Questões de Concurso Para prefeitura de são josé do seridó - rn

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Q3791204 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
O texto afirma que, a princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. Contudo, adverte que, com o passar do tempo, ela tende a reduzir o consumo, estagnar os salários e frear o crescimento econômico.
Com base nessas informações, infere-se que o autor considera a deflação um fenômeno:
Alternativas
Q3791203 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3791202 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3791201 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
O autor afirma que a América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.
Com base nesse trecho e nas ideias desenvolvidas ao longo do texto, é CORRETO concluir que o autor reconhece que:
Alternativas
Q3791200 Legislação Federal
A Lei de Acesso à Informação, Lei nº 12.527/2011 estabelece regras para garantir o acesso às informações públicas e reforça a transparência como princípio essencial da administração pública. Entretanto, pessoas físicas ou entidades privadas que mantenham vínculo com o poder público, por contrato, convênio ou qualquer outra forma de relação, também estão obrigadas a observar suas disposições. O descumprimento dessa lei, especialmente em casos de omissão, manipulação ou negativa indevida de informações, acarreta sanções específicas, visando preservar a integridade da gestão pública e a confiança do cidadão na administração.
Com base no disposto no art. 33 da Lei nº 12.527/2011, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma das penalidades aplicáveis a quem descumpre as determinações da Lei de Acesso à Informação:
Alternativas
Q3791199 Administração Pública
No contexto da administração pública, o gerenciamento da rotina não se limita à execução das tarefas, mas envolve também a padronização de procedimentos e o controle das atividades realizadas. O agente administrativo, ao lidar com processos repetitivos e documentos oficiais, deve garantir que as ações sejam registradas, monitoradas e realizadas de forma uniforme, contribuindo para a transparência e a eficiência institucional.
Considerando esse cenário, qual das alternativas abaixo está correta com os princípios de padronização e controle no gerenciamento da rotina administrativa? 
Alternativas
Q3791198 Administração Pública
O agente administrativo, no desempenho de suas funções, deve atuar de forma organizada e proativa, contribuindo para o alcance dos resultados institucionais. O planejamento do trabalho é uma etapa essencial da gestão, pois permite definir metas, prazos e responsabilidades, prevenindo falhas e garantindo a execução coordenada das tarefas. Além disso, o planejamento auxilia na otimização dos recursos disponíveis e na melhoria contínua dos processos administrativos.
Em um órgão público, o agente administrativo é responsável por planejar e acompanhar as atividades de sua equipe. O planejamento permite que as ações sejam executadas de forma coordenada, em conformidade com os objetivos institucionais e os prazos estabelecidos. Diante disso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3791197 Gerência de Projetos
O gerenciamento de projetos tem como finalidade garantir que os objetivos organizacionais sejam alcançados dentro dos prazos, custos e padrões de qualidade estabelecidos.
Para isso, o gestor deve planejar, coordenar e monitorar as etapas de execução, integrando equipes, recursos e informações, de modo que o resultado final atenda às expectativas das partes interessadas.
Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O sucesso de um projeto depende da capacidade do gestor em alinhar o escopo, os prazos e os recursos disponíveis às metas estratégicas da organização.
PORQUE
II. A ausência de planejamento e acompanhamento contínuo das atividades pode resultar em atrasos, aumento de custos e falhas na entrega dos resultados previstos.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3791196 Contabilidade Pública
O Balanço Patrimonial permite aos gestores e administradores avaliarem a situação financeira de uma empresa ou órgão público em determinado momento. Antes de elaborar e interpretar o Balanço, é necessário compreender sua estrutura e composição, pois somente assim é possível analisar adequadamente os recursos disponíveis e as obrigações da entidade. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3791195 Contabilidade de Custos
A Norma Brasileira de Contabilidade NBC TSP 34 (2021) estabelece diretrizes para a mensuração e análise de custos no setor público, visando à melhoria da gestão e à transparência na aplicação dos recursos. Considerando os conceitos de custo apresentados, analise as afirmativas a seguir:
I. O custo direto é aquele que pode ser identificado e apropriado diretamente ao objeto de custo, como o salário de um servidor vinculado exclusivamente a um projeto.
