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Q3377445 Pedagogia
De acordo com a Proposta Pedagógica Curricular da Rede Municipal de Educação do Município de Tunápolis-SC, a educação está pautada na prática pedagógica diferenciada, que considera:
Alternativas
Q3377444 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Joana é mãe de Lucas, uma criança de 7 anos que completou recentemente o ensino infantil. Ao iniciar o ano letivo, Joana ainda não havia matriculado o filho em uma escola. Quando questionada, alegou que preferia esperar até que encontrasse uma escola "perfeita" para iniciar o ensino fundamental, sem considerar os prazos legais.
Com base nessa situação e de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3377443 Pedagogia
O Plano Nacional de Educação é um documento estratégico que define diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira. Os pontos abordados no projeto abrangem diversas áreas, incluindo a: 
Alternativas
Q3377442 Pedagogia
"As crianças evidenciam, ao tentar escrever, em qual estágio desse percurso se encontram − as hipóteses de escrita −, oferecendo as informações necessárias para o professor fazer intervenções e planejar atividades que lhes permitam avançar."

Acesse:https://novaescola.org.br/conteudo/21637/ana-teberosky-quem -foi-e-seu-legado-para-a-alfabetizacao-e-letramento#:~:text=%E2%80% 9CDevemos%20ler%20para%20as%20crian%C3%A7as,entrevista%20 para%20a%20NOVA%20ESCOLA.


Defendendo que a aquisição da escrita é um processo de construção baseado na forma como os estudantes pensam e entendem o universo letrado, o pensamento acima diz respeito a:
Alternativas
Q3377441 Pedagogia
O planejamento é uma reflexão que se faz a respeito dos caminhos a serem percorridos.

Acesse:https://editorarealize.com.br/editora/anais/conbrale/2018/TRAB ALHO_EV109_MD1_SA8_ID595_21052018213733.pdf

Analise as afirmativas a seguir sobre o planejamento do ensino de Língua Portuguesa no ciclo de alfabetização.

1.O planejamento deve considerar a progressão das habilidades de leitura e escrita, integrando-as aos conteúdos curriculares.

2.A escolha dos gêneros textuais deve ser feita apenas com base na facilidade de leitura pelas crianças.

3.O ensino da Língua Portuguesa deve articular práticas de letramento com a sistematização da alfabetização.

4.O planejamento deve ser fixo durante todo o ano letivo, não se adaptando às necessidades da turma.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3377440 Português
Os gêneros textuais são considerados como meios reais de manifestação da linguagem humana e podem facilitar o processo de letramento. Nesse contexto, o ensino passa a contemplar atividades ______________________ a partir de textos que circulam no cotidiano do aluno, a fim de que ele possa inserir-se em uma sociedade letrada. Essa inserção é importante em todos os níveis, especialmente no Ensino Fundamental I, haja vista que é o momento em que a criança entra em contato com saberes variados, sendo assim, a escola torna-se um espaço que pode estimular a aprendizagem de forma reflexiva e crítica, utilizando a diversidade de gêneros textuais expressos nas diferentes situações comunicativas. 

Acesse:https://sguweb.unicentro.br/app/webroot/arquivos/atsubmissao/ ARTIGO_VERS_O_FINAL_DEFESA.pdf


Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
Alternativas
Q3377439 Pedagogia
O método fônico, é uma abordagem que pode ser mais eficaz na alfabetização, especialmente para crianças com dificuldades de aprendizagem, ele aborda a consciência fonêmica, ou seja, o mesmo que:
Alternativas
Q3377438 Pedagogia
Leia as afirmativas a seguir sobre a avaliação formativa no ciclo de alfabetização:

I.A avaliação formativa tem como foco principal acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes, permitindo que o professor ajuste suas estratégias conforme as necessidades da turma.

II.A avaliação formativa ocorre apenas ao final de cada unidade didática, com o objetivo de atribuir uma nota ao estudante.

III.No ciclo de alfabetização, a avaliação formativa permite observar os avanços e dificuldades dos alunos de maneira contínua, contribuindo para a tomada de decisões pedagógicas.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3377437 Pedagogia
A organização eficaz das rotinas escolares e da sala de aula é essencial para otimizar o trabalho do professor alfabetizador e promover o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita. No ciclo de alfabetização, a organização do espaço físico e das rotinas da sala de aula deve:
Alternativas
Q3377436 Pedagogia
O próprio professor é responsável pela avaliação das crianças. É ele que pode, de modo contínuo, perceber os avanços e as necessidades de cada estudante.
Acesse:https://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/material/ 107.pdf

Associe corretamente os instrumentos de acompanhamento da aprendizagem (coluna 1) com suas respectivas finalidades (coluna 2):

Coluna 1 − Instrumentos.
1.Portfólio. 2.Roda de conversa. 3.Registro descritivo. 4.Lista de verificação (checklist).
Coluna 2 − Finalidades.
A.(__)Sistematizar dados objetivos sobre habilidades específicas observadas nas crianças.
B.(__)Analisar de forma reflexiva e contínua a evolução das produções da criança.
C.(__)Observar aspectos subjetivos do processo de aprendizagem e atitudes.
D.(__)Promover o relato oral da criança sobre suas experiências e aprendizados.


A sequência correta é: 
Alternativas
Q3377435 Pedagogia
Em uma escola pública, o corpo docente iniciou um processo de reformulação do planejamento pedagógico, buscando adequar suas práticas para atender às necessidades individuais dos estudantes. A coordenadora propôs que cada professor pensasse em estratégias diversificadas, com base no reconhecimento das diferenças entre os alunos e no respeito aos seus ritmos e estilos de aprendizagem. Essa proposta está fundamentada no princípio de que:
Alternativas
Q3377434 Pedagogia
Durante uma atividade de produção textual, o professor percebeu que alguns alunos já escreviam com autonomia, enquanto outros ainda necessitavam de apoio para organizar ideias e construir frases. Reconhecendo essa diversidade, ele organizou grupos com níveis variados de escrita, propôs atividades diferenciadas conforme as necessidades de cada grupo e acompanhou de perto os alunos que apresentavam maiores dificuldades, incentivando a cooperação entre os colegas.
Essa prática pedagógica demonstra que o professor está:
Alternativas
Q3377433 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular foi estruturada em competências para assegurar os direitos de aprendizagem dos estudantes, estabelecendo as bases para uma educação de qualidade que os prepare para o futuro, com foco no desenvolvimento de habilidades e competências essenciais. Mas, afinal, o que são essas competências, segundo a BNCC? 
Alternativas
Q3234092 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
O Art. 83 da Lei Orgânica do Município de Tunápolis-SC estabelece que o Município instituirá um conselho de política de administração de pessoal. Quem deve integrar esse conselho?
Alternativas
Q3234090 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com os fundamentos socioeconômicos, a COOMILP é uma cooperativa que trabalha com:
Alternativas
Q3234085 Português

O futebol no meio da relação



No nosso primeiro encontro, Beatriz falou que não era Cruzeiro nem Atlético.


Eu brinquei:


— Então, é Coelho?


Ela riu, também não era adepta do simpático time do América.


Fiquei com aquela informação na cabeça: ela não gosta de futebol. Nem todos têm um time para chamar de seu.


Mas não comentei mais nada dali em diante. Paixão é greve de personalidade. O futebol desapareceu para mim no primeiro mês de namoro. Estava apaixonado. Só queria saber dela, de sair com ela.


Beatriz, por sua vez, achou que eu fosse um gentleman, um intelectual: poeta, pensador, autor de livros sobre relacionamentos e sobre a finitude da vida. Supôs que, nas horas vagas, eu privilegiaria livros, filmes, artes plásticas. Jamais cogitou a hipótese de que eu seria um fanático do esporte ou de um clube.


Quando visitamos Porto Alegre, minha cidade, já com seis meses de relacionamento, ela demonstrou seu interesse em conhecer a Fundação Iberê Camargo de tarde.


O amor já tinha chegado em mim. Amar é mostrar que você tem um mundo pretérito às afinidades momentâneas de casal. Eu disse:


— Não posso!


Foi o meu "não" inicial no romance, o "não" fundador. Reuni as minhas forças para estrear a negativa.


Ela não compreendeu a rejeição:


— Não? Por quê? Tem compromisso?


Não queria que entendesse que estava fazendo pouco caso, tratei logo de explicar:


— Hoje tem jogo do Inter no Beira-Rio, não posso perder, quer vir junto?


Logo estendi uma camiseta vermelha com o nome dela nas costas, que eu recém havia comprado.


Ela ficou pálida, talvez tenha raciocinado com um frio na barriga: "onde eu me meti?".


Esclareci que era colorado doente, cônsul do Inter, ia em todos os jogos.


Ela estava com a boca aberta, de queixo caído:


— Então, você é daqueles que não deixam de assistir um jogo, que desmarcam qualquer evento?


— Sim. E não esqueça que são vários campeonatos: Brasileirão, Sul-Americana ou Libertadores, Copa do Brasil, Gauchão...


— Assiste todos?


— E mais: seco os meus rivais. Ou melhor, lavo, seco e passo os meus adversários.


— Mas não sobrará tempo para nada.


— Pois é, eu precisava desabafar!


— Você não é fanático, você é louco! Depois, descobri com sua melhor amiga que ela tinha um único pré-requisito para um partidão: que ele não gostasse de futebol.


A vida não é perfeita, Beatriz, mas nosso amor é, dentro do possível, de acordo com o calendário da CBF e Conmebol.



Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar

Na frase "Amar é mostrar que você tem um mundo pretérito às afinidades momentâneas de casal", o uso da crase é:
Alternativas
Q3234082 Português

O futebol no meio da relação



No nosso primeiro encontro, Beatriz falou que não era Cruzeiro nem Atlético.


Eu brinquei:


— Então, é Coelho?


Ela riu, também não era adepta do simpático time do América.


Fiquei com aquela informação na cabeça: ela não gosta de futebol. Nem todos têm um time para chamar de seu.


Mas não comentei mais nada dali em diante. Paixão é greve de personalidade. O futebol desapareceu para mim no primeiro mês de namoro. Estava apaixonado. Só queria saber dela, de sair com ela.


Beatriz, por sua vez, achou que eu fosse um gentleman, um intelectual: poeta, pensador, autor de livros sobre relacionamentos e sobre a finitude da vida. Supôs que, nas horas vagas, eu privilegiaria livros, filmes, artes plásticas. Jamais cogitou a hipótese de que eu seria um fanático do esporte ou de um clube.


Quando visitamos Porto Alegre, minha cidade, já com seis meses de relacionamento, ela demonstrou seu interesse em conhecer a Fundação Iberê Camargo de tarde.


O amor já tinha chegado em mim. Amar é mostrar que você tem um mundo pretérito às afinidades momentâneas de casal. Eu disse:


— Não posso!


Foi o meu "não" inicial no romance, o "não" fundador. Reuni as minhas forças para estrear a negativa.


Ela não compreendeu a rejeição:


— Não? Por quê? Tem compromisso?


Não queria que entendesse que estava fazendo pouco caso, tratei logo de explicar:


— Hoje tem jogo do Inter no Beira-Rio, não posso perder, quer vir junto?


Logo estendi uma camiseta vermelha com o nome dela nas costas, que eu recém havia comprado.


Ela ficou pálida, talvez tenha raciocinado com um frio na barriga: "onde eu me meti?".


Esclareci que era colorado doente, cônsul do Inter, ia em todos os jogos.


Ela estava com a boca aberta, de queixo caído:


— Então, você é daqueles que não deixam de assistir um jogo, que desmarcam qualquer evento?


— Sim. E não esqueça que são vários campeonatos: Brasileirão, Sul-Americana ou Libertadores, Copa do Brasil, Gauchão...


— Assiste todos?


— E mais: seco os meus rivais. Ou melhor, lavo, seco e passo os meus adversários.


— Mas não sobrará tempo para nada.


— Pois é, eu precisava desabafar!


— Você não é fanático, você é louco! Depois, descobri com sua melhor amiga que ela tinha um único pré-requisito para um partidão: que ele não gostasse de futebol.


A vida não é perfeita, Beatriz, mas nosso amor é, dentro do possível, de acordo com o calendário da CBF e Conmebol.



Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar

Analise a frase a seguir:



Ela ficou pálida, talvez tenha raciocinado com um frio na barriga: "onde eu me meti?"



Considerando que foram observadas as regras de colocação pronominal, analise as afirmações relacionadas a essa temática:



I.As "Conjunções subordinativas" representam um caso obrigatório de próclise.


II.Nos Verbos no imperativo afirmativo deve-se usar ênclise.


III.Caso o verbo no futuro do presente ou no futuro do pretérito do indicativo venha precedido por pronome pessoal reto, ou de alguma palavra que exija a próclise, está será de rigor.



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3234080 Português

O futebol no meio da relação



No nosso primeiro encontro, Beatriz falou que não era Cruzeiro nem Atlético.


Eu brinquei:


— Então, é Coelho?


Ela riu, também não era adepta do simpático time do América.


Fiquei com aquela informação na cabeça: ela não gosta de futebol. Nem todos têm um time para chamar de seu.


Mas não comentei mais nada dali em diante. Paixão é greve de personalidade. O futebol desapareceu para mim no primeiro mês de namoro. Estava apaixonado. Só queria saber dela, de sair com ela.


Beatriz, por sua vez, achou que eu fosse um gentleman, um intelectual: poeta, pensador, autor de livros sobre relacionamentos e sobre a finitude da vida. Supôs que, nas horas vagas, eu privilegiaria livros, filmes, artes plásticas. Jamais cogitou a hipótese de que eu seria um fanático do esporte ou de um clube.


Quando visitamos Porto Alegre, minha cidade, já com seis meses de relacionamento, ela demonstrou seu interesse em conhecer a Fundação Iberê Camargo de tarde.


O amor já tinha chegado em mim. Amar é mostrar que você tem um mundo pretérito às afinidades momentâneas de casal. Eu disse:


— Não posso!


Foi o meu "não" inicial no romance, o "não" fundador. Reuni as minhas forças para estrear a negativa.


Ela não compreendeu a rejeição:


— Não? Por quê? Tem compromisso?


Não queria que entendesse que estava fazendo pouco caso, tratei logo de explicar:


— Hoje tem jogo do Inter no Beira-Rio, não posso perder, quer vir junto?


Logo estendi uma camiseta vermelha com o nome dela nas costas, que eu recém havia comprado.


Ela ficou pálida, talvez tenha raciocinado com um frio na barriga: "onde eu me meti?".


Esclareci que era colorado doente, cônsul do Inter, ia em todos os jogos.


Ela estava com a boca aberta, de queixo caído:


— Então, você é daqueles que não deixam de assistir um jogo, que desmarcam qualquer evento?


— Sim. E não esqueça que são vários campeonatos: Brasileirão, Sul-Americana ou Libertadores, Copa do Brasil, Gauchão...


— Assiste todos?


— E mais: seco os meus rivais. Ou melhor, lavo, seco e passo os meus adversários.


— Mas não sobrará tempo para nada.


— Pois é, eu precisava desabafar!


— Você não é fanático, você é louco! Depois, descobri com sua melhor amiga que ela tinha um único pré-requisito para um partidão: que ele não gostasse de futebol.


A vida não é perfeita, Beatriz, mas nosso amor é, dentro do possível, de acordo com o calendário da CBF e Conmebol.



Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar

Assinale a alternativa cuja oração em destaque foi corretamente classificada: 
Alternativas
Q3234079 Português

O futebol no meio da relação



No nosso primeiro encontro, Beatriz falou que não era Cruzeiro nem Atlético.


Eu brinquei:


— Então, é Coelho?


Ela riu, também não era adepta do simpático time do América.


Fiquei com aquela informação na cabeça: ela não gosta de futebol. Nem todos têm um time para chamar de seu.


Mas não comentei mais nada dali em diante. Paixão é greve de personalidade. O futebol desapareceu para mim no primeiro mês de namoro. Estava apaixonado. Só queria saber dela, de sair com ela.


Beatriz, por sua vez, achou que eu fosse um gentleman, um intelectual: poeta, pensador, autor de livros sobre relacionamentos e sobre a finitude da vida. Supôs que, nas horas vagas, eu privilegiaria livros, filmes, artes plásticas. Jamais cogitou a hipótese de que eu seria um fanático do esporte ou de um clube.


Quando visitamos Porto Alegre, minha cidade, já com seis meses de relacionamento, ela demonstrou seu interesse em conhecer a Fundação Iberê Camargo de tarde.


O amor já tinha chegado em mim. Amar é mostrar que você tem um mundo pretérito às afinidades momentâneas de casal. Eu disse:


— Não posso!


Foi o meu "não" inicial no romance, o "não" fundador. Reuni as minhas forças para estrear a negativa.


Ela não compreendeu a rejeição:


— Não? Por quê? Tem compromisso?


Não queria que entendesse que estava fazendo pouco caso, tratei logo de explicar:


— Hoje tem jogo do Inter no Beira-Rio, não posso perder, quer vir junto?


Logo estendi uma camiseta vermelha com o nome dela nas costas, que eu recém havia comprado.


Ela ficou pálida, talvez tenha raciocinado com um frio na barriga: "onde eu me meti?".


Esclareci que era colorado doente, cônsul do Inter, ia em todos os jogos.


Ela estava com a boca aberta, de queixo caído:


— Então, você é daqueles que não deixam de assistir um jogo, que desmarcam qualquer evento?


— Sim. E não esqueça que são vários campeonatos: Brasileirão, Sul-Americana ou Libertadores, Copa do Brasil, Gauchão...


— Assiste todos?


— E mais: seco os meus rivais. Ou melhor, lavo, seco e passo os meus adversários.


— Mas não sobrará tempo para nada.


— Pois é, eu precisava desabafar!


— Você não é fanático, você é louco! Depois, descobri com sua melhor amiga que ela tinha um único pré-requisito para um partidão: que ele não gostasse de futebol.


A vida não é perfeita, Beatriz, mas nosso amor é, dentro do possível, de acordo com o calendário da CBF e Conmebol.



Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar

Assinale a alternativa que possui um erro de regência:
Alternativas
Q3234078 Odontologia
Sobre a técnica de vitropressão ou diascopia descrita, qual das alternativas abaixo é correta?
Alternativas
Respostas
781: B
782: C
783: C
784: C
785: D
786: B
787: C
788: D
789: D
790: D
791: D
792: C
793: A
794: C
795: B
796: D
797: D
798: D
799: A
800: C