Questões de Concurso Para prefeitura de carambeí - pr

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Q3626662 Matemática

Para fabricar 120 geladeiras, 8 funcionários levam 10 dias. Quantas geladeiras 6 funcionários, trabalhando no mesmo ritmo produzem em 12 dias?

Alternativas
Q3626661 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

No trecho “lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo”, marque a alternativa que apresenta um possível sinônimo de “desditosas”.

Alternativas
Q3626660 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

No trecho “Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem”, o conjunto de palavras que aparece entre vírgulas pode ser todo classificado como um: 

Alternativas
Q3626659 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

No trecho “vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos”, o travessão é empregado para:

Alternativas
Q3626658 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Em relação à expressão “Ai de nós”, empregada pelo autor do texto, pode-se afirmar que possui um valor de:

Alternativas
Q3626657 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

No trecho “As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós”, o verbo “bandeiam” poderia ser substituído, sem prejuízo ao sentido geral do texto, por:

Alternativas
Q3626656 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Na expressão “encantadoramente feios”, pode-se identificar a figura de linguagem denominada:

Alternativas
Q3626655 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Em relação à formação da palavra “chatíssimos”, pode-se afirmar que é um adjetivo plural de grau:

Alternativas
Q3626654 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

No trecho “Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica”, o termo “constantemente” pode ser classificado como um:

Alternativas
Q3626653 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Quanto ao sujeito da oração “Não encontrei, até hoje, uma só razão…”, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3626652 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Com base na interpretação do texto, pode-se afirmar que o seu autor:

Alternativas
Q2635711 Direito Constitucional

Qual é o princípio que rege a autonomia dos Municípios na elaboração de suas Leis Orgânicas?

Alternativas
Q2635710 Direito Constitucional

Em relação à Lei Orgânica de um Município, qual é a principal norma de controle de constitucionalidade?

Alternativas
Q2635709 Direito Constitucional

Como pode ser realizada a reforma da Lei Orgânica de um Município?

Alternativas
Q2635708 Direito Constitucional

Qual dos temas a seguir pode ser abordado na Lei Orgânica de um Município?

Alternativas
Q2635707 Direito Constitucional

Qual é a principal característica da Lei Orgânica de um Município?

Alternativas
Q2635706 Direito do Trabalho

O que a ergonomia se refere no contexto do direito do trabalho?

Alternativas
Q2635705 Direito Administrativo

Qual das alternativas a seguir representa uma das condições necessárias para um servidor público adquirir a estabilidade no emprego?

Alternativas
Q2635704 Direito do Trabalho

Qual é a principal característica do regime celetista na administração pública?

Alternativas
Q2635703 Direito do Trabalho

Qual é o método de interpretação utilizado prioritariamente no direito do trabalho brasileiro?

Alternativas
Respostas
621: A
622: B
623: E
624: A
625: D
626: D
627: A
628: E
629: B
630: A
631: B
632: C
633: E
634: E
635: C
636: C
637: C
638: B
639: B
640: A