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I. O planejamento escolar não deve ser flexível, pois deve estar centrado no sucesso acadêmico.
II. É importante envolver a equipe escolar, incluindo diretores, professores, funcionários e, quando possível, os próprios alunos e suas famílias, na elaboração e execução do plano escolar.
III. A avaliação regular do planejamento e a análise de resultados são essenciais para medir o progresso e a eficácia das ações planejadas.
IV. A escola deve ser transparente sobre seu planejamento e seus resultados, prestando contas à comunidade escolar e à sociedade em geral.
É correto o que se afirma em:
"Neste modelo pedagógico de comunicação, os papéis se revezam de uma maneira contínua entre emissores e receptores, e, a partir de então, temos o surgimento do conceito de EMIREC (Termo proposto pelo Canadense Jean Cloutier, por onde se unem parte dos dois termos EMI − Emisor e REC de Receptor). As relações que se estabelecem nesse processo são dialógicas, emissores e receptores trocam mensagens, utilizando diferentes linguagens e ambos são emissores e receptores de mensagens".
(Fonte: Anjos, Alexandre Martins dos., 2018.)
É correto afirmar que o texto faz referência ao modelo pedagógico de comunicação denominado:
(__) O psicopedagogo trabalha isoladamente em relação a outros profissionais da educação, como psicólogos, fonoaudiólogos e assistentes sociais, pois sua tarefa é limitada a enfrentar os desafios no processo de aprendizagem.
(__) O psicopedagogo realiza avaliações físicas para identificar dificuldades de locomoção, deficiências cognitivas e outros obstáculos que podem afetar o desempenho dos alunos.
(__) O psicopedagogo realiza análises de aspectos cognitivos, emocionais e sociais que podem influenciar no processo de aprendizagem dos alunos.
(__) Com base na avaliação, o psicopedagogo desenvolve estratégias e planos de intervenção personalizados para atender às necessidades individuais dos alunos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Coluna I: Abordagem pedagógica
(1) Pedagogia Tradicional.
(2) Pedagogia Crítica.
(3) Aprendizagem Cooperativa.
(4) Pedagogia Freireana.
Coluna II: Explicação
(__) Esta abordagem, influenciada por teóricos como Henry Giroux, enfatiza a análise crítica da sociedade e a formação de cidadãos ativos e socialmente conscientes.
(__) Esta abordagem é centrada no aluno e enfatiza a educação crítica. Ela promove a conscientização, a participação ativa dos alunos e a superação das desigualdades.
(__) Esta abordagem enfatiza o papel central do professor na transmissão de conhecimento aos alunos. As aulas são estruturadas de forma hierárquica, com ênfase na autoridade do professor, na disciplina e na repetição.
(__) Esta abordagem incentiva a colaboração entre os alunos, promovendo a aprendizagem mútua e a resolução conjunta de tarefas e problemas.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Na expressão destacada, é correto afirmar que:
(Disponível em: https://encr.pw/universidade-federal-santamaria-linguistica-geral)
Qual é a afirmação correta sobre a origem da Linguística, de acordo com o texto?
O termo destacado na frase trata-se de:
A serotonina e a noradrenalina são neurotransmissores que atuam na regulação do nosso humor.
O elemento destacado na frase trata-se de:
O predicativo do sujeito é representado pelo(s):
(Disponível em: https://acesse.dev/concepcoes-de-linguagem)
Qual é a característica principal da concepção de linguagem como expressão do pensamento?
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como verbo:
A expressão destacada trata-se de oração:
(Disponível em: https://l1nq.com/generos-do-discurso)
Segundo Marcuschi (2005), a relação entre os gêneros do discurso e a vida social e cultural é que aqueles são:
(Disponível em: https://l1nq.com/leitura-e-producao-de-texto)
Qual é a concepção de texto, de acordo com Val (1991) e Koch (2002), em que os interlocutores são considerados sujeitos participantes?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os antidepressivos e seus efeitos colaterais
Em dezembro de 2021, Melina Nadale, 39, executiva do mercado financeiro, procurou um psiquiatra, que receitou um antidepressivo de fluoxetina, mas sofreu com os efeitos colaterais. "Eu tive muita náusea e falta de apetite. Também sentia algumas sudoreses, redução de libido e prisão de ventre. Foi assim até a oitava semana após o início do tratamento", relata.
Para tentar lidar melhor com o medicamento, ela fez um diário em que anotava as sensações físicas e emocionais para depois reportá-las ao médico e à sua psicóloga. "Isso foi essencial para me acostumar com a medicação e com o tratamento em geral", diz.
Durante uma consulta com o psiquiatra, ela pediu para testar o medicamento genérico, mas, além de mais efeitos colaterais, teve também duas crises de episódios depressivos.
