Foram encontradas 1.021 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3678532 Pedagogia
Com base nas disposições do Decreto Federal n.º 5626/05, que regulamenta a Lei n.º 10.436/02 e estabelece diretrizes cruciais para a utilização e o papel da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), as assertivas a seguir descrevem uma das complexas responsabilidades do Intérprete de LIBRAS em âmbitos educacionais inclusivos:

I.  Adaptar a linguagem e o estilo de comunicação conforme a faixa etária dos alunos, buscando atender às necessidades específicas de cada grupo.

II.  Assegurar a confidencialidade das informações compartilhadas durante as interações com os alunos surdos, respeitando a ética profissional e os direitos individuais.

III. Integrar-se profundamente à comunidade surda, agindo como agente catalisador do desenvolvimento cultural e linguístico dos alunos, além de facilitar a interação plena com os ouvintes.

IV. Fornecer suporte adicional aos alunos surdos em atividades extracurriculares, contribuindo para a inclusão em todas as áreas da escola.

V.  Adotar técnicas de tradução que priorizem a fluência em Língua Portuguesa, assegurando a comunicação eficaz com os alunos surdos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3678531 Pedagogia
Com a mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n.º 9394/96, a partir da Lei n.º 14.191, de 2021, nas escolas, as pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva, passaram a ter um ensino baseado no(a):

I - Princípio do respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária.

II - Reconhecimento das Libras como a primeira língua e o português escrito, a segunda língua.

III - Proibição da matrícula em escolas especiais das pessoas sem o acesso à tecnologia assistiva.

IV - Deficiência auditiva sem suporte ou adaptação para pessoas com surdo-cegueira em escolas especiais.

V - Oferta de materiais didáticos e professores bilíngues com formação e especialização adequadas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3678530 Pedagogia

Leia o fragmento de texto a seguir



"O último Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2010, mostra que existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil, sendo 506 mil cegas e cerca de 6 milhões com baixa visão. Entre as pessoas cegas, 110 mil têm 15 anos ou mais e não são alfabetizadas".


ndaeepproobeemmano-pas/)

60.com.br/brasil/acessibilidade-para-cegos-ainda-e-problema-no-pais/)



Considerando esse contexto, as pessoas com deficiência visual no Brasil têm enfrentado desafios históricos em relação à inclusão educacional. No entanto, a Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva assegurou ao surdo progressos como:



I. A desqualificação da língua de sinais como meio de legitimidade de comunicação e instrução.



II. O direito de todos à educação, considerando a educação inclusiva um ato político, social e pedagógico.



III. O direito do surdo ao acesso à comunicação e informação em seu ambiente educacional.



IV. A inserção no ambiente escolar com seus pares ouvintes, favorecendo a convivência e o aprendizado mútuo.



V. As escolas e classes especiais sob o direcionamento oralista com ou sem o intérprete de Libras.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3678529 Libras
A interpretação de Libras é um serviço essencial para garantir que as pessoas surdas tenham acesso à informação e possam se comunicar adequadamente em diferentes contextos. Nesse contexto, leia o fragmento de texto a seguir:

(...) o intérprete aguarda o emissor conclui seu discurso antes de iniciar a interpretação. O discurso é dividido em segmentos e o intérprete traduz cada segmento após o emissor fazer uma pausa. O intérprete escuta trechos do texto a ser traduzido, eventualmente com o auxílio de notas e, em seguida, produz um texto em suas próprias palavras e que não segue necessariamente as frases do orador.

Fonte: (Adaptado odducaaooosEsssudoosDDeTTaaduccaoscos/cap111332211.hmm) acaoBasica/introducaoAosEstudosDeTraducao/scos/cap11332/1.html)

O fragmento de texto apresentado refere-se à modalidade de interpretação:
Alternativas
Q3678528 Libras

Analise os itens a seguir sobre modelos de tradução e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS):



I - O modelo interacional de tradução e interpretação em LIBRAS enfatiza a comunicação fluente e a interpretação do contexto, priorizando a transmissão da mensagem global, mesmo que haja adaptações linguísticas.



II - No modelo intralinguístico de interpretação em LIBRAS, o foco está na equivalência linguística estrita, buscando manter a fidelidade gramatical e cultural entre as línguas de partida e chegada.



III - O modelo instrumental de tradução em LIBRAS prioriza a exatidão técnica e científica na transmissão de informações especializadas, como palestras acadêmicas ou procedimentos médicos.



IV - A abordagem culturalista na interpretação em LIBRAS destaca a importância de incorporar elementos culturais e expressões idiomáticas da língua de partida, mesmo que isso resulte em uma mensagem mais ampla.



V - No modelo sociolinguístico de tradução e interpretação em LIBRAS, o intérprete busca mediar a comunicação, considerando as diferenças regionais e dialetais da língua, adaptando a interpretação conforme o público-alvo.



É correto o que se afirma em:


Alternativas
Q3678527 Libras

Leia o fragmento de texto a seguir:



No Brasil, por exemplo, calcula-se que a tradução interlingual representa cerca de 60 a 80% dos textos publicados e que 75% do saber científico e tecnológico provém das traduções, alimentando vários setores da vida nacional. Sem a tradução, muitos setores simplesmente não funcionariam, por exemplo, o de softwares, medicamentos, automobilístico etc. (GUERINI; COSTA, 2006, p. 11).



Nesse contexto, podemos afirmar que, na tradução interlingual:



I -  A interpretação dos signos verbais é realizada por meio de alguma outra língua.



II -  A tradução é realizada apenas por tradutores especializados em literatura com diferentes dialetos.



III - A interpretação dos signos verbais é realizada por meio de outros signos da mesma língua.



IV - A tradução entre duas línguas distintas desconsidera as diferenças culturais entre diferentes dialetos.



V - A transferência de significado e mensagem de uma língua de origem para uma língua de destino acontece.



É correto o que se afirma em:



Alternativas
Q3678526 Libras
Ao longo dos séculos, os surdos foram formando uma cultura própria centrada, principalmente, em sua forma sinalizada de comunicação, com modelo cultural diferente dos ouvintes. Nesse contexto, podemos afirmar que a cultura surda é:

I. A assimilação da cultura ouvinte sem o histórico de luta por seus direitos e reconhecimento de uma identidade cultural.     

II. Quando o surdo vive somente dentro de sua própria cultura, não estando inserido em uma determinada sociedade que também possui sua cultura com aspectos próprios.

III. Uma importante ferramenta de mudança, provocando a percepção generalizada, entre surdos e ouvintes, do fim da homogeneização da vida social.

IV. A busca de adaptações nas diversas instituições culturais com o objetivo de tornar o meio em que vive habitável e acessível.

V. Um padrão de comportamento, compartilhado pelas pessoas surdas, na troca de experiências com os seus semelhantes, como valores, crenças, literatura ou eventos sociais.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3678525 Libras
Qual das assertivas a seguir melhor evidencia um dos contrastes linguísticos profundos entre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a Língua Portuguesa?
Alternativas
Q3678524 Pedagogia
Com base na legislação e diretrizes vigentes, qual dos seguintes enunciados melhor expressa o cerne da abordagem da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva no contexto brasileiro?
Alternativas
Q3678523 Libras
Ana Maria é uma professora surda que leciona para uma turma de alunos surdos e ouvintes em uma escola inclusiva. Ela usa tanto a Língua Brasileira de Sinais (Libras) quanto a Língua Portuguesa em suas aulas. Ao longo do 2.º trimestre, para adaptar a sua abordagem de ensino, observou as seguintes diferenças:

I - Nas aulas de Libras, os alunos se beneficiaram muito com a comunicação visual e espacial, por isso, utilizou gestos, expressões faciais e posicionamento do corpo para enfatizar informações e ajudar na compreensão dos alunos. No entanto, nas aulas de português, ela nota que a linguagem corporal tem menos importância e a comunicação se baseia principalmente na audição e na escrita.

II - Ao ensinar a estrutura gramatical de Libras, observou que a ordem das palavras é diferente da ordem na Língua Portuguesa. Enquanto o Português segue uma estrutura sujeito-verbo-objeto (SVO), a Libras frequentemente usa uma estrutura tópico-comentário, em que o tópico é apresentado antes do comentário.

III -  Em Libras, é comum o uso de sinais icônicos, que são sinais que representam visualmente uma ação ou o objeto descrito. Por exemplo, o sinal para "telefone" pode imitar o ato de segurar um telefone e conversar. Esse tipo de força é menos presente na Língua Portuguesa, que utiliza principalmente palavras e não sinais icônicos.

