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Q3867400 Estatística
Em um setor administrativo, foram registrados os seguintes números de atendimentos realizados ao longo de 7 dias consecutivos: 10, 12, 14, 14, 14, 16 e 18. Com base nesses dados, a média aritmética simples, a moda e a mediana, respectivamente, são: 
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Q3867399 Matemática
Em um depósito, havia 180 caixas de materiais. Durante o dia, 48 caixas foram utilizadas. Depois, chegaram 3 lotes, cada um com 24 caixas. Ao final, todas as caixas foram divididas igualmente entre 6 setores. Quantas caixas ficaram em cada setor? 
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Q3867398 Matemática
Para realizar a limpeza de um prédio, 4 funcionários conseguem concluir o serviço em 6 horas, mantendo o mesmo ritmo de trabalho. Se 6 funcionários realizarem o mesmo serviço, nas mesmas condições, o tempo necessário para a conclusão será de: 
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Q3867397 Matemática
Um equipamento funciona girando um braço mecânico que descreve um ângulo de 90° a cada 15 segundos. Durante o funcionamento, ele transfere 2 litros de líquido por ciclo, sendo que cada litro tem massa de 1 kg. Após 1 minuto, o número de ciclos realizados, o ângulo total descrito e a massa total de líquido transferida serão, respectivamente: 
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Q3867396 Matemática
Um depósito tem formato retangular, com 8 m de comprimento e 5 m de largura. O piso será coberto por uma camada de concreto com 10 cm de espessura. A área do piso e o volume de concreto necessário, respectivamente, serão: 
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Q3867395 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No segmento “nos automedicamos”, a posição do pronome “nos” caracteriza-se como: 
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Q3867394 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Na frase “Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos”, a forma verbal “estamos” encontra se no: 
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Q3867393 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Ao defender que “desestruturar-se é também liberdade”, a autora sugere que: 
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Q3867392 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No texto, a autora afirma que “a vida não é uma linha reta” para sustentar a ideia de que: 
Alternativas
Q3867391 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A vida não é uma linha reta


    A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.


    Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.


    De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.


    Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho “A maioria de nós tem medo de se desestruturar”, o vocábulo “maioria” classifica-se, do ponto de vista gramatical, como: 
Alternativas
Q3867190 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora nº 1 estabelece deveres que cabem ao empregador no que se refere à segurança e à saúde no trabalho. Considerando essas disposições, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3867189 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora nº 5 estabelece regras para a constituição, a composição e o funcionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) nas organizações. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867188 Engenharia Ambiental e Sanitária

Na coleta seletiva, a separação correta dos resíduos é feita por meio de cores padronizadas; assim, papel e papelão devem ser descartados no recipiente de cor ________, plásticos no de cor ________, vidros no de cor ________ e resíduos orgânicos no de cor ________.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

Alternativas
Q3867187 Segurança e Saúde no Trabalho
As atividades de limpeza em ambientes institucionais seguem rotinas padronizadas que envolvem preparo do material, uso correto de equipamentos de proteção e execução ordenada das etapas, de modo a garantir higiene, segurança e eficiência. Considerando os procedimentos de espanação, varrição úmida, lavagem e limpeza de superfícies, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867186 Conhecimentos de Serviços Gerais

A escolha do tipo de limpeza e do método empregado influencia diretamente a higiene, a segurança e a conservação dos ambientes, considerando a criticidade das áreas e a finalidade do procedimento. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir.



I. A limpeza concorrente é realizada diariamente e tem como finalidade manter o asseio do ambiente, incluindo a limpeza de pisos, superfícies e a reposição de materiais de consumo.


II. A limpeza terminal é realizada periodicamente, conforme cronograma pré-estabelecido, abrangendo todas as superfícies e mobiliários, com o objetivo de reduzir a sujidade e a população microbiana.


III. A limpeza seca é indicada para áreas internas cobertas, sendo preferencial à limpeza úmida por apresentar maior eficiência na remoção de sujidades aderidas.



Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q3867185 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Em serviços de saúde, os ambientes são classificados conforme o risco de transmissão de infecções e o tipo de atividade realizada, o que orienta os cuidados necessários com a limpeza e a organização dos espaços. Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867184 Direito Administrativo
A Lei Orgânica do Município estabelece princípios e regras que devem ser observados pela administração pública direta, indireta ou fundacional, no âmbito dos Poderes municipais. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867183 Direito Administrativo
A Lei Orgânica estabelece limites à atuação do Município, definindo condutas que não podem ser praticadas pela administração pública municipal, com o objetivo de preservar a legalidade, a igualdade entre os cidadãos e o interesse público. À luz dessas vedações, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3867182 Direito Constitucional

A Lei Orgânica do Município prevê atribuições que são exercidas de forma compartilhada entre o Município, a União e o Estado, envolvendo áreas sociais, ambientais, culturais e institucionais. Considerando essas competências comuns, analise as assertivas a seguir.



I. Cuidar da saúde e da assistência pública, incluindo a proteção e a garantia das pessoas com deficiência.


II. Proteger o meio ambiente e atuar no combate à poluição em suas diversas formas.


III. Elaborar normas gerais relacionadas ao direito penal e processual aplicáveis no território nacional.



Está(ão) CORRETA(S): 

Alternativas
Q3867181 Legislação Municipal
No exercício de suas atividades, o servente atua diretamente na conservação de espaços públicos, como ruas, praças e prédios municipais, integrando serviços que dependem de planejamento e organização da administração local. À luz da Lei Orgânica, que define as competências privativas municipais, assinale a alternativa que indica uma atribuição que cabe exclusivamente ao Município no âmbito desses serviços públicos locais. 
Alternativas
Respostas
41: D
42: C
43: B
44: B
45: A
46: B
47: D
48: B
49: A
50: A
51: D
52: A
53: D
54: A
55: B
56: C
57: A
58: D
59: B
60: A