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Q3409002 Pedagogia
Considerando-se a importância da consciência fonológica no processo de alfabetização, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Para diferenciar habilidades de consciência fonológica que os pesquisadores consideram mais simples, porque tendem a aparecer mais cedo, quando investigam o desenvolvimento metalinguístico das crianças, alguns autores passaram a usar a expressão “____________________” para designar, por exemplo, as habilidades de identificar palavras que rimam ou que apresentam aliteração (sílabas ou fonemas iguais no começo), sugerindo que tais conhecimentos metafonológicos seriam menos importantes para a criança se apropriar do sistema de escrita alfabética. 
Alternativas
Q3409001 Pedagogia
Existem funções que são utilizadas quase cotidianamente durante a infância de motricidade fina e de ampla. Pode-se dizer que é um exemplo de função que trabalha a coordenação da motricidade fina: 
Alternativas
Q3409000 Pedagogia
A respeito da comunicação na Educação Infantil, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3408999 Pedagogia
Geoge-Henri Luquet registra algumas fases do desenho infantil. A fase em que ocorre quando a criança já tem por volta de dois anos de idade, e ele surge logo após a etapa dos rabiscos e das garatujas, sendo uma etapa bastante significativa, visto que tem como característica o reconhecimento das formas que desenha, apesar de não haver a intenção anterior à realização do desenho, mas a criança começa a nomear seus desenhos, é denominada por Luquet como a fase do: 
Alternativas
Q3408998 Pedagogia
A respeito da matemática na Educação Infantil, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Uma proposta de trabalho de matemática deve encorajar a exploração de uma grande variedade de ideias matemáticas relativas a números, medidas, geometria e noções rudimentares de estatística, de forma que as crianças desenvolvam e conservem um prazer e uma curiosidade acerca da matemática.
( ) No seu processo de desenvolvimento, a criança vai criando várias relações entre objetos e situações vivenciadas por ela e, sentindo a necessidade de solucionar um problema, de fazer uma reflexão, estabelece relações cada vez mais complexas que lhe permitirão desenvolver noções matemáticas mais sofisticadas.
( ) O trabalho da matemática deve ser esporádico, espontaneísta e causal. Para se ter os meios, as mensagens, a forma e o conteúdo, é necessário que as crianças tenham apenas em algumas vezes da semana o uso da competência lógico-matemática, para não ficarem cansadas de trabalharem com a matemática. 
Alternativas
Q3408997 Pedagogia
Sobre o espaço e os materiais na Educação Infantil, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) É imprescindível o uso de materiais resistentes, de boa qualidade e testados pelo mercado.
( ) Os brinquedos podem ser laváveis ou não e não estarem necessariamente em boas condições, mas devem ser seguros.
( ) Os brinquedos de parque devem estar bem fixados e devem sempre ser feitos sobre área cimentada. 
Alternativas
Q3408996 Literatura
Conceição Evaristo consagrou-se na literatura brasileira por meio de sua escrita sensível e permeada por sua visão de mundo como mulher negra, tendo sua singularidade transposta a uma vivência universal do brasileiro. Qual obra abaixo é de sua autoria? 
Alternativas
Q3408995 Literatura
A respeito do Parnasianismo, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3408994 Linguística
A respeito das variedades fundamentais de signos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) O ícone opera pela semelhança de fato entre seu significante e seu significado; por exemplo, a representação de um animal e o animal representado, em que a primeira equivale ao segundo simplesmente porque se parece com ele.
(_) O índice opera pela contiguidade, de fato, vivida entre seu significante e seu significado; por exemplo, a fumaça é índice de fogo.
(_) O símbolo opera por contiguidade instituída, apreendida entre significante e significado; esta conexão consiste no fato de que constitui uma regra e não depende da presença ou da ausência de qualquer similitude ou contiguidade de fato. 
Alternativas
Q3408993 Português
Na frase “Vamos nos encontrar após o jantar.”, o uso da preposição justifica-se: 
Alternativas
Q3408992 Português
Segundo o uso da crase, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) O médico explicou à paciente que a recuperação seria mais rápida à medida que ela seguisse rigorosamente as orientações médicas. O uso da primeira crase está correto porque se trata de um pronome relativo que exerce a função de complemento do termo, exigindo a preposição “a”.
( ) Em “Ana vai à igreja todos os dias pela manhã.”, o uso da crase é necessário por se tratar de uma locução conjuntiva.
( ) Em “Ela não revelou à equipe o porquê da urgência.”, o uso da crase é necessário porque traz uma locução feminina com substantivo no plural. 
Alternativas
Q3408991 Português
Na frase “Ela não pôde comparecer à cerimônia, pois teve um compromisso importante; o porquê dessa ausência ainda não foi revelado.”, o uso de “porquê” (junto e com acento) justifica-se: 
Alternativas
Q3408990 Português
A Missão