II. O custo fixo é aquele que se altera proporcionalmente ao volume das atividades desenvolvidas pela entidade.
III. O custo controlável é aquele sobre o qual o gestor possui influência direta, podendo tomar decisões que impactem seu valor.
IV. O custo indireto exige o uso de direcionadores ou bases de rateio para ser alocado ao objeto de custo, como despesas administrativas compartilhadas entre setores.

Após análise das afirmativas, está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3791194 Secretariado
O gerenciamento da rotina é uma prática essencial na administração pública, especialmente para cargos operacionais como o de agente administrativo. Essa função exige organização, disciplina e capacidade de lidar com tarefas repetitivas e simultâneas, como atendimento ao público, arquivamento de documentos e controle de prazos. Em um cenário onde essas atividades estão sendo realizadas de forma desordenada, gerando retrabalho e atrasos, o agente precisa adotar medidas que promovam eficiência e previsibilidade.
Com base nas boas práticas de gerenciamento da rotina, assinale a ação CORRETA que representa uma etapa eficaz para melhorar a organização do trabalho.
Alternativas
Q3791193 Contabilidade Geral
O Balanço Patrimonial é uma ferramenta contábil essencial para qualquer organização, seja pública ou privada, pois permite visualizar de forma clara e sistemática a situação financeira em determinado momento. Por meio dele, gestores e administradores conseguem analisar o comportamento dos recursos da entidade, compreender a movimentação de ativos e passivos, identificar oportunidades de redução de custos, orientar decisões estratégicas e financeiras, bem como fornecer informações confiáveis a órgãos de controle, investidores e parceiros.
Diante disso, considere as afirmativas a seguir, marque a alternativa correta, sobre as finalidades do Balanço Patrimonial: 
Alternativas
Q3791192 Direito Administrativo
O acesso à informação é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal e regulamentado pela Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação − LAI), que estabelece regras para assegurar a transparência e a publicidade dos atos da Administração Pública.
Para garantir a efetividade desse direito, a Lei também prevê responsabilidades e sanções aos agentes públicos que, no exercício de suas funções, pratiquem condutas que restrinjam, omitam ou distorçam o acesso às informações públicas.
Com base no art. 32 da Lei nº 12.527/2011, assinale a alternativa INCORRETA quanto às condutas ilícitas que ensejam responsabilidade do agente público.
Alternativas
Q3791191 Ética na Administração Pública
O atendimento ao público é uma das atividades mais sensíveis e representativas da Administração Pública, pois envolve o contato direto entre o Estado e o cidadão, exigindo do servidor uma postura ética, respeitosa e comprometida com o interesse coletivo. A forma como o servidor se comunica, orienta e acolhe o cidadão reflete diretamente a imagem da instituição e o grau de confiança que a sociedade deposita nos serviços públicos.
Durante o atendimento, um servidor demonstra impaciência e responde de forma ríspida a um cidadão que solicita informações sobre o andamento de um processo administrativo. O cidadão, sentindo-se desrespeitado, registra uma reclamação junto à chefia imediata relatando o ocorrido.
Fonte: Decreto nº 1.171/1994.
Com base na legislação vigente e nos princípios da ética profissional no serviço público, assinale a alternativa CORRETA sobre a conduta do servidor.
Alternativas
Q3791190 Administração Geral
Sobre as funções administrativas, planejamento, organização, direção e controle, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:
(__) O planejamento é a função administrativa que busca antecipar situações futuras, definindo metas e estratégias que orientam a ação organizacional. Envolve prever cenários, estabelecer prioridades e determinar os recursos necessários para alcançar os objetivos institucionais.
(__) A organização é a etapa em que a administração distribui tarefas, define papéis e estabelece relações de autoridade e responsabilidade entre os membros da instituição. Essa função visa estruturar os recursos humanos e materiais de forma coordenada para garantir a execução eficiente dos planos.
(__) O controle ocorre antes da execução das atividades e tem por finalidade determinar metas e objetivos, indicando o caminho que deverá ser seguido pela equipe. Dessa forma, atua como instrumento de previsão e definição de estratégias.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3791189 Administração Pública
Em um órgão público municipal, a equipe de planejamento enfrenta dificuldades recorrentes na execução de projetos intersetoriais, especialmente pela ausência de integração entre departamentos e pela rotatividade de servidores comissionados. Considerando os princípios da administração pública e as boas práticas de gestão, qual seria a medida correta para garantir a continuidade e a efetividade do planejamento de trabalho, nesse contexto?
Alternativas
Q3791188 Contabilidade Geral
O fluxo de caixa é uma ferramenta contábil fundamental para a gestão financeira de qualquer organização, permitindo que gestores acompanhem detalhadamente todos os recursos em um determinado período, que pode ser diário, semanal ou mensal. Ao registrar e analisar essas movimentações, o gestor consegue entender a capacidade da empresa de gerar receita suficiente para cobrir despesas, planejar investimentos futuros, antecipar medidas para negociar dívidas e melhorar a saúde financeira do negócio. Além disso, o fluxo de caixa oferece uma visão consolidada das finanças, possibilitando tomadas de decisão mais estratégicas e fundamentadas, com base em dados precisos sobre o movimento de recursos.
Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta, que descreve a finalidade do fluxo de caixa:
Alternativas
Q3791187 Direito Constitucional
A Lei nº 12.527/2011, conhecida como Lei de Acesso à Informação (LAI), garante a transparência dos atos públicos, mas reconhece que, em situações excepcionais, certas informações precisam ser protegidas para preservar a segurança do Estado e da sociedade. Entre as formas de proteção previstas, encontra-se a classificação de informações quanto ao grau de sigilo, sendo o nível "ultrassecreto" o mais elevado, aplicável apenas quando o acesso irrestrito puder causar danos graves à soberania nacional. Contudo, a lei determina quem pode atribuir esse grau máximo de sigilo, restringindo essa competência a altas autoridades da administração pública federal, de modo a evitar abusos ou ampliações indevidas do segredo estatal.
Com base no art. 27 da Lei nº 12.527/2011, todas as alternativas estão corretas quanto à competência para a classificação de informações no grau ultrassecreto, EXCETO:
Alternativas
Q3791186 Administração Geral
Após a implantação de um novo sistema eletrônico para registro de atendimentos, o setor administrativo de uma prefeitura começou a monitorar os resultados obtidos. O responsável pela área comparou o número de atendimentos realizados antes e depois da mudança, verificou a satisfação dos usuários e identificou que, apesar da agilidade no registro, alguns erros de preenchimento ainda persistiam. Diante disso, o gestor elaborou um relatório com recomendações de ajustes e encaminhou à chefia para correção das falhas.
Considerando as funções administrativas clássicas, assinale a alternativa CORRETA que representa o exercício da função descrita: 
Alternativas
Q3791185 Administração Pública
Em um município, a Prefeitura realiza diretamente a fiscalização de obras e a emissão de alvarás por meio de seus departamentos internos. Por outro lado, serviços como coleta de lixo e transporte escolar são prestados por empresas ou entidades previamente autorizadas pelo município.
Considerando os conceitos de Administração Pública, centralização e descentralização, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
1301: C
1302: C
1303: D
1304: A
1305: A
1306: A
1307: B
1308: C
1309: C
1310: B
1311: B
1312: B
1313: A
1314: B
1315: C
1316: A
1317: B
1318: C
1319: A
1320: D