberdade, constituindo-se naquilo que José Miguel Wisnik chamou de “rede de recados” pela democracia. Na segunda metade da década de 70, o público desses artistas aumentou consideravelmente, sobretudo entre os jovens da classe média, que cada vez mais tornavam-se atuantes na oposição ao regime."


NAPOLITANO, Marcos. 1964: história do regime militar brasileiro


Sobre o papel da MPB neste período, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3485968 Administração Pública
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015. São Programas de Transferência de Renda do Governo Estadual, Exceto: 
Alternativas
Q3485963 Português
Assinale a alternativa em que ocorre desvio ortográfico.
Alternativas
Q3485961 Português

Texto para responder à questão.


Caso de divórcio (III)


Ele é um ex-seminarista. Sério, metódico e higiênico. Do tipo que dorme sem amassar o pijama. Dela, todos dizem: é uma santa. Nunca tiveram filhos, e explicam que é por um problema de bacia estreita. Dele, não dela, mas ninguém jamais pediu maiores explicações. Ele é técnico contábil, está muito bem de vida. Ela se dedica a obras benemerentes e a atividades paroquiais. Os dois fizeram cursilho. Certa vez, ele escreveu uma carta ao jornal sobre uma vaga questão de dogma da Igreja e assinou Leigo Alerta. Ela usa o cabelo puxado para trás e amarrado num coque que é uma declaração de princípios. Até que um dia...


Um dia, por acaso, ligam o rádio no meio de uma transmissão de futebol. E ela ouve um nome: Dulcídio Wanderley Boschilia. Não ouve o resto da frase, não sabe quem é, mas fixa-se no nome como se o agarrasse com os dentes. Dulcídio Wanderley Boschilia. Estremece. Sente uma estranha sensação no peito, uma aflição. Como um sumidouro. Dulcídio Wanderley Boschilia. O que é que está me acontecendo, Deus? Levanta e vai na cozinha tomar água. Quando volta, o marido acabou de desligar o rádio e está tirando a gravata, sinal certo de que se prepara para dormir. Será que ele notou alguma coisa? Dulcídio Wanderley Boschilia. Não consegue dormir. Nunca mais será a mesma. Que fascínio tem aquele nome para mudar uma vida? E o mais estranho é que só de madrugada, o marido roncando como um urso, ela se dá conta que existe um homem que corresponde ao nome. Até então o nome fora uma assombração sem corpo na sua vigília, uma coisa etérea, uma abstração sonora.


Poucas horas antes da missa das seis, a aflição ganha um corpo. Mas que corpo terá Dulcídio Wanderley Boschilia? De volta da missa ela pega o jornal e vira para a página de esportes. Procura uma fotografia. Será este aqui? Deixa ver. Zezinho. Não é este. Tadeu. Cacau. Sente-se ridícula. O massagista Banha.


 Preciso me controlar. E súbito, num canto da página, a notícia: o árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia, que apitou o jogo de ontem, ficará na cidade até amanhã pela manhã, quando embarcará para São Paulo.


A empregada aparece na sala para pedir instruções para o almoço e descobre a patroa, com o jornal amassado contra o peito, o olhar perdido, e uma expressão na boca que a empregada — se soubesse soletrar a palavra — chamaria de pura lascívia. No mesmo dia, temendo nem ela sabe bem o quê, a empregada pede dispensa, depois de 17 anos com a família.


 Na manhã do dia seguinte, em vez da missa, a mulher vai para o aeroporto. De cabelo solto. O marido fica dormindo. Atenta a todas as chamadas para embarque, a mulher procura em vão por alguém com cara de Dulcídio Wanderley Boschilia. Almoça um bauru com guaraná no balcão do aeroporto e fica até à noite. Só quando descobre que não há mais voos para São Paulo naquele dia é que vai para casa.


— Onde é que você esteve? quis saber o marido, preocupado.


— Não interessa.


Ela tranca-se no quarto, e nos quatro dias seguintes só sai uma vez, para telefonar a um jornal. Pede o endereço de Dulcídio Wanderley Boschilia em São Paulo. Ninguém sabe. Ela deve escrever para a Federação Paulista de Futebol, o Departamento de Árbitros, por aí. Na noite do quarto dia ela declara para o marido:


— Quero ir para São Paulo.


— Está bem. Iremos.


— Você, não. Eu. Quero viver. Quero viver!