Depois disso, ela e o médico decidiram trocar a medicação. "Tomo cloridrato de venlafaxina desde janeiro deste ano. Nas primeiras quatro semanas, também enfrentei os mesmos efeitos colaterais, mas com intensidade bem menor", afirma.
Mais uma vez, Nadale colocou em prática o diário das sensações. "Foi bem importante para eu entender quando os efeitos se manifestavam. Aprendi que, no meu caso, é sempre melhor tomar o remédio após me alimentar para não sentir tanto enjoo", observa.
"Dois meses após o início do novo medicamento, os efeitos colaterais cessaram e fiquei bem adaptada. Já avalio o desmame com o meu médico."
A psiquiatra Tânia Corrêa de Toledo Ferraz Alves, diretora de unidades de internação do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora do Departamento de Psicogeriatria da Associação Brasileira de Psiquiatria, explica que é comum o paciente experimentar efeitos colaterais quando começa a tomar um antidepressivo. Essas manifestações, diz a médica, podem variar de acordo com o organismo de cada indivíduo e também com o tipo do remédio.
"Os medicamentos mais modernos, como os inibidores seletivos de recaptação de serotonina e os inibidores seletivos de recaptação de serotonina e de noradrenalina têm poucos efeitos colaterais se comparados aos antidepressivos mais antigos, como os tricíclicos", afirma Alves.
A serotonina e a noradrenalina são neurotransmissores que atuam na regulação do nosso humor. Os dois inibidores mencionados fazem com que essas substâncias fiquem mais tempo agindo na fenda sináptica, que é o espaço entre os neurônios. Desse modo, melhoram os sintomas de depressão e ansiedade.
Os efeitos mais comuns são enjoo, tontura, boca seca, constipação intestinal, visão turva, taquicardia, sudorese, tremores e alterações no apetite. Essas ocorrências duram de um a dois meses e, portanto, no início de tratamento, o médico avaliará a tolerabilidade do paciente.
"Algumas pessoas têm tolerância menor para se adaptar. Por isso, começamos com uma dose mais baixa e aumentamos gradualmente, até chegar na dosagem terapêutica", afirma a psiquiatra.
A neuropsicóloga Tammy Marchiori diz que náusea, dor de cabeça e insônia passam geralmente nas primeiras semanas. "No entanto, efeitos como ganho de peso ou disfunção sexual podem persistir. É muito importante que o paciente comunique qualquer sintoma ao psiquiatra. Ele poderá ajustar a dose, mudar de fármaco ou indicar outra medicação para gerenciar os efeitos específicos."
Marchiori ressalta que fazer mudanças no estilo de vida, como manter uma dieta saudável, praticar exercícios, ioga e meditação, além de ajudar a enfrentar os efeitos colaterais, também é indispensável para superar a depressão e a ansiedade.
O mal-estar inicial provocado pelo uso de antidepressivos pode fazer com que o paciente acredite que o remédio está piorando o seu caso e queira abandonar o tratamento.
"É muito importante que o profissional oriente sobre o risco dessa sensação de piora inicial", diz Alves. "Principalmente, pessoas com depressão ansiosa ou transtorno de ansiedade podem perceber aumento de sintomas no começo do tratamento."
A médica ressalta que, quando bem aconselhados sobre essa possibilidade, os pacientes entendem que a agitação durará poucos dias, por volta de setenta e duas horas, e conseguem administrar essa fase. O uso pontual de benzodiazepínicos, que têm ação calmante, ajuda nesse período.
Essa orientação dada aos pacientes chama-se psicoeducação. É quando o médico explica como os antidepressivos agem, quais são os efeitos colaterais, por quanto tempo duram e quando ocorre a resposta terapêutica, ou seja, a melhora dos sintomas do transtorno. "A psicoeducação é fundamental para a adesão ao tratamento", destaca Alves.
Também durante a consulta, é importante o paciente contar se já tomou remédios de uso psiquiátrico anteriormente e como se sentiu. Essa experiência ajuda o médico a escolher o antidepressivo mais adequado.
https://acesse.dev/antidepressivos-medicina-saude. Adaptado.
Qual dos seguintes efeitos colaterais Melina Nadale relatou ao tomar o antidepressivo de fluoxetina?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os antidepressivos e seus efeitos colaterais
Em dezembro de 2021, Melina Nadale, 39, executiva do mercado financeiro, procurou um psiquiatra, que receitou um antidepressivo de fluoxetina, mas sofreu com os efeitos colaterais. "Eu tive muita náusea e falta de apetite. Também sentia algumas sudoreses, redução de libido e prisão de ventre. Foi assim até a oitava semana após o início do tratamento", relata.
