Questões de Concurso Para tre-se

Foram encontradas 505 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2914194 Direito Constitucional

Considere as afirmativas abaixo a respeito do Superior Tribunal de Justiça.

I. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de, no mínimo, trinta e três Ministros brasileiros, com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos.

II. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.

 III. Compete ao Superior Tribunal de Justiça processar e julgar originariamente mandado de injunção, quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República.

IV. Compete ao Superior Tribunal de Justiça processar e julgar originariamente as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público.

De acordo com a Constituição Federal, é correto o que se afirma APENAS em:

Alternativas
Q2913809 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


Posições divergentes se verificam no debate sobre a preservação do planeta.

Cientistas pregam a seriedade do aquecimento global e são acusados de alarmistas.

Cientistas não encontram provas conclusivas de que ocorre o aquecimento global.

As frases acima articulam-se em um único período, com correção, clareza e lógica da seguinte maneira:

Alternativas
Q2913799 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:

Alternativas
Q2913795 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


O verbo corretamente flexionado está grifado na frase:

Alternativas
Q2913792 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


... que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo ... (1o parágrafo)

A frase cuja lacuna está corretamente preenchida pela mesma expressão grifada acima é:

Alternativas
Q2913789 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


... enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. (2o parágrafo)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:

Alternativas
Q2913788 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


... pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. (3o parágrafo)

A frase grifada acima estabelece uma ...... no contexto, e pode ser substituída, com o mesmo sentido original, por ...... .

 As lacunas da afirmativa acima estão preenchidas de forma correta, respectivamente, por:

Alternativas
Q2913786 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


Nas transcrições abaixo de segmentos do texto observase um fato e não somente uma opinião em:

Alternativas
Q2913785 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


Considere as afirmativas abaixo:

I. O pânico decorrente da impossibilidade geral de crença no que diz a ciência é a melhor forma de propiciar a ação de pessoas, no sentido de preservar o meio ambiente em várias regiões do planeta.

II. O bom senso apregoado no texto (3o e último parágrafos) está na aceitação do que dizem os cientistas ao prever, até mesmo com relativo acerto, os limites aceitáveis de agressão ao meio ambiente.

III. O objetivo da analogia feita entre a Terra e uma simples casa (4o parágrafo) é comprovar uma necessária tomada de consciência quanto aos sinais emitidos por uma natureza já bastante agredida pela ação do homem.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Q2913784 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


A repetição de verbos de algumas frases do 2o parágrafo, colocados entre parênteses, tem por objetivo

Alternativas
Q2912518 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


O autor deixa claro, no texto, que

Alternativas
Q9127 Legislação dos Tribunais Eleitorais (TSE e TREs)
Exercerá a Presidência do Tribunal Eleitoral de Sergipe, segundo o seu regimento interno, um dos seus Juízes integrantes da Classe de
Alternativas
Q9126 Direito Administrativo
Dentre outros, são considerados deveres do servidor público federal
Alternativas
Q9125 Direito Administrativo
Em matéria de provimento de cargo público, é certo que a reintegração é a reinvestidura do servidor público federal estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação quando
Alternativas
Q9124 Direito Administrativo
No que tange à Lei no 8.429/92, conhecida como Lei da Improbidade Administrativa, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q9123 Direito Administrativo
Em relação aos princípios básicos da Administração Pública, considere as proposições abaixo.

I. o princípio da moralidade corresponde à proibição de a atuação administrativa distanciar-se da moral, dos princípios éticos, da boa-fé, da lealdade.
II. A idéia de que o administrador não pode agir, nem deixar de agir, senão de acordo com a lei e na forma determinada é característica do princípio da legalidade.
III. O princípio da publicidade implica na proibição de constar nome, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridade ou servidor público na publicidade de atos, programas, obras e serviços.

Está correto APENAS o que se contém em
Alternativas
Q9122 Direito Eleitoral
Dentre outras atribuições, compete ao Tribunal Superior Eleitoral processar e julgar originariamente o registro e a cassação do registro de candidatos a
Alternativas
Q9121 Direito Constitucional
Integram o Superior Tribunal Eleitoral, através de nomeação do Presidente da República,
Alternativas
Q9120 Direito Constitucional
Analise as afirmativas abaixo.

I. Construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
II. Garantia do desenvolvimento nacional.
III. Garantia dos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
IV. Erradicação a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
V. Promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

De acordo com a Constituição Federal do Brasil de 1988 são considerados objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil os indicados APENAS em:
Alternativas
Respostas
241: A
242: E
243: D
244: A
245: B
246: C
247: A
248: E
249: D
250: C
251: B
252: E
253: E
254: B
255: D
256: E
257: C
258: E
259: B
260: B