O marido salta com os dois pés no seu peito, como um Watusi, e a manda cambaleando para dentro do quarto. Fecha a porta. Até hoje, só a deixa sair para ir ao banheiro. Ela tem assustado várias pessoas da vizinhança com chamados furtivos, da janela, no meio da noite, e misteriosos bilhetes “para o Dulcídio, em São Paulo. Rápido, rápido!”


 VERISSIMO, L. F. Ed Mort e outras histórias. Porto Alegre: L&PM Editores, 1985.

As alternativas a seguir apresentam palavras que ocorrem no texto. Assinale aquela que é formada por justaposição.
Alternativas
Q3485957 Português

Texto para responder à questão.


Caso de divórcio (III)


Ele é um ex-seminarista. Sério, metódico e higiênico. Do tipo que dorme sem amassar o pijama. Dela, todos dizem: é uma santa. Nunca tiveram filhos, e explicam que é por um problema de bacia estreita. Dele, não dela, mas ninguém jamais pediu maiores explicações. Ele é técnico contábil, está muito bem de vida. Ela se dedica a obras benemerentes e a atividades paroquiais. Os dois fizeram cursilho. Certa vez, ele escreveu uma carta ao jornal sobre uma vaga questão de dogma da Igreja e assinou Leigo Alerta. Ela usa o cabelo puxado para trás e amarrado num coque que é uma declaração de princípios. Até que um dia...


Um dia, por acaso, ligam o rádio no meio de uma transmissão de futebol. E ela ouve um nome: Dulcídio Wanderley Boschilia. Não ouve o resto da frase, não sabe quem é, mas fixa-se no nome como se o agarrasse com os dentes. Dulcídio Wanderley Boschilia. Estremece. Sente uma estranha sensação no peito, uma aflição. Como um sumidouro. Dulcídio Wanderley Boschilia. O que é que está me acontecendo, Deus? Levanta e vai na cozinha tomar água. Quando volta, o marido acabou de desligar o rádio e está tirando a gravata, sinal certo de que se prepara para dormir. Será que ele notou alguma coisa? Dulcídio Wanderley Boschilia. Não consegue dormir. Nunca mais será a mesma. Que fascínio tem aquele nome para mudar uma vida? E o mais estranho é que só de madrugada, o marido roncando como um urso, ela se dá conta que existe um homem que corresponde ao nome. Até então o nome fora uma assombração sem corpo na sua vigília, uma coisa etérea, uma abstração sonora.


Poucas horas antes da missa das seis, a aflição ganha um corpo. Mas que corpo terá Dulcídio Wanderley Boschilia? De volta da missa ela pega o jornal e vira para a página de esportes. Procura uma fotografia. Será este aqui? Deixa ver. Zezinho. Não é este. Tadeu. Cacau. Sente-se ridícula. O massagista Banha.


 Preciso me controlar. E súbito, num canto da página, a notícia: o árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia, que apitou o jogo de ontem, ficará na cidade até amanhã pela manhã, quando embarcará para São Paulo.


A empregada aparece na sala para pedir instruções para o almoço e descobre a patroa, com o jornal amassado contra o peito, o olhar perdido, e uma expressão na boca que a empregada — se soubesse soletrar a palavra — chamaria de pura lascívia. No mesmo dia, temendo nem ela sabe bem o quê, a empregada pede dispensa, depois de 17 anos com a família.


 Na manhã do dia seguinte, em vez da missa, a mulher vai para o aeroporto. De cabelo solto. O marido fica dormindo. Atenta a todas as chamadas para embarque, a mulher procura em vão por alguém com cara de Dulcídio Wanderley Boschilia. Almoça um bauru com guaraná no balcão do aeroporto e fica até à noite. Só quando descobre que não há mais voos para São Paulo naquele dia é que vai para casa.


— Onde é que você esteve? quis saber o marido, preocupado.


— Não interessa.


Ela tranca-se no quarto, e nos quatro dias seguintes só sai uma vez, para telefonar a um jornal. Pede o endereço de Dulcídio Wanderley Boschilia em São Paulo. Ninguém sabe. Ela deve escrever para a Federação Paulista de Futebol, o Departamento de Árbitros, por aí. Na noite do quarto dia ela declara para o marido:


— Quero ir para São Paulo.


— Está bem. Iremos.


— Você, não. Eu. Quero viver. Quero viver!


O marido salta com os dois pés no seu peito, como um Watusi, e a manda cambaleando para dentro do quarto. Fecha a porta. Até hoje, só a deixa sair para ir ao banheiro. Ela tem assustado várias pessoas da vizinhança com chamados furtivos, da janela, no meio da noite, e misteriosos bilhetes “para o Dulcídio, em São Paulo. Rápido, rápido!”


 VERISSIMO, L. F. Ed Mort e outras histórias. Porto Alegre: L&PM Editores, 1985.

No excerto “Até então o nome fora uma assombração sem corpo na sua vigília, uma coisa etérea, uma abstração sonora.”, a palavra “etéreo” poderia ser substituída, sem prejuízo de valor, por:
Alternativas
Q3485955 Português

Texto para responder à questão.


Caso de divórcio (III)


Ele é um ex-seminarista. Sério, metódico e higiênico. Do tipo que dorme sem amassar o pijama. Dela, todos dizem: é uma santa. Nunca tiveram filhos, e explicam que é por um problema de bacia estreita. Dele, não dela, mas ninguém jamais pediu maiores explicações. Ele é técnico contábil, está muito bem de vida. Ela se dedica a obras benemerentes e a atividades paroquiais. Os dois fizeram cursilho. Certa vez, ele escreveu uma carta ao jornal sobre uma vaga questão de dogma da Igreja e assinou Leigo Alerta. Ela usa o cabelo puxado para trás e amarrado num coque que é uma declaração de princípios. Até que um dia...


Um dia, por acaso, ligam o rádio no meio de uma transmissão de futebol. E ela ouve um nome: Dulcídio Wanderley Boschilia. Não ouve o resto da frase, não sabe quem é, mas fixa-se no nome como se o agarrasse com os dentes. Dulcídio Wanderley Boschilia. Estremece. Sente uma estranha sensação no peito, uma aflição. Como um sumidouro. Dulcídio Wanderley Boschilia. O que é que está me acontecendo, Deus? Levanta e vai na cozinha tomar água. Quando volta, o marido acabou de desligar o rádio e está tirando a gravata, sinal certo de que se prepara para dormir. Será que ele notou alguma coisa? Dulcídio Wanderley Boschilia. Não consegue dormir. Nunca mais será a mesma. Que fascínio tem aquele nome para mudar uma vida? E o mais estranho é que só de madrugada, o marido roncando como um urso, ela se dá conta que existe um homem que corresponde ao nome. Até então o nome fora uma assombração sem corpo na sua vigília, uma coisa etérea, uma abstração sonora.


Poucas horas antes da missa das seis, a aflição ganha um corpo. Mas que corpo terá Dulcídio Wanderley Boschilia? De volta da missa ela pega o jornal e vira para a página de esportes. Procura uma fotografia. Será este aqui? Deixa ver. Zezinho. Não é este. Tadeu. Cacau. Sente-se ridícula. O massagista Banha.


 Preciso me controlar. E súbito, num canto da página, a notícia: o árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia, que apitou o jogo de ontem, ficará na cidade até amanhã pela manhã, quando embarcará para São Paulo.


A empregada aparece na sala para pedir instruções para o almoço e descobre a patroa, com o jornal amassado contra o peito, o olhar perdido, e uma expressão na boca que a empregada — se soubesse soletrar a palavra — chamaria de pura lascívia. No mesmo dia, temendo nem ela sabe bem o quê, a empregada pede dispensa, depois de 17 anos com a família.


 Na manhã do dia seguinte, em vez da missa, a mulher vai para o aeroporto. De cabelo solto. O marido fica dormindo. Atenta a todas as chamadas para embarque, a mulher procura em vão por alguém com cara de Dulcídio Wanderley Boschilia. Almoça um bauru com guaraná no balcão do aeroporto e fica até à noite. Só quando descobre que não há mais voos para São Paulo naquele dia é que vai para casa.


— Onde é que você esteve? quis saber o marido, preocupado.


— Não interessa.


Ela tranca-se no quarto, e nos quatro dias seguintes só sai uma vez, para telefonar a um jornal. Pede o endereço de Dulcídio Wanderley Boschilia em São Paulo. Ninguém sabe. Ela deve escrever para a Federação Paulista de Futebol, o Departamento de Árbitros, por aí. Na noite do quarto dia ela declara para o marido:


— Quero ir para São Paulo.


— Está bem. Iremos.


— Você, não. Eu. Quero viver. Quero viver!


O marido salta com os dois pés no seu peito, como um Watusi, e a manda cambaleando para dentro do quarto. Fecha a porta. Até hoje, só a deixa sair para ir ao banheiro. Ela tem assustado várias pessoas da vizinhança com chamados furtivos, da janela, no meio da noite, e misteriosos bilhetes “para o Dulcídio, em São Paulo. Rápido, rápido!”


 VERISSIMO, L. F. Ed Mort e outras histórias. Porto Alegre: L&PM Editores, 1985.

No texto, a partir do fato de que a personagem principal solta o cabelo para ir ao aeroporto, infere-se que ela: 
Alternativas
Q3485924 Educação Física
A flexibilidade muscular é a capacidade de um músculo se alongar sem sofrer danos. Ela é determinada pela quantidade e qualidade das fibras presentes no tecido muscular. Essas fibras são proteínas fibrosas que conferem resistência e elasticidade aos tecidos. Elas estão presentes em todos os tecidos conjuntivos, incluindo o tecido muscular. Em relação à flexibilidade muscular, qual componente do tecido muscular é responsável pela capacidade de um músculo se esticar?
Alternativas
Q3485923 Educação Física

"As alterações da postura quase sempre estão associadas às patologias da coluna, ou patologias da coluna quase sempre estão associadas às alterações posturais, cuja origem geralmente é o desequilíbrio muscular. Um grupo muscular fraco, ou que esteja sendo usado de forma incorreta, pode levar a uma postura incorreta. "


 STEFFENHAGEN, Maritza Klein, Manual da coluna: Mais de 100 exercícios para você viver melhor. Curitiba:Artes Gráficas, 2003.


Leia o enunciado e assinale a alternativa correta:


"Um exercício que contribui para a readequação postural, focando na correção da lordose lombar, é aquele que enfatiza o fortalecimento dos músculos __________________." 

Alternativas
Q3485922 Educação Física

"São conhecimentos que não podem ser acessados sem passar pela vivência corporal, sem que sejam efetivamente vicenciados. Trata-se de uma possibilidade única de apreender as manifestações culturais tematizadas pela Educação Física e do estudante se perceber como sujeito “de carne e osso”. Faz parte dessa dimensão, alèm do imprescindível acesso à experiência, cuidar para que as sensações geradas no momento da realização de uma determinada vivência sejam positivas ou, pelo menos, não sejam desagradáveis a ponto de gerar rejeição à prática em si."


Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/


Qual é a dimensão de conhecimento que se origina pela vivência das práticas corporais?

Alternativas
Q3485921 Educação Física

"O triatlo estreou no programa olímpico nos Jogos de Sydney, na Austrália, em 2000. O esporte distribuía apenas medalhas individuais, para homens e mulheres. Na última edição dos Jogos Olímpicos, em Tóquio 2020, foi adicionada mais uma prova: o revezamento misto. Os três eventos estão confirmados na próxima Olimpíada."


Disponível em: https://ge.globo.com/triatlo/noticia/2023/03/13/paris-2024


Um triatlo com distância olímpica consiste em ________km de natação,_________ km de ciclismo_______ e km de corrida. 

Alternativas
Q3485920 Educação Física
Considerando as diretrizes de atendimento de urgência diante da lesão repentina de um estudante durante uma aula prática de esportes, assinale a alternativa correta quanto às práticas de primeiros socorros.
Alternativas
Q3485919 Educação Física
A Educação Física Escolar, indo além do ensino de técnicas e regras esportivas, deve buscar:
Alternativas
Q3485918 Educação Física

Avalie as afirmações a seguir relacionadas ao Voleibol de quadra, conforme as normas oficiais estabelecidas.


I - É considerado falta quando um jogador golpeia a bola que continua na quadra da equipe adversária.


II - Em caso de empate no final do set (24 x 24), a partida continua até que a diferença de três pontos seja atingida (27 x 24, 28 x 25, etc).


III - Se houver empate nos sets (2x2), o 5º set será decisivo. No entanto, este vai somente até 15 pontos e também precisa de uma diferença mínima de 2 pontos.


IV - Não existe tempo pré-determinado para cada set.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3485917 Educação Física
Na avaliação das habilidades motoras e capacidades físicas dos alunos, qual é uma abordagem válida para mensurar o progresso individual?
Alternativas
Respostas
361: E
362: D
363: E
364: A
365: D
366: A
367: C
368: X
369: B
370: D
371: A
372: B
373: D
374: A
375: B
376: C
377: X
378: D
379: E
380: D