Para tentar lidar melhor com o medicamento, ela fez um diário em que anotava as sensações físicas e emocionais para depois reportá-las ao médico e à sua psicóloga. "Isso foi essencial para me acostumar com a medicação e com o tratamento em geral", diz.
Durante uma consulta com o psiquiatra, ela pediu para testar o medicamento genérico, mas, além de mais efeitos colaterais, teve também duas crises de episódios depressivos.
Depois disso, ela e o médico decidiram trocar a medicação. "Tomo cloridrato de venlafaxina desde janeiro deste ano. Nas primeiras quatro semanas, também enfrentei os mesmos efeitos colaterais, mas com intensidade bem menor", afirma.
Mais uma vez, Nadale colocou em prática o diário das sensações. "Foi bem importante para eu entender quando os efeitos se manifestavam. Aprendi que, no meu caso, é sempre melhor tomar o remédio após me alimentar para não sentir tanto enjoo", observa.
"Dois meses após o início do novo medicamento, os efeitos colaterais cessaram e fiquei bem adaptada. Já avalio o desmame com o meu médico."
A psiquiatra Tânia Corrêa de Toledo Ferraz Alves, diretora de unidades de internação do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora do Departamento de Psicogeriatria da Associação Brasileira de Psiquiatria, explica que é comum o paciente experimentar efeitos colaterais quando começa a tomar um antidepressivo. Essas manifestações, diz a médica, podem variar de acordo com o organismo de cada indivíduo e também com o tipo do remédio.
"Os medicamentos mais modernos, como os inibidores seletivos de recaptação de serotonina e os inibidores seletivos de recaptação de serotonina e de noradrenalina têm poucos efeitos colaterais se comparados aos antidepressivos mais antigos, como os tricíclicos", afirma Alves.
A serotonina e a noradrenalina são neurotransmissores que atuam na regulação do nosso humor. Os dois inibidores mencionados fazem com que essas substâncias fiquem mais tempo agindo na fenda sináptica, que é o espaço entre os neurônios. Desse modo, melhoram os sintomas de depressão e ansiedade.
Os efeitos mais comuns são enjoo, tontura, boca seca, constipação intestinal, visão turva, taquicardia, sudorese, tremores e alterações no apetite. Essas ocorrências duram de um a dois meses e, portanto, no início de tratamento, o médico avaliará a tolerabilidade do paciente.
"Algumas pessoas têm tolerância menor para se adaptar. Por isso, começamos com uma dose mais baixa e aumentamos gradualmente, até chegar na dosagem terapêutica", afirma a psiquiatra.
A neuropsicóloga Tammy Marchiori diz que náusea, dor de cabeça e insônia passam geralmente nas primeiras semanas. "No entanto, efeitos como ganho de peso ou disfunção sexual podem persistir. É muito importante que o paciente comunique qualquer sintoma ao psiquiatra. Ele poderá ajustar a dose, mudar de fármaco ou indicar outra medicação para gerenciar os efeitos específicos."
Marchiori ressalta que fazer mudanças no estilo de vida, como manter uma dieta saudável, praticar exercícios, ioga e meditação, além de ajudar a enfrentar os efeitos colaterais, também é indispensável para superar a depressão e a ansiedade.
O mal-estar inicial provocado pelo uso de antidepressivos pode fazer com que o paciente acredite que o remédio está piorando o seu caso e queira abandonar o tratamento.
"É muito importante que o profissional oriente sobre o risco dessa sensação de piora inicial", diz Alves. "Principalmente, pessoas com depressão ansiosa ou transtorno de ansiedade podem perceber aumento de sintomas no começo do tratamento."
A médica ressalta que, quando bem aconselhados sobre essa possibilidade, os pacientes entendem que a agitação durará poucos dias, por volta de setenta e duas horas, e conseguem administrar essa fase. O uso pontual de benzodiazepínicos, que têm ação calmante, ajuda nesse período.
Essa orientação dada aos pacientes chama-se psicoeducação. É quando o médico explica como os antidepressivos agem, quais são os efeitos colaterais, por quanto tempo duram e quando ocorre a resposta terapêutica, ou seja, a melhora dos sintomas do transtorno. "A psicoeducação é fundamental para a adesão ao tratamento", destaca Alves.
Também durante a consulta, é importante o paciente contar se já tomou remédios de uso psiquiátrico anteriormente e como se sentiu. Essa experiência ajuda o médico a escolher o antidepressivo mais adequado.
https://acesse.dev/antidepressivos-medicina-saude. Adaptado.
Com base no texto fornecido sobre antidepressivos e sua utilização, assinale a alternativa correta: