Questões de Concurso Para prefeitura de craíbas - al

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Q3792447 Noções de Informática
Esta função é uma das mais poderosas do Excel para análise de dados, permitindo agregar, resumir e analisar grandes volumes de informações de uma planilha ou banco de dados, reorganizando e calculando os dados de diversas maneiras (como somas, contagens e médias) sem alterar os dados originais. Um professor, por exemplo, pode usá-la para analisar as notas dos alunos por turma, por disciplina ou por avaliação. Qual recurso do Excel corresponde à descrição acima? 
Alternativas
Q3792446 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular.
Em relação aos aspectos de Ortografia oficial presentes na frase, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3792445 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais.
Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3792444 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Alguns modelos possuem zoom "óptico mais eficiente".
Sintaticamente, o elemento destacado exerce a função de: 
Alternativas
Q3792443 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade "à imagem".
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3792442 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano.
Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes na frase, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3792441 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.
Em relação às classes de palavras, é correto afirmar que, nesta frase 
Alternativas
Q3792440 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

O texto aborda as dificuldades técnicas de fotografar a superlua com celulares e apresenta orientações para melhorar o resultado das imagens.
De acordo com o texto-base, a principal causa de as fotos da superlua feitas com celular geralmente saírem borradas é: 
Alternativas
Q3792439 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis 


Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

Se a intenção for manter a autenticidade, "explore" outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea.
Considerando a interação entre o período condicional e o uso pragmático do verbo destacado, é correto afirmar que a forma verbal "explore" configura-se como 
Alternativas
Q3791719 Pedagogia
O debate sobre as tendências pedagógicas contemporâneas exige mais do que o reconhecimento de seus rótulos históricos. Implica uma análise crítica sobre os fundamentos filosóficos, concepções de conhecimento, relações de poder e práticas sociais que cada abordagem mobiliza no cotidiano escolar. Em tempos de disputas por sentidos na educação, essas tendências não podem ser entendidas como repertórios neutros de métodos, mas como expressões de projetos políticos que atravessam tanto o currículo quanto a organização das relações pedagógicas.
A respeito das concepções e tendências pedagógicas contemporâneas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3791710 Educação Artística
Elliot Eisner, importante teórico da arte-educação, propõe os conceitos de "Connoisseurship Educacional" (Apreciação) e "Crítica Educacional" como bases para a avaliação qualitativa em arte. Assinale a alternativa CORRETA sobre esses conceitos.
Alternativas
Q3791709 Artes Cênicas
No ensino de Dança e Teatro, a análise do movimento baseada em Rudolf Laban fornece subsídios para o planejamento de atividades corporais. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) Os Fatores de Movimento definidos por Laban são Fluência (livre ou contida), Espaço (direto ou flexível), Peso (leve ou firme) e Tempo (súbito ou sustentado), cuja combinação gera as oito ações básicas de esforço.
(__) A Cinesfera é o espaço que envolve o corpo do indivíduo, cujo limite é alcançado pela extensão dos membros sem deslocamento da base de sustentação, sendo fundamental para o trabalho de consciência corporal.
(__) Laban defendia que o ensino da dança na escola deveria focar exclusivamente na técnica do balé clássico, pois somente através da codificação rígida o aluno adquire disciplina.
(__) O conceito de "Corêutica" em Laban refere-se exclusivamente ao estudo da força muscular e do gasto energético do movimento humano, não mantendo qualquer relação com a organização espacial, com a harmonia do movimento no espaço ou com o uso de sólidos geométricos para a análise das trajetórias.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3791708 Educação Artística
 A avaliação em Arte, segundo uma perspectiva contemporânea e processual, afasta-se da atribuição de notas baseada apenas no "dom" ou na beleza do produto final. Analise as afirmativas a seguir sobre instrumentos avaliativos:

I. O Portfólio (ou Processfólio) é um instrumento que reúne, de forma sistemática, os registros do percurso de aprendizagem (esboços, pesquisas, reflexões, versões finais), permitindo visualizar a evolução do aluno e favorecendo a autoavaliação.
II. As Rubricas (ou Matrizes de Avaliação) estabelecem critérios claros e níveis de desempenho descritivos para cada competência avaliada, tornando o processo transparente e ajudando o aluno a compreender o que se espera dele.
III. A avaliação deve ser exclusivamente somativa, aplicada através de uma prova escrita final sobre datas e nomes de artistas, pois a prática artística é subjetiva demais para ser avaliada com rigor.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3791707 Artes Visuais
 A gravura em metal (calcogravura) engloba diversas técnicas diretas e indiretas que produzem qualidades de linha e mancha distintas. Analise as afirmativas a seguir sobre essas técnicas:

I. A Água-tinta é uma técnica indireta de gravura em metal utilizada para criar valores tonais e texturas (manchas), onde a placa é polvilhada com breu (resina) em pó e aquecida antes de ser submetida ao banho de ácido, criando uma porosidade controlada.
II. A Ponta-seca é uma técnica direta onde o artista risca a placa de metal com um instrumento de aço afiado, levantando rebarbas laterais que retêm a tinta, conferindo à impressão um traço aveludado característico.
III. A Maneira Negra (Mezzotinta) é um processo de gravura em relevo, onde se utiliza formões para retirar a superfície da madeira, deixando apenas os traços negros em alto relevo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3791706 Educação Artística
O ensino de arte baseado em projetos (Project-Based Learning - PBL) exige uma gestão de sala de aula que fomente a autonomia e a colaboração. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) Um projeto de arte eficaz deve partir de uma "Questão Motriz" (Driving Question) desafiadora e aberta, que não tenha uma única resposta correta, estimulando a investigação e a produção criativa genuína.
(__) A "Voz e Escolha" (Voice and Choice) dos alunos são elementos centrais, permitindo que eles tomem decisões sobre o tema, os materiais ou o formato final do produto artístico, aumentando o engajamento.
(__) O professor deve atuar como o único detentor do conhecimento, definindo passo a passo o que cada aluno deve fazer, proibindo o trabalho em grupo para evitar indisciplina e barulho na sala de arte.
(__) A divulgação pública do produto final (exposição, performance, site) é uma etapa essencial do PBL, pois coloca o aluno em diálogo com uma audiência real, elevando a qualidade do trabalho e o senso de responsabilidade.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3791705 Educação Artística
 A Abordagem Triangular, sistematizada por Ana Mae Barbosa, é um referencial teórico-metodológico essencial para o ensino de arte no Brasil, estruturando-se em três eixos: Fazer, Ler e Contextualizar. Assinale a alternativa CORRETA sobre a aplicação crítica desse método no planejamento. 
Alternativas
Q3791704 Educação Artística
 O Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) é uma abordagem curricular que visa minimizar barreiras e maximizar o aprendizado para todos os alunos. Ao aplicar o princípio de "Múltiplos Meios de Representação" no ensino de História da Arte para uma turma com alunos cegos e videntes, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3791703 Artes Visuais
 A Gestalt, ou Psicologia da Forma, estabelece leis que regem a percepção visual humana, fundamentais para a leitura de imagens e composição artística. Analise as afirmativas a seguir sobre essas leis:

I. A Lei da Pregnância (Prägnanz) postula que as formas tendem a ser percebidas em seu caráter mais simples, regular, simétrico e equilibrado possível, sendo o princípio fundamental da organização perceptiva.
II. O princípio do Fechamento (Clausura) descreve a tendência do cérebro em completar figuras incompletas ou interrompidas, preenchendo as lacunas visuais para formar um todo coerente e reconhecível.
III. A Segregação Figura-Fundo refere-se à capacidade perceptual de separar os elementos visuais em foco (figura) e o campo indistinto atrás deles (fundo), sendo essencial para o reconhecimento de objetos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3791702 Artes Visuais
Hélio Oiticica, figura central do Neoconcretismo e da arte contemporânea brasileira, rompeu com o quadro e a escultura tradicionais. Acerca de sua obra e conceitos, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) Os "Parangolés" são capas, estandartes ou tendas que exigem a participação corporal do espectador (agora participante) para que a obra se revele plenamente, incorporando a dança e o movimento como elementos estruturais da cor no espaço.
(__) O conceito de "Supra-sensorial" em Oiticica refere-se à busca por estados de percepção expandida, muitas vezes ligados à cultura popular, ao samba e à vivência marginal, propondo uma arte ambiental e participativa.
(__) Oiticica defendia a manutenção da "aura" da obra de arte e o distanciamento sagrado entre o objeto artístico e o público, proibindo que suas obras fossem tocadas ou vestidas.
(__) Os "Bólides" são estruturas que exploram a relação entre recipiente e conteúdo (frequentemente pigmentos, terra ou vidro), convidando à manipulação e à descoberta da cor-luz e da cor-matéria.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3791701 Educação Artística
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Fundamental organiza o componente curricular Arte em torno de seis dimensões do conhecimento, que devem ser abordadas de forma integrada e não hierárquica. Assinale a alternativa CORRETA que lista essas seis dimensões.
Alternativas
Respostas
301: A
302: C
303: B
304: A
305: D
306: C
307: C
308: B
309: C
310: A
311: B
312: C
313: D
314: B
315: C
316: A
317: B
318: A
319: B
320: D