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Para prefeitura de itajaí - sc
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João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. "Libertinagem". Estrela da vida inteira.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1966.
Analise as afirmativas, considerando o texto de Bandeira. Em seguida, assinale a alternativa correta:
I. ‘Bebeu’, ‘cantou’ e ‘dançou’ são verbos que se apresentam conjugados na terceira pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo.
II. ‘Feira-livre’ é um substantivo composto.
III. Verifica-se o uso da voz passiva na oração ‘Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Frei-tas’.
IV. Em ‘uma noite’ (segundo verso), ‘uma’ é artigo indefinido.
A sequência correta de cima para baixo, é:
I. As lesões por sobrecarga estão mais associadas com a carga aguda sobre tecidos moles ou articulações que com estresses repetitivos.
II. O risco de lesão é reduzido com a maior consciência e conhecimento das condições de segurança e do risco da atividade.
III. A duração do exercício se torna um fator causal à lesão à medida que a fadiga se estabelece durante as sessões prolongadas.
IV. A melhora do condicionamento físico de um indivíduo é uma medida de prevenção efetiva ao risco de lesão.
Está correto o que se afirma em:
Descrição
A sequência correta de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços, considerando o preenchimento de cima para baixo:
Com base no conhecimento sobre este importante tema, assinale a alternativa correta:
[...] Assim como o locutor esportivo jamais chamou nada pelo nome comum, assim também o repórter policial é um entortado literário. Nessa classe, os que se prezam nunca chamariam um hospital de hospital. De jeito nenhum. É nosocômio. Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital. Só vai para o nosocômio.
E assim sucessivamente. Qualquer cidadão que vai à Polícia prestar declarações que possam ajudá-la numa diligência (apelido que eles puseram no ato de investigar), é logo apelidada de testemunha-chave. Suspeito é Mister X, advogado é causídico, soldado é militar, marinheiro é naval, copeira é doméstica e, conforme esteja deitada, a vítima de um crime – de costas ou de barriga pra baixo – fica numa destas duas incômodas posições: decúbito dorsal ou decúbito ventral.
Num crime descrito pela imprensa sangrenta, a vítima nunca se vestiu. A vítima trajava. Todo mundo se veste… mas, basta virar vítima de crime, que a rapaziada sadia ignora o verbo comum e mete lá: “A vítima traja terno azul e gravata do mesmo tom”. Eis, portanto, que é preciso estar acostumado ao “métier” para morar no noticiário policial. Como os locutores esportivos, a Delegacia do Imposto de Renda, os guardas de trânsito, as mulheres dos outros, os repórteres policiais nasceram para complicar a vida da gente. Se um porco morde a perna de um caixeiro de uma dessas casas da banha, por exemplo, é batata… a manchete no dia seguinte tá lá: “Suíno atacou comerciário”.
Outro detalhezinho interessante: se a vítima de uma agressão morre, tá legal, mas se — ao contrário — em vez de morrer fica estendida no asfalto, está prostrada. Podia estar caída, derrubada ou mesmo derribada, mas um repórter de crime não vai trair a classe assim à toa. E castiga na página: "Naval prostrou desafeto com certeira facada." Desafeto — para os que são novos na turma — devemos explicar que é inimigo, adversário, etc. E mais: se morre na hora, tá certo; do contrário, morrerá invariavelmente ao dar entrada na sala de operações.
De como vive a imprensa sangrenta, é fácil explicar. Vive da desgraça alheia, em fotos ampliadas. Um repórter de polícia, quando está sem notícia, fica na redação, telefonando pras delegacias distritais ou para os hospitais, perdão, para os nosocômios, onde sempre tem um cupincha de plantão. [...]
Fonte: STANISLAW, Ponte Preta. São Paulo: Moderna, 1986.
Analise as afirmativas que seguem, considerando o texto acima:
I. No segundo parágrafo os travessões foram usados para isolar explicações.
II. Em ‘a manchete no dia seguinte tá lá’ (3º parágrafo) e em ‘se a vítima de uma agressão morre, tá legal’ (4º parágrafo) o autor usou linguagem coloquial.
III. ‘Derribar’ é vocábulo variante de ‘derrubar’.
IV. “A vítima traja terno azul e gravata do mesmo tom” aparece entre aspas para caracterizar uso do discurso indireto.
V. ‘Outro detalhezinho interessante:’ (4º parágrafo). Os dois pontos foram utilizados para demarcar a enumeração que segue.
Agora assinale a alternativa correta:
I. É um princípio fundamental para assegurar a liberdade de expressão, a imparcialidade pedagógica, a valorização da cultura popular/histórica.
II. Os fenômenos religiosos na escola laica precisam ser analisados criticamente como os demais fenômenos, não podendo ser referên-cia para sustentação de valores, visões de mundo, comportamentos ou atitudes homogeneizantes.
III. Na escola pública laica, não são feitas orações, nos tempos escolares, assim como não são utilizados símbolos religiosos fixados nos espaços escolares.
IV. A escola considera e respeita as opções religiosas da sua comunidade escolar (profissionais da educação, estudantes e famílias), sem privilegiar nenhuma religião, independentemente de maioria ou minoria.
Um CMEI público implantou jornada integral para turmas de crianças de 5 anos. Pela manhã, as professoras desenvolvem propostas de linguagem, contagem, exploração do ambiente e produção gráfica. À tarde, outros profissionais conduzem experiências de música, movimento, artes e brincadeiras. Embora as duas partes da jornada apresentem atividades planejadas, não há planejamento compartilhado entre as equipes. Os registros pedagógicos mostram que temas e investigações iniciados pelas crianças em um período raramente são retomados no outro. Em reunião, a direção propõe rever essa organização para que a ampliação do tempo educativo também produza maior integração das experiências.
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
Associe os processos da Coluna 1 às respectivas funções apresentadas na Coluna 2.
Coluna 1
1. Observação e múltiplos registros.
2. Análise pedagógica coletiva.
3. Replanejamento das experiências.
4. Documentação compartilhada com as famílias.
Coluna 2
(__) Reorganiza tempos, espaços, materiais e propostas considerando as necessidades identificadas.
(__) Permite aos responsáveis conhecer processos vivenciados pelas crianças e qualifica o diálogo com a instituição.
(__) Produz evidências sobre aprendizagens e desenvolvimento manifestados nas interações, brincadeiras e atividades cotidianas.
(__) Interpreta as evidências produzidas e identifica aspectos que devem orientar as decisões pedagógicas da equipe.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo:
Qual conceito caracteriza corretamente o princípio pedagógico mobilizado nessa reorganização?
A direção angular da ré vale 1°5’20” e a direção angular da vante vale 15°24’28”.
Logo, o ângulo irradiado da ré para vante vale: