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Q1726165 Português

        Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, "Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa", e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): "Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular.


(Trecho retirado de: HATOUM, Milton. Dois irmãos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 9-10.)

Marque a alternativa na qual a vírgula deveria ter sido utilizada devido à locução adverbial deslocada na oração.
Alternativas
Q1726164 Português

        Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, "Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa", e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): "Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular.


(Trecho retirado de: HATOUM, Milton. Dois irmãos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 9-10.)

Na frase “a saia e a anágua molhadas de urina”, qual é a função sintática do trecho sublinhado?
Alternativas
Q1726163 Português

        Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, "Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa", e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): "Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular.


(Trecho retirado de: HATOUM, Milton. Dois irmãos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 9-10.)

Observe a colocação pronominal: “Eu não quis vê-la morrer”. Neste caso, a gramática permite que o pronome clítico seja posicionado de outra maneira sem prejudicar a norma. Marque a alternativa que reescreve a oração corretamente, utilizando as regras de colocação pronominal.

Alternativas
Q1726162 Português

        Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, "Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa", e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): "Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular.


(Trecho retirado de: HATOUM, Milton. Dois irmãos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 9-10.)

“Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias...” Nesse caso, qual foi a função dos dois pontos?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1234152 Educação Artística
Com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) sancionada no Brasil em 1996, o contexto da arte na educação brasileira foi bastante modificado. Os PCNs propõem uma reflexão sobre a seleção de conteúdo, exigindo uma ressignificação, em que a noção de conteúdo escolar se amplia para além de fatos e conceitos, passando a incluir procedimentos, valores, normas e atitudes. Quando um professor de Dança está ensinando, por exemplo, o conteúdo dança popular africana e destaca, em sua intervenção, a valorização da reflexão sobre comportamentos não preconceituosos e não discriminadores, ele está evidenciando a dimensão: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1230474 Conhecimentos Gerais
Em termos naturais, uma característica marcante do Brasil é a grande diversidade em termos de fauna e flora. A partir disso, assinale a alternativa correta: 
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Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1229741 Matemática
Um comerciante comprou uma peça de 125 metros pelo valor de R$ 1000,00. Em sua loja, ele conseguiu vender 60 metros com lucro de 50%, 40 metros com lucro de 25% e 25 metros a preço de custo. Dessa forma, é possível determinar que o lucro total na venda da peça será de: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1229660 Matemática
Analise as afirmativas abaixo e escreva V, diante das que se referem aos Números Reais, e F, para as que não se referem: 
(  ) Todo número Natural é também um número Irracional.  (  ) Todo número Inteiro é também um número Racional.  (  ) O número -2 é um número Racional. (  ) Todo número Racional é também um número Natural. 
Assinale a alternativa que contém a sequência correta: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1220802 Gestão de Pessoas
SCHERMERHORN (2006) menciona que uma equipe representa uma coleção de pessoas que regularmente interagem no sentido de perseguir objetivos em comum e o trabalho em equipe representa o processo que envolve pessoas trabalhando ativamente em conjunto no sentido de alcançar objetivos em comum. Nesse sentido, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1213718 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise os eventos abaixo e, diante de cada um, escreva V, para os que integram a agenda cultural de Brusque e F, para os que não integram: 
(  ) Autos Antigos na Praça.  (  ) Festa Nacional do Jeep.  (  ) Rock na Praça.  (  ) Festival Nacional da Cuca.  (  ) Festa do Produto Colonial. 
Assinale a alternativa que contém a sequência correta: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1212191 Direito Constitucional
O Artigo 216-A, Parágrafo 1º da Constituição Federal, estabelece que o Sistema Nacional de Cultura se fundamenta na política nacional de cultura e nas suas diretrizes, estabelecidas no Plano Nacional de Cultura, e regese por determinados princípios. Analise os princípios abaixo e identifique os que são estabelecidos constitucionalmente: 
I- Diversidade das expressões culturais.  II- Centralização da gestão, dos recursos e das ações.  III- Universalização do acesso aos bens e serviços culturais.  IV- Ampliação progressiva dos recursos contidos nos orçamentos públicos para a cultura. 
Assinale a alternativa que apresenta somente princípios estabelecidos constitucionalmente: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1209973 Áudio e Vídeo
Com relação à profundidade de campo, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1198120 História e Geografia de Estados e Municípios
O Maracatu Nação, também conhecido como "Maracatu de Baque Virado", o Maracatu Rural, também referido como "Maracatu de Baque Solto, o baião, o xaxado e o cavalo-marinho são manifestações da cultura popular de que estado brasileiro? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1197866 Artes Cênicas
Sobre o Teatro do Oprimido, assinale a alternativa que se refere à metodologia proposta pelo brasileiro Augusto Boal:  
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1197727 Artes Cênicas
Os textos teatrais “As relações naturais”, “O marido extremoso; ou o pai cuidadoso”, “A separação de dois esposos”, dentre outros textos, conferiram o título de precursor do teatro do absurdo no Brasil ao dramaturgo: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1192874 Educação Física
Sobre os elementos que constituem a origem da Capoeira no Brasil, analise as afirmativas abaixo e identifique as corretas: 
I- Nas décadas de 1930 e 1940, surgiram dois ramos da capoeira: capoeira de angola e capoeira regional.   II- Capoeira é uma palavra de origem tupi que significa vegetação que nasce após a derrubada de uma floresta.  III- O “jogo de angola” não foi aceito como uma forma de expressão corporal de indivíduos e grupos, em sua maioria negros. Foi transformado em folclore e somente mais tarde em esporte ou arte marcial.  IV- A Capoeira praticada em senzalas e quilombos foi vista como uma ameaça pelos governantes que, em 1821, estabeleceram medidas de repressão à capoeiragem, incluindo castigos físicos e prisão. 
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1183653 Artes Plásticas
O Ministério da Cultura é um órgão da administração pública federal direta que tem como áreas de competência a Política Nacional de Cultura e a proteção do patrimônio histórico e cultural. Por meio das metas do Plano Nacional da Cultura, o MinC trabalha a concepção de cultura articulada em três dimensões. Tal tríade é mais adequadamente encontrada em: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Brusque - SC
Q1183327 Educação Artística
Analise as afirmativas sobre Educação Musical e, diante de cada uma, escreva V, para as verdadeiras, e F, para as falsas: 
(  ) Considerar a música como discurso, considerar o discurso musical dos alunos e enfatizar a fluência talvez seja mais eficaz em um amplo conjunto de situações de ensino do que o detalhamento da documentação curricular. Esses cuidados ajudam a pensar sobre a qualidade da Educação Musical, sobre como em vez de o quê. (  ) Aprendizagem é o resíduo da experiência. É o que fica conosco quando atividades acabam, as técnicas e a compreensão que nós obtemos. A compreensão musical reside numa dimensão diferente das atividades musicais por meio das quais esse entendimento pode ser revelado e desenvolvido. (  ) Durante a adolescência, o principal motivo da instabilidade da afinação nas vozes tanto de meninos quanto de meninas é o padrão de crescimento de todos os órgãos que participam da fonação. Repentinamente as estruturas se alargam, seguidas de uma gradual adaptação à nova situação anatômica. (  ) De todas as ciências da música, a história é uma das mais férteis em temas de reflexão, pois é uma história da imaginação e do comportamento. Seu domínio engloba uma grande diversidade de conhecimento (teoria, estética, sociologia, etc.), donde o enriquecimento que proporciona. (  ) A literatura abrange estudos históricos e musicológicos, o que chamamos de conhecimento sobre música: contexto da obra, carreira do compositor ou intérprete, análise, estilo, gênero etc. [...] são concebidas como atividades complementares – já que não propiciam um envolvimento direto com música – e têm como função fundamentar e possibilitar a experiência musical direta. 
Assinale a alternativa que contém a sequência correta: 
Alternativas
Q754845 Pedagogia
O Coordenador Pedagógico, como especialista em assuntos educacionais, tem atribuições que o distinguem de outros integrantes da comunidade escolar. São atribuições do Coordenador Pedagógico: 1. Garantir a realização do horário de trabalho pedagógico coletivo, planejando-o, de forma a garantir sua produtividade. 2. Fiscalizar a entrada e saída de alunos. 3. Conferir se as salas de aulas estão limpas e organizadas antes do início das aulas. 4. Fornecer bases teóricas para nortear a reflexão sobre as práticas. 5. Organizar encontros de docentes por área e por disciplinas. 6. Substituir professores que faltam. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q754844 Pedagogia
No documento Diretrizes para a Educação Infantil Nacional o MEC expressa deliberações relativas aos Fundamentos Norteadores da Educação Infantil. São eles: 1. Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do respeito ao Bem Comum. 2. Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do Exercício da Criticidade e do respeito à Ordem Democrática. 3. Princípios Culturais de Preservação do Patrimônio Artístico e das Manifestações Folclóricas. 4. Princípios Conceituais de Desenvolvimento pleno das capacidades cognitivas e apropriação de conteúdos historicamente constituídos pela humanidade. 5. Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, da Ludicidade e da Diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais. Constituem princípios que devem fundamentar as práticas na Educação infantil:
Alternativas
Respostas
2081: C
2082: A
2083: B
2084: A
2085: B
2086: D
2087: C
2088: B
2089: B
2090: D
2091: B
2092: E
2093: A
2094: E
2095: A
2096: B
2097: C
2098: A
2099: B
2100: C