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(__)Em vias com forte declive, se dois veículos em sentido contrário se encontrarem e não houver local de passagem, a preferência é do veículo que sobe.
(__)A operação de carga e descarga em via pública dispensa a sinalização de advertência, desde que a máquina esteja com o pisca-alerta ligado.
(__)O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que os condutores de veículos com maior potencial de causar danos devem adotar cuidados especiais para preservar a segurança dos usuários mais vulneráveis, como ciclistas e pedestres, observando deveres proporcionais ao risco inerente ao porte e às características do veículo.
(__)Calçadas e passeios são destinados prioritariamente ao trânsito de pedestres, sendo o deslocamento de máquinas de grande porte permitido apenas em situações excepcionalmente autorizadas pelo órgão de trânsito ou autoridade competente, quando indispensável e mediante adoção de medidas de segurança específicas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(I)150 + 275 = 425
(II)900 − 485 = 415
(III)18 × 76 = 1368
Está correto o que se afirma em:
I.O recebimento de 320 itens e o acréscimo posterior de 180 totalizam 500 unidades.
II.A retirada de 245 itens de um estoque de 760 unidades resulta em 515 unidades.
III.A movimentação de 12 caixas com 15 itens cada corresponde a 160 itens ao todo.
Está correto o que se afirma em:
"Em uma caixa havia 470 itens. Após receber mais ______ itens e retirar _______ itens, a quantidade final passou a ser 560."
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no trecho acima:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
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O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
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O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
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O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Menino da Minha Rua
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Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
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Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
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Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
Essa frase mostra que o narrador aprendeu que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
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Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Menino da Minha Rua
Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.
Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.
Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?
Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.
Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.
Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.
Texto Adaptado
SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
(__)CÉU - Acentuam -se com acento agudo as palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, éu ou ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s.
(__)DIFÍCIL - Recebem acento agudo as palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -l, -n, -r, -x e -ps , assim como, salvo raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas.
(__)PARECÍAMOS - As vogais tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas levam acento agudo quando antecedidas de uma vogal com que não formam ditongo e desde que não constituam sílaba com a eventual consoante seguinte, excetuando o caso de s.
Assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo:
(__)O tratamento da sífilis recente (primária, secundária e latente recente) na gestante deve ser feito com Penicilina G Benzatina 2.400.000 UI, dose única.
(__)Gestantes alérgicas à penicilina devem ser tratadas preferencialmente com Doxiciclina para garantir a cura fetal.
(__)Para fins de controle de cura, deve-se realizar o teste não treponêmico (VDRL) mensalmente até o parto.
(__)O tratamento é considerado inadequado se realizado menos de 30 dias antes do parto, mesmo com a droga correta.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.O diagnóstico de DMG é confirmado se a glicemia de jejum na primeira consulta de pré-natal for maior ou igual a 126 mgdL.
II.No teste de tolerância oral à glicose (TOTG-75g), um valor de glicemia de 1 hora após a sobrecarga maior ou igual a 180 mgdL é suficiente para o diagnóstico de DMG.
III.O diagnóstico de DMG é estabelecido se a glicemia de jejum estiver entre 92 mgdL e 125 mgdL em qualquer fase da gestação.
IV.Pacientes com diagnóstico de DMG devem iniciar imediatamente insulinoterapia plena, independentemente dos níveis glicêmicos pós-prandiais.
Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S):
(__)A hipertonia uterina é um sinal clássico, caracterizando-se por útero lenhoso e doloroso à palpação.
(__)O diagnóstico do DPP é eminentemente ultrassonográfico, devendo-se aguardar o laudo para definir a interrupção da gestação.
(__)O sangramento vaginal pode estar ausente em casos de DPP com formação de hematoma retroplacentário contido (hemorragia oculta).
(__)A rotura das membranas amnióticas não é um achado obrigatório no DPP, podendo a bolsa das águas permanecer íntegra sem qualquer alteração tensional perceptível ao exame vaginal.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.O abortamento inevitável caracteriza-se por sangramento vaginal, cólicas uterinas e colo uterino dilatado, com ou sem ruptura de membranas.
II.No abortamento incompleto, o colo uterino encontra-se fechado e o volume uterino é compatível com a idade gestacional, apesar do sangramento moderado.
III.O abortamento retido é definido pela morte do concepto sem sua expulsão, geralmente com colo fechado e regressão dos sintomas de gravidez.
IV.A ameaça de abortamento apresenta sangramento vaginal discreto, cólicas leves ou ausentes e colo uterino pérvio (aberto).
Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S):