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I- Alimentos in natura. II- Alimentos construtores. III- Alimentos ultraprocessados. IV- Alimentos minimamente processados.
Está CORRETO o que se afirma em
No processo de cárie, a(s) causa(s) que age(m) no nível de superfície dentária são(é):
I- pH estável. II- Flutuações do pH. III- Eventos metabólicos. IV- Renda (proventos).
Está CORRETO o que se afirma em
A epidemiologia é o estudo da ocorrência de um fenômeno (doença, deficiência e incapacidade), em um conjunto de pessoas, e dos determinantes do seu aparecimento com o intuito de preveni-lo ou controlá-lo.
Na epidemiologia das arboviroses, é sempre possível chegar ao conhecimento de algum agente patogênico vivo associado à doença, embora possam existir situações em que o bioagente não seja ainda conhecido.
As epidemias de dengue, em diversos estados brasileiros, vêm sendo registradas desde 1986 com a introdução do sorotipo DENV1. E, a partir de 2001, foi detectada a circulação simultânea também dos sorotipos DENV2, DENV3 e DENV4.
A dengue é uma doença infecciosa transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedis aegypti, no ciclo
No ciclo de vida, as famílias podem passar por uma série de eventos, como a violência intrafamiliar. Por violência entende-se “[...] o uso intencional da força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha grande possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação.”
Fonte: SAVASSI, Leonardo Cançado Monteiro et al. Tratado de atenção domiciliar. Barueri (SP): Ed. Manole, 2022. p. 1120. Adaptado.
A prática de APS tem mostrado que pequenas intervenções em momentos de crise auxiliam as pessoas a enfrentar crises com mais resiliência.
Sobre os fatores associados ao incremento da violência em ambiente familiar, marque V para os verdadeiros e F para os falsos:
( ) Miséria. ( ) Desemprego. ( ) Uso de álcool e drogas. ( ) Gravidez na adolescência. ( ) Desvalorização do violento pela sociedade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando os fatores listados de cima para baixo.
Em qualquer uma dessas quatro situações, é importante que os profissionais da APS realizem exame do estado mental da pessoa com problemas de saúde mental, parte fundamental da avaliação.
Diversas áreas merecem atenção e devem ser examinadas durante o atendimento. A seguir, marque V para as áreas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Inconsciência. ( ) Linguagem. ( ) Afetividade. ( ) Pensamento (juízo). ( ) Atividade involuntária.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as áreas elencadas de cima para baixo.
Paciente com fratura diafisária de tíbia foi imobilizado com aparelho gessado inguinopodálico. Após 48 horas, refere dor intensa, edema e dificuldade para movimentar os dedos do pé. Qual é a complicação mais provável?
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser
motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que
(des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore,
encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de
rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo
que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo
substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer
como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se
fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não
é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto
que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si.
Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de
floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais,
especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do
sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de
“estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma
que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar
uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e
reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Leia, com atenção, o texto 02:

A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser
motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que
(des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore,
encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de
rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo
que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo
substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer
como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se
fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não
é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto
que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si.
Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de
floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais,
especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do
sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de
“estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma
que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar
uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e
reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Leia, com atenção, o texto 02:
Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02.
( ) Após remover equipamento de proteção individual (EPI). () Após remover as luvas. ( ) Antes de vestir as luvas. ( ) Quando as mãos estiverem visivelmente sujas. ( ) Após tocar superfícies contaminadas com mãos desprotegidas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as situações de cima pra baixo:
I- é o primeiro artigo constitucional que versa sobre o setor de saúde na história do país, inserindo a saúde na agenda política. II- garante que a saúde é direito de todos e dever do Estado, mediante políticas sociais e econômicas que visem à promoção, proteção e recuperação. III- estabelece que o direito de todos assegura a existência de pré-requisitos para se ter acesso ao sistema de saúde brasileiro. IV- determina, através de políticas públicas, a redução de riscos, agravos e doenças, e conceitua a saúde desconsiderando a sua relação com aspectos biopsicossociais.
Está CORRETO o que se afirma em