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Q1617259 Enfermagem
Acerca da infraestrutura, ambiência e funcionamento da atenção básica, a Política Nacional da Atenção Básica (PNAB), NÃO prevê que
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Q1617258 Enfermagem
A avaliação clínica prevista no Programa Saúde na escola, envolve
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Q1617257 Enfermagem
Avalie as afirmações sobre a avaliação clínica e psicossocial prevista no Programa Saúde na Escola.

I. Inclui ações de educação e de promoção da saúde.

II. A periodicidade será no início do ano letivo, apenas para os novos alunos.

III. Possui enfoque no desenvolvimento físico e mental, de forma a oferecer cuidado integral de acordo com as necessidades de saúde.

IV. É realizada exclusivamente pelo médico da Saúde da Família e encaminhada para o enfermeiro para acompanhamento anual, dos alunos.

V. O protocolo deve ser flexível às circunstâncias e às necessidades dos alunos, incluindo visitas domiciliares nas residências, quando necessárias.


Está correto apenas o que se afirma em
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Q1617251 Direito Administrativo
Considerando os dispositivos legais que regulam o Município de Guarani, analise as afirmações abaixo.

I. As obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações da Administração Pública Municipal, quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas de licitação, ressalvadas as hipóteses previstas na Lei n. 8.666/93.

II. Compete ao Município organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão entre outros, os serviços de abastecimento de água e esgotos sanitários.

III. A Lei de Improbidade Administrativa n.º 8.429/1992 não se aplica ao Município de Guarani, uma vez que está regulamentada somente em âmbito federal.

IV. Subordinam-se ao regime da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) os órgãos públicos integrantes exclusivamente da administração pública direta do Poder Executivo.

Está correto apenas o que se afirma em
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Q1617247 Direito Constitucional
A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios, EXCETO
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Q1617243 Português
As formigas

    Quando minha prima e eu descemos do táxi, já era quase noite. Ficamos imóveis diante do velho sobrado de janelas ovaladas, iguais a dois olhos tristes, um deles vazado por uma pedrada. Descansei a mala no chão e apertei o braço da prima.
    — É sinistro.
    Ela me impeliu na direção da porta. Tínhamos outra escolha? Nenhuma pensão nas redondezas oferecia um preço melhor a duas pobres estudantes com liberdade de usar o fogareiro no quarto, a dona nos avisara por telefone que podíamos fazer refeições ligeiras com a condição de não provocar incêndio. Subimos a escada velhíssima, cheirando a creolina.
    — Pelo menos não vi sinal de barata — disse minha prima.
    A dona era uma velha balofa, de peruca mais negra do que a asa da graúna. Vestia um desbotado pijama de seda japonesa e tinha as unhas aduncas recobertas por uma crosta de esmalte vermelho-escuro, descascado nas pontas encardidas. Acendeu um charutinho.
    — É você que estuda medicina? — perguntou soprando a fumaça na minha direção.
    — Estudo direito. Medicina é ela.
    A mulher nos examinou com indiferença. Devia estar pensando em outra coisa quando soltou uma baforada tão densa que precisei desviar a cara. A saleta era escura, atulhada de móveis velhos, desparelhados. No sofá de palhinha furada no assento, duas almofadas que pareciam ter sido feitas com os restos de um antigo vestido, os bordados salpicados de vidrilho.
    Vou mostrar o quarto, fica no sótão — disse ela em meio a um acesso de tosse. Fez um sinal para que a seguíssemos.
    — O inquilino antes de vocês também estudava medicina, tinha um caixotinho de ossos que esqueceu aqui, estava sempre mexendo neles.
    Minha prima voltou-se:
    — Um caixote de ossos?
    A mulher não respondeu, concentrada no esforço de subir a estreita escada de caracol que ia dar no quarto. Acendeu a luz. O quarto não podia ser menor, com o teto em declive tão acentuado que nesse trecho teríamos que entrar de gatinhas. Duas camas, dois armários e uma cadeira de palhinha pintada de dourado. No ângulo onde o teto quase se encontrava com o assoalho, estava um caixotinho coberto com um pedaço de plástico. Minha prima largou a mala e, pondo-se de joelhos, puxou o caixotinho pela alça de corda. Levantou o plástico. Parecia fascinada.
    — Mas que ossos tão miudinhos! São de criança?
    — Ele disse que eram de adulto. De um anão.
   — De um anão? é mesmo, a gente vê que já estão formados…
Mas que maravilha, é raro a beça esqueleto de anão. E tão limpo, olha aí — admirou-se ela. Trouxe na ponta dos dedos um pequeno crânio de uma brancura de cal. — Tão perfeito, todos os dentinhos!
    — Eu ia jogar tudo no lixo, mas se você se interessa pode ficar com ele. O banheiro é aqui ao lado, só vocês é que vão usar, tenho o meu lá embaixo. Banho quente extra. Telefone também. Café das sete às nove, deixo a mesa posta na cozinha com a garrafa térmica, fechem bem a garrafa recomendou coçando a cabeça. A peruca se deslocou ligeiramente. Soltou uma baforada final: — Não deixem a porta aberta senão meu gato foge.
    Ficamos nos olhando e rindo enquanto ouvíamos o barulho dos seus chinelos de salto na escada. E a tosse encatarrada.
    Esvaziei a mala, dependurei a blusa amarrotada num cabide que enfiei num vão da veneziana, prendi na parede, com durex, uma gravura de Grassmann e sentei meu urso de pelúcia em cima do travesseiro. Fiquei vendo minha prima subir na cadeira, desatarraxar a lâmpada fraquíssima que pendia de um fio solitário no meio do teto e no lugar atarraxar uma lâmpada de duzentas velas que tirou da sacola. O quarto ficou mais alegre. Em compensação, agora a gente podia ver que a roupa de cama não era tão alva assim, alva era a pequena tíbia que ela tirou de dentro do caixotinho. Examinou-a. Tirou uma vértebra e olhou pelo buraco tão reduzido como o aro de um anel. Guardou-as com a delicadeza com que se amontoam ovos numa caixa.
    — Um anão. Raríssimo, entende? E acho que não falta nenhum ossinho, vou trazer as ligaduras, quero ver se no fim da semana começo a montar ele.
      Abrimos uma lata de sardinha que comemos com pão, minha prima tinha sempre alguma lata escondida, costumava estudar até de madrugada e depois fazia sua ceia. Quando acabou o pão, abriu um pacote de bolacha Maria.
    — De onde vem esse cheiro? — perguntei farejando. Fui até o caixotinho, voltei, cheirei o assoalho. — Você não está sentindo um cheiro meio ardido?
     — É de bolor. A casa inteira cheira assim — ela disse. E puxou o caixotinho para debaixo da cama.
    No sonho, um anão louro de colete xadrez e cabelo repartido no meio entrou no quarto fumando charuto. Sentou-se na cama da minha prima, cruzou as perninhas e ali ficou muito sério, vendo-a dormir. Eu quis gritar, tem um anão no quarto! mas acordei antes. A luz estava acesa. Ajoelhada no chão, ainda vestida, minha prima olhava fixamente algum ponto do assoalho.
    — Que é que você está fazendo aí? — perguntei.
   — Essas formigas. Apareceram de repente, já enturmadas. Tão decididas, está vendo?
    Levantei e dei com as formigas pequenas e ruivas que entravam em trilha espessa pela fresta debaixo da porta, atravessavam o quarto, subiam pela parede do caixotinho de ossos e desembocavam lá dentro, disciplinadas como um exército em marcha exemplar.
    — São milhares, nunca vi tanta formiga assim. E não tem trilha de volta, só de ida — estranhei.
     — Só de ida.
    Contei-lhe meu pesadelo com o anão sentado em sua cama.
    — Está debaixo dela — disse minha prima e puxou para fora o caixotinho. Levantou o plástico.
    — Preto de formiga. Me dá o vidro de álcool.
    — Deve ter sobrado alguma coisa aí nesses ossos e elas descobriram, formiga descobre tudo. Se eu fosse você, levava isso lá pra fora.
  — Mas os ossos estão completamente limpos, eu já disse. Não ficou nem um fiapo de cartilagem, limpíssimos. Queria saber o que essas bandidas vêm fuçar aqui.
    Respingou fartamente o álcool em todo o caixote. Em seguida, calçou os sapatos e como uma equilibrista andando no fio de arame, foi pisando firme, um pé diante do outro na trilha de formigas. Foi e voltou duas vezes. Apagou o cigarro. Puxou a cadeira. E ficou olhando dentro do caixotinho.
    — Esquisito. Muito esquisito.
    — O quê?
    — Me lembro que botei o crânio em cima da pilha, me lembro que até calcei ele com as omoplatas para não rolar. E agora ele está aí no chão do caixote, com uma omoplata de cada lado. Por acaso você mexeu aqui?
    — Deus me livre, tenho nojo de osso. Ainda mais de anão.
     Ela cobriu o caixotinho com o plástico, empurrou-o com o pé e levou o fogareiro para a mesa, era a hora do seu chá. No chão, a trilha de formigas mortas era agora uma fita escura que encolheu. Uma formiguinha que escapou da matança passou perto do meu pé, já ia esmagá-la quando vi que levava as mãos à cabeça, como uma pessoa desesperada. Deixei-a sumir numa fresta do assoalho.

    [...]

TELLES, Lygia Fagundes. In: STEEN, Edla van. O conto da mulher brasileira. 3 ed. São Paulo: Global, 2007. p. 91-94. Fragmento.

“Levantei e(1) dei com as formigas pequenas e ruivas que(2) entravam em trilha espessa pela fresta debaixo da porta, atravessavam o quarto, subiam pela parede do caixotinho de ossos e desembocavam (3) dentro, disciplinadas como(4) um exército em marcha exemplar.”

Considerando o contexto em que estão inseridos, todas as categorizações dos termos destacados e numerados estão corretas, EXCETO
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Q1007335 Pedagogia

São muitos os fatores intervenientes no planejamento do ensino e da aprendizagem, entre eles a inserção de muitos conteúdos contingenciais procedentes de fatos que marcam o cotidiano. Nesse sentido, a conduta de orientação da equipe pedagógica aos professores deve ocorrer de modo a tornar os planejamentos mais contextuais, conforme as realidades das escolas onde atuam.

Avalie as afirmações sobre essas orientações aos professores.


I. Argumentar sobre a competência de ser professor dos alunos concretos que tem e, não, de conteúdo preestabelecido exposto na mídia.

II. Ter presente que o livro didático é o curso e não um recurso; deve ser seguido para não haver perda de espaço para os assuntos emergentes no desenrolar do trabalho em sala de aula.

III. Cuidar para que tenham autonomia na seleção de atividades para trabalhar conteúdos contingenciais, sem se esquecer de que tais conteúdos são fundamentais para a organização do projeto político pedagógico da escola.

IV. Zelar para que superem a inversão entre o necessário e o contingente: conteúdos que são contingenciais têm que ser dados na escola e conteúdos sistematizados para a construção do conhecimento tornam-se contingenciais.


Está correto apenas o que se afirma em

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Q1007334 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento de caráter normativo, referência nacional para a formulação dos currículos, apresenta o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Essas aprendizagens só se materializam mediante o conjunto de decisões que caracterizam o currículo em ação. Tais decisões irão adequar as proposições da BNCC à realidade das instituições escolares. (BRASIL, MEC, 2017).

Segundo Macedo (2011), o currículo é hoje um dos temas educacionais mais importantes para as políticas públicas em educação.


Avalie se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as concepções de currículo como norteadoras de ação efetiva na adequação das proposições da BNCC.

( ) O entendimento do currículo como uma invenção pedagógica dá autonomia aos membros das instituições escolares para definirem suas ações, sua qualidade e alcance, sem referências a outros parâmetros curriculares.

( ) A compreensão dos diversos modelos curriculares da contemporaneidade nos oferece possibilidades de implantação pedagógica e formacional e nos leva a evitar que possamos tomá-los como modelos que se bastam em si.

( ) A percepção do currículo enquanto conhecimento escolhido como formativo possibilita um empoderamento; passa a ter um poder considerável, porquanto o conhecimento define como devemos ver o mundo, a sociedade e a nós mesmos.

( ) O entendimento do currículo como concepção, organização, implementação e avaliação de conhecimentos eleitos como formativos em uma realidade marcada pela complexidade que busca modelos curriculares pautadas na perspectiva monodisciplinar.

( ) A concepção de currículo como prática, pois introduz elementos e problemas significativos a partir dos quais se faz necessário refletir: o currículo indica caminhos, travessias e chegadas, que são constantemente realimentados e reorientados pela ação dos atores/autores da cena curricular.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

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Q1007333 Pedagogia

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96 estabelece, em seu Art. 8º, que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino.


Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a competência do Município nessa organização.


( ) Oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas.

( ) Compor com o Sistema Federal de Ensino um sistema único de educação básica.

( ) Autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino.

( ) Assumir o transporte escolar dos alunos das escolas públicas estaduais e municipais.

( ) Atender, com prioridade o Ensino Médio, observando-se os percentuais mínimos para a manutenção e o desenvolvimento desse nível da educação básica.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

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Q1007332 Pedagogia

Um grupo de jovens e adultos de uma comunidade carente solicitou informações em uma escola pública de ensino fundamental sobre o que assegurava a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional para aqueles que não tiveram oportunidade de frequentar aulas ou não puderam continuar seus estudos.


A pedagoga informou-lhes corretamente que poderiam matricular-se naquela escola

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Q1007331 Pedagogia

O Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola) é um programa do MEC que atende às escolas com baixo rendimento no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), atuando no planejamento estratégico e participativo com o propósito de auxiliá-las em sua gestão e no repasse de recursos financeiros.


Os recursos do PDE Escola podem ser utilizados para

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Q1007330 Pedagogia

Para Vasconcellos (2002), o planejamento organiza e integra a atividade prática da instituição escolar.

A esse respeito, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.


I. O planejamento é um instrumento de transformação da prática


PORQUE


II. apresenta dimensões a serem consideradas na sua formalização: realidade, plano de ação, ação e avaliação.


Em relação às asserções é correto afirmar que

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Q1007329 Pedagogia

A forma de trabalho é tão familiar para alguns professores que já não sentem necessidade de discutir com os colegas e colocar no papel o seu planejamento de aulas. Esta situação é uma oportunidade de mediação da coordenação pedagógica para resgatar a dimensão coletiva do trabalho educativo e explicitar a necessidade de comunicação e de interação com o projeto pedagógico e com os pares.


Avalie se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre oportunidades que podem auxiliar a supervisão pedagógica no processo de mediação.


( ) Formalização de compromissos com a equipe pedagógica para confirmar que cabe a esta a elaboração do plano de ensino.

( ) Levantamento das práticas novas que estão misturadas com as equivocadas e presentes na realidade dos professores e da escola, pois precisam ter continuidade.

( ) Encontros para refletir sobre visão de mundo, opção por um quadro de valores, posicionamento frente à realidade social conflitiva, a partir do contexto bem definido da atuação do professor.

( ) Reuniões pedagógicas para a problematização da necessidade de mudança no processo de planejamento que ajudam o professor a compreender onde é que seu grupo está e quais são as suas dificuldades.

( ) Debates sobre temáticas mais amplas tendem a desalienar o professor mais que o diálogo sobre o significado e os pressupostos da atividade docente naquilo que ela tem de mais concreto e específico.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

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Q1007328 Pedagogia

Segundo Macedo (2011), as competências são conceituadas como um conjunto de saberes e de habilidades que os aprendentes incorporam por meio da formação e da experiência, conjugados à capacidade de integrá-los, utilizá-los, transferi-los em diferentes situações, ou seja, colocá-los em uso.


As competências são entendidas como uma ampliada e dialética possibilidade formativa por

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Q1007327 Pedagogia

A charge ironiza o uso das novas Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC) na escola.


Imagem associada para resolução da questão


A partir da crítica que a charge sugere, avalie as afirmações sobre os desdobramentos no uso das TIC na prática de ensino.


I. Facilitou o trabalho do professor no desenvolvimento de habilidades para a construção de conhecimentos pelos alunos.

II. Provocou alterações radicais na articulação entre os conteúdos e a maneira como o professor trabalha didaticamente com seus alunos.

III. Possibilitou espaço para o professor passar o conteúdo com o uso das tecnologias que tem à sua disposição, sem ater-se à metodologia.

IV. Mostrou a necessidade de construir metodologia de trabalho para interações na rede, com a criação, a troca e o uso colaborativo de informações.


Está correto apenas o que se afirma em

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Q1007326 Pedagogia

Um dos aspectos fundamentais de organização do trabalho na escola é a definição de objetivos educacionais. Libâneo (2013) considera dois níveis de objetivos educacionais, os gerais e os específicos, que devem ser elaborados pelo professor, conforme os contextos de referência e a situação concreta em que serão aplicados.


Associe corretamente o nível do objetivo à recomendação para a sua formulação.


Níveis

1.Geral

2. Específico


Recomendações

( ) Focalizar, no ensino da matéria, a sua própria visão de educação e de sociedade.

( ) Relacionar propósitos mais amplos ao papel da escola e do ensino, face às exigências da realidade social.

( ) Selecionar tópicos para a compreensão das relações entre escola e sociedade, destacados no papel da matéria de ensino.

( ) Transformar tópicos do conteúdo numa proposição que expresse o resultado esperado ao término do estudo da unidade didática.

( ) Organizar uma sequência lógica de modo a possibilitar a inter-relação dos conceitos e das habilidades e facilitar uma compreensão de conjunto.


A sequência correta dessa associação é

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Q1007325 Pedagogia
Segundo Vasconcellos (2002), para elaborar o projeto político-pedagógico da escola os envolvidos deverão
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Q1007324 Pedagogia

Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.


I. Para Vasconcellos (2002), o planejamento é apenas um instrumento teórico-metodológico; poderoso, mas instrumento. É relativamente complexo, exigente, ainda falível e depende de sujeitos que o assumam, tanto na elaboração quanto na realização,


PORQUE


II. reflete relações, contradições, desejos e é fundamental aos seres históricos e limitados que precisam de referências para movimentar-se, intervir no vir-a-ser, sem negar o movimento do real.


Em relação às asserções, é correto afirmar que

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Q1007323 Pedagogia

Sant’Ana e Sant’Ana (2004) discutem sobre funções e critérios para a utilização dos recursos de ensino na prática pedagógica da escola.


A seleção desses recursos deverá considerar a análise de todas as possibilidades, para que possam

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Q1007322 Pedagogia

Analise, no quadro abaixo, as respostas de um aluno do terceiro ano do ensino fundamental para indicar a fração correspondente e a correção da professora.


Imagem associada para resolução da questão


Avalie as afirmações para os supostos erros do aluno.


I. As respostas 1 e 2 estão erradas porque o aluno tomou como fração do todo as partes não escurecidas.

II. Todas as operações do aluno estão corretamente executadas, a partir do entendimento apresentado pela raiz da questão.

III. A questão é ambígua, pois não informa que parte do todo deve ser considerada para formar o numerador.

IV. Todas as correções da professora estão adequadas porque as figuras mostram as partes escurecidas e não escurecidas.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Respostas
81: C
82: D
83: A
84: A
85: A
86: A
87: C
88: D
89: D
90: C
91: C
92: C
93: B
94: D
95: C
96: B
97: D
98: C
99: A
100: B