O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O Comandante dissera a Teoria para voltar à Base, acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze. Matemática simples que resolvera a questão: era difícil conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E sorria sem ânimo. À hora de acampar, alguns combatentes foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia. Pangu-Akitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento do professor. O joelho estava muito inchado e só com grande esforço ele podia avançar. Aos grupos de quatro, prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas, dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada por cascata estreita que se espalha num lago. Eu, o Narrador, sou Teoria. Nasci na Gabela, na terra do café. Da terra recebi a cor escura de café, vinda da mãe, misturada ao branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num Universo de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez. Talvez é não, para quem quer ouvir sim e significa sim para quem espera ouvir não. A culpa será minha se os homens exigem a pureza e recusam as combinações? Sou eu que devo tornar-me em sim ou em não? Ou são os homens que devem aceitar o talvez? Face a este problema capital, as pessoas dividem-se aos meus olhos em dois grupos: os maniqueístas e os outros. É bom esclarecer que raros são os outros, o Mundo é geralmente maniqueísta.

(Fonte: Pepetela — Adaptado.)
Pepetela é um dos principais autores da literatura angolana contemporânea. Ele foi membro de um dos grupos de intelectuais que se engajaram na luta armada em Angola, o MPLA. Tomando como referência o romance Mayombe, publicado em 1980, que narra o processo revolucionário angolano para tornar o país independente de Portugal (1961-1974), é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3408989 Português
A Missão

O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O Comandante dissera a Teoria para voltar à Base, acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze. Matemática simples que resolvera a questão: era difícil conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E sorria sem ânimo. À hora de acampar, alguns combatentes foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia. Pangu-Akitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento do professor. O joelho estava muito inchado e só com grande esforço ele podia avançar. Aos grupos de quatro, prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas, dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada por cascata estreita que se espalha num lago. Eu, o Narrador, sou Teoria. Nasci na Gabela, na terra do café. Da terra recebi a cor escura de café, vinda da mãe, misturada ao branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num Universo de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez. Talvez é não, para quem quer ouvir sim e significa sim para quem espera ouvir não. A culpa será minha se os homens exigem a pureza e recusam as combinações? Sou eu que devo tornar-me em sim ou em não? Ou são os homens que devem aceitar o talvez? Face a este problema capital, as pessoas dividem-se aos meus olhos em dois grupos: os maniqueístas e os outros. É bom esclarecer que raros são os outros, o Mundo é geralmente maniqueísta.

(Fonte: Pepetela — Adaptado.)
Em relação ao trecho “o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento do professor”, assinalar a alternativa CORRETA que no contexto se apresenta figurativamente como antônimo do vocábulo sublinhado: 
Alternativas
Q3408988 Pedagogia
De acordo com o previsto na Base Nacional Comum Curricular para Língua Portuguesa, sobre as estratégias e os procedimentos de leitura, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3408987 História
Por volta de 1500, uma miríade de comunidades indígenas habitava o que atualmente é o Estado nacional brasileiro. Acerca deste tema, analisar os itens abaixo:

I. Os povos que não pertenciam ao tronco linguístico Tupi eram conhecidos como Tapuias.
II. No litoral, poucos povos, como Charrua, Goitacá, Aimoré e Tremembé, não eram de origem tupi-guarani.
III. Independentemente da relação de aliança ou inimizade com os colonizadores portugueses, os povos Tupis sempre permaneceram unidos nas disputas territoriais e militares.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3408986 História
Entre o fim dos anos 1980 e início da década de 1990, o Brasil viveu um período de grande instabilidade cambial e monetária, e o Plano Real foi formulado para solucionar estes problemas. De acordo com este contexto, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
O Plano Real foi consolidado em ___________ durante o governo do Presidente __________. Antes da nova moeda (o Real), ocorreu a transição para a Unidade Real de Valor (URV), que substituiu o ___________. 
Alternativas
Q3408985 História
A Primavera dos Povos ocorreu em 1848, ano que pode ser considerado como efervescente e marcante para a História mundial. Com relação a este contexto histórico, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3408984 História
Os conflitos político-militares não se configuram como algo recente na História da humanidade; pelo contrário, eles existem desde a Antiguidade. Os embates entre Roma e Cartago ficaram conhecidos como as: 
Alternativas
Q3408983 História
No século XIX, em um contexto de afirmação da autonomia da História, uma corrente historiográfica se destacou pela percepção de que a História não deveria seguir cegamente os pressupostos científicos das ciências da natureza, compreendendo que o historiador escreve a partir de seu ponto de vista. Alguns de seus autores, como Droysen e Dilthey, a partir da segunda metade do Oitocentos, chegaram à aderir a certo relativismo histórico. A corrente em questão é o: 
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: C
24: A
25: C
26: C
27: C
28: D
29: A
30: B
31: D
32: A
33: C
34: A
35: A
36: B
37: A
38: C
39: B
40: C