IV - A Língua Portuguesa possui uma dimensão espacial de forma marcante. Embora a linguagem corporal e gestual acompanhe a comunicação oral, a dimensão espacial é um elemento estrutural do português, como ocorre nas línguas de sinais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3678522 Pedagogia
João, um estudante surdo, está matriculado em uma escola regular que está passando por um processo de adaptação para cumprir as disposições da Lei n.º 14.191/2021, que institui a Educação Bilíngue de Surdos como modalidade de ensino. Com base nessa lei, qual das seguintes assertivas melhor reflete um dos princípios centrais da Educação Bilíngue de Surdos?
Alternativas
Q3678521 Braille
O Brasil conta com a Lei n.º 4169/1962, que oficializa as convenções Braille para uso na escrita e leitura dos cegos e o código de contrações e abreviaturas Braille, beneficiando e promovendo a inclusão de milhares de cidadãos com deficiência visual. Nesse contexto, identifique nas assertivas a seguir, as abreviaturas por representação inicial silábica total, formada por sinais duplos:

I. desde; depois; fácil.

II. menino; menor; pequeno.

III. difícil; desejo; diverso.

IV. você; valor; visto.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3678520 Pedagogia
Na construção da identidade surda, o conceito de "_______" descreve a atitude de reconhecer e afirmar a singularidade da cultura surda, bem como a valorização da Língua de Sinais como elemento central desse processo.

Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna do excerto:
Alternativas
Q3678519 Pedagogia
A partir da concepção de que o planejamento educacional, para qualquer sociedade, tem de responder às marcas e aos valores da sociedade, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3678516 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394/1996), a educação no Brasil é um direito de todos e um dever do Estado e da família, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Nesse contexto, assinale a alternativa correta acerca da gestão democrática da educação:
Alternativas
Q3678502 Português

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.


A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.


Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.


"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



 Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.


Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.


Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.


Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.


A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.



Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.


Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.


A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.


 "A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==0100116023080444

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023.

Considere o seguinte trecho, retirado do texto "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade":



A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia.



Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta os mais adequados sinônimos das palavras destacadas, considerando seu contexto de uso:

Alternativas
Q3678499 Português

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.


A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.


Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.


"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



 Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.


Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.


Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.


Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.


A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.



Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.


Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.


A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.


 "A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==0100116023080444

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023.

Sobre o tipo e gênero textuais e a função da linguagem predominante no texto "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade", analise as afirmações a seguir:

I. O texto pertence ao gênero ___________, que é um conteúdo jornalístico, escrito ou falado, baseado no testemunho direto dos fatos e situações explicadas em palavras.

II. Já no que diz respeito ao tipo textual, predomina o ____________, que é aquele que se propõe a abordar acontecimentos e situações, verídicos ou fictícios.

III .No texto, a função da linguagem que predomina é a ___________, tem como objetivo principal informar, referenciar algo.

Assinale a alternativa que, correta e respectivamente, preenche as lacunas dos excertos: 
Alternativas
Q3678498 Português

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.


A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.


Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.


"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



 Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.


Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.


Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.


Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.


A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.



Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.


Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.


A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.


 "A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==0100116023080444

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023.

Analise os sentidos e significados das palavras no trecho a seguir, retirado de "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade":

A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas.

A palavra em destaque no trecho foi empregada com o mesmo sentido que em:
Alternativas
Q3678497 Português

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.


A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.


Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.


"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



 Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.


Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.


Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.


Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.


A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.



Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.


Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.


A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.


 "A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==0100116023080444

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023.

Assinale a alternativa correta no que diz respeito à pontuação:
Alternativas
Q3678495 Português

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.


A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.


Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.


"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



 Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.


Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.


Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.


Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.


A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.



Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.


Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.


A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.


 "A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==0100116023080444

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023.

Analise a sintaxe do seguinte trecho, retirado de "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade":



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas.



Agora, nas alternativas a seguir, marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) No trecho, "como" pode ser classificada como conjunção subordinativa conformativa.



(__) Trata-se de um período composto por subordinação.



(__) "Polímero orgânico" atua como sujeito da oração principal.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: D
4: E
5: B
6: B
7: A
8: E
9: D
10: D
11: D
12: D
13: B
14: X
15: X
16: D
17: A
18: B
19: D
20: B