Questões de Concurso Para prefeitura de olivedos - pb

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Q3698215 Pedagogia
A elaboração de projetos de ensino-aprendizagem tem por finalidade a superação da lógica fragmentada do currículo historicamente desenvolvido no interior da escola.
A partir desse contexto analise as proposições a seguir.

I- A pedagogia de projetos se desenvolve em torno de um tema-problema a ser estudado pelos alunos.
II- O desenvolvimento do projeto é organizado a partir de questões levantadas pelos educandos e se volta para a solução de problemas emergentes da realidade.
III- A intervenção do professor nas etapas de desenvolvimento do projeto é mínima, porque o seu papel é de facilitador, e sua participação se dá, apenas, no momento em que os alunos solicitem.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698214 Pedagogia
Acerca da avaliação no processo escolar, analise as proposições a seguir e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3698213 Pedagogia
O projeto político-pedagógico (PPP) é visto como uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os agentes da escola.
A partir desse contexto, analise as proposições a seguir.

I- O projeto político-pedagógico se constitui em um instrumento de luta do coletivo da escola em busca de sua identidade, a partir do momento em que ela despertou para a necessidade de se redefinir.
II- Para que se constitua como um méthodos de transformação, o projeto político-pedagógico deve expressar o compromisso dos dirigentes da escola com a caminhada.
III- A construção do projeto político-pedagógico exige rigor diante das reais necessidades da escola.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698212 Pedagogia
A profissão do Orientador Educacional foi regulamentada pelo Decreto nº 72.846/1973, que definiu como objeto de sua atuação, a assistência ao educando. Apartir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- A assistência ou o atendimento ao educando encaminhado ao serviço de orientação educacional atualmente é analisada à luz do contexto em que a prática educativa se desenvolve.
II- O atendimento individual do educando deve ser realizado por meio das técnicas e modelos advindos da psicoterapia, visto que são eficientes para uso no espaço escolar.
III- O aconselhamento individual é uma prática viável para escola com elevado número de alunos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698211 Pedagogia
Acompetência do Estado na organização da educação básica, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9394/96, compreende: 
Alternativas
Q3698210 Pedagogia
A ação do Orientador Educacional, direcionada aos alunos, com vistas à vivência democrática e cidadã terá necessariamente que incluir:
Alternativas
Q3698209 Administração Pública
Os planos operacionais da escola pública, na atual conjuntura socioeducativa, devem ser elaborados com foco no planejamento: 
Alternativas
Q3698208 Pedagogia
Apartir dos resultados apresentados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Educação 2024, analise as assertivas a seguir.
Taxa de escolarização das pessoas de 6 a 14 anos de idade, segundo as Grandes Regiões (%)

Captura_de tela 2025-10-30 153924.png (580×253)

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Pesquisas por Amostra de Domicílios, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2016/2024.

I- Em 2024, a taxa de escolarização das pessoas de 6 a 14 anos no Brasil atingiu 99,5%. Esse nível elevado de escolarização se mantém estável desde 2016 e reflete o avanço do país em direção à universalização do Ensino Fundamental.
II- A Região Norte, apesar de apresentar a menor taxa de escolarização entre crianças de 6 a 14 anos no Brasil, registrou 99,0%, mantendo-se, ainda assim, próxima à universalização do Ensino Fundamental.
III- Em 2024, em comparação a 2023, verificou-se um leve aumento nas taxas de escolarização de crianças de 6 a 14 anos nas Regiões Sudeste e Nordeste. Essas regiões mantiveram, dentro desta faixa etária, os maiores índices de escolarização do país desde 2016.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3698207 Pedagogia
Em um congresso de Educação foi apresentado um trabalho que analisou as tendências pedagógicas presentes nas declarações de professores brasileiros com diferentes tempos de experiência docente. Os resultados evidenciaram duas tendências principais: (I) a liberal tradicional, historicamente predominante na educação brasileira e mais frequente nos discursos e práticas de docentes com mais de 20 anos de atuação; e (II) a liberal renovada progressivista, que orienta mais diretamente a prática dos professores iniciantes, por ser atualmente enfatizada nos cursos de licenciatura no país.

A partir deste contexto, à luz do conhecimento sobre as tendências pedagógicas conforme apresentado por Libâneo (2014), marque a alternativa CORRETA 
Alternativas
Q3698205 Pedagogia
Em uma escola municipal de Ensino Fundamental, a equipe pedagógica percebeu que alguns alunos acumulavam muitas faltas e, quando compareciam, costumavam chegar bastante atrasados. Ao analisar os registros, constataram que o índice de ausência já ultrapassava 30% do limite permitido por lei, o que gerou grande preocupação. Buscando compreender as razões desse comportamento, a direção investigou a situação e encontrou indícios de uso de drogas entre parte desses estudantes. Diante da gravidade do problema, a diretora decidiu chamar os pais e responsáveis para conversar, informar sobre as faltas e apresentar um plano de ação preventiva e de enfrentamento ao uso e dependência de drogas que seria implementado na escola. Apesar da iniciativa da escola, alguns pais se mostraram resistentes, afirmando que esse tipo de questão deveria ser resolvido apenas pela família, sem a interferência da escola.
A partir deste contexto, à luz das disposições recentes da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), analise as assertivas a seguir.

I- Cabe à escola notificar ao Conselho Tutelar do município a relação dos alunos que apresentam uma quantidade de faltas acima de 30% do percentual permitido por lei.
II- Os pais e responsáveis têm razão ao afirmar que problemas relacionados ao uso de drogas devem ser resolvidos por eles próprios, sem a intervenção da escola.
III- A direção da escola decidiu informar aos pais e responsáveis sobre a frequência dos estudantes envolvidos na situação, porém esse não constitui um dever dos estabelecimentos de ensino.
IV- É incumbência da escola garantir um ambiente escolar seguro, razão pela qual se torna fundamental a implementação do plano de ação preventiva e de enfrentamento ao uso e dependência de drogas elaborado pela direção.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698203 Pedagogia
Considerando os dados apresentados na Tabela 01, marque a alternativa CORRETA.
Tabela 01:Taxa de analfabetismo (%), por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões

Captura_de tela 2025-10-30 152815.png (866×247)

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Pesquisas por Amostra de Domicílios, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua 2016/2024.
Alternativas
Q3698201 Pedagogia
Segundo Zabala (1998), ao pensar no que os alunos devem aprender, é preciso considerar diferentes tipos de conteúdos. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta apenas exemplos de conteúdos factuais.

Fonte: ZABALA, A. Aprática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Alternativas
Q3698200 Pedagogia
Um grupo de professores de uma escola pública municipal de Ensino Fundamental se reuniu para propor um projeto interdisciplinar a ser desenvolvido na escola. O tema do projeto era “Planeta Água: a cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”, conforme sugerido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Assim, foram propostos os seguintes objetivos para o projeto:

1. Valorizar e utilizar o conhecimento científico historicamente construído sobre os oceanos para compreender e explicar a sua importância no equilíbrio climático.
2. Utilizar somente a linguagem verbal científica para se expressar e partilhar informações e experiências nas atividades promovidas pelo projeto , evitando outros tipos de linguagens.
3. Participar de atividades artístic o-culturais que valorizem a água como bem essencial à vida promovidas no âmbito do projeto .
4. Valorizar e respeitar diferentes saberes culturais sobre o uso sustentável da água.
5. Evitar a utilização de tecnologias digitais para produzir conhecimentos e disseminar informações sobre o tema e as atividades do projeto.
6. Desenvolver a empatia e a responsabilidade coletiva em relação aos impactos das ações humanas nos oceanos.

A partir deste contexto, à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da tipologia dos conteúdos utilizada por Zabala (1998), analise as assertivas a seguir.

Fonte: ZABALA, A. Aprática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

I- Os objetivos 1, 3 e 4 foram inspirados em competências que integram as dez competências gerais da Educação Básica, conforme a versão atual da BNCC.
II- Os objetivos 2 e 5 não dialogam com nenhuma das dez competências gerais da Educação Básica previstas na BNCC.
III- Os objetivos 3 e 4 contribuem para a aprendizagem de conteúdos atitudinais, por estarem diretamente relacionados ao desenvolvimento de valores e atitudes.
IV- O objetivo 6 favorece a aprendizagem de conteúdos procedimentais, pois envolve o desenvolvimento de um conjunto de ações organizadas e orientadas para uma finalidade específica.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3698199 Pedagogia
Considerando a discussão feita por Libâneo (2017) sobre a prática educativa e a sociedade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
Fonte: Libâneo, J. C. Didática (Livro Eletrônico). São Paulo: Cortez, 2017.

I- As finalidades e meios da Educação subordinam-se à estrutura social e às formas pelas quais a sociedade se organiza, sendo, portanto, socialmente determinada.

PORQUE

II- A prática educativa, incluindo seus objetivos, conteúdos e o trabalho docente, é orientada por finalidades e demandas de ordem social, política e ideológica. Assim, a educação que se desenvolve em diferentes contextos da sociedade reflete os valores, as normas e as características da estrutura social na qual está inserida.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3698192 Português
Para responder à questão, leia o Texto III.

Texto III

Captura_de tela 2025-10-30 152115.png (332×342)

Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.
No período composto retirado do Texto III: “Se vocês não se comportarem, o monstro come vocês!”, a oração em destaque se classifica como:
Alternativas
Q3698190 Português
No Texto II:
Texto II

Captura_de tela 2025-10-30 151748.png (282×302)

Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3698187 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
No período retirado do Texto I: “Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo”, do ponto de vista das relações semântico-pragmáticas, tem-se um exemplo de:
Alternativas
Q3698186 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
O Texto I é um artigo de opinião. Arespeito desse gênero textual, analise as assertivas a seguir.

I- A tipologia textual predominante em um artigo de opinião é a argumentação.
II- Num artigo de opinião, a descrição de um problema é mais importante do que a persuasão do público leitor/ouvinte.
III- O domínio dos elementos da situação comunicativa no texto envolve a compreensão do público-alvo, do contexto de circulação e das normas implícitas que regem o gênero.
IV- No artigo de opinião em análise, o público-alvo precisa dominar a norma padrão da linguagem para compreender o texto.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3698184 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Acerca do Texto I, analise as seguintes assertivas.

I- A falta de horizontes, a solidão, não se sentir importante para alguém ou para o mundo são fatores que influenciam a saúde orgânica – e isso pode impactar a economia de uma nação.
II- As chamadas “mortes por desespero”, cada vez mais comuns nas últimas décadas em algumas populações, incluem o suicídio, a overdose por drogas e doenças hepáticas devido ao uso abusivo de álcool.
III- A saúde pública não pode ser considerada um determinante social porque não afeta o equilíbrio econômico de um país.
IV- A primazia da matéria sobre a alma é vista pelo autor como uma questão de prioridades.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3698152 Biologia

“Bioma é um conjunto de vida vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação que são próximos e que podem ser identificados em nível regional, com condições de geologia e clima semelhantes e que, historicamente, sofreram os mesmos processos de formação da paisagem, resultando em uma diversidade de flora e fauna própria.”


FONTE: https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/territorio/18307-biomas-brasileiros.html. Acesso em 08/10/2025 às 9:30 horas


Considerando os Biomas brasileiros, analise as proposições a seguir:



I- A Caatinga é o bioma brasileiro que não sofre degradação, porque está localizado em área de clima semiárido, impróprio para a criação de gado bovino.


II- O bioma Mata Atlântica ocupa aproximadamente 13 % do território brasileiro. Por se localizar na região litorânea, ocupada por mais de 50% da população brasileira, é o bioma mais ameaçado do Brasil. Apenas 27% de sua cobertura florestal original ainda está preservada.


III- A Amazônia possui a maior floresta tropical do mundo, equivalente a 1/3 das reservas de florestas tropicais úmidas que abrigam a maior quantidade de espécies da flora e da fauna.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
21: C
22: D
23: D
24: E
25: E
26: B
27: A
28: E
29: B
30: C
31: E
32: A
33: D
34: A
35: A
36: B
37: E
38: D
39: C